I'm here with you.
29 Despertar.
Notas iniciais
O sol nasceu em Storybrooke e com ele alguns dos habitantes da cidade começaram a acordar. A manhã era fria e úmida, fato que contribuiu para outros ficarem um pouco mais no calor de suas camas. A cidade estava silenciosa, apenas sons de alguns pássaros e outros animais preenchiam o ambiente.
Na rua Mifflin, casa 108, uma certa morena começava a despertar. Regina sentiu uma certa dificuldade ao tentar abrir os olhos devido a claridade que entrava pelas cortinas entreabertas do seu quarto. Depois de alguns segundos se ajustando a luz, começou a espreguiçar seu corpo lentamente. Logo notou que seus músculos estavam doloridos e franziu o nariz com o fato -teria que tomar algo para dor mais tarde. Regina não se sentia bem, parecia um pouco zonza e extremamente cansada então decidiu esperar mais alguns minutos na cama. Depois de um tempo, sentiu o sono se esvaindo de seu corpo e seus músculos relaxaram um pouco.
Regina virou-se para o outro lado da cama e encarou o corpo ao seu lado. Sua esposa dormia um sono profundo e tranquilo, fato que fez com que a morena tomasse todo o cuidado do mundo para levantar e se encaminhar até o banheiro de sua suíte. Ela sabia que precisava ser silenciosa porque Malévola tinha um péssimo humor pela manhã, que só piorava quando era acordada antes da hora.
Assim que Regina alcançou o banheiro, fechou a porta atrás de si. Por alguns minutos ficou encarando o próprio reflexo no espelho e seus pensamentos vagaram a como sua vida estava completamente infeliz ultimamente. Malévola era sua mulher, elas eram casadas a anos, porém seu relacionamento nunca fora um dos melhores. Regina não se lembrava de uma época sem discussões ou ameaças e ela estava simplesmente esgotada com tudo.
Após alguns segundos se encarando no espelho, Regina notou uma marca na base de seu pescoço. Com as sobrancelhas franzidas, puxou a gola do seu pijama para baixo e se espantou com mais algumas marcas como aquelas em sua clavícula e ombros. Não se lembrava de como aquelas marcas tinham chegado ali, eram roxos com formato redondo e quando a morena encostou os dedos em um dos machucados sentiu uma dorzinha aguda, como se fossem atuais. Franziu o nariz com o fato de não se lembrar mas pensou que talvez tivesse sido de alguma discussão com sua esposa, que ficava bem agressiva quando bem entendia.
Depois de fazer sua higiene matinal, Regina achou melhor descer para começar a preparar o café da manhã para Henry e Malévola, pois seu filho tinha aula pela manhã e sua esposa trabalho como prefeita de Storybrooke. Regina não gostava do fato de não ter um emprego e apenas cuidar da casa, ela sabia que tinha mais para oferecer, porém Malévola não a deixava arrumar um trabalho e as discussões eram absurdas quando esse assunto cruzava a conversa das duas mulheres. Então Regina aprendeu a simplesmente aceitar o fato de que ela era uma dona de casa e seria assim para sempre.
Enquanto fazia panquecas e esperava o café ficar pronto, Regina pensou na possibilidade de colocar um ponto final naquilo tudo, terminar seu casamento, pegar seu filho e ir embora dali. Ela sabia que Henry não gostava de sua mulher, e o garoto tinha todos os motivos do mundo para agir assim, mas Regina não podia simplesmente ir embora. Ela estava nesse relacionamento a tanto tempo que não conseguia lembrar e sua vida sempre fora dessa maneira. Ela não tinha para onde ir e não tinha como fugir então teria que aguentar viver da mesma forma.
