Imaginário

24 The Ghost


Notas iniciais
~le segurando uma replica de papelão do escudo do Link -Oi. -me sinto muito envergonhado. -idem, gente eu estou viva.motivo de um sumir se chama escola, (mas, e nas ferias?) na verdade eu escrevi na ferias mais sempre ficava ruim e eu (alerta de spoiler) depois da terapia esqueci muita coisa dessa época enquanto ia pro ensaio tentava lembra o que aconteceu e anota para os próximos capítulos, então creio que só fica pedindo desculpas não seja o suficiente, amanha postarei um novo que ainda está em andamento, não vou prometer posta todas as semanas até por que esta acabando esse bimestre e o 4° é o pior, tentarei vim com mais frequência isso eu posso garanti pois minha vida ta começando a vira um caos mais to conseguindo aos poucos estabiliza e arruma tempo pro "Imaginário" -estou tentando convence-la a volta a escreve o "LS"(Nosso livro) aqui. -bom galera, boa leitura.

Sábado letivo...sempre achei essa duas palavras bem distintas não deviam está juntas nunca, NUNCA!

–Ei seu mané presta atenção por aonde anda! – aonde eu ando? Quando percebi nossa situação gelei totalmente, eu estava poucos centímetros a frente e de costas a ela, mas eu estava andando atrás dela, isso significava uma coisa, eu a havia atravessado (não pensem besteira!)

–Desculpe – me virei e ela estava se abraçando afagando os braços na tentativa de se aquecer, era uma manhã fria e silenciosa perfeita pra dormi, mas nãããão o colégio ama tanto agente que não ta dispensando nem no fim de semana. – devia compra um casaco. – vai da um piti, e só fala em gasta seu precioso dinheiro que ela surta.

– E você devia olha o caminho, mas né!- comentou com raiva desviando de mim e seguindo pra faixa de pedestre, claro que depois de bufa a seguir.

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Aula de Português.

–Alguém sabe o que são verbo? – dei uma olhada na sala, alguns com o celular na mão, outros dormindo, brisando...

–Sinceramente sua sala é uma decepção. – comentei pra Nanda que estava concentrada no caderno.

–Só percebeu agora?

–Ninguém sabe?- perguntou novamente na esperança que alguém levanta-se a mão e responde-se tudo sobre verbos.

–O que ta fazendo? –estranho ela está tão concentrada. Me inclinei na cadeira vazia ao lado dela com sua mochila que ela havia colocado lá pra ninguém senta em mim de novo, tentei vê mais ela percebendo minha ação cobriu minha visão do caderno com o corpo.- não vai deixa eu vê?- ela fez que não com a cabeça e fechou o caderno. – ora sua...

–Por que está com o caderno fechado? É pra anota o que ta no quadro viu! – a professora ralhou com a Nanda que apenas deu nos ombros e disse, “já anotei”, a professora olhou desconfiada pra ela que nem ligou e voltou a atenção pra janela, por fala nisso talvez eu nunca tenha chegado a menciona aonde sentamos, é no fundão do lado das janelas, perto de nós não senta quase ninguém, algumas cadeiras ficam vagas às vezes quando falta muita gente. Eles costumam nós evitar, não sei por que mais eu prefiro não ligar, o que me preocupa é a Nanda nessa historia, afinal sei que não é acostumada a silencio e solidão, sim eu disse solidão, por que eu sei que ela sentir isso mesmo dizendo que não liga pra isso.

–Hoje tem ensaio?

–Hn.- olhava as folhas da arvore próxima se moverem com o vento.

–Vou leva isso como um sim. – o celular dela começou a vibra em cima mesa, ela pegou antes que alguém percebe-se se abaixou um pouco atrás de uma menina que tava sentada na frente dela e atendeu cochichando.

–Oi...sim...to na aula... vou sim...depois O.K...ta...ta...vou...ta...ta tchau. – olhei pra ela curioso, guardou o celular no bolso e suspirou pesadamente.

–Era a mamãe, queria saber se vamos pra casa hoje.- com essa historia de sábado letivo até esqueci que nos fins de semana vamos pra casa, cara que saudade de lá mesmo que só tenha passado alguns dias.

