Im Gonna Make This Place Our Home
6 And each town looks the same to me – Finn Hudson
Notas iniciais
Bom, eu to vendo o número de leitores subir, apesar dos poucos coments, então eu vou entender que as pessoas estão gostando da fic hihi'
Bom, o capítulo do Finn acho que não vai ser nada do que ninguém imaginou, mas eu gostei muuuito dele.
And each town looks the same to me
The movies and the factories
_ Sargento Hudson? – ouvi alguém chamando e me virei, ambos batendo continência – Estamos prontos para ir.
_ Muito bem. – concordei, colocando o capacete – Vamos logo.
Saímos da barraca onde era o comando e encarei as areias do deserto de Israel. Suspirei. Maldito dia em que me alistei, maldito dia em que o presidente resolveu arranjar encrenca de novo.
_ Relaxa brother, você sabe que todos nós queríamos estar em casa. – disse Puck, dando um tapinha no meu ombro. Oh sim, como estamos em guerra declarada, todos os maiores de 18 foram convidados a se alistar. E para não me deixar sozinho nessa, contrariando suas mulheres, meus amigos vieram atrás.
_ Eu sei... Mas a diferença é que eu tenho vocês nas costas. – brinquei e eles riram – É sério, se eu não mantiver vocês inteiros até semana que vem, é melhor eu entrar na frente de uma granada... Porque a sra. Puckerman, a sra. Evans, a sra. Chang, a sra. Hart, a sra. Puckerman 2 e a sra. Lynn acabam comigo, muito obrigado.
_ Exagero é seu nome do meio Finn. – disse Mike, enquanto caminhávamos em direção ao arsenal de armas – E nós estamos tranquilos. Você é um bom sargento... Agora vamos revirar essas casas.
Nossa ocupação era relativamente tranquila. Chegávamos com antecedência às cidades, em busca de inocentes para serem evacuados. Apesar de tudo, uma boa parte da força inimiga respeitava isso. Mas sempre tinha alguns que eram do avesso e nos últimos três anos, onze meses e três semanas, havíamos perdido dezessete homens do nosso batalhão.
Agora faltavam apenas sete dias até meus amigos serem dispensados... E eu, após muito esforço, também. Nós todos já estávamos nos 30 e haviam muitos jovens patriotas, e sem ninguém os esperando em casa, prontos para assumirem nossas funções com orgulho. Puck chamava de burrice.
Após nos abastecermos de armamentos, seguimos em direção à pequena e pobre cidade. Eu me sentia horrível em pensar que, em poucos dias, aquilo tudo estaria em mais ruínas ainda. Mas eu escolhi essa divisão pois, pelo menos, o trabalho principal era evacuar civis inocentes.
Meus amigos pareciam dividir do meu mau estar, assim como grande parte do grupo. Fizemos todo o procedimento para uma entrada segura e eu nos dividi em três equipes, como usualmente. Mike, Sam, Puck e Jake ficaram comigo.
Nas cinco primeiras casas não havia nada além de extrema pobreza e ruínas, algo que nós víamos diariamente. Na verdade, todas aquelas cidades pareciam as mesmas para mim e eu usava isso para tentar não lembrar que a anterior, aquele ponto, estaria só as cinzas.
Quando chegamos ao sexto casebre, Puck estourou a porta, entrando com a arma em punho, mas logo abaixou.
_ Três civis Finn... Três crianças. – disse ele, colocando o coldre de volta no ombro. Imitei sua atitude, entrando com Sam, enquanto Mike e Jake ficavam vigiando a entrada.
_ Tudo bem, tudo bem... – eu disse erguendo as duas mãos. As crianças não tinham mais de 6 anos e estavam abraçadas, suas roupas empoeiradas, seus rostos sujos manchados de lágrimas – Nós vamos levar vocês para um lugar seguro está bem?
Eles negaram com a cabeça e apontaram as pernas. Foi quando suspendi a respiração. Havia um fio preso à perna deles e nós o conhecíamos bem.
_ Bum. – falou um dos menininho.
_ Bum. – fiz eco – Puck chame o esquadrão anti-bombas e dê um alerta para se manterem atentos a todos os possíveis civis ainda na cidade. E vocês não se mexam está bem?
As crianças concordaram e eu sai, deixando Mike e Sam com eles. Jake e eu começamos a procurar o fio do lado de fora, vendo para onde ele levava.
_ Não podemos cortar? – perguntou Jake enquanto procurávamos.
_ Não sabemos o que pode ser o fio, de que maneira esta ligado às crianças... – lembrei e ele concordou – Vamos esperar o esquadrão anti-bombas.
_ Finn, tem um bebê aqui. – gritou um dos soldados – Vou soltá-lo.
_ Não faz isso. – gritei.
_ É um bebê caramba. – gritou ele de volta – Um bebê em perigo.
_ Eu sei, mas não sabemos como as bombas estão ligadas. – retruquei – Podemos mandar todos pelos ares, incluindo as outras crianças.
Mas ele não deu ouvidos e saiu correndo para a casa. Puck e Ryder correram atrás, derrubando-o no chão. Logo, começamos a ouvir choros, provavelmente das crianças assustadas.
