Impossible

5 5º - Perigos.


Notas iniciais
Seriamente, pqp, como voces podem me fazer tão feliz? *-* Tô eu, ha dois dias sem entrar aqui no Nyah e quando entro vejo duas lindas recomendações para essa minha história *--* Na verdade, nossa história. Então, por isso e por milhares de outras coisas, eu entrego esse capítulo a Kayla Jackson e Liz Jensen por suas recomendações lindas e que me fizeram sorrir de um modo que nada mais fez hoje *-* Muito, muito obrigada meeesmo por elas, já li milhares de vezes e não acreditando KKK '' Eu acho que sou bobona msm, só pode ^^ Anyway, obrigada, garotas, por elas *-* Por isso, metade desse capítulo enorme é para Kayla e a outra para Liz, mas saibam que independente do numero de palavras ou ações, o que vocês me deram com suas palavras é algo incomensurável e muito lindo. De fato, muito obrigada *-*
Portanto, coloquem um travesseiro debaixo do bumbum, se escorem na parede do quarto e implorem pra net não cair enquanto estiverem lendo pelo celular, ok?
Boa leitura e, garotas, capítulo todo de vocês duas, com mesma quantidade de carinho para ambas. Obrigada.
Agora, vamo que vamo!

5º — Perigos.

Talvez por tanto ter forçado a sua mente para que Apolo pudesse tocar seu cabelo quanto por estar tentando quebrar com muita rapidez sua timidez na casa, Artemis teve um pesadelo.

Um pesadelo que não tinha há muito tempo, desde a época em que Atena havia forçado suas barreiras e se tornado sua amiga, apareceu.

E era sempre o mesmo pesadelo.

Estava correndo. Sua perna tinha sido machucada, sua cabeça doía, seu peito queimava. A casa enorme.

Sempre começava descendo as escadas com toda a velocidade que podia, em seguida ia pra cozinha e procurava desesperadamente uma faca enquanto ouvia a risada dele avisando que se aproximava.

Nunca havia nada.

Então, tentava se esconder no armário. Ele aparecia, chamando-a de docinho, abrindo de porta em porta até achá-la. E quando a encontrava, puxava-a pelos cabelos e dava um tapa.

Tapa esse que a desacordava no sonho.

E a acordava na realidade, empapada de suor, tremendo e momentaneamente perdida.

Então, ela tinha seu ritual: apertava as pernas contra o peito e ficava até se lembrar de onde estava. Dessa vez, seu pânico fora tão grande, que chorava caladinha, por mais ou menos quinze minutos. E nunca conseguia a voltar a dormir.

Procurando pensar em outra coisa enquanto calçava as meias, Artemis se perguntou se fizera alguma coisa errada demais que não poderia ser concertada no dia da piscina. Haviam passado três dias, já era sexta feira. E dali um dia sua mãe e Zeus chegariam de sua lua de mel em Roma. Ou foi Paris. Algo na Europa, pensava ao mesmo tempo em que caminhava pela casa escura.

Andou calmamente para a cozinha, mas o que a esperava lá era algo que jamais imaginara.

De alguma forma, o arquiteto da casa tinha conseguido colocar um grandioso sofá em frente a uma TV, de uma forma que o dono poderia tomar café da manha enquanto via as noticias. Todavia, ele não devia ter pensado muito bem em seu uso.

Deitado com o peito colado nas costas de uma morena, Apolo dormia tranquilamente, um braço jogado sobre a cintura da mesma e o outro sob a cabeça. Ela também parecia confortável. E talvez isso a tenha deixado tão sem graça além da sua imaginação sempre pra frente que sabia que ambos estavam nus debaixo daquele fino pano que os cobria.

Artemis estava para ir embora, deixando-os descansarem, quando algo chamou sua atenção. Vibrando e vibrando, um celular mostrava dezoito mensagens. Mesmo sabendo que era feio fazer aquilo, Artemis pegou-o e leu só uma delas.

“Cadê você, mocinha? Se não chegar aqui em casa daqui 30 minutos, vou chamar seu pai e a guarda-costeira. Não vai querer ir para o Havaí e deixar seus amigos aqui. 30 minutos! Bjos, sua brava mãe!”

Viu quando a mensagem tinha sido mandada. Dez minutos atrás.

