I'll Never Give Up Of You

6 Los Angeles, estamos chegando


Notas iniciais
~desvia de armas, feitiços, raios, maremotos, fissuras na terra e redes tecidas por irmãos e irmãs~ Desculpem-me, jujubas ;-; Não vou repetir o que escrevi no meu perfil, então... Deem uma olhada lá, ok?
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
~seis horas depois~
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
LITTLE ATHENA VALDEZ, SUA DIWA *-* Que recomendação divástica, cara! Eu sei, foi há mais de um mês, mas ainda é recomendação *-* Tipo, quase quebrei minha cama de tanto pular nela '-'
Well, good capítulo, bom chapter:

"E, às vezes, quem nós menos damos crédito é aquele que mais se sacrifica pelos amigos"

–Eu, depois de escrever o último capítulo de uma de minhas fics.

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Estava correndo por uma floresta, ao lado de Annabeth, Grover e Luke.

–Ali! – Grover gritou, apontando um alto portal de madeira – Venham, rápido! Eles estão chegando perto!

Olhei para trás. É, os cães infernais estavam a poucos metros de distância. Seríamos mortos em poucos minutos.

–Vão sem mim – falei, parando e erguendo minha lança – eu vou atrasá-los.

–Thalia, o que você acha que está fazendo? – Luke segurou meu braço, parando ao meu lado. Annabeth já deixava algumas lágrimas rolarem pelo rosto.

–Não! Thalia, esses bichos vão te matar em segundos! – Annabeth gritou – Vem logo! Nós não vamos nos separar de novo! Não depois do que aconteceu com os ciclopes!

–Grover, leva eles. – falei, e ele foi tentando arrastá-los. Luke era bem mais forte que o sátiro, mas percebeu que eles não tinham escolha.

–NÃO! – Annabeth gritava, enquanto Luke a carregava para dentro, com Grover no seu encalço.

–Eu te amo... – sussurrei, olhando Luke jogar Annabeth em seu ombro. Ela estava chorando muito, e não tinha forças para tentar se libertar.

Os cães me rodeavam, e eu sabia que morreria em pouco menos de alguns minutos.

–Acorde, Thalia – um dos cães disse, com a voz de Jack.

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–Thalia? – Jack me sacudia, mas eu teimava em manter os olhos fechados – Vamos, acorde! – senti um leve choque na mão esquerda, e, por instinto, agarrei o dedo do meu meio-irmão.

​–Não me dê choques. – falei, sonolenta, sem abrir os olhos – Me acorde com um balde d'água fria, mas não me dê choques. Entendido?

–Ai, tá machucando! – ele disse, sacundindo a mão. Soltei seu dedo e ouvi-o suspirar – Levanta, preguiçosa. Todo mundo já tá pronto, só falta você.

Sentei-me e bocejei, checando meu bolso. Minha lança continuava lá. Olhei, com a vista ainda embaçada, para meu pulso, confirmando que meu bracelete-escudo ainda estava ali.

–Vocês três já estão prontos? Mas que horas são? – perguntei, esfregando meus olhos.

–Hora de Aventura, maninha! Agora são... – ele checou o relógio de pulso – 6h30min. Já deveríamos ter saído.

–Ok, eu já encontro vocês lá fora – falei, me levantando e me espreguiçando.

​Jack pegou sua espada e embainhou-a, enquanto pegava sua mochila e a pendurava em um dos ombros:

–Não demora, hein. Annie estava quase vindo aqui e te acordando ela mesma, e sabe como a loira fica quando tá nervosa.

–Relaxa, eu não demoro. – peguei uma camisa do Acampamento, uma calça jeans e minha toalha e fui em direção à casa de banho.

​Em dez minutos, consegui fazer minha higiene pessoal e arrumar o ninho de rato que estava meu cabelo, que eu não cortava havia um tempo, e batia no meio de meu braço. Prendi-o com uma fita preta em um rabo de cavalo e fui buscar minha mochila, que estava ao lado do meu saco de dormir.

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–Cheguei, povo lindo! – abri os braços enquanto andava na direção de Percy, Annabeth e Jack.

Eles estavam conversando com um garoto pálido e magro, de cabelos e olhos pretos, que usava roupas pretas, uma jaqueta de aviador e não devia ter mais de 15 anos.

–Di Angelo! – exclamei, sorrindo de lado e parando em sua frente, extendendo minha mão.

–Oi, Grace – ele apertou minha mão, com a sombra de um sorriso em seus finos lábios – Vai atrás do Castellan, não é? Eles estavam me contando da sua missão.

–É, vamos atrás de Luke. – soltei sua mão, que era fria como gelo – Gostaria de ir conosco?

–Isso é brincadeira, né? – Annabeth interviu, e recebeu um olhar duro de Nico – Quer dizer... Na profecia, disseram que iriam quatro: três que já haviam viajado em missão e um...

–Que ainda não foi – Percy completou – Nem Nico, nem Jack partiram em missão ainda. É, eu não sou tão lento assim.

–Olha... Nico, certo? – Jack interrompeu – Se quiser nos acompanhar, ficaremos felizes em tê-lo conosco. Não importa o que a profecia diga, você pode vir conosco.

–Não gosto muito de aviões. – o filho de Hades disse – Encontro vocês na frente dos Estúdios M. A. C., ok?

–M. A. C.? – meu irmão perguntou – E como vai chegar lá?

–Morto Ao Chegar – Percy falou, e Annabeth suspirou.

–Lembra-se, Percy? – a loira apoiou a cabeça no obro dela, e ele abraçou-a pela cintura. O sorriso na cara do filho de Poseidon era um pouco menor que a lua – Nossa primeira missão juntos.

Nico fez cara de nojo e Jack fingiu vomitar, e eu ria da cara deles feito uma retardada.

–Vamos, casalzinho apaixonado... e Jack. – chamei-os – Vai pelas sombras, Nico?

–De que outro jeito eu iria? – ele deu um sorriso esperto e foi em direção à sombra da Casa Grande, onde desapareceu.

–A van tá esperando – Annabeth alertou-nos, ainda abraçada à Percy – Vamos?

–Vamos – respondi, ajeitando as alças da mochila.

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–Nós precisamos ​mesmo ir de avião? – Percy perguntou, assim que Argos nos deixou na entrada do aeroporto.

–Ou é ir de avião ou é ir de ônibus e perder Luke – Annie disse.

–Vamos de avião – decidi, e Percy me olhou confuso. Sim, eu ainda tinha medo de altura, mas não posso me dar ao luxo de perder Luke de novo.

Fizemos todo o longo procedimento de aeroporto e, quando estávamos embarcando no avião, quem aparece?

Isso aí, um monstro. Estava demorando de mais.

–Olá, sssemideusesss – a dracanae disse, com aquela língua nojenta dela balançando feito cobra – Hum, quatro de vocêsss? Penssseei que sssó sssaisssem trêss em misssões.

–Para trás – gritei, ativando meu escudo e abrindo minha lança.

Ela ficou totalmente apavorada com a visão da cabeça da Medusa no meu escudo, o que nos deu uma breve vantagem. Percy sacou Contracorrente, Annabeth tirou sua adaga do cinto e Jack desembainhou sua espada. Logo, formamos um círculo ao redor dela.

–Oh, vocês iam me deixar de fora? – Nico havia chegado, sabe-se lá Zeus de onde, e já havia desembainhado sua espada de ferro estígio, se juntando a nós.

–Pensei que nos encontraria nos Estúdios M. A. C. – Jack disse, sem desviar os olhos da dracanae.

–E ia. Mas preferi dar uma voltinha antes. – o filho de Hades respondeu – Gosto de aeroportos.

–Hm... Nós estamos encurralando um monstro aqui, e mais deles podem chegar. – Percy disse – É melhor matar logo esse bicho, não?

Annabeth, que estava por trás da dracanae, apunhalou-a pelas costas. O monstro tinha ficado mais aterrorizado ainda quando Nico chegou – acho que era o cheiro dele, de morte – então nem deve ter percebido que todos estávamos ao redor dela e que virou pó.

–Vamos, rápido! – Annabeth disse, correndo para dentro do avião – Thalia, Jack, orem para seu pai não jogar Percy do céu. Sabe, a questão de território. Nico, tem passagem para vir conosco?

–Vou pelas sombras, Annabeth. – o garoto respondeu, andando calmamente para a escada do avião – Zeus não gosta de filhos de Hades no território dele, muito menos de Poseidon.

A garota balançou a cabeça positivamente e olhou, apreensiva, para o namorado.

–​Vamos decolar em poucos minutos. Por favor, apertem os cintos – a voz da aeromoça soou nos alto-falantes, docemente falsa.

–Thalia, Jack, orem! – Percy colocou o cinto, fechou os olhos e agarrou os braços da poltrona, desesperadamente.

–Ok. – Jack fechou os olhos e fez uma prece silenciosa.

–Hum, pai? – comecei, olhando para o céu pela janela do avião – Como vai? Bem, precisamos muito de Percy conosco nessa missão... O senhor poderia, só mais essa vez, tolerá-lo no seu domínio? Se puder fazer isso, obrigada.

Olhei para as poucas nuvens brancas que estavam no céu, mas nem um sinal de que ele havia me ouvido.

Jack abriu os olhos e um trovão soou no céu. Se eu fiquei com ciúmes? Não, que isso. Claro que fiquei! Que pai é esse que não ouve a própria filha?

Deve ter feito uma cara horrível, por que Jack, que estava sentado ao meu lado, perguntou:

–Tudo bem, Thalia? Você tá com uma cara horrível.

Fuzilei-o com os olhos e ele, rapidamente, desviou o olhar.

–Tá. – soei rude até pra mim mesma. Suspirei – Tudo bem. Não é culpa sua Zeus não me ouvir.

–Hã... – ele pareceu meio perdido com as palavras – Acho que aquele trovão não foi para mim.

Olhei pela janela e, por um momento, vislumbrei um rosto nas nuvens.

Notas finais
E então? Compensou a demora? Gostaram do Niquito lindo do meu coração na fic? *-*
Mereço reviews, favoritos, recomendações?