_ Mantenham as crianças calmas e quietas, o esquadrão está chegando. – gritei e todos começaram a ir em direção às quatro casas ocupadas, enquanto Sam e Ryder mantinham o soldado no chão.
Como previsto, logo o esquadrão anti-bombas chegou e localizou os explosivos. Assim que desarmaram, já pudemos cortar os fios presos às crianças, que se agarraram em nossos pescoços tremendo.
_ Pronto, calma... – eu acalentava a menininha em meus braços – Vai dar tudo certo está bem?
_ Cara, eu queria saber como algum pai pode pensar em concordar fazer isso com os próprios filhos? – perguntou Puck – Se cogitassem fazer isso com a Beth, eu matava.
_E você acha que Shelby e Quinn não matavam antes? – perguntou Joe rindo – Mas ele tá certo... O que esses pais tinham na cabeça?
_ Se é que havia pais... – lembrou Ryder, enquanto caminhávamos de volta ao acampamento – E agora, o que farão com elas?
_ Já pedi para contatarem a ONU... Amanhã pela manhã já teremos um helicóptero aqui para levar as crianças. – avisei, enquanto chegávamos ao acampamento e a equipe médica vinha em nossa direção – Agora o titio vai cuidar de vocês está bem? – perguntei a menininha em meu colo, enquanto um dos médicos a pegava. Ela concordou com a cabeça, me dando um beijo no rosto e se afastando.
Mais tarde naquela noite, enquanto desmontávamos acampamento, o soldado desobediente se aproximou de mim.
_ Peço desculpas pela minha atitude hoje sargento Hudson. – disse ele batendo continências – Sei que não justifica, mas eu tenho uma filha pequena em casa e... Ver aquele bebê naquela situação me lembrou dela.
_ Eu entendo rapaz, fique sossegado. Agora pode voltar a sua função e fique tranquilo, não vou relatar nada. – ele bateu continência de novo e saiu, sendo substituído por Jake.
_ Hei, sargento... Sua ligação está pronta. – ele avisou eu sorri, me levantando depressa e indo até a barraca de comunicação, de onde Puck saia.
_ A patroa tá te esperando cara. – riu ele, me deixando sozinho.
_ Hei mama. – cumprimentei.
_ Hei papa. – cumprimentou Rachel de volta, rindo – Como foi hoje? Puck disse para Quinn que foi complicado.
_ Mas vocês já sabem de tudo? – perguntei e ela riu, com outra pessoa por trás.
_ Quinn e Beth estão aqui... – respondeu minha mulher – Estamos preparando as coisas para a festinha dela.
_ Vocês nem vão nos dar tempo de tirar as fardas e já vão nos arrastar pra uma festa? – perguntei e Beth apareceu.
_ Meu aniversário de 12 anos é um evento que não se vai obrigado, ouviu tio Finn? – reclamou ela e eu ri.
_ Se você diz princesa, eu não vou discordar... Agora me deixa falar com a tia Rachel. – ela saiu e eu ouvi Quinn subindo as escadas com ela – Mas é... Foi difícil hoje.
_ Ele contou do soldado malcriado. – ri do termo usado.
_ Ele tem uma filha pequena... Meio que não raciocinou direito. – expliquei e ela revirou os olhos.
_ Você também, e nem por isso deu a louca. – lembrou ela.
_ Falando nela... Deixa eu ver. – pedi e ela se levantou, ficando de lado – Nem acredito que daqui a uma semana eu vou poder finalmente beijar a sua barriga.
_ Nem eu... – disse ela voltando a se sentar, enquanto passava a mão distraída pela barriga – E acredito menos ainda que só falta um mês para ela nascer... Não aguento mais sua filha pressionando minha bexiga.
_ Hei Hudson, tem muito que embalar ainda. – ouvi alguém na porta da barraca – Hei Rachel.
_ Hei Mike... – cumprimentou minha mulher – Vai lá sargento... Encerre seu trabalho bem. E as meninas pediram para lembrá-lo que querem os maridos de volta... Inteiros.
_ Até agora nenhum deles perdeu nenhum membro ok? – brinquei e ela riu – Boa noite meu amor... Amo você. E a Barbra.
_ Nós também te amamos. – garantiu ela – Ela está dando alguns chutes aqui... Então ela está dando tchau também.
_ Tchau princesa... – disse – Tchau estrela.
_ Tchau amor. – despediu-se ela e eu desliguei o computador.
_ Vamos logo manteiga derretida. – disse Puck, me dando um tapinha nos ombros – Daqui uma semana estaremos em casa.
_ Mal posso esperar.
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Pisquei despertando do meu sonho acordado. Foi um ótimo sonho, apesar de ser uma guerra. Será que eu tenho problemas por considerar um sonho com uma guerra bom?
Mas pelo menos eu era alguém, alguém importante... E Rachel também achava isso. Será que ela pensa o mesmo sobre eu estar dirigindo o coral? Eu queria que ela estivesse aqui e que aquilo não fosse um sonho...
Notas finais
Próximo capítulo teremos... Kitty. Se preparem para rir HAHUAHUAUH
Bom, é isso gente... Se tudo mais der certo, a noite posto o capítulo novo ok?
Bejinhos ;@
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