Sem pensar muito no que fazia, Artemis juntou todas as roupas da garota, colocou as coisas dela na bolsa e suavemente tocou o ombro da mesma. Precisou de um toque para ela abrir incríveis olhos castanhos e encarar sua pessoa, confusa.

- Eu sou uma prima do Apolo. – sussurrou não pretendendo acordar o outro. – Sua mãe ligou em seu celular muitas vezes, li uma mensagem... Ela disse que se você não chegar à meia-hora, vai ligar pro seu pai. Não sei se isso é mal, mas acho que deve ir pra casa.

A garota tinha parado de ouvir o que dizia e pulado dos braços de Apolo para vestir as roupas no momento em que havia dito que a mãe dela tinha ligado. Logo a garota calçava os sapatos.

- Muito obrigada, de verdade. – dizia ela ao terminar tudo. – Você abre pra mim?

- Claro.

Dois minutos depois voltava para a cozinha. Somente o barulho de algum filme que passava cortava o barulho.

E Apolo bocejando, ainda enrolado no pano. Ele olhou para pessoa que pegava pedaço do sanduiche que a cozinheira havia feito mais cedo. Estava com preguiça de criar algo mais complexo. Aquilo teria de servir.

Apolo voltou a fechou os olhos. Demorou tanto tempo escolhendo o que beber, qual fruta e tudo mais que, quando se sentou no braço do sofá, aos pés de Apolo, se surpreendeu ao ver que ele não tinha retornado ao sono. Ele sorriu preguiçosamente.

- Obrigada por avisar a ela pra ir embora. Eu tava começando a ficar com câimbra no braço. – Artemis acenou um de nada com a cabeça, impedindo-se de olhar para o peito exposto de Apolo. Mas antes que pudesse prever, ele estava sentado, perto de sua pessoa e muito cuidadosamente com alguns fios de seu cabelo entre seus dedos. Dessa vez, Artemis não se assustou, mas se manteve alerta para evitar toques. – Você tem hábitos estranhos... Por que está comendo sanduiche as... Quatro horas da madrugada? Melhor, por que você está acordada essa hora?

Deu de ombros, não desejando entrar no assunto.

- Pesadelo – sussurrou dando mais uma mordida no sanduiche, a encarar a cena de perseguição automobilista do que parecia ser 007 Cassino Royale. – Quer?

- Você vai me dar um pedaço do seu sanduiche?

Somente o ofereceu com a mão, sem olhá-lo. Inesperadamente, Apolo deu uma mordida ali e voltou a se deitar, soltando seu cabelo e se espreguiçando enquanto assistia o James Bond ser pego por Le Chiffre. Teve de abaixar a cabeça para não encarar Apolo, confortavelmente estendido e relaxado, além de seminu. Estava ardendo de vergonha.

Ficaram calados, concentrados no longa metragem, até que Artemis sussurrou, usando toda a sua coragem:

- Apolo?

- Sim, Artie?

- Estamos brigados?

Ela não soube se aquela pergunta saiu mais alto ou se fora impressão sua que tudo de repente parecia sem som. Nem mesmo o rangido do couro quando Apolo sacudia o pé no que parecia ser impaciência ou a televisão. Como sua coragem fora gasta para perguntar, Artemis não levantou os olhos de suas unhas ruídas.

Portanto, quando Apolo deslizou os dedos por seu cabelo-cortina, para afastá-los, ela não soube o que fazer.

- Por que estaríamos brigados, Artie? – tom suave — Você não fez nada pra isso acontecer. E eu acho que nem eu.

Ela apertou os lábios em uma linha fina.

- É que... Que... Naquele dia... – sua voz abaixou o volume. – Desde o dia da piscina que você não tem falado comigo. Eu estou me perguntando o que aconteceu. Eu fiz algo errado?

- Só fugiu de mim quando não precisava. Eu não ia te machucar, Artie.

Corou ainda mais, agora mexendo nervosamente com a manga do moletom.

- Eu sei que não ia... Mas... Mas... Não foi culpa sua, Apolo. Foi minha.

- Mesmo se fosse, não seria o suficiente para brigarmos, Artie. Eu só me afastei porque eu achava que você precisava de espaço. Eu forcei a barra, também tive culpa nisso, então, ninguém teve culpa ao final, tudo bem? Artie? – fitou os olhos azuis dele que sorriam suaves e calmos. – Não estamos brigados.

Engoliu a seco.

- Ok... Eu só...

