Implacável
21 Capítulo 21 [Epílogo - Parte I]
Notas iniciais
Nas notas finais, vocês vão encontrar a sinopse de "Implacável II". Aproveitem o capítulo sem moderação alguma.
7h53, sábado, 29 de julho
Campden Grove, 1037
Residência de Sabaku no Gaara
Kensington e Chelsea, Londres, UK
Havia chegado a formatura de Ino e Tenten. Durante aquela semana, ambas estiveram tão ocupadas com os trâmites dos eventos que a vinda de Temari da Turquia foi vista como um presente dos céus. A Sabaku se empenhou em providenciar tudo que elas precisariam nas cerimônias de graduação.
A empolgação de Ino para a graduação não era tão grande quanto a de Tenten. Estava cansada, e desejava ficar sem fazer absolutamente nada por uma semana inteira. Quem sabe assim se recuperaria daquela semana tão agitada.
Naquela manhã, Ino despertou com alguém se deitando ao seu lado na grande cama da suíte máster da casa de Gaara, onde ela passara os últimos dois dias – segundo Temari, para facilitar o trabalho de preparação para o baile. Ela mexeu-se na cama, virando para encarar quem se deitava, e encarou a expressão serena de Gaara a lhe observar.
– Desculpe, não queria te acordar. – ele sussurrou, pegando uma mecha do cabelo de Ino e colocando-a atrás da orelha. Gaara ainda estava com as roupas da véspera e tinha a expressão cansada.
– Não tem problema. – murmurou sonolenta, deslizando na cama para se aconchegar nele. – Chegou agora?
– Não. Por volta de duas da manhã; estava na biblioteca revendo alguns papéis. – beijou-a nos lábios rapidamente e a puxou para mais perto. – E as coisas com a minha irmã?
– Frenéticas, como era de se esperar. – Ino resmungou preguiçosamente enquanto se esticava. – Que horas são?
– Sete e cinquenta e três. Vai sair com minha irmã e Tenten hoje?
– Só depois do almoço. Enquanto isso, vou aproveitar um pouco a companhia do meu ilustre namorado. – Ino disse se movendo maliciosamente para cima de Gaara. O ruivo aceitou de bom grado; afinal, sentira falta dela...
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Ino, Temari e Tenten levaram pouco tempo no salão, para arrumar o cabelo e fazer a maquiagem, mas ainda chegaram em cima da hora para se vestir. Baki recebeu duas multas por velocidade para conseguir deixar Tenten em casa a tempo de que Ino e Temari ficassem prontas na hora.
Por sorte ou precaução, quando Ino chegou em Kensington, sua roupa e acessórios estavam cuidadosamente arrumados sobre a cama, e em poucos minutos estava vestida e devidamente arrumada para sair.
Havia optado pelo vestido azul Royal e os scarpins pretos que tinha usado no último encontro que tivera com Gaara antes de se afastarem. O cabelo havia sido preso em um coque lateral, e a franja fora presa lateralmente por um discreto grampo. Ino olhou-se uma última vez no espelho antes de sair do quarto.
– Está bom. – ela disse, orgulhosa de si mesma por ter conseguido se arrumar em menos de meia hora.
Quando desceu as escadas, seus pais e Deidara, Gaara, Temari e Shikamaru já estavam prontos e esperando-a. Ainda tirou fotos e engoliu metade do uísque que Gaara bebia antes de sair. Estava tudo perfeito! Logo os dois carros partiram em direção a Universidade de Londres.
– Você está linda. – Gaara sussurrou durante o trajeto. Até então ele não tinha feito nenhuma observação sobre a roupa de Ino. Mesmo tardio, o elogio deu mais segurança a ela.
– Obrigada. – ela se inclinou e o beijou devagar.
Num movimento leve, Gaara a puxou para seu colo, aprofundando o beijo ao mesmo tempo. Ino já estava ofegante quando ele traçou uma linha de beijos em direção a sua orelha onde sussurrou:
– Casa comigo?
Notas finais
Em toda sua vida, Ino jamais imaginou que conheceria o bilionário Sabaku no Gaara. Nem em um só segundo passou pela cabeça da jovem Yamanaka viajar por seis meses com jovem e sexy bilionário, se apaixonar e ser pedida em casamento por ele.
O mundo de possibilidades e maravilhas, promovido pelo relacionamento com Gaara, que se abre para Ino parece estar ameaçado quando o passado de ambos começa a vir para a superfície, e os maiores medos da Yamanaka e do Sabaku parecem estar se tornando realidade. Nesse tempo, o casal passa a se questionar: seria mesmo o amor suficiente para enfrentar o que estaria por vir?.
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