–Fernanda, Né?

–AI QUE SUSTO! – essa menina apareceu do nada. – tava concentrada àquela hora invocando pessoas é? – perguntei pra Nanda ainda me sentindo assustado e ela me mandou o dedo do meio discretamente, tinha algo lá, nos olhos dela...um brilho diferente, talvez um brilho de felicidade?

–Sim. O que deseja?

–Nanda o gênio da lâmpada. – se desse pra mata pessoas pelo olhar eu já teria morrido a muito tempo, mesmo se desse eu não sou uma pessoa né, então não ia morre. #fiz_biquinho

–E que...- a menina perecia assustada, com medo da Nanda? Olhos curiosos pousaram na garota, não só o da Nanda mais de algumas pessoas por perto — Aqui! – estendeu um papel com algumas coisas escritas. — são suas falas na apresentação de sociologia.

–Tinha até esquecido- comentou pegando o papel e sorriu. — Obrigado. – a menina saiu praticamente correndo de lá, como o diabo corre da cruz; A Nanda e eu sem saber na época o motivo total decidimos ignora isso.

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–Eu vou, eu vou, pra casa agora eu vou (8) – cantava tentando anima lá. Estávamos no ônibus rumo nossa casa...cama...dormi...que sono deu agora.Me aconcheguei melhor no colo dela que olhava a janela, séria. Deve ta com raiva ainda do que eu disse.

3h atrás depois do trabalho de sociologia.

–Parabéns pela ótima apresentação — a parabenizei enquanto terminava de guarda os materiais.

–Valeu – pegou a mochila e saiu da sala, claro que eu fui atrás mais quando estava passando pelo portão ouvi uma coisa que não me agradou, Nanda tava de fone e não ouviu.

–ela me dá medo. –a menina que deu o papel mais cedo disse, estava com mais três meninas.

Girl 2 — medo, ela é muito da estranha, quem usa um uniforme grande assim?

Girl 3 -Deve ter esquecido o senso de moda no buraco que veio. – comento e as outras riram, se eu pude-se tocar nelas as arrastariam para frente de Nanda e a fariam pedir desculpas a ela.

–Garotas fúteis !- sai de lá soltando fogo pelas ventas atrás dela pra conta o que ouvi, Não pensei bem aquela hora se devia ou não conta então apenas fui. –Nanda?

–I just need to be a little crazy

All my life I've been good, but now

NANDA!

–o que eu falei sobre entra na minha mente? – tirou os fones parando de anda e me encarando depois de da uma breve olhada ao redor.

–algumas garotas estavam falando mau de você... devia tomar uma atitude ! – desviou o olha. – elas estão lá no portão!

–Cody eu-

– Você devia ir lá e bate nelas, já não é a primeira vez! Vamos lá!- comecei e me exaltar mais e ela abaixou a cabeça soltando fortemente o ar.

–Co... –me chamou tão baixo que quase não ouvi mais eu estava muito empolgado.

–Quebra o barraco mesmo vai lá TATY QUEBRA O BARRACO!-q

–CODY! PRESTA ATENÇÃO!-berrou levantando a cabeça, eu cair sentado na grama assustado, ela parecia bem abatida mas nem um pouco surpresa com o que eu disse.- Eu sei o que tá acontecendo ao meu redor, sei que falam pelas minhas costas! Sei que me despreza e ignoram propositalmente! Eu sei disso...- ela pausou e sorriu triste balançando a cabeça como se concorda-se com algum pensamento próprio- Mas, sabe o que eu preciso nessas horas é ignora e seguir... – vi ela aperta forte o celular na mão e engoli seco. Ouvi algumas risadas se aproximando e com isso ela colocou de novo os fones e saiu andando me deixando lá assustado.

MOMENTO ATUAL

Acabamos de chega em casa, ela entrou na frente cumprimentando a mãe e indo direto para o quarto, eu vim atrás sentei no sofá da sala só observando o pessoal da casa, anda pra lá e pra cá fazendo alguma coisa, os mais jovens assistiam a TV sem interesse algum, o cachorro chegou perto de mim parecia bem feliz, sim o cachorro, acho que ele me vê sabe, sentou ao meu lado em cima do sofá e eu sorri levemente pra ele o “acariciando”, será que ele assim como a Nanda sente frio aonde eu toco?

