I'm Nothing Without Your Love
19 Touch me.
Notas iniciais
– Emma?
Regina a chama calmamente enquanto a mesma estava de costas pra ela. A xerife não a respondia e ainda permanecia totalmente imóvel. O vento batia forte contra os cachos loiros escorridos pelas costas da mesma, e a morena nutria certa admiração pela outra no olhar que lhe lançava. Regina aproximou-se mais da mesma, enquanto ela encarava a vista que a morena não conseguia distinguir onde era a paisagem estava diferente, sem foco, embasada, a única coisa que a prefeita conseguia ver claramente era a imagem da loira.
– Emma?
Chamou-a mais uma vez levando a mão até o ombro da mesma tocando suavemente aquele local e como em câmera lenta a mesma virou-se abrindo o mais magnífico sorriso. Os finos lábios curvados e os dentes brancos totalmente a mostra, Regina jamais havia visto sorriso tão lindo como aquele e automaticamente ela também sorriu e os olhos de Emma brilharam e a morena ficava admirada em como a loira poderia ser tão linda. Elas não se permitiam falar nenhuma palavra se quer, curtindo cada segundo daquele fascínio reciproco que estava ocorrendo ali. As mulheres se aproximaram lentamente e ambas as testas se encontraram e os olhos castanhos não paravam de fitar os orbes verdes um segundo se quer, Regina levou a mão até a cintura da loira que enlaçou os braços envoltos do pescoço da mesma. A rainha fechou os olhos e sentiu a respiração de Swan em seu rosto, enquanto sua boca roçava nos lábios da mesma.
Regina acordou num susto, seu suor escorria pelo pescoço, sua respiração estava totalmente descompassada. Relaxou os ombros suavemente, a confusão era totalmente explícita em sua mente, não sabia distinguir muito bem o que acabara de sonhar. Olhou para o relógio no criado mudo ao lado da cama e o mesmo marcava 3h da madrugada, puxou calmamente o ar para seus pulmões, e deitou-se novamente. Depois do primeiro apagão com Emma na rua, dormir tem sido um pesadelo a ambas, e tanto a morena quanto a loira ficam “sonhando” uma com a outra. Os fios negros se espalharam pelo travesseiro, e a morena levou a mão levemente à têmpora massageando o local a fim de que sua cabeça parasse de doer um pouco. Rolou de um lado pro outro, seu sono nunca chegava, afundou-se no meio das cobertas, ritmando o som de sua respiração até que se deixou vencer pelo cansaço.
– Mãe? – A voz do garoto era suave, acarinhava levemente a face da morena. – Mãe, estamos um pouco atrasados.
Os olhos da morena abriram calmamente, piscou varias vezes e respirou fundo curtindo o carinho de seu filho até ouvir a ultima frase que o mesmo pronunciou. Levantou assustada procurando um relógio, seu despertador havia a deixado na mão.
– Bom dia pequeno príncipe, parece que sua mãe dormiu demais. – Beijou a testa do garoto que sorria para ela. – Já tomou café para ir pra escola? – O garoto assentiu com a cabeça enquanto a mesma se levantava e ia em direção ao banheiro. – Então vá se trocar que mamãe Já já está pronta, e te levarei pra escola.
– Tudo bem. – Concordou o garoto. – Mas.. Mãe está tudo bem? – O garoto a questionou fazendo-a dar atenção total ao mesmo.
– Está tudo bem Henry. – Ela abriu um sorriso, tentando mostrar para o garoto que estava tudo bem. – Porque não estaria? – Questionou mais a si mesma do que Henry.
– Quando vim te acordar, você estava resmungando o nome da Emma e estava remexendo demais na cama. – Henry tentou conter o sorriso ao ver Regina estremecer com aquela afirmativa. A morena passava as mãos pelas coxas e andava em direção ao mesmo. – Mas devia ter sido só um pesadelo.
Alívio, esse era o sentimento que dominava o corpo da morena. Ela respirou fundo e antes de chegar perto do garoto lançou lhe um beijo no ar.
– Vá se arrumar ou nos atrasaremos mais. — E se dirigiu até o banheiro para fazer sua higiene matinal, enquanto Henry lhe lançava um sorrisinho irônico. Regina não sabia, ou fingia não ver que seu garotinho estava crescidinho o bastante para entender certas coisas.
A porta da Mercedes preta foi batida levemente, e o estofado de couro afundado com o peso do corpo da morena. Os olhos castanhos correram por dentro do carro, e encontraram os olhos curiosos do garoto, Regina puxou levemente o cinto de segurança, acenando para que Henry fizesse o mesmo, o que o menino obedeceu prontamente. A chave foi colocada na ignição e o carro foi ligado, Henry olhou de relance o chaveiro pendurado na mesma, que continha uma maça vermelha, um leve sorriso brotou nos lábios do garoto enquanto sua mãe dava partida.
– Mãe. – O garoto chamou atenção da mulher quebrando o silêncio que se fazia presente no caminho da escola.
– Sim meu amor. – Sem desviar um segundo se quer a atenção da estrada à morena pronunciou-se.
– Eu gostaria de lhe pedir uma coisa. – Fez uma pausa esperando que a prefeita o olhasse, o que não aconteceu, ela apenas lhe fez um aceno para que o mesmo continuasse. – Eu sinto falta de cavalgar e.. Eu achei que talvez pudéssemos ir aos estábulos hoje.
– Sente falta de cavalgar? – Ela lhe olhou de canto de olho, e ele apenas assentiu. – Que eu me lembre você nunca cavalgou. – O sorriso do garoto sumiu, ele realmente havia cavalgado apenas naquele “sonho”.
– É, bom.. – Gaguejou um pouco, não sabia o que dizer.
– Não importa pequeno príncipe, vou pensar no seu caso tudo bem?! – Henry respirou fundo, agradecendo mentalmente por já ter chegado à escola. – Eu sinto falta de cavalgar também e pode ser uma boa coisa para fazermos juntos.
– Tudo bem, pensa com carinho. – Desabotoou o cinto e abriu a porta, lançando um beijo no ar para Regina. – Te amo mãe.
Enquanto a prefeita o via sumir de vista, um sorriso brotou de seus lábios. Ter seu filho assim, tão próximo a ela, e tão carinhoso a fazia sorrir feito boba. Quando seus olhos não puderam mais captar a imagem do seu pequeno príncipe, novamente deu a partida da Mercedes, em direção à prefeitura. Antes teria que passar no Granny’s afinal acordou tão atrasada e atordoada que nem tempo de fazer desjejum ela teve, Regina temia que o dia de hoje trancafiada naquela prefeitura fosse mais tediosa do que a mesma gostaria, e para enfrentar o dia, tomaria um grande café.
***
A manhã estava ensolarada, e a cama de Emma era um chamativo para que a mesma continuasse lá. Fazia 5 minutos que o som do despertador havia ressoado no quarto, era exatamente às 8h da manhã. Levantou-se espreguiçando, alongando todo seu corpo esquio, a manhã estava sendo extremamente confortante, era algo raro, mas Swan havia acordado de bom humor. Caminhou calmamente até o banheiro fazendo sua higiene matinal e tomando um rápido banho. Aproximou-se de seu closet, abrindo-o e pegando sua inseparável jaqueta vermelha, com suas calças jeans e sua bota de couro, 8h40 minutos, ela teria de estar da delegacia às 9h, estava um pouco atrasada levando em consideração que ainda passaria no Granny’s pra comprar seu inseparável chocolate quente com canela.
A porta do Granny’s foi aberta lentamente, e aquele pequeno sino tocou anunciando a chegada da loira. Ruby voltou toda sua atenção para a porta vendo Emma entrar, e esperou a mesma se sentar da bancada.
– Bom dia loirinha. – A morena cumprimentou-a totalmente animada.
– Bom dia Ruby. – Devolveu o cumprimento a mesma com a mesma animação.
– O mesmo de sempre? – A garçonete pergunta, enquanto Swan assente e deposita o dinheiro em cima do balcão, ela faz uma pequena anotação do seu bloquinho de pedidos, pegando o pagamento logo em seguida.
Ruby lança um sorriso para Emma e entrando na cozinha do estabelecimento a fim de lhe trazer o que a mesma pedira. Emma retira seu celular do bolso da jaqueta e enquanto espera que seu pedido fique pronto ela passa o tempo vendo fotos. O sino do local ecoou inúmeras vezes anunciando a chegada das pessoas, a loira não desgrudava de seu celular, até que passou por um foto que lhe roubou um sorriso, era a mesma abraçada a Henry e no fundo do local Regina olhava a ambos com um sorriso no rosto. Um arrepio percorreu sua espinha ao ver o sorriso da morena olhando para eles com admiração nos olhos. Ela não sabia dizer muito bem o que sentiu, mas sabia muito bem que não era ódio que nutria pela mulher apesar das inúmeras brigas e discussões.
O barulho de saltos contra o chão ressoou nos ouvidos da loira, e automaticamente reconhecendo-o elevou seu olhar. Suas orbes verdes capturaram um par de scarpins pretos, direcionando de encontro a loira que subia seu olhar de modo que a figura se aproximava. O vestido vermelho posicionado no meio das torneadas coxas, grudado na cintura, o decote generoso em V que deixava a mostra um pedaço do colo da mulher, os cabelos lisos e negros caídos pelo ombro, à boca carnuda pintada de vermelho, e por fim os olhos expressivos e castanhos, que lhe fitavam a todo tempo.
– Já acabou de me devorar com os olhos? – Aquela voz sensual lhe perguntou, tirando Emma Swan de seu transe. Teria a loira que admitir que aquela mulher era o inferno na terra, ela era o conjunto completo chamado sedução. – Pelo visto não mesmo..
– Eu.. É.. – Gaguejou. – Espere, eu não estou lhe devorando com os olhos, não tenho culpa se você chega sorrateiramente. – Tentou a loira se defender, arrancando um riso despretensioso da garganta da morena. – Estava apenas averiguando quem se aproximava enquanto espero meu pedido. – Chacoalhou o celular levemente no ar, capturando a atenção da morena pro mesmo.
– Não precisa fingir Ms. Swan, mas de qualquer forma, deixe isso pra lá. – Curvou os lábios num sorriso sem mostrar os dentes, se aproximou mais da loira, segurando a mão da mesma e encarando a foto estampada no visor do aparelho. – Eu me lembro desse dia, foi um dos melhores..
– Aqui loirinha, seu chocolate com canela. – Ruby interrompeu as duas mulheres, sem perceber a presença da morena ali, que lhe fuzilou com o olhar, enquanto Emma esboçava um sorriso para ambas.
– Meu dia acaba de piorar.. – Sussurrou mais para si do que pras mulheres ali, atraindo a atenção das duas.
– Posso te ajudar Prefeita Mills? – Ignorando totalmente o comentário inoportuno da morena a sua frente, a garçonete retira novamente seu bloquinho.
– Um cappuccino descafeínado com creme, e sem açúcar. – Esboçou um sorriso sínico para a mesma que retribuiu da mesma maneira.
Quando Ruby se afastou o suficiente, Regina se sentou ao lado da loira que lhe olhava com um olhar de repreensão.
– O que foi? – Perguntou a Swan em tom neutro, tentando não esboçar a raiva que sentia da loba, afinal nem ela mesma sabia o que estava acontecendo.
– Você poderia ser um pouco mais gentil com ela não acha? – Regina deu de ombros. – O que diabos acontece com vocês duas, vocês tem que ficar se provocando?
– Isso não lhe diz respeito Swan. – Emma bufou, não entendia porque Regina ficava sempre na defensiva com ela.
– Deuses. – Pegou seu chocolate, e levantou-se. – Essa mulher não sabe ser simpática. – Regina lhe olhou com uma cara séria, semicerrando os olhos. – Vou pra delegacia, estou atrasada!
– Você não deve explicações Swan. – Alterou o tom enquanto via os cachos loiros passar pela porta de entrada.
A morena não sabia explicar o porquê, mais sentia uma enorme necessidade de implicar com a loira. Era como se nestas provocações ela se sentisse completa. Complexo? Paradoxal? Sim, a mente da Rainha Má era uma das coisas mais complexas que havia naquela pacata cidade. Quem entendia? Talvez nem Swan e nem a mesma entendesse.
– Aqui está Ms. Mills.
Ruby voltou com o copo da morena tirando-a de seu devaneio, que agradeceu bem cinicamente e pagou-a. Saindo rapidamente daquele local, afinal estava atrasada para ir para a prefeitura.
O dia transcorreu bem, sem muitas coisas emocionantes. Ambas as mulheres entediadas em seus trabalhos. Hoje era dia em que Emma buscava Henry na escola, então a loira já ansiosa para passar um tempo com seu filho olhava de minuto em minuto para o relógio. O mesmo marcava 16h45 minutos e como o garoto sairia às 17h ela resolveu trancar a delegacia e ir buscá-lo.
Storybrooke era uma cidade pequena, então Emma não fazia muita questão de ficar andando de carro, a loira então preferiu ir pegar o garoto a pé. Parou em frente à escola e ainda faltavam 5 minutos para que o mesmo fosse dispensado, então ela resolveu sentar em um dos bancos dispostos ali e aguardar. E mais uma vez Swan retirou o celular dos bolsos a fim de passar o tempo, e de novo aqueles saltos finos e barulhentos lhe atrapalharam.
– Me diga, seu maior prazer é me interromper ou é mera impressão minha? Já que fez isso duas vezes hoje. – Falou sem olhar, Swan conhecia aqueles saltos tão bem que ela nem precisava olhar para saber quem era a dona dos mesmos, e digamos que o aroma adocicado de maça denunciava Regina.
– Me diga, seu maior prazer é ser grossa ou é mera impressão? – Retrucou Regina.
– Achei que hoje fosse meu dia de buscar o meu filho na escola. – Finalmente as orbes verdes se elevaram até se encontrar com as castanhas. Emma bateu a mão levemente no banco convidando Regina para se sentar.
– E é, porém, Henry me pediu para cavalgar hoje mais cedo e.. – Fez uma pausa analisando se deveria ou não prosseguir com o que estava pensando. – Quem sabe você poderia vir conosco. – Fez o pedido desviando o olhar, encarando o nada. – De qualquer forma, ele é nosso filho, e estou bem de pé. Obrigada. – Agradeceu no final, pois não queria parecer muito rude.
– Cavalgar? – A rainha balançou a cabeça em positividade. – Não acha que está muito tarde para cavalgar? – Emma estava um pouco insegura, aqueles sonhos, e relances de memória com Regina a deixava confusa.
– Realmente está tarde. – Concordou com a loira, agora se sentando do seu lado. – Acho que uma hora de cavalgada é o suficiente para matar a vontade do garoto. Só quero agradar Henry.
– Acho que ele vai ficar bem feliz. – Emma a olhou fundo nos olhos esboçando um sorriso, que foi rapidamente retribuído pela morena que não tirava o olho das orbes verdes penetrantes.
– Mães? – Chamou a atenção das mulheres, tirando-as de seu transe. Apesar de não estarem fazendo nada de errado ambas coraram e evitaram se olhar novamente. – O que estão fazendo aqui? – Regina levantou-se, abraçando o filho. – Achei que hoje fosse dia de ficar com Emma.
– E é. – A loira se pronunciou levantando e repetindo o ato da morena que já estava mais desgrudada do menino. – Mas sua mãe e eu, decidimos ir cavalgar. – Regina olhou para o garoto que tinha os olhos brilhantes.
– Obrigado mães. – Henry fez questão de abraçar ambas de uma vez só. Emma se surpreendeu um pouco com o gesto mais retribuiu rapidamente o abraço do garoto, e sem querer ou querendo passou o braço pelas costas da morena que sorriu com tal ato.
– Só queremos que você fique feliz meu príncipe.
– Nós te amamos.
– Eu amo vocês mães! – O trio sorriu.
– Você está sem carro Swan? Se é que aquilo pode ser chamado de carro. – A mesma negou com a cabeça. – Então, vamos com o meu. Estacionei logo ali. – Emma revirou os olhos, contrariada. Henry ficou rindo da cara da mesma.
***
– Deixa comigo mãe, eu sei subir num cavalo.
O garoto pedia liberdade, não via a hora de deixar ambas as mulheres sozinhas novamente. Levou o pé direito até o estribo, tomando impulso necessário para que subisse naquele cavalo maravilhoso e esquio, sua crina era sedosa e seu pelo brilhante.
– Você é apenas uma criança Kid. – O garoto negou com a cabeça, achando super exagerada a preocupação da morena enquanto Emma apenas ria dos dois.
– Regina, deixe o menino. – Pediu a loira atraindo a atenção da morena que impedia a passagem do mesmo com o cavalo. – Aposto que ele sabe cavalgar muito bem!
– É mais confia em mim. – Apesar da prefeita não ser uma pessoa que era fácil de ser manipulada e controlada, a expressão fácil de seu filho a convenceu completamente. Regina afastou-se do garoto para que ele cavalgasse majestosamente por aquele campo verde. – Só não corra demais e não vá para longe.
O cavalo começou a trotar suavemente, com graciosidade. Logo seu ritmo ia aumentando, e Henry sumiu da vista de ambas as mulheres.
– Onde ele está Emma? – a preocupação era evidente na voz da morena, Emma segurou-a pelo ombro obrigando-a a fitar-lhe os olhos. A aproximação da loira era super exagerada e Regina podia sentir o hálito quente da mesma em seu rosto, a morena ficou atordoada com o cheiro de canela exalando dos poros da loira.
– Não se preocupe Henry não é mais uma criança Regina. – Tentou ser o mais doce que ela podia para acalmar a morena, em vão.
– Eu vou atrás dele.
Regina afastou-se da mesma entrando no estabulo e selando outro cavalo que tinha ali, saindo logo em seguida. Ela pisou no estribo, porém ela se esqueceu de que estava de salto e acabou se desequilibrando, e a loira que estava se aproximando usou e abusou de seus reflexos. As mãos firmes e brancas de Swan cravaram naquela cintura fina que a rainha tinha, fazendo um grunhido sair de sua garganta, Emma quase teve um ataque por imaginar Regina no chão. Manuseou-a até a grama ao lado do cavalo, ainda segurando sua cintura e instintivamente a prefeita colocou as mãos por cima das dela. Seus olhos verdes cravaram nos olhos castanhos e ambas as bocas se abriram lentamente, a respiração da morena estava descompassada, ela não sabia se era pela super aproximação da outra ou se era pelo quase tombo, mas ambas respiravam fundo. Faltavam poucos centímetros para que ambas as bocas se colassem e desfrutassem de seus gostos. A loira fechou os olhos, suspirando e subitamente Regina se afastou.
– Eu vou encontrar com meu filho! Obrigado por me segurar. – A voz da morena quase não saiu.
Seu tom deixou a loira confusa, a mesma piscou varias vezes tentando assimilar o que acabara de acontecer, enquanto Regina tirou os saltos montou no cavalo e foi atrás do garoto.
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