If I could find a way
19 19 - Fire Truck
Notas iniciais
Aconteceu algo inédito comigo: Eu estava sem inspiração nenhuma para escrever e quando eu vi já tinham quase 3000 mil palavras, ou seja, maratona Outlaw Queen pra vocês o
Na manhã seguinte, Regina acordou e Hook já não estava mais lá. Ela pegou o celular pra ver as horas e tinha uma mensagem:
“A noite de ontem foi ótima. H.” Ela sorriu e se levantou para se arrumar, já estava atrasada para o trabalho. Robin acordou e a primeira coisa que fez foi olhar o celular, nada de mensagem. "Que horas são? Ah, 6:30h. Será que ela já acordou? Eu poderia ligar pra ela pra confirmar. Não não, isso seria muito desespero. Não quero afasta-la. Ela vai me achar fraco", pensava Robin. O que ele podia fazer naquele momento era se levar, arrumar o filho pra escola e ir trabalhar. E foi exatamente o que ele fez. Robin colocou seu uniforme de bombeiro, arrumou o filho sonolento para a escola e os dois sairam. A primeira coisa que Robin tinha que fazer pela manhã era lavar o caminhão e o melhor lugar de se fazer isso é na frente do restaurante da vovó. O quartel dos bombeiros era pequeno, eles não tem espaço pra esse tipo de coisas lá e na frente do restaurante tem um hidrante que os ajuda com esse tipo de coisa. Robin levou Roland até o ponto de onibus e foi para o Granny's Dinner tomar café. Seu chefe e mais alguns de seus colegas de trabalho estavam lá e quando o horário chegou todos se juntaram para lavar o caminhão. Regina vai até o Granny's um pouco mais tarde aquela manhã, por volta das 9h pegar um café e se depara com todas as mulheres na porta ou nas janelas olhando para o outro lado da rua. – O que está acontecendo aqui? — Regina luta para entrar no restaurante, passando por toda aquela mulherada. – Os bombeiros estão lavando o caminhão. — Responde Ruby, empolgada, sem nem olhar para a prefeita. – Lavando o caminhão é? — Regina logo lembra de Robin e sai do restaurante para olhar. Ela se senta em uma mesa na rua, bem discreta, do outro lado da rua não dava pra ver ela por conta dos arbustos, mas ela conseguia enxergar tudo muito bem. Lá estava ele, o arqueiro. "O uniforme de bombeiro caiu muito bem à ele" pensa Regina. Robin então pega a mangueira e começa a lavar a escada do veículo com os músculos dos braços de fora. Ela então arrasta o óculos de sol para a pontinha do nariz, para poder enxergar melhor. Tinker tambem estava ali apreciando o show quando ve Regina, sentada em uma mesinha na rua, o que ela nunca fazia por sinal, com um copo de café pra viagem na mão, admirando os trabalhadores do outro lado da rua, ou melhor dizendo, apreciando o único trabalhador que a interessava. Ela decidiu se aproximar da amiga então, chegou perto do ouvido da Rainha e sussurrou:– Apreciando o show? — No momento que Regina ouviu a voz da fada chegou a pular na cadeira, tamanho o susto. – O que voce faz aqui? — Regina desvia a atenção e foca na fada.– O mesmo que você, assistindo de camarote. — Tinker ri — Ele é bonito né? – Eu não estou... assistindo. Estou tomando café antes de ir trabalhar e não, bom, não sei. Ele cheira a floresta. — Ela tenta transparecer um nojo, mas não se sai muito bem. – Aham, eu sei. Estou vendo. Seu café está frio e seus óculos estão na ponta do nariz, mas vejo que está só tomando café. – Eu... Eu gosto de café frio, ok? E falando nisso, infelizmente terei que acabar com o espetáculo. — Regina se levanta com o café enquanto Tinker fica rindo da amiga. — E depois nós temos que conversar. — É a última coisa que ela diz antes de sair. Regina sai do terreno do restaurante e atravessa a rua em direção ao chefe que ria e brincava com os companheiros. – Cuidado garotos, dama na área! — Ele grita para os homens assim que vê Regina se aproximando. Robin rapidamente corre para o lado do seu superior. – Bom dia Chefe. – Bom dia Madame. – Bom dia Regina — Robin fala todo sorridente. Regina simplesmente o olha, mas não com desprezo ou algo do genero, ela só não queria transparecer algum interesse. Robin entendeu. – Chefe, eu não acho que vocês tenham permissão para estarem lavando o caminhão aqui. – Ah Madame Prefeita, nós entregamos o pedido de autorização a uns cinco dias, mas nunca retornou então achamos que estava tudo bem. – Não, não está bem. Terminem com o showzinho agora e da próxima vez eu quero uma autorização na minha mesa, e se ela não voltar não façam!