–Nanda já almoço?- a Mãe dela perguntou assim que ela saiu do quarto já com as roupas que costuma usar em casa, me olhou brevemente e saiu rumo a cozinha dizendo um breve “não mãe” – então vá comer.

(Nanda Narrando)

Servi-me e fui comer no quarto, me tranquei sozinha lá, sentei no chão, liguei a TV e comecei comer, Eu não estava prestando atenção a nada do que estava a minha volta, estava no modo automático de sobrevivência. Uma colherada da comida, mastiga, olhando a TV a todo o estante. Me reencostei na minha cama que estava em outra posição do quarto pela minha ausência, soltei um longo suspiro depois de termina de mastiga e olhei pro teto, senti uma lagrima desce involuntária, a limpei sorrindo levemente de mim mesma.

–o que eu to fazendo? Por que to chorando? Ei para com isso. – sussurrava pra mim mesma, Não gosto desse sentimento, me sinto vazia, sozinha...

Durante esse mês eu estive em uma rotina fora do normal pra mim, ainda não me acostumei e tinha esperanças que logo ficaria a vontade com essa nova agenda e a resolveria do meu jeito, a verdade é que eu não consigo me acostuma, o vazio que sinto só de pensa na escola é o que mais me incomoda. Antigamente costumava acorda ao som do radio aqui nesse quarto ouvindo musicas loucas e cantando junto, ligava a TV pra assistir um pouco de Animes na AnimaxTV, e saia de casa cantando Whataya want from me do Adam ou Careful do paramore, ia a escola feliz com o Cody e passava a manhã com meus amigos rindo. – que merda eu to fazendo? – cobri meus olhos com minha mão e os fechei fortemente.

–Talvez melhore com o tempo, ah mais isso não é de certeza sabe? Coisas podem acontecer e blá blá blá – opa essa não é a voz do Cody. Fui tirando devagar minha mão enquanto abria os olhos me deparei com um par de olhos verdes água me olhando curioso, ele estava sentando na minha cama, sim “ele”, era mais velho que eu , bom aparentava né, uns 17 talvez.Eu estava surpresa? Bom, talvez um pouco, tipo depois do Cody eu dificilmente me surpreendo com algo, até por que é super normal você fala com seres imaginário que talvez sejam fantasmas do subconsciente que er... buguei agora, perai rebobina a fita produção!Vamos tenta de novo. “pega o roteiro lendo rapidamente a fala” até por que blá blá blá... a aqui, PODE DA PLAY AI ! 1...2...3...

–kkkkkkkk você é doida! Que produção? Estamos em um programa de TV? – ele começou a revista meu quarto a procura de alguma câmera que provavelmente não existam.

–você leu minha mente? Cara odeio isso. Por que eu não posso Lê mentes também?!

–Por que você é humana, não um XMEN. OPA! VOCÊ ME VÊ?

–e por que não veria? Tipo você é um ser criado da minha mente doentia né? Acho que quando to no modo EMO acabo criando amigos imaginários, por que eu não tive uma infância comum... – ele parecia assustado, mas do nada ele levantou e começou a dança e a grita, nossa ele sabe rebola! Olha essa bunda se mexendo cara, ele dança melhor que o Cody.

~Na sala

–ATCHIM! Nossa será que tem alguém falando de mim?

~voltando ao quarto

Comecei a bate palmas ritmadas enquanto ele ainda dançava- Vai, arrasa bonita!- tava me empolgando com aquilo.

–Você! – ele parou do nada e apontou o dedo na minha cara se aproximando muito perigosamente, por que todos os seres imaginários são assim? – você me vê claramente?

–s-sim. – é difícil não gagueja quando alguém bonito estava a centímetros de você, até pouco tempo atrás eu tava chorando agora estou quase “beijando” um estranho fantasma?

–se me vê...- ele se afastou sentando no meio da cama com os braços cruzados me olhando desconfiado. – qual é a cor dos meus cabelos?

–amarelo, tu é loiro.- respondi rapidamente.

–sim, cor dos olhos?

–verde água.

–pele?

–leite, mais parece mais folha de sulfite.

