Notas iniciais
Olá, olha só quem apareceu pra mais um capítulo pra vocês... Sim, eu sei que demorei e peço desculpas porém vida de vestibulanda não é fácil, o tempo é curto e apertado, então espero que vocês entendam. Agora preciso que vocês leiam o que tenho a dizer aqui porque é IMPORTANTE!!! Primeiro: Quero dedicar esse capítulo para a Jéssica que fez uma linda recomendação para a fic, que me deixou sorrindo por um tempão! Obrigada linda, você é demais! Segundo: Quero deixar claro que a minha fic não segue o mesmo rumo da série, portanto tudo que aconteceu desde que a Emma levou a esposa do Robin para Storybrooke não aconteceu na fic! Minha história segue rumos diferentes e isso quer dizer que toda aquela história dos charmings com a malévola e com a Lili não aconteceram aqui, o que leva ao fato de que a Malévola não quer se vingar deles! Então a maldição dela aqui não tem nada a ver com isso. Terceiro: Sei que está tudo um pouco confuso mas prometo que respostas virão e daqui a pouco vocês entenderão tudo. Enfim, chega de falar, eu só queria esclarecer tudo mesmo porque vi nos comentários que tinha gente ligando a história com o desenvolver da série! Boa leitura...

O dia estava mais tranquilo que o normal, Emma e David não haviam recebido uma ligação sequer com problemas dos cidadãos de Storybrooke para serem resolvidos. Emma particularmente odiava dias assim, pois o tédio se instalava no local fazendo com que seu pai a enchesse de perguntas sobre seu relacionamento com Killian que nem a loira sabia de fato responder. Porém dias tranquilos significavam colocar as grandes pilhas de papelada, que necessitavam ser encaminhadas à prefeitura, em dia e isto era uma coisa boa, já que Malévola era uma prefeita exigente e não admitia atrasos em documentos da delegacia.

Quando Emma pensou que seu pai havia percebido seu incômodo e tinha parado com o questionamento, notou David a encarando de forma curiosa, podia perceber um certo brilho no olhar do homem a sua frente e antes mesmo da próxima pergunta aparecer já revirou os olhos com desgosto.

David limpou a garganta e passou uma mão pelos cabelos de forma nervosa "- Então Emma... Eu e sua mãe estávamos pensando, você e Killian conversam sobre casamento?" Terminou a frase de forma rápida.

Assim que Emma registrou suas palavras a loira engasgou com o café que estava tomando e sentiu suas narinas queimarem com o líquido. Era óbvio que a loira não pensava em casamento, depois de Neal era difícil pensar em ter uma união tão séria com alguém. A única pessoa que Emma havia feito planos era com o pai de Henry, e certamente nada havia dado certo portanto a loira era um pouco traumatizada com relacionamentos. Além do fato de que ela e Killian estavam juntos a pouco tempo e não haviam chegado em tal estágio ainda.

"- Killian e eu não chegamos nesse ponto ainda, David. Estamos juntos a pouco tempo afinal" Emma falou decidida assim que recuperou sua compostura.

"- Pouco tempo? Emma, vocês estão juntos a muito tempo, não consigo nem lembrar desde quando" David respondeu confuso enquanto encarava sua filha do outro lado da sala.

Emma ponderou as palavras de seu pai e arregalou os olhos ao constatar que ele estava certo, a loira não conseguia se lembrar desde quando namorava com Killian e um calafrio invadiu seu corpo com tal pensamento. Porém, antes que ela pudesse achar uma desculpa ou mudar de assunto o telefone da delegacia tocou alto a sua frente. Emma não deixou passar do primeiro toque e o atendeu com pressa, antecipação por ser algo que precisasse de apoio cresceu em seu corpo assim como alívio por ter encerrado tal conversa com seu pai.

"- Delegacia de Storybrooke, Sheriff Swan falando" Emma atendeu profissionalmente e logo reconheceu a voz do outro lado da linha.

"- Senhorita Swan, eu preciso de ajuda com algo" Regina falou e Emma pôde sentir a frustração na voz da morena, sabia como era difícil para Regina admitir que precisava de ajuda portanto não poderia perder a chance de debochar da cara da outra mulher por um tempo.

"- Regina, com o que posso ajudá-la?" Emma usou toda ironia presente em seu corpo naquele momento e teve que segurar o riso que se fez presente em sua garganta com suspiro de irritação que se fez presente na linha.

"- Venha até a minha casa que eu lhe mostro quando chegar" A morena respondeu revirando os olhos.

"- Você sabe que precisa me dizer primeiro o que está acontecendo, para depois eu poder ir. Preciso me certificar que você não está me passando um trote ou algo do tipo" Emma respondeu com um sorriso no rosto porque tinha certeza que estava conseguindo irritar a morena.

"- Então quer dizer que se eu tivesse sofrido um acidente estaria morrendo nesse exato momento porque você prefere tagarelar no telefone invés de fazer seu trabalho, Sheriff Swan?" Regina respondeu também sorrindo, porém de forma desafiadora.

"- Tudo bem majestade, já estou me encaminhando até sua casa" A loira respondeu bufando e batendo com força o velho telefone em sua base sem nem ao menos se despedir da mulher do outro lado da linha.

Emma levantou-se rapidamente de sua cadeira e notou que David a encarava diretamente pelo vidro de sua sala. A loira estava no meio do preenchimento da papelada e não gostava da ideia de ter que parar para resolver assuntos que com certeza não eram urgentes. Mas Regina havia chamado, e Emma sabia que não podia recusar o pedido de ajuda da mãe adotiva de seu filho.

"- David, eu tenho que ir até a casa da prefeita, Regina precisa de auxílio com algo" Respondeu com certo tédio na voz, mostrando como não queria atender tal chamado.

"- Você quer que eu vá no seu lugar? Não vejo problema nenhum, Emma" Seu pai pontuou já se levantando, ele sabia que o relacionamento entre sua filha e a ex rainha não era um dos melhores, e gostaria de ajudar Emma de qualquer forma possível.

A loira por alguns segundos ponderou a ideia de seu pai ir em seu lugar e resolver o problema de Regina, assim ela poderia continuar com a papelada. Porém tais pensamentos foram descartados, afinal ela era a Sheriff e não importava o quanto não queria ver a morena outra vez, ela precisava fazer seu trabalho. Além de que estava curiosa e queria saber o que havia acontecido para a morena admitir que precisava de ajuda.

"- Não, pode deixar que eu me viro. Obrigada pai" Emma respondeu já vestindo sua jaqueta de couro e se encaminhando para fora da delegacia com as chaves do carro em sua mão.

Ela sabia que David estava sorrindo dentro do local que ela acabara de se retirar, não era sempre que Emma chamava o homem de pai porém a loira tinha conhecimento como tal atitude afetava de forma positiva tanto David quanto Mary Margaret, ela sabia que precisava os chamar de pai e mãe com mais frequência, porém parecia que Emma não conseguia se acostumar com aquilo.

Depois de poucos minutos dirigindo, Emma já se encontrava na frente da grande mansão da prefeita de Storybrooke. Deu graças a Deus pelo fato de que Malévola estava trabalhando, assim não precisaria lidar com as duas mulheres ao mesmo tempo igual havia sido naquela mesma manhã.

Emma se encaminhou com pressa até a grande porta de entrada da casa e depois de respirar fundo algumas vezes tocou a campainha. Se sentiu nervosa subitamente por estar naquele local, porém não entendeu muito bem os sentimentos que fizeram-se presente em seu corpo.

Antes que pudesse tocar a campainha novamente, a loira ouviu um barulho vindo da parte lateral da casa, que dava para o jardim. Sem pensar duas vezes, Emma se encaminhou em direção ao barulho e ao chegar no jardim se deparou com Regina com um pequeno galho na mão tentando espantar algo de cima de sua grande e bonita macieira.

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Regina estava irritada e frustrada por não estar conseguindo retirar e espantar o gato que estava em cima de sua árvore favorita. Sua macieira havia dado frutas fazia pouco tempo e a morena tinha certeza que o bichano havia subido ali para comer suas deliciosas maçãs. Portanto Regina precisava o retirar dali o mais rápido possível.

Assim que se deu conta de que não conseguiria sozinha, decidiu ligar para delegacia e cruzou os dedos para que David atendesse o telefone, afinal era mais fácil lidar com seu ex inimigo do que com a mãe biológica de seu filho, porém não teve tal sorte e agora Emma Swan chegaria em sua casa a qualquer momento.

Regina conseguia ver o bendito gato de sua vizinha pelos galhos da árvore, e bufou alto ao perceber que o mesmo estava lambendo e mordendo uma de suas maças. Regina era possessiva e ciumenta com a macieira, e estava a ponto de atirar uma bola de fogo no animal que estava destruindo frutas tão deliciosas e perfeitas como aquelas.

"- Saia já dai, bichano inútil" Esbravejou enquanto tentava o espantar com o galho que havia encontrado em seu jardim.

A morena gostava de animais, porém aquele havia a estressado e tudo que ela queria era que ele saísse de cima de sua amada árvore.

Antes que Regina pudesse fazer algo a mais, ouviu uma pequena risada vinda de trás de seu corpo e com rapidez se virou. Deu de cara com Emma Swan a alguns passos de distância observando tudo com o braços cruzados, e o ódio em seu corpo aumentou ainda mais. Por quanto tempo aquela mulher estava ali e porque ela não havia avisado que tinha chegado?

"- Estou vendo que além de tagarelar também prefere ficar rindo do que fazer seu trabalho, senhorita Swan" Regina pontuou com desdém enquanto encarava de cima a baixo a mulher a sua frente.

"- Primeiro, você não me disse qual é o meu trabalho aqui. Segundo, você pode me chamar de Emma, Regina. E terceiro, a cena estava muito hilária para eu não assistir por alguns segundos" Terminou apontando para um dedo de sua mão como se tivesse terminado sua lista com os três fatos.

Regina ignorou o comentário da loira sobre ser chamada pelo primeiro nome e rapidamente espantou as borboletas que acumularam em seu estômago sem motivo aparente. A morena odiava a forma como reagia na presença de Emma Swan, porém precisava se conter para não demonstrar sentimento algum.

"- O gato da minha vizinha está comendo todas as minhas maçãs e eu preciso que você o retire de cima da minha árvore nesse instante" Regina mandou de forma decidida, jogando o galho no chão e limpando suas mãos em sua saia.

"- Um por favor seria bem vindo, porém como eu sei que isso seria difícil para você então vamos deixar pra lá" Emma pontuou com um pequeno sorriso no rosto ao constatar que Regina havia revirado os olhos com seu comentário, típica reação da morena. "- Você tem uma escada?" Perguntou se aproximando da árvore para observar o gato mais de perto.

"- Tenho na minha garagem, está aberta portanto você pode entrar lá para pegar a escada sem problemas" A morena disse dando de ombros, deixando claro que não iria até lá buscar e fazer o trabalho braçal de levar a escada até o quintal.

Emma pensou em questionar o fato de que a casa era de Regina, a árvore era dela e ela que queria o gato fora dali portanto ela deveria pegar a escada, porém descartou o pensamento já que Regina havia sido uma rainha e mantinha alguns hábitos daquela época, como o jeito que se vestia, sempre formal até para ficar em casa.

Após uma ida rápida até a garagem e uma volta um pouco mais lenta carregando a pesada escada de madeira velha, Emma já estava novamente no jardim. Riu quando pela segunda vez presenciou Regina xingando o gato que estava destruindo suas frutas e antes que a morena pudesse fazer algum mal para o animal, posicionou a escada na macieira.

"- Ande logo, Swan. Desse jeito não vai sobrar nenhuma maçã para colher" Regina falou impaciente e Emma revirou os olhos com o fato da outra mulher estar a apressando.

"- Sabe Regina, qualquer um consegue tirar um animal de cima de uma árvore e pelas histórias que eu já ouvi sobre você, achei que seria capaz de uma tarefa tão simples como essa" Emma pontuou enquanto tirava sua jaqueta de couro e estendia de encontro a Regina.

A morena franziu o nariz com a ideia de segurar a peça para Emma porém foi praticamente obrigada quando a loira simplesmente deixou a jaqueta em seus braços.

Emma se sentia um pouco dolorida naquela dia portanto alongou os braços rapidamente antes de subir na escada. A macieira não era alta, porém a loira não confiava em seus músculos doloridos portanto era melhor se prevenir.

Assim que a loira subiu em um degrau da velha escada, a mesma rangeu alto porém se manteve firme. Quando a loira olhou para cima novamente e subiu outro degrau, deu de cara com o corte que ela mesma havia feito com uma serra elétrica a alguns anos atrás. Começou a rir sozinha com a súbita lembrança e acabou chamando atenção de uma impaciente Regina a alguns metros de distância.

"- Posso saber qual é a graça?" A morena perguntou se aproximando um pouco mais da escada.

"- Você lembra desse dia?" Emma perguntou passando a mão no local que ela havia cortado, um sorriso travesso se encontrava em seu rosto com a lembrança.

Regina precisou se aproximar mais para notar sobre o que a loira estava falando e com um pouco de dificuldade a memória começou a retornar em sua mente. Estranhou o fato de que não se lembrava daquilo, porém deu de ombros e cruzou os braços para mostrar que nada daquilo era engraçado para ela.

"- Você destruiu minha árvore" Pontuou cerrando o maxilar com o pensamento.

"- Bom, eu não destruí. Só arranquei um pedaço e você mereceu" Emma falou rindo descontraída enquanto continuava subindo mais dois degraus da velha escada de madeira.

Estranhou o fato de Regina não falar nada como resposta, porém se concentrou no gato que já estava ao seu alcance e que realmente estava comendo as maçãs da morena. Se esticou um pouco porém um galho estava a impedindo de alcançar o animal, portanto subiu outro degrau e a escada mais uma vez reclamou com o peso de seu corpo.

"- Isso faz tanto tempo, não consigo me lembrar os motivos da discussão que levou a isso" Emma pontuou enquanto tentava alcançar o gato de outro ângulo.

"- E mesmo sem lembrar você tem certeza que eu mereci ter minha macieira destruída?" Regina perguntou com um pouco de raiva porém não conseguia tirar os olhos da loira tendo dificuldades em pegar o felino que estava seguro por alguns galhos.

"- Você é dramática, Regina" Emma afirmou revirando os olhos "- Mas sério, isso faz tanto tempo assim para a gente não lembrar da história direito? Parece que fizeram algo com a minha mente e só algumas cenas daquele dia se fazem presentes em minha memória" A loira contou sem entender.

Regina também se sentia daquela forma, e não se lembrava da última vez que havia pensando naquele dia e na discussão. Se Emma não tivesse entrado naquele assunto certamente aquilo continuaria perdido em sua memória.

"- Peguei ele, Regina" Emma falou alto enquanto se virava um pouco no topo da escada com o felino em suas mãos.

Antes que outra coisa pudesse ser dita, a escada rangeu alto e exatamente o degrau que Emma estava pisando quebrou ao meio. Tudo pareceu acontecer em câmera lenta enquanto Regina observava, porém ela não pôde fazer nada e segundos depois o corpo da loira bateu no da morena com força fazendo as duas caírem no chão.

Regina gemeu alto de dor pois havia servido como amortecedor para a queda de Emma. Assim que a loira se deu conta do que estava acontecendo levantou o rosto rapidamente para olhar Regina nos olhos. A loira se encontrava em cima da outra mulher e o gato no momento da queda havia fugido provavelmente por conta do susto.

"- Regina, você está bem?" Emma perguntou genuinamente preocupada, e retirou alguns fios de seus próprios cabelos do rosto da morena.

Emma estava esperando por qualquer coisa, como gritos ou até tapas vindos de Regina porém nada havia a preparado para o som alto da risada da mulher abaixo de si. Regina ria alto e seu rosto estava vermelho, mostrando que sua risada era verdadeira. Emma não conseguiu ficar sem acompanhá-la e rapidamente as duas estavam rindo juntas. Emma parou antes que Regina e conseguiu admirar o sorriso da mulher mais velha, que sempre estava séria, e constatou que Regina precisava sorrir e principalmente rir mais, pois o som de sua risada fez algo esquentar dentro do peito de Emma e apesar da loira não entender o sentimento, se sentiu bem, como se aquilo fosse natural entre elas.

Regina depois de alguns segundos também parou de rir e seu olhar se prendeu nos olhos verdes que estavam tão próximos de seu rosto. Ela queria dizer para Emma sair de cima dela, queria reclamar que apesar de ter sido engraçado seu corpo estava doendo com a pancada, porém com o olhar intenso que a loira estava a encarando, Regina se sentiu travada e nada saiu de seus lábios.

"- Eu te machuquei?" Emma perguntou e automaticamente sua mão foi de encontro a bochecha de Regina, que fechou os olhos e se inclinou de encontro ao contato.

"- N...Não, está tudo bem. Você se machucou?" Regina perguntou com genuína preocupação também e sua resposta foi um sorriso lindo acima de si, seguindo de um não com um balançar de cabeça da loira.

Logo o silêncio se instalou e por mais estranho que tudo aquilo parecesse nenhuma das duas mulheres me mexeram ou fizeram menção de levantar. Emma se encontrava parcialmente em cima de Regina, estava apoiada em um cotovelo enquanto sua outra mão fazia um carinho sutil no rosto da morena. Regina estava com os braços nas costas de Emma, e ela não sabia se havia colocado as mãos ali depois ou se elas haviam acabado naquela posição devido à queda.

"- Retiro o que eu disse sobre qualquer um poder tirar um bicho de cima de uma árvore" Emma falou quebrando o silêncio fazendo novamente Regina rir, porém desse vez foi uma risada mais rápida e de novo as duas se encontraram em um silêncio constrangedor.

As duas mulheres pareciam conversar com os olhos de tão intenso que estava o olhar que compartilhavam. Nenhuma delas conseguia entender o que estava acontecendo naquele momento e porque parecia que havia um ímã que as estavam mantendo juntas naquela posição a alguns minutos. E muito menos conseguiam entender o motivo de seus corações estarem batendo tão acelerados e fortes dentro de seus peitos.

Emma sentiu seus olhos sendo atraídos para os lábios de Regina automaticamente, e segurou o ar de seus pulmões quando a morena umedeceu a boca com a língua, um movimento rápido e ingênuo, porém para Emma parecia um convite para se perder na mulher abaixo de si. Sem pensar, a loira se inclinou para baixo e milímetros antes de seus lábios se encontrarem uma voz se fez presente no ambiente.

"- Mãe, mãe? O que ta acontecendo aqui?"

Notas finais
POR FAVOR, leiam as notas iniciais porque é IMPORTANTE. E não esqueçam dos comentários lindos que vocês sempre deixam. Até o próximo ;*