Assim que o café da manhã estava servido, Regina começou a ouvir passos vindos do andar de cima. Malévola havia acordado e Regina sabia que a paz de estar sozinha chegaria ao fim assim que sua esposa descesse pelas escadas com seu humor característico. Então a morena decidiu colocar um pouco de tudo que havia preparado em uma bandeja e levar até o quarto de Henry, pois assim ficaria um pouco mais naquela paz e também na companhia de seu amado filho. Regina amava mimar Henry, e o garoto apesar de não assumir adorava ser o filhinho da mamãe que era.
Após três batidas na porta, Regina abriu devagar e observou seu filho que ainda dormia de costas para a porta. Sorriu ao pensar em como Henry amava dormir e se ela não o acordasse todos os dias ele perderia o horário da escola por simplesmente não acordar com o despertador de seu celular.
Depois de colocar a bandeja com o café da manhã de Henry em sua escrivaninha, a morena se encaminhou até a cama de seu filho e se sentou ao seu lado.
"- Bom dia, querido" Regina disse com um sorriso no rosto enquanto balançava de leve o ombro de Henry "- Está na hora de acordar" Completou em seguida.
Henry se espreguiçou por alguns segundos e depois se virou para encara sua mãe. O garoto sorriu para a mulher sentada em sua cama e logo em seguida Regina depositou um leve beijo em sua testa, fazendo Henry sorrir ainda mais largamente. Ele amava Regina e o relacionamento que eles haviam construído era maravilhoso, Henry não trocaria por nada.
"- Bom dia, mãe" O garoto falou baixo enquanto encarava Regina nos olhos.
"- Eu trouxe seu café da manhã" A morena disse sorrindo e logo em seguida se levantou para pegar a bandeja cheia de comida.
"- Você é a melhor" Henry pontuou e se arrumou na cama para poder começar a comer as panquecas que sua mãe havia preparado.
"- Achei que a senhorita Swan fosse a melhor" A morena falou com os olhos estreitos observando seu filho comer com gosto tudo que ela havia feito.
"- Mãe, você sabe que pode chamar ela de Emma" Henry disse revirando os olhos para o modo formal que sua mãe adotiva usava para se referir a sua mãe biológica.
"- Não vejo motivos, não somos íntimas então dessa maneira está ótimo" Regina disse já se levantando da cama de forma desconfortável.
Regina não gostava de falar com Henry sobre Emma Swan, o relacionamento das duas não era um dos melhores, porém elas haviam aprendido a se aguentar e ser cordiais uma com a outra pelo bem estar de Henry. Elas sabiam como o garoto odiava o fato delas estarem sempre brigando então acharam uma maneira de aturar uma a outra. Haviam feito uma agenda com horários para Henry poder passar tempo com as duas e apenas se encontravam quando era realmente necessário.
A morena foi cortada de seus pensamentos sobre a mãe biológica de seu filho quando ouviu um grito do andar de baixo chamando seu nome. Um arrepio subiu pela sua espinha ao notar que era sua esposa e que com certeza não estava feliz com algo que no final seria culpa dela.
Antes de se encaminhar para o andar de baixo, Regina encarou seu filho mais uma vez e Henry a olhava com um misto de tristeza e raiva no olhar. A morena sentiu um dor no peito com os sentimentos que os olhos de seu filho passavam para ela, e após mais um grito preencher o ambiente, Regina rapidamente saiu do quarto e fechou a porta deixando um Henry nervoso e frustrado para trás.
Regina desceu com pressa a escada até o primeiro andar de sua casa e assim que entrou na cozinha deu de cara com sua esposa parada, encarando a porta e com as mãos na cintura -soube na hora que algo não tinha a agradado.
"- Bom dia, querida. Aconteceu algo?" A morena falou educadamente enquanto mantinha um sorriso forçado no rosto.
"- Cadê o meu café?" Malévola não teve a capacidade de nem dizer bom dia para sua esposa e apenas a encarava sem nenhum sentimento no olhar.
"- É... Está pronto, é só colocar na xícara" Regina respondeu nervosa já se encaminhando para o armário de sua cozinha.
"- Você já deveria ter feito isso" A loira apontou com os olhos estreitos "- Se não estivesse mimando aquele garoto que já é quase um homem, meu café estaria servido" Terminou em tom de desafio.
Malévola amava provocar Regina e sabia que a raiva da mulher crescia quando ela falava sobre seu querido e amado filho. A morena abriu a boca para responder mas antes que uma briga pudesse se instalar no local, a campainha da casa tocou. Como sua esposa não fez menção nenhuma de atender a porta, Regina se apressou.
Assim que a porta foi aberta, Regina deu de cara com Emma Swan e involuntariamente um arrepio passou pelo seu corpo assim que seus olhos se encontraram e as duas mulheres se encararam confusas por alguns segundos.
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Emma depois de ficar alguns minutos deitada em sua cama sentindo nada mais do que preguiça, decidiu que estava na hora de levantar. Olhou para Killian que dormia tranquilo ao seu lado e revirou os olhos com o fato de seu namorado não ter hora para acordar por não tem um trabalho.
Depois de uma olhada rápida no relógio de seu celular, constatou que se ela se apressasse um pouco poderia pegar Henry na casa de Regina para levá-lo até a escola e sorriu com o fato de poder ver seu filho antes do trabalho.
Assim que colocou os pés no chão e se levantou, Emma sentiu o quarto ao seu redor girar um pouco e rapidamente caiu sentada na cama atrás de si. Estranhou o fato de que estava um pouco zonza e se sentia confusa, além de sentir seu corpo dolorido como se tivesse feito algum tipo de exercício físico no dia anterior. Não deu muita atenção para nada disso pois havia trabalhado até tarde e no mínimo estava cansada.
Após uma ida rápida ao banheiro para sua higiene matinal, Emma se trocou com pressa porém em silêncio para não acordar seu namorado. Ela sentia raiva por ele não arrumar um trabalho para ajudar com o aluguel do apartamento que eles haviam acabado de alugar juntos, mas mesmo assim não havia motivo para o acordar em plena quarta-feira as sete da manhã se ele não teria nada para fazer.
Emma decidiu passar no Granny's para tomar seu café da manhã depois de deixar Henry na escola, ela queria passar um tempo com o garoto no momento e depois iria trabalhar com seu pai na pequena delegacia de Storybrooke.
Alguns minutos depois, Emma já se encontrava na porta da grande mansão de Regina e Malévola. Se sentiu nervosa subitamente por estar ali sem avisar, mas a vontade de ver seu filho falou mais alto e a loira reuniu todas suas forças internas para tocar a campainha uma vez.
Não demorou muito tempo e uma Regina de pijama abriu a porta e encarou Emma com os olhos estreitos. Mesmo não sabendo porque, a loira sentiu-se nervosa com aquele olhar e engoliu em seco as borboletas que se formaram em seu estômago. Regina não era uma pessoa muito agradável e Emma sempre sentia-se nervosa em sua presença.
"- O que você está fazendo aqui, senhorita Swan?" A morena perguntou com pressa enquanto olhava a mulher a sua frente de cima a baixo.
"- Eu vim pegar Henry para levá-lo até a escola. Achei que não teria muito problema em quebrar a agenda, eu realmente quero ver o garoto" Emma respondeu encarando seus próprios pés para fugir dos olhos castanhos e intensos da mulher a sua frente.
Antes que Regina pudesse responder algo, Malévola rapidamente apareceu ao seu lado e uma chama de raiva se encontrou em seus olhos ao constatar que Emma Swan estava em sua porta naquela manhã. De forma possessiva a loira mais velha passou um braço ao redor da cintura de Regina e encarou Emma do outro lado da porta de forma desafiadora.
"- Deseja alguma coisa?" Sua voz se fez presente de forma ríspida e fria.
"- Bom dia, eu vim buscar Henry para levá-lo até a escola" Emma respondeu mais secamente e se sentiu incomodada com a maneira que Malévola segurava Regina contra seu corpo.
"- Você poderia ter mandado uma mensagem ao garoto e ele te encontrava na calçada" A loira mais velha apontou sem sentimento na voz porém seus olhos transbordavam raiva, fato que não passou despercebido por Emma.
"- Desculpe, mas eu sei que vocês já estão acordadas pela manhã então não achei que seria problema tocar a campainha" Emma respondeu sem se sentir ameaçada pela mulher a sua frente e cruzou os braços em seu peito para sustentar o desafio.
Antes que Malévola pudesse responder algo, Regina interviu na pequena discussão que havia tomado conta do ambiente "- Não tem problema algum, apenas avise antes de quebrar nossos horários da agenda, tudo bem?" Sua voz saiu mais doce do que ela pretendia e imediatamente Regina sentiu o aperto em sua cintura ficar ainda mais forte e possessivo.
"- Pode deixar, Regina" Emma respondeu com um pequeno sorriso e a tensão de seu corpo se esvaiu um pouco com o tom e as palavras da morena a sua frente.
Um silêncio constrangedor se fez presente e Malévola percebendo o olhar da loira mais nova a sua frente aproveitou e selou seus lábios com os de sua esposa. Regina estranhou o beijo repentino, já que sua mulher não demonstrava afeto quase nunca. Já Emma entortou o nariz com a cena e um sentimento desconfortável se fez presente em seu peito, fazendo uma vontade absurda de separar as mulheres a sua frente aparecer.
Antes que ela pudesse fazer algo estúpido, Henry apareceu já vestido e confuso na porta. Também franziu o nariz para a cena que presenciou entre sua mãe e sua madrasta, que terminaram o beijo quando notaram sua presença.
"- Mãe, achei que ia te ver só depois da escola" Henry apontou sorrindo enquanto abraçava Emma com força.
"- Decidi te dar uma carona hoje, garoto" A loira contou enquanto bagunçava os cabelos castanhos de Henry.
"- Legal, vou buscar minha mochila" O garoto disse e já saiu correndo para seu quarto.
Mais uma vez o silêncio se fez presente entre as três mulheres e Emma sustentou o olhar de Malévola por alguns segundos, sentiu como se a mulher quisesse a intimidar porém não se deixou levar e manteve a pose firme. Seus olhos logo capturaram os de Regina e sem entender porque um sentimento bom invadiu seu peito. Regina teve que engolir em seco o nó que se formou em sua garganta sob o olhar de Emma, e se sentiu extremamente incomodada. Emma sentia que poderia encarar a alma de Regina e a morena sentia como se estivesse nua perante um olhar tão intenso.
Novamente um aperto em sua cintura se fez presente quebrando aquele clima constrangedor.
"- Querida, você precisa se arrumar se não irá se atrasar" Regina disse com leveza na voz enquanto encarava sua esposa.
Malévola nada disse, apenas fechou os olhos e no segundo seguinte se encontrava pronta para trabalhar. Usava uma saia apertada e comprida até os joelhos e um blazer da mesma cor, a deixando elegante e extremamente profissional.
Emma entortou o nariz com o fato da mulher a sua frente usar magia em momentos que não eram necessários. Ela não gostava disso e precisaria ter uma conversa séria com Regina sobre isso, porém o momento não seria aquele porque tal conversa precisaria ser a sós com a morena.
Antes que algo a mais fosse dito, Henry já se encontrava na porta de sua casa e após um beijo na bochecha de sua mãe adotiva e um abraço apertado, e apenas um acenar de cabeça para sua madrasta, o garoto se encontrava caminhando até o fusca de Emma. A loira também não conseguiu dizer nada para o casal a sua frente porque sentimentos confusos estavam instalados em seu corpo, então apenas com um acenar de mão Emma também se encaminhou para o carro.
A ida para escola foi leve e tranquila, Henry e Emma conversaram sobre assuntos diversos e riram a maior parte do caminho. Porém a loira não conseguia tirar da cabeça a expressão de Regina quando sua esposa a beijou. A morena parecia confusa e assim que o beijo foi desfeito a confusão ainda se fazia presente em seu olhar. Emma estranhou porque elas eram casadas então qual seria o motivo daquela reação por parte de Regina?
Decidiu que não teria como descobrir aquilo pois não tinha como fazer um tipo de pergunta como aquela para uma pessoa como Regina. Elas não tinham intimidade e muito menos eram amigas então Emma precisava tirar tais pensamentos de sua cabeça.
Depois de deixar Henry na escola, Emma passou no Granny's e pegou seu café da manhã para comer na delegacia. Já estava um pouco atrasada então fez o caminho até o trabalho com pressa.
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Na grande mansão da rua Mifflin, Malévola encarava Regina com desgosto enquanto a morena confusa apenas a encarava de volta.
"- Por que você a tratou daquela maneira?" A loira perguntou entre dentes enquanto se aproximava cada vez mais de sua esposa.
"- Ela é a mãe do meu filho, eu não posso a tratar de forma grosseira" Regina pontuou se sentindo intimidada com a forma que Malévola estava agindo naquele instante.
"- Você também não precisa a tratar bem" Insistiu e depois bufou com desgosto.
Antes que Regina pudesse dizer algo, uma pequena quantidade de fumaça preta se fez presente no ambiente e sua esposa já não estava mais lá. Regina negou com a cabeça o fato de Malévola usar magia como se não fosse perigoso porém sabia que não podia se meter nesse assunto.
Após alguns segundos analisando o motivo de sua esposa ter ficado tão nervosa com apenas uma conversa com Emma Swan, e sem chegar a uma opinião formada, Regina decidiu arrumar a cozinha e lavar os pratos do café da manhã.
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Assim que Malévola colocou os pés em seu escrito na prefeitura, jogou tudo que estava em cima da mesa com força no chão. Suas mãos tremiam de raiva e ela não sabia o que fazer.
Até que se lembrou de algo e rapidamente pegou seu celular de dentro de sua bolsa. Procurou o número em seus contatos e com raiva apertou o botão para iniciar a ligação. Assim que a voz do outro lado se fez presente, Malévola se sentiu ainda pior e teve que se segurar para não arremessar seu celular na parede ao seu lado.
"- Já está com problemas no paraíso, querida?" A voz de Gold era debochada e com certeza ele sorria naquele momento.
"- Você me disse que elas esqueceriam de tudo" Malévola acusou entre os dentes e apertou ainda mais o celular em sua mão.
"- Impossível elas ainda lembrarem de algo" Gold apontou com uma pequena risada.
"- Elas não se lembram, porém eu senti a tensão entre as duas, os sentimentos ainda estão lá" A loira contou respirando fundo para tentar se acalmar.
"- Querida, nem a pior das maldições pode quebrar o sentimento de duas pessoas que se amam verdadeiramente" O homem contou como se fosse óbvio.
"- Por que você não me disse isso antes?" A loira perguntou incrédula.
"- Por que você acabaria descobrindo de uma forma ou de outra" Gold falou como se não fosse importante.
"- Eu poderia te matar nesse exato momento" Malévola falou entre os dentes já sentindo a magia vibrando em suas veias.
"- Nós sabemos que isso não é possível, querida" Riu debochado da mulher do outro lado da ligação "- Agora com licença pois você está atrapalhando meu café da manhã com a minha esposa" E antes que Malévola pudesse falar algo a ligação foi encerrada.
Malévola não sabia o que fazer, o único sentimento que sentia no momento era uma raiva absurda de Gold. E após pensar por alguns segundos chegou a uma conclusão: a única maneira de evitar que Regina Mills e Emma Swan descobrissem novamente seus sentimentos uma pela outra, era impedindo que as duas se encontrassem com frequência. Então ela faria isso, não deixaria sua mulher encontrar a loira mais nova e faria de tudo para atrapalhar qualquer interação entre as duas.
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