Im Gonna Make This Place Our Home

5 Everyday is an endless stream – Sugar Motta


Notas iniciais
Heeeeei gente, prometi outro capítulo hoje não? hihi'

Bom, ainda tá meio paradinho de coments, maaaaas, vocês que comentam merecem os capítulos. Então tá ai.

Everyday is an edless stream

Of cigarettes and magazines

Oh oh

Sai de mais uma loja sorrindo. Eu adoro fazer compras. E meu cartão de crédito super-hiper-mega-platinum é incrível. Além do que, meu carregador de sacolas é um amor.

_ Sugar, adaptar minha cadeira para ter um bagageiro, foi a melhor ideia que você já teve. – disse Artie se aproximando e eu sorri, sentando em seu colo – A que loja você quer ir agora?

_ Eu queria alguns colares novos... – respondi – Aqueles da semana passada já perderam o brilho. Você sabe que diamantes só são bonitos por no máximo 10 dias.

_ Mas já tem 10 dias? – abismou-se ele – Como assim faz 10 dias que minha princesinha não compra diamantes novos? Precisamos concertar isso já.

_ É por isso que eu te amo. – cantarolei, enquanto ele rolava sua cadeira em direção a loja de jóias, onde já abriram as portas para nos receber – Boooom dia.

_ Bom dia Srta. Motta, Sr. Motta. – cumprimentou o vendedor – Sentimos sua falta.

_ E nós a de vocês... – assegurei, começando a correr pelos balcões – Algo de interessante?

_ Chegou um novo colar que a Srta. vai amar. – assegurou o vendedor, apanhando um estojo – Tem essa pedra de 15 quilates e várias pequeninas ornamentando.

_ O que você acha fofucho? – perguntei para Artie, que olhava distraído algum balcão – Artur Abrams Motta, estou falando com você.

_ Sim Sug? – perguntou ele erguendo os olhos, e eu balancei o colar – Maravilhoso meu amor. Vai ficar a sua cara.

_ Eu sei que vai. – agradeci – Agora, por favor, embrulhe. E faça um embrulho decente, não igual aquele de papel cartão da outra vez. Ficou parecendo um trabalho de primário. Desculpa, Asperger.

_ Tudo bem Srta. Motta, já providenciarei... Se quiser mais algo, me avise. – disse o vendedor, correndo para dentro com o colar.

_ Sug, vou buscar um sorvete para nós, que tal? – propôs Artie e eu bati palmas.

_ Sem lactose... – comecei.

_ E sem gordura, com três lasquinhas de chocolate diet e duas bolas de tamanho médio. – completou ele sorrindo.

_ Oun, é por isso que te amo meu fofuchinho. – comemorei, lhe dando um selinho – Mas não demora, porque ainda quero lhe usar hoje...

_ Prometo que não demorarei. – garantiu ele, dando a volta e saindo com a cadeira. Assim que me certifiquei que ele estava longe, corri em direção ao balcão que ele examinava e não pude evitar sentir fofura.

Havia diversos estojos, repletos de correntes, brincos e pulseiras para crianças pequenas. A em maior destaque era uma corretinha de ouro com uma pequena nota musical, quase do tamanho de uma joaninha.

Suspirei, enquanto o vendedor baba ovo (desculpa, Asperger) voltava a flutuar ao meu lado.

_ Aqui está o embrulho Srta. Motta, espero que esteja do seu agrado. – cantarolou ele me entregando o embrulho.

_ Se você não consegue melhor que isso. – dei de ombros – Mas faça algo de útil... Embrulhe essa correntinha para presente. E que seja um embrulho com no mínimo 30 centímetros de papel de seda.

Quando Artie chegou com meu sorvete (do jeitinho que eu havia pedido), os embrulhos já estavam na sacola da loja. Coloquei no bagageiro e me sentei em seu colo, e ele nos encaminhou para a saída, enquanto dividia as colheradas entre nós dois.

No carro, o motorista já nos aguardava. Ele colocou as sacolas no porta-malas, mas eu pedi para que ele deixasse a da joalheria comigo. Ele ajudou Artie a entrar no carro e guardou a cadeira, e logo já estávamos na rua.

_ Fofucho... Eu acho que podemos fazer uma reforma em casa. – propus, vendo-o distraído – Artie, olha para mim, hello.

_ Desculpas docinho, me distrai. – disse ele, me encarando.

_ Isso está comum hoje hein? – brinquei e ele sorriu – Mas enfim, eu disse que podíamos reformar a casa.

_ De novo Sug? Reformamos há seis meses quando nos mudamos. – lembrou ele.

_ Eu sei... Mas não é reformar a casa inteeeeira. – expliquei – Seria só o quarto de hóspedes.

_ Pensou melhor e quer fazer a academia ali? – perguntou ele e eu ri, negando.

_ Eu pensei em algo diferente... Talvez paredes rosa, muitas bonecas e bichinhos... Um cantinho de chá. – comecei a divagar e ele me olhou preocupado.

_ Sug, vamos voltar para a fase em que você queria ser uma Barbie e eu o Ken? – perguntou ele – Porque eu não vou agüentar suco de limão no cabelo de novo.

_ Não seu bobo... – ri e ele deu de ombros – Ai, que desanimo. Eu tenho um marido ou um saco de batatas?

_ Desculpa Sugar, só estou meio fora da órbita. – explicou ele.

_ E eu acho que sei por quê. – retruquei – Bom, acho que o motivo da reforma vai te animar.

Peguei a caixinha e lhe entreguei. Ele abriu e ficou encarando a correntinha, depois erguendo os olhos para mim.

_ Você ta me traindo? – perguntou ele.

_ Artie, que isso? – perguntei surpresa – Não, eu estou te falando que, a partir de hoje, chega de conflitos: nós vamos ter um bebê. E porque você achou que eu estava te traindo?

_ Desculpa, achei que isso queria dizer que você já estava esperando um bebê. – disse ele, mais aliviado.

_ Mas não é isso que você quer? – perguntei chateada, e ele me olhou triste.

_ É o que eu mais quero. – garantiu ele – Mas o resultado do médico chegou... Eu não posso ter filhos. Pelo menos, não naturalmente. Essa foi mais uma coisa que o acidente me tirou.

_ Então procuramos outras maneiras. – eu disse, puxando seu rosto – Artie, existem taaaaantos procedimentos que podemos tentar. E se tudo mais falhar, ainda existem milhares de crianças por ai que não tem ninguém.

_ Mas é que eu me sinto tão... Inviril. – disse ele em voz baixa.

_ Não faço ideia do que isso significa, mas não me importa. – garanti e ele riu – Artie, se o que você quer é um filho, eu vou até onde for preciso para isso. Você faz tanto por mim, aguenta minhas tardes no shopping, minhas esquisitices... Eu vou fazer o que for preciso pra você ter o que você quer.

_ Eu te amo sabia? – perguntou ele e eu ri.

_Eu sei, porque eu sou linda, talentosa e muito boa de cama... Desculpa, Asperger. – retruquei e nós dois rimos – Mas eu também te amo bobinho.

_ Que tal começarmos a ver o quarto assim que chegarmos? – perguntou ele.

_ Ah não... Hoje eu quero fazer sua invirilidade sumir. – eu disse.

_ Achei que você não sabia o que era. – lembrou ele, rindo.

_ Não faço ideia mesmo... Mas eu sei quando você precisa de sexo.

_ James, acelere... Tenho que levar meu docinho pra casa.

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Encarei Artie ao meu lado, perdido em pensamentos. Ele é um fofo e sempre foi muito fofo comigo... Principalmente depois que Rory voltou a ser um duende e foi para a Irlanda. Talvez meu fofuchinho dos sonhos possa ser da vida real também.

Peguei sua mão e ele me olhou, sorrindo. É futuro sr. Motta, agora você vai receber sua dose de açúcar... Apesar de ele não ser tão gostoso assim. Desculpa, Asperger.

Notas finais
Eu amo a Sugar veeei *---* HUAHAHUAHUAHU

Bom, comentem que amanhã teremos... FIIIIINNN HUUUUDSON AUHAUHAUHAHU

Beijos e tiaaal ;@

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