–folha de sulfite?

–sim.

–roupas?- perguntou mexendo levemente nos próprios cabelos, isso me fez percebe a situação atual.

–olha isso tá ridículo, eu to te vendo cara. Por que tenho que responde a essas perguntas, parece que to fazendo um perfil de namoro online.

–você já fez um perfil em um site de namoro online?

–não.

–então como sabe que isso é como um? – pisquei duas vezes e o olhei sem saber o que dizer. – kkkkk você é engraçada.

–se você não é um ser imaginário é o que?

–vou da uma dica ,começa com F e termina com Antasma kkkk – riu da própria piada, ai que tristeza.

–então você não é como o Cody?

–Quem é Cody querida? – e Cody brotou sabe se lá da onde imitando o chapolin colorado.

–Eu, o Cody colorado, não contavam com a minha astúcia!

–Porra isso tudo não está mais fazendo sentido!

–tem razão- disse o loiro que desconfio ser Fanta.(entendedores, entenderam)

–quem é ele Nanda? Amigo seu?

–ah seu nome é Nanda? É, não é tão ruim .

–what? Olha aqui fantasma-

–meu nome é Cloud, na verdade era João mais quando morri resolvi que queria me chama de Cloud.

–Quando...morreu? – o Cody perguntou assustado.

–é, você não parece ser vivo visto que brotou da parede, olha Cody você morreu de que? Eu morri fugindo da policia. – cada palavra dele eu ficava mais assustada, não só pelo fato de ele se uma possível alma penada que está me atormentando na minha casa OPA! Minha casa foi construída sobre o tumulo dele? Kkk perai que merda eu to pensando? Isso me fez lembra que durante a 1° até a 4° eu estudava em um colégio que dizia a lenda ter sido construído sobre um cemitério de índios, algumas crianças diziam que viram as almas dos supostos índios defuntos as chamando. Criança é foda mesmo, olha só esse pensamento macabro nessa idade, ai ai...pensando bem todas as minhas escola tinha lenda sobre elas, mais eu conto as outras depois.

–eu não morri! Eu sou muito vivo!

–ahãm Claudia senta lá. Nanda por que disse que eu era produto da sua mente?

–er...perai to absorvendo tudo ainda.- respirei fundo massageando as temporãs devagar. –hmm...ta, eu disse isso por que o Cody é meu amigo imaginário manja? Ele é fruto do minha mente.

–Não entendi, se ele é fruto da sua cabeça como eu posso vê-lo? Me responda a isso, e mais uma coisa, eu creio que o Cody também é um Fantasma.

–antes que eu responda suas perguntas, responda uma minha.

–O.K. fala amor.

–amor??!! Olha o respeito !- isso foi o Cody.

–como assim você morreu fugindo da policia? E, por que o nome Cloud?

–uma pergunta por vez ta, eu respondo uma sua e você uma minha, feito?

–tudo bem, agora responda.

–eu fugia da policia por que tinha roubado uma cueca na Calvin Klein, então quando fui pular um murro cai em uma piscina e como não sabia nada eu morri afogado.- falou simplesmente e eu ainda sem acredita olhei para a cara do Cody que me encarou preste a ter um ataque de risos.

–kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

–kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Nossa Cara! Que morte besta! – ele nos olhou chateado, mas acabou sorrindo também.

–pra que você foi rouba uma cueca da Calvin Klein? – Cody o perguntou controlando o riso.

–eu queria ela oras ,era muito confortável e bonita.

–como você sabia que era confortável? Você a vestiu na loja?

–sim e –o Cody cortou ele saltitando, outro que deve ser Fanta.

–pera eu adivinho o resto! Você vestiu novamente sua calça sem tira a cueca e saiu correndo da loja.

–Como você sabe? Estava lá? – segurando o riso bati na minha própria testa.

–nossa cara que loucura.

–agora você tem que responde minha pergunta NaNa.

–Nana?

–sim esse será o seu novo apelido, creio que Nanda já seja um apelido né.

–sim...- comecei a pensa em algo sobre esse novo apelido. –kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

–endoidou de vez- o Cody disse sentando na cama, acho que vou sai do chão e senta lá também.

–kkk sabe eu tava pensando kkk em seu apelido Cody kkk — eu tentava fala entre o riso,tava impossível! –ele seria kkk Coco! Kkkk – o Cloud solto a risada mais gay que eu ouvi na vida, foi bem esquisita e escandalosa, me fez ri ainda mais, fazia dias que eu não ria com gosto assim, na verdade acho que faz anos, foi por uma piada besta? Foi,mas foi engraçadão na hora.

5 minutos de risadas escandalosas e vergonhosas depois...

–qual era sua pergunta mesmo?

–por que o Cody é da sua mente?

–ah isso? Eu criei o Cody inconscientemente. Um dia na escola o desenhei em meu caderno, o dei um nome e admirei aquele desenho tanto que resolvi escreve um livro com uma historia romântica e louca como eu de protagonista e ele como meu namorado, um dia do nada ele apareceu e disse que veio da minha mente, humm é isso ae – coloquei a mão no queixo pensando se falei tudo direito, o bico foi instantâneo.

–hummm ... sabe o que eu acho que é isso?

–o que? – encarei esperando uma resposta pra essa pergunta sem fim.

–droga, muita droga. Fumou quanto ontem? e hoje? Você vende também?

–não fumo droga!E o meliante aqui é você!- bati na beira da cama e apontei pra ele o acusando.

–tem razão. Ainda sim acho isso errado de certa forma, pensa comigo. Cody surgiu do nada e está com você desde então, ainda que seja seu desenho e fruto da sua mente como um amigo imaginário, eu não seria capaz de vê-lo mesmo eu sendo um fantasma. A pergunta que fica é, por que eu o vejo como você vê? – Aquilo me fez pensa bem, realmente não fazia muito sentido, eu denominava o Cody como um fantasma, mais talvez ele seja mesmo um né? Ou não. Nunca parei pra pesquisa sobre essas coisas, sabe eu vi muitos filmes que crianças tinham amigos imaginários quando pequenas , e quando cresciam acabavam os esquecendo, mais eu não sou uma criança que tem um amigo imaginário pra fazer companhia nas brincadeira, Cody é um amigo de verdade pra mim, meu melhor amigo, e o fato de ele não ter um corpo e não existe verdadeiramente se torna em meus sentimentos apenas meros detalhes.

– eu nunca parei pra pensa de verdade em que o Cody é...Na verdade o por que de você o vê eu também não sei, uma teoria me surgiu mais sei que não é possível já que você me disse que morreu e realmente é uma alma penada.

–alma penada. Sabe se você fala rápido “alma penada” uma hora vai sair “alma pelada” kkk — admito mentalmente eu tentei fazer isso de fala e o lerdão do Cody começou a tentar.

–alma penada alma penada alma penada alma pelada ah!droga! tem razão. – mas Perai se eu pensei nisso e o Cody o fez é uma coincidência ou foi por que ele de certa forma é ligado mentalmente a mim e fez isso pra satisfazer meu desejo momentâneo de tenta o desafio do Cloud? Isso ta me dando dor de cabeça...

–vamos volta ao principal.

–alma pelada kkkk -quem disse que tão me ouvindo, pareciam dois babuínos bobocas balbuciando em bandos (essa é só pra quem manja).

–HEY – eles me olharam assustados e eu respirei fundo.

–que teoria era essa?

–teoria?

–a sua nana, Sobre mim.

–ah... eu talvez tivesse o criado inconscientemente.

–não querida, eu realmente morri.

–por isso mesmo disse que não seria possível. Cloud mudando de assunto, você é gay?

–sou sim querida.

–ah...agora tudo faz sentido.- Cody concordou e eu o ouvi dizendo baixo “ainda bem”.

–hupf, minha vez de pergunta, vocês são só amigos?

–sim.

–de certeza? –“gostaria de dizer que não”

–sim, somos apenas amigos.- ele sorriu de canto malicioso e olhou de mim pro Cody.

–saquei. Alguma pergunta a mais?

– no momento não, talvez depois.

–O.K.- se levantou e bateu as mãos. – hey!

– o que?

–aqui é chato. – momento cara de cu.

–é...- bocejei, a conversa estava boa que esqueci até que estava cansada, não ando dormindo bem, geralmente demoro a cair no sono e acabo dormindo depois da meia noite e acordando 6:00am pra ir a escola, vendo minha cama me seduzindo depois do almoço me fez fazer uma coisa rara pra mim, dormi a tarde, talvez já tenha falado que dormi a tarde algumas vezes, mais na realidade da época era muito raro eu dormi a tarde, ter sono eu tinha mais meu corpo se recusava a deixa eu dormi, então ficava apenas assistindo TV a tarde, se você é pobre e não tem TV paga em casa ou tem sabe que a programação da tarde é uma verdadeira merda, principalmente se você é uma pré adolescente que gosta de passa o dia vendo desenhos, PS: o único canal que passava anime foi vendido e começou a passar programa antigo chato americano (#IMissingYouANIMAXTV) – acho que vou dormi. – me levantei e expulsei os dois bobões da cama, deitei respirando fundo olhando o teto,logo minha vista pesou e eu apaguei.

.

–Fernanda! Acorda menina!-senti alguém me balançando e abri os olhos devagar.

–que foi?

–você não vai ensaia?

–ensaia? – olhei pra minha janela aberta e estava escuro, me levantei rápido assustada e peguei meu celular do lado da TV já verificando as horas, eu dormi MUITO! Acho que eram umas 3:00pm quando dormi e agora são 8:30pm o ensaio é as 9 !peguei minha toalha e corri para o banheiro, preciso de um banho de gato.Terminei ,me vesti rapidamente e peguei minha baqueta e meu cinto na mochila que trouxe comigo, olhei pra cama aonde os dois dormiam abraçados, nossa que visão...horrível.Me aproximei da cama enquanto verificava novamente o horário no meu celular. – Cody acorda merda, estamos atrasados.

–Nanda não me deixe- resmungou ainda dormindo.

–não vou te deixa seu idiota por isso estou te acordando, vamos logo.

– ah...- começou a acorda e enquanto mastigava a própria baba percebeu a situação e pouco a pouco foi arregalando os olhos enquanto Cloud se virava sorrindo.

–boa noite Cody.

–AAAHHHHHHHHHHHHHH!

10MIN depois,Caminhando pro ensaio...

Eu andava rapidamente na frente Cody vinha atrás toda hora olhando assustado pra trás aonde vinha Cloud sorrindo e provavelmente olhando a bunda do Cody.

–droga, consigo ouvi o barulho daqui, to muito atrasada.

– ai faz tempo que eu não vou pra um ensaio de escola de samba, vou samba MUITOOO!- começou a se move no ritmo do barulho que ficava cada vez mais alto com a nossa aproximação.

–Nanda não esquece que temos que volta pra casa com seu tio.

–eu sei, essa é a ultima semana de ensaio então não quero perde nenhum ensaio mais.- na verdade eu tenho faltando muito. Corri até aonde estavam os instrumento e peguei o meu ficando atrás por ter chegado tarde, os dois sumiram.

Ensaio a parte já era tarde e era hora de volta, então fomos de carona com um amigo do meu tio, o carro era pequeno e eu estava pra atravessa a porta, não teria problema ir somente o amigo do tio, ele (meu tio) e eu no carro, mas também veio mais uma mulher, um cara e o filho esquisito dele que se acha gostosão , coitado iludido.Poxa Cabia todo mundo se senta-se direito mas não né, tavão achando que o carro era um sofá de luxo.

–socorro – grunhir com a cara colada na janela. Cloud e Cody estavam vindo em cima do carro e daqui eu ouvi os dois discutido.

Meu dia terminou assim, cheguei e dormi depois de aparta uma briga deles sobre a cama, Cody não queria que o Cloud dormi-se com agente na cama e Cloud começou a tira com o fato de dormimos na mesma cama, eu acabei entrando no meio pra reclama e entrei na discussão mas logo apartei e ficou decidido que todos nos dormiríamos na cama os garotos com as cabeças de um lado da cama e eu do outro, a cama se tornou menor que já era com o nosso novo amigo fantasma ladrão de cuecas que não sabe nada mas sabe samba melhor que a madrinha de bateria.

Notas finais
os erros concerto depois está bem, até mais.