- Shh, tudo bem. Então, vamos virar o dia ou voltar a dormir?

E Artemis nunca gostou tanto do jeito fácil dele de desviar a conversa.

Como sábado eles não tinham aula, Artemis aproveitou para cozinhar sua famosa lasanha, ouvindo Apolo conversar sobre tudo o que queria e um baixo som de fundo.

Era uma tarde que ela jamais teve com alguém alem de Atena, onde podia se movimentar sem ter o medo de que ele fosse, por acaso, tocar sua pessoa. Todas as vezes que Apolo ia para esse lado, ele mostrava a mão que ia mexer em seu cabelo. Aos poucos, se acostumava com aquilo.

Tinham terminado de comer, com Apolo dizendo que adorou aquilo e fazendo corar mais do que ela já imaginou que fosse possível quando a companhia tocou.

- APOLOOO.

A coluna de Artemis retesou, levando-a a ficar com medo. Saindo do conforto para o pavor em questões de segundos. Artemis olhou para Apolo que a fitava se perguntando o que iam fazer.

Artemis teve a resposta antes dele se quer falar algo. Ares gritou o nome dele mais uma vez.

- Eu vou estar no guarda-roupa. – murmurou com pressa, puxando seu celular – Não os deixe subir no meu quarto.

- Mas eles vão ver se a porta estiver aberta. E você tem pavor de porta fechada.

- Eu fecho... – do jeito que tremia, faria qualquer coisa. – Por favor, não os deixe ir lá pra cima.

Não esperando a resposta dele, Artemis correu o mais rápido que podia, sabendo que a qualquer momento o “Olimpo” estaria ali dentro da casa que começava a chamar de sua, e estaria em sérios apuros se a vissem.

Só não calculou muito bem o viés de seu plano, até ter fechado a porta do quarto, se enfiado no canto do closet e fechado àquela porta também, deixando tudo escuro. Seu medo subiu como quando se abre uma Coca-Cola depois de sacudi-la. Tudo o que podia pensar era no seu passado, afundando nele. Indo para sua posição de escudo, Artemis afundou a cabeça entre os joelhos e abraçou fortes as pernas.

Poderia aguentar. Sabia que podia.

Aguentaria.

Seu outro medo de a machucarem e tocarem ainda era maior. E se fosse medo contra medo, que fosse aquele. Estava a tentar normalizar a respiração no momento em que algo vibrou. Seu celular. E ao abrir, viu de quem era mensagem. Apolo.

“Logo, logo vou me livrar deles, prometo.”

Não respondeu apenas se agarrou aquela promessa.

Mas quanto mais passava o tempo, maior ia ficando o barulho. Logo havia música alta, muitas risadas e conversa. Uma festa? Era isso mesmo que estava ouvindo?

Não soube quanto tempo ficou ali, encolhida, tentando de toda forma a não afundar no passado no instante em que a porta do closet se abriu e fechou rápido, só com tempo suficiente para alguém conseguir entrar.

Esse alguém logo se identificou.

- Artie? – chamou Apolo. – Artie? Tá aqui?

- Aqui – disse, baixinho, sabendo que ele logo a encontraria.

Dito e feito, Apolo puxou um sobretudo da sua frente e ela enxergou os sapatos de jogar tênis dele.

- Meu deus. – ela não sabia como estava, mas bem que não era. Suas mãos estavam fechadas em punho, sentia um gosto de sangue na boca e todo seu corpo tremia. Ele sumiu por um instante e voltou rapidamente com uma toalha branca. Artemis não conseguia se mover. Apolo também colocou um edredom envolta de seus ombros – Você deve estar congelando aqui, tinha esquecido do ar condicionado. Há espaço para mais um ai do seu lado?

- Sim. – sussurrou, vendo-o apenas desligar a luz para então deslizar para o pequeno local que cabia ele. Ou assim pensavam. Todo seu lado esquerdo estava tocando o dele.

- Merda, Artie, desculpe, vou ficar de frente a você.

- Não. – seu medo a fez segurar o antebraço dele. – Fica.

- Mas, você...

- Por favor, Apolo, fica.

- Tudo bem, se você insiste, mas qualquer coisa é pra me avisar quando quiser que eu saia. E falo sério dessa vez.

- Ok. – murmurou. – Você não devia estar na sua festa?

- Eu estou nela, só que no seu closet.

Ela sorriu um pouco.

- As pessoas vão sentir sua falta.

- Vão nada, vão pensar que eu estou com alguma garota. – riu – E de fato estou.

Finalmente descongelando, Artemis apertou a toalha quente e macia contra seu lábio machucado de tanto morder e suspirou.

Devia estar tremendo por ele tocá-la e de fato estaria se fosse em uma situação comum, mas com seu medo, saber que ele estava ali era alivio e não pavor.

Apolo pareceu notar isso também, tanto que até foi audacioso e começou a passar os dedos pelos seus cabelos. Artemis sorriu daquilo. Ele estava a acalmando.

- Desculpe a demora, Artie. Ou eu fazia essa festa ou então teria que os expulsar da minha casa. Esse era mais difícil, então, fui pelo fácil.

E apesar de estar agradecida pelo que ele havia feito, suspirou, triste.

- Você não devia estar fazendo isso. – sussurrou, baixinho. – Não devia estar me protegendo.

Ele pareceu surpreso ao perguntar:

- Por que não?

- Você sabe o porque.

- Artie, somos irmãos, ok? Fodam-se as regras do Wash.

- Não faça isso, vai se arrepender, Apolo – afundou o rosto na toalha. – A Atena me protege.

- E por que eu não posso?

- Por favor... – sua voz estava quebrada. – Não vamos discutir agora. Por favor.

Ele suspirou, mas continuou penteado seu cabelo.

- Depois, isso ainda não acabou, Artemis. Então...

Mas palavras dele foram cortadas.

De repente, ouviram o barulho da porta de seu quarto abrindo, uma vez que Apolo parecia ter feito algo para isso acontecer, e ambos se calaram. Artemis fechou os olhos, tremendo ainda mais. Eles estavam tão pertos. Se sentia uma vitima de algum cara como Jason, sempre a espera da hora em que o vilão a encontra e a mata.

Provavelmente não morreria, mas aquele pânico era ainda pior do que isso.

- Esse quarto é feminino – a voz inesquecível de Afrodite Beauregard, a filha da diretora da Vogue. Ela nunca havia feito nada para Artemis, nada alem de rir, como Apolo fazia, mas ela sempre pareceu mais calma que as demais.

- Não importa, vem cá, querida – mas essa voz piorou o estado de Artemis. Ares. Ares estava bem ali. – Estou louco para te ver a muito tempo.

- Hefesto desconfia de algo?

- Não. Ele pensa que somos bons amigos que viajaram juntos por causa da família, nada mais do que isso. – o som de beijo. – Seu namoro ainda está de pé.

A voz de Poseidon foi a seguinte:

- Hey, Ares, Hefesto está subindo. Vamo, cara. Desculpe, Dite.

- Sem problemas, Poseidon – um estalido. – Vai, Ares, depois eu dou um jeito de ir na sua casa.

- To te esperando. Tchau, boneca.

- Tchau.

Então, a porta havia sido fechada após o som de passos andando pelo seu carpete.

Apolo, ao seu lado, parecia tão surpreso quanto à própria Artemis.

Ao que parecia, ninguém sabia que Afrodite traia o namorado Hefesto com o melhor amigo dele, Ares.

Fosse como fosse, Artemis soltou um pouco a respiração ante a ideia de que eles haviam ido, mas antes que qualquer um dos dois pudesse prever, Afrodite abriu a porta do closet, automaticamente ligando as luzes e deu dois passos para dentro. Sua expressão foi de deleite a perplexidade no momento em que seus olhos verdes extremamente claros caíram sob Apolo em seguida fitaram seus olhos verdes mais escuros.

E Apolo foi mais rápido.

Em um só movimento, ele estava na frente da linda garota, tampando toda a visão que ela podia ter de seu corpo. Se encolheu mais enquanto o ouvia dizer:

- Afrodite, isso não...

- Apolo Solace, o que você pensa que está fazendo? – e, para uma garotinha ela tinha mesmo muita força para empurrá-lo para o lado. Afrodite aproximou-se. – De tudo o que podia pensar de você, Apolo, eu jamais pensei que você batia nas garotas. Como pode machucar ela?

É o que? Parecia que tinham tirado o tapete de Artemis.

Ela não estava brava porque Apolo estava com ela ali ao invés de estar com eles?

Afrodite ajoelhou-se a sua frente e segurou seu olhar. Seu corpo todo tremia. Ela levantou a mão como que para segurar sua mão, mas Apolo foi mais rápido. Impediu-a cuidadosamente.

- Não a toque, Dite.

- Por que não?

- Ela não gosta. Apenas... Não a toque, ok? Ela já tá mais assustada do que poderia aguentar com você aqui.

- E você pode bater nela? – sua voz estava com raiva.

E, pela primeira vez, Artemis disse, abaixando os olhos para entre seus joelhos:

- Não foi ele. – ambos pareceram surpresos. – Ele... Ele estava... Me ajudando.

- Artemis. – o tom de Afrodite era suave. – Você não está o protegendo, está?

- Não, ela não está, Dite.

- Shiu, Apolo, deixe-me conversar com ela, ok? Artemis, você está bem? Quer alguma coisa? Sair daqui? Se quiser, a gente fica no seu quarto e eu tranco a porta, qualquer coisa eu digo que estou ocupada aqui, ninguém iria entrar. – os olhos de Afrodite estavam cheios de compaixão e preocupação. Duas coisas que Artemis nunca esperou daquela modelo. – Eu não vou te machucar, nem te tocar. Apolo, ajude ela.

Artemis negou a mão estendida do garoto, apenas se colocou de pé com muito esforço, mas sozinha, e segurando-se na parede, conseguiu caminhar passo ante passo até a cama onde Afrodite tratou de arrumar para que ela pudesse deitar.

Ainda tremia no instante em que Apolo sentou-se ao seu lado e delicadamente começou a pentear seus cabelos.

Logo, dormia.

- O que ela está fazendo aqui? – a voz de Afrodite estava baixinha.

- Ela é a irmã que eu falei pra você.

- Filha de Hera Bordeaux?

- Sim. Mundo pequeno, não acha?

- Você está ferrado.

- Eu sei, obrigado – voz irônica. – Mas viu como ela ficou?

- Ela fica assim sempre?

- No começo, sim, mas passado uns tempos ela ficou mais tranquila. Só tem medo de vocês.

- É, posso ver. – voz amuada. – Pooxa, eu nunca fiz nada de malvado. Sou um anjito.

- Pode ser um anjinho, mas anda com a gente.

Afrodite suspirou.

- Estamos todos os três ferrados. E quando digo isso, nem mesmo Dior pode duvidar. O que vamos fazer, Apolo?

- Nós?

- Nem pense em me tirar da história, eu vou ficar, ok? Nem sapatos Prada ou bolsas Marc Jacobs podem me tirar dessa. Então qual é o plano?

- Vamos começar assim – e Apolo foi dizendo enquanto Artemis dormia profundamente.

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Próximo capítulo:

[...]

No dia seguinte, Artemis acordou com um grito de pura felicidade da sua mãe. Hera estava bronzeada, feliz e, se não fosse o suficiente, mais bonita ainda.

- Filha... Nossa, pareceu que dormiu dentro de uma garrafa, o rosto todo inchado... – Fez descaso com a mão. – Mas não importa. Eu trouxe muuuitos presentes para você.

- Hum... Obrigada.

- Sim, sim, mas agora vamos, venha, temos que almoçar.

Deixando-a ir à frente, Artemis se levantou a contra gosto, tomou um banho rápido, escovou os dentes sem se olhar no espelho e ia vestir a roupa no momento em que o que viu deixou-a parada.

Sentiu-se um animal que era encantado pelos faróis segundos antes de bater nele.

Apolo, completamente arrumado, olhava para sua pessoa enrolada em uma toalha pelo espelho.

[...]

Notas finais
E todos pensando que Afrodite seria do mal MUUAAHAAA Adoro intrigas *-* Pois, o que será que Afrodite vai fazer com Apolo agora? E Artie vai conseguir lidar com isso tudo? Sera?
Até o próximo galerinha *assoprando beijos*
E não esqueçam do meu recadinho aqui embaixo, é mais facil de mandar do que me pedir para encontrar algo em um mapa ;) Se, tipo, quiserem mandar mais alguma recomendação, ficarei super feliz de receber, mas tambem gosto de responder os recaditos de voces. Então, não deixem de falar comigo *-*
Beijinhos açucarados pra vocês,
Nívea ;**
Ps: Recadiiinho, recadito, recadão, dono do meu coração *-* Fala se não manjo bem com as rimas? KKK zoa ^^