Notas iniciais
Chegamos no 20 pessoal o/ Uhuuul. Em comemoração a esse feito: um jantarzinho pra vcs.

O dia passa apressadamente, Robin trabalhou duro e quando saiu foi buscar Roland e o deixou na casa de Tinker, ela o cuidaria durante a noite, para que ele pudesse ter um bom jantar a noite. Regina nem viu as horas passar, tinha tanta coisa para fazer e resolver os problemas dos bombeiros e quando se deu por conta era 21h da noite.

– Droga! Esqueci o jantar e eu ainda tenho tanta coisa pra fazer. — Regina falava consigo mