I'm Nothing Without Your Love
13 Shekh ma shieraki anni. Yer jalan atthirari anni.
Notas iniciais
– Eu não entendo! – Exclamou a loira com um tom ainda mais confuso, encarando a própria mão.
– Venha cá Emma, deixe-me te explicar. – Pediu calmamente a outra voz, sentando-se num estofado aveludado que se encontrava naquela enorme sala, chamando a loira para sentar-se também. – Mas primeiro preciso que confie em mim, e saiba que estarei do seu lado sempre. Não importa qual situação em que você esteja você é minha filha. – O homem sorriu pra loira que assentiu e sorriu-lhe de volta. – No dia em que eu conheci sua mãe, ela me roubou um anel que estava quase que destinado à outra pessoa. Demorou algum tempo e algumas armadilhas do destino pra percebermos o quanto nos amávamos. – Ele sorriu se lembrando de tudo o que passara ao lado de Snow White. – O dia em que aquele anel entrou no dedo de Snow, ele brilhou como nunca e foi aí que eu percebi o quanto eu a amava e que aquele anel era o símbolo disso, mas ele não costumava ser verde. Creio que estas mudanças que estão ocorrendo com o seu anel, são as mesmas que ocorreram com o da sua mãe, e sabe por que estas mudanças ocorreram?
– Não, não sei. – Disse num suspiro balançando negativamente a cabeça, como se aquela questão tivesse a derrotado. – É o que estou tentando entender.
– Simples Emma. – Ele a olhava com uma expressão divertida. – Não precisou que eu e Snow disséssemos em voz alta que nos amávamos, bastou apenas que admitíssemos tal amor pra nós mesmos para que todas as transformações com o anel ocorresse, e logo depois veio o primeiro “Eu te amo.”, o que fez o anel há incomodar um pouco. – Seus olhos brilhavam a cada palavra que saia de sua boca. David orgulha-se de toda trajetória que o fez encontrar o seu amor verdadeiro. – Este anel, minha princesa. – Segurou a mão de Emma fitando o anel, e depois seus olhos. – É sinal de amor verdadeiro, por isso o anel brilha ele quer te dizer que sua felicidade esta próxima. E a mudança de cores dele, quer dizer que este amor está se tornando mais forte e mais intenso. – O sorriso de Charming se alargou. – Creio que isso tenha clareado suas ideias e você já sabe o que estas mudanças significam. – Ambas os orbes verdes se encontraram, Emma suspirou.
– David, e-eu .. – Sua voz saiu falha, afinal, admitir para seu pai que o amor da sua vida era Regina Mills, que por tanto tempo foi sua inimiga não era algo fácil, nem mesmo para a salvadora.
– Shhh. – Interrompeu a loira, enlaçando seus braços firmes no pescoço da mesma arrastando-a pra perto dele, fazendo-a agarrar-lhe a cintura. Dispôs seu rosto próximo ao ouvido da loira, sussurrando. – Eu lhe disse que precisava confiar em mim Emma. Você é minha filha, minha princesa, nada do que faça mudará isso, e eu posso não ter lhe visto crescer, mas um pai sempre conhece sua filha, então devo lhe contar que eu já sabia do seu segredo desde o momento em que saímos de Storybrooke, e você não é muito boa em esconder as coisas. – Um riso desprendeu de suas cordas vocais. — Gostaria que você soubesse que eu estou do seu lado, lhe apoiarei pro que precisar e sei que não deve estar sendo fácil, pra nenhuma das duas, então lhe prometo que não comentarei disso com ninguém. – David sentiu Emma apertar-lhe a cintura e logo depois desvencilhar do abraço.
– Eu te amo pai! Obrigada por tudo, e lhe peço pelo menos por agora que isso fique entre nós, afinal, não sei ainda o que isso significa. – O sorriso de ambos era cúmplice.
– Eu também te amo minha filha e pode deixar, manterei minha boca fechada. – Gargalhou fazendo Emma gargalhar também.
Um estrondo foi ouvido atrás da porta daquele cômodo, atraindo a atenção daquelas duas pessoas e acabando com o momento família. Ambos trocaram um olhar confuso, David se pôs frente à Emma, caminhando em passos lentos até a porta. Sua mão caiu sobre a maçaneta e a abriu de uma vez, ficando surpreso por não ter ninguém ali. Olhou mais a frente naquele enorme corredor e viu alguém desaparecendo em meio a uma névoa. Olhou mais uma vez pra loira, soltando um “Está tudo bem.”, não queria a preocupar sobre isso, porém ele mesmo trataria de descobrir quem estava por trás daquela porta os ouvindo, e impediria quem quer que fosse de prejudicar Emma. Afinal, quem teria interesse em ouvir a conversa dos dois?
– Quem estava aí pai? – O silêncio ainda foi mantido enquanto o homem olhava absorto em devaneio fitando o nada, tentando assimilar quem, por ventura, iria querer descobrir o segredo de sua filha. – David? – Emma elevou sua voz chamando a atenção do príncipe.
– Oi, desculpe-me. Não havia ninguém quando abri a porta e eu vi uma silhueta dissipando no corredor. – Olhou-a. Os olhos verdes da mulher carregava preocupação.
– Pai, e se.. – Fez uma pausa, abaixando o olhar. – E se contarem meu segredo, por que aposto que quem estava atrás desta porta ouviu o suficiente. – Novamente seus olhos se encontraram com os de seu pai, o mesmo levou a mão ao rosto pálido de Emma acarinhando-a naquele local.
– Minha doce criança, fique tranquila. Eu mesmo lhe asseguro, ninguém descobrirá sobre você e a Regina até que ambas estejam prontas para contar a todos. – Aproximou-se da loira, tentando transparecer o máximo de confiança que ele conseguia, depositou um casto beijo em sua testa e a segurou pela mão, saindo daquele quarto e andando em direção a enorme sala de estar. – Agora vamos, tenho certeza que estão nos esperando para o café. – Emma sorriu de canto acompanhando seu pai até aquela enorme sala de estar.
Os murmúrios foram ouvidos por pai e filha a metros de distância, enquanto os mesmo desciam gargalhando aquela enorme escadaria de mármore branco. Adentraram aquela divisão do castelo chamando a atenção dos poucos que sentavam naquela mesa.
– Posso saber o que é tão engraçado? – Snow fingiu chateação pela cumplicidade de ambos, mas no fundo ela estava feliz por eles estarem se dando tão bem.
– Coisas de pai e filha. – Olhou para Emma e piscou-lhe levemente, arrancando-lhe um riso frouxo. Aproximou-se de sua mulher capturando seus lábios num beijo calmo e casto.
Ambos sentaram a mesa. Emma encarou toda aquela variedade de alimentos dispostos em cima da mesa e uma pequena porção de saliva se fez presente no canto da sua boca obrigando-a a engoli-la, a loira não via a hora de degustar todos aqueles alimentos, porém decidiu que esperaria por Henry e Regina, então a loira depositou sua mão sobre a mesa, abstraída. Neste momento, passo foi se ouvido no hall de entrada, Regina e Hook se encararam um pouco antes de ambos se direcionarem a aquele compartimento em passos lentos. A xerife encarou descaradamente a morena ignorando totalmente o pirata que andava lado a lado com a mesma, seu sorriso se abriu sendo retribuído pelo sorriso magnifico da rainha.
– Emma. – A voz de Snow chamou-lhe a atenção. – Seu anel, está brilhando.
Aquele comentário foi o suficiente para que as bochechas de Emma entrassem em rubor e o sangue em suas veias fervilhasse. Buscou o olhar de Regina que acabara de sentar em sua frente, as bochechas da morena tinha o mesmo tom das suas. Dispersou seu olhar até encontrar com os de seus pais, Snow tinha um olhar confuso e Charming parecia se divertir com a situação.
– Eu, bom, é.. – Como sempre, palavras fugiam da boca de Emma, seus olhos encararam os verdes de David e seu olhar pedia ajuda completamente. Não queria que Mary achasse que seu anel estava direcionando a Killian só por que o mesmo apareceu justamente na mesma hora que a morena. – Acho que ele não esta funcionando muito bem, esta numa constante incerteza desde a noite passada. – A loira tentou desconversar recebendo um olhar desconfiado de sua mãe. Correu seus olhos até encontrar os castanhos que tanto amava, Regina segurava o riso, o que fez Emma descontrair um pouco e soltar um risinho fraco.
– Emma.. – Aquela voz de criança chamando por seu nome era sua salvação, olhou para a porta de entrada vendo seu filho correr em sua direção e abraçar-lhe.
– Kid. – Apertou-o em seus braços, dando um pequeno cheiro em seu pescoço, e em seguida um beijo no topo de seus cabelos. Sorriu quando o garoto soltou-a e correu em direção a sua outra mãe recebendo o mesmo tratamento.
O café transcorreu bem, exceto por Snow que encarava demais Emma, a loira sabia que sua mãe estava desconfiada de alguma coisa. Achou uma brecha pra sair daquela mesa assim que Regina levantou-se.
– Regina, preciso de uma ajudinha. – Olhou a outra, seus olhos suplicavam para que a mesma entendesse.
– Claro Miss Swan. – Olhou-a e sorriu de canto. – Mas, não se acostume. – Fechou o sorriso imediatamente quando percebeu o olhar divertido que David posicionava sobre ela.
A porta dos aposentos da rainha foi aberta, a mesma adentrou o local sendo seguida por Emma que fechou a porta atrás de si. A xerife caminhou-se até aquela enorme cama de casal, debruçando-se sobre a mesma, fitando o teto, enquanto Regina sentou-se em frente aquela penteadeira e se distraía com o que quer que estivesse lá em cima. Emma levantou sua mão até a altura dos olhos, encarando aquele anel que brilhava de diferentes cores.
– David me disse que o anel tomará diversas cores até se consolidar a uma cor só. – Ela soltou um suspiro ao acabar de falar, rodando o mesmo no dedo e chamando a atenção da rainha.
– Ele sabe, não sabe?! – Emma levantou o tronco para olhar a mulher que se aproximava. A loira apenas assentiu com a cabeça, enquanto Regina se deitava ao seu lado. – O que ele disse?
– O que ele disse sobre o que? – Emma virou-se de lado, entrelaçando seus dedos nos dedos da morena.
– Sobre a coloração do anel. Sobre nós, sobre tudo. – A voz da rainha era receosa, ela fitava o teto enquanto a loira afagava suas mãos.
– Sobre nós ele não disse absolutamente nada, ele sabe que não se pode contestar com alguém que esta extremamente apaixonada. – Emma arrancou um sorriso da ex-prefeita, passeando seus dedos pelo rosto macio da mesma. – Agora sobre o anel, ele disse que a mudança de cores se da pelo fato do meu amor por você estar crescendo e se tornando cada vez mais intenso. – Regina adquiriu a mesma posição da loira, olhando no fundo daqueles olhos verdes que transbordavam amor, felicidade, luxúria.
– Você sabe que, se depender do meu amor se tornar cada vez mais intenso, seu anel nunca terá uma cor só. – Ela sorriu, mostrou aqueles dentes brancos e perfeitos que a loira tanto amava.
– Eu te amo Mills.
– Eu te amo Swan.
Ambas as faces adquiriram um tom sério, as mulheres se fuzilavam com o olhar como se quisessem penetra-los. Os finos lábios de Emma foram preenchidos pela boca carnuda da outra, num beijo sensual e envolvente. Suas línguas travavam uma batalha lúbrica por espaço, as mãos percorriam ambos os corpos com devassação. O corpo da morena foi impulsionado pra cima do de Emma, deixando que seus joelhos ficassem do lado da cintura da mesma, enquanto suas bocas não paravam de dançar. Quando oxigênio se fez necessário, Regina parou aquele beijo com vários selinhos castos, descendo-os para o maxilar da loira e pescoço, dando uma leve mordida ali, o que fez a mesma suspirar. Capturou o lóbulo da orelha branca com os dentes, passando a língua sensualmente por ele.
– Você tem um cheiro delicioso Miss Swan.
Aquela rouquidão em forma de sussurro no ouvido da loira fez a mesma ofegar, entrelaçou os dedos pelos fios negros da morena puxando-os com certa força, fazendo os olhos castanhos a encarar. Swan tomou aqueles lábios pra si, de uma forma quase violenta, sua mão livre apertava o seio da morena fazendo-a arfar sobre os lábios da mesma. Separando-se da xerife, Regina sentou em seu abdome levando a mão na barra da blusa vermelha que usava, suspendendo-a até deixar a parte de cima de sua lingerie completamente a mostra. Os orbes verdes a devoravam a cada movimento. Regina repediu o mesmo movimento, arrancando por completo a regata branca que a loira usava e em seguida desabotoou aquele sutiã branco que cobria toda a escultura que era os seios rosados da loira. Os olhos castanhos ardiam em desejos, suas mãos hábeis massageavam aqueles seios perfeitos que se moldavam na palma de sua mão, sua língua fazia um caminho de saliva pelo colo branco até encontrar os mamilos enrijecidos. Seus lábios roçavam neles deixando que o pouco de saliva que escorria de sua boca os umedecesse, sugando-os logo em seguida enquanto suas mãos apertavam delicadamente a cintura de Swan.
Emma girou na cama com Regina, tendo dominância da situação. Arrancou sem dó o sutiã vermelho da morena, e abocanhou um de seus seios, fazendo-a elevar as costas querendo mais contato. De ambas as bocas saíram gemidos longos e baixos, pequenos estímulos para que Emma continuasse a sugar aquele seio delicioso. Entrelaçou sua mão na mão de Regina, prendendo-a no colchão, enquanto seus beijos desciam por todo o abdome nu da morena, deixando pequenos roxos por onde sua boca passava. A essa altura ambas já estavam apenas com suas partes inferiores de suas respectivas lingeries, degustando uma da boa da outra, num beijo lento e explorador. Mesmo por baixo do corpo de Emma, a mão da morena viajou de encontro com o interior das coxas da mesma, colocando certa força ali arrancando um gemido alto de seus lábios, aquele era o estopim pra morena que já se encontrava totalmente excitada.
– Emma. – Chamou a morena com a voz falha e dengosa. – Me faça sua logo. – Ela não pedia, ela suplicava.
– Seu desejo é uma ordem minha majestade. – Um sorriso sacana brotou dos lábios da loira.
Sem avisos prévios Emma arrancou-lhe a ultima peça de roupa que a separava da nudez completa e penetrou-lhe com dois dedos fazendo-a pulsar sob seus dedos, seu gemido alto e rouco entrou nos tímpanos da loira, fazendo-a sorrir enquanto sua língua se ocupada com o clitóris da mesma. Sua mão livre estava por baixo da coxa flexionada da rainha arranhando- a cintura com toda a força que ela conseguia, afinal, ela queria deixar marcas de que esteve ali. Emma sugava com paciência e agilidade o órgão da morena enquanto a estocava com mais velocidade, sentindo-a contorcer embaixo de seu corpo. As pernas longas e tornadas da morena já não aguentavam sustentar-se, o ápice veio logo em seguida, Emma sentiu todas as contrações de Regina sob seus dedos, o nome da loira era gemido com maestria sob a voz grave da mesma. Swan retirou seus dedos de dentro da mulher, olhando-a e os chupando com lascividade na frente da mesma, provocando pequenos espasmos no corpo da morena.
– Não me provoque desse jeito Miss Swan.
Sem pensar duas vezes a morena agarrou-lhe o pulso, levando os dedos da loira com seu próprio liquido aos lábios, chupando-os. Emma se deliciava com a cena, enquanto as mãos de Regina vagavam pelo corpo da loira em busca de satisfazê-la. Com destreza a morena deitou-a abaixo de seu corpo e já foi direto a onde ela sabia muito bem que Emma a queria, e toda aquela excitação que a loira apresentava em seu sexo só confirmava isso. Abriu levemente as penas da xerife, mordendo e lambendo por toda extensão inferior daquelas coxas alvas, arrancando lamúrias altas das pregas vocais da mesma. Emma enfiou seus dedos por entre aqueles fios negros no momento em que sentiu o hálito quente de Regina em seu sexo prevendo o que a morena faria em seguida.
A língua da morena conduzia com aptidão a loira ao orgasmo intenso, tendo em vista que o mesmo chegara rápido, porém Regina continuava a chupa-la mais lentamente dessa vez causando apenas espasmos na mesma. A morena subiu seus beijos pelo corpo suado de Swan, abocanhando-lhe os lábios secos devido à respiração descontrolada da mesma, deitando-se logo em seguida do lado da loira.
– Emma, você é incrível. – Seu sorriso era cúmplice. – De todas as formas. – Selou brevemente seus lábios nos de Emma.
– E você, é a lua da minha vida. O que me mantém em pé, eu te amo.
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