– Mas... mas... — O chefe tentou falar algo, mas a prefeita já tinha saido. Todos os outros homens estavam em silêncio pois sabiam que o chefe ficaria uma fera. – O que estão me olhando? Ouviram a prefeita, mexam-se, mexam-se — Todos eles então voltaram a si e foram tirar o caminhão dali. Robin começou a enrolar a mangueira e a admirar o caminhar de Regina, ele não conseguir olhar para outro lado. Dois de seus colegas notaram e foram brincar com Robin – "Bom dia Regina" — Eles imitavam a voz de Robin e davam altas gargalhadas depois. – Acho que alguém está caidinho pela Evil Queen — Ele ria. – Como se ela fosse se enteressar por voz, Robin — O outro comentou, mas tudo na brincadeira. Robin então perdeu ela de vista e se virou para os colegas.
– Vocês não tem mais o que fazer não é? — Robin rio e colocou a mangueira no lugar. — Vão encomodar outro seus vagabundos! Todos eles subiram no caminhão e voltaram para o quartel. Quando chegaram lá, o chefe chamou Robin na sala dele. – Com licença – Sim sim, pode entrar. Sente-se — Ofereceu o chefe. – Do que se trata chefe? – Bom, temos que levar a autorização para a prefeita e como ela passou todo tempo te olhando e depois você veio que nem nerd falando com uma garota popular dar bom dia para ela, eu pensei que talvez você devesse ir lá pedir. Talvez ela nos autorize com a sua ajuda. – O que é isso chefe, me usando? — Robin brincou– Bom, só tirando do rico pra ajudar o pobre... Se é que me entende. Robin entao pegou a autorização e foi até a prefeitura. A secretária de Regina anunciou ele e 20 minutos depois ele pode finalmente entrar. – Nossa, que demora, achei que você ia me deixar esperando o dia inteiro. — Ele entrou na sala todo alegre e sorridente, fazendo piada, mas o humor da prefeita não era o mesmo. – Robin, uma coisa é eu adorar seu filho e termos um relacionamento de amizade, mas você não pode estar de desrespeitando e desmoralizando desse jeito. Ainda sou a prefeita e exijo respeito. Ponha-se no seu lugar!– Nossa Regina, eu sinto muito. Realmente não sabia que importava tanto assim para você ser a dama de ferro dessa cidade. Achei que essa sua fase já tinha passado. – E passou. Mas você está misturando as coisas. – Eu sinto muito, Regina. – Prefeita. — Corrigiu ela. — Em que posso te ajudar? — Robin colocou na mesa a folha de autorização e mais alguns papéis. Uns contratos e coisas que ela tinha que providenciar para o quartel dos bombeiros. – O chefe me mandou trazer essa papelada — Robin se levantou e foi caminhando em direção a porta, Regina fez o mesmo. – Se isso é tudo. — Regina abre a porta para ele sair. – Espere — Ele coloca a mão na porta a fechando — Posso falar com a Regina agora, Prefeita? – Claro. – O nosso jantar ainda está de pé hoje a noite? — Ele sorri para ela. – Sim — Ela abre a porta e o empurra levemente — Agora vai. — Ele sai mas antes que ela pudesse fechar a porta ele se apressa e da um beijo na bochecha dela e então vai. Regina fecha a porta sorrindo com o ato e volta para sua cadeira. Ela pega a papelada que ele deixou ali mas só o que conseguia pensar era no sorriso lindo dele e então percebe que está pensando nele. "Foco Regina, foco!" ela fala para si mesma e se concentra no trabalho.
Notas finais
Quero me desculpar pelos erros de português, pontuação e afins prq o meu word ta de brincadeira comigo e ficou coisando todo tempo. Mas enfim, o que estão achando?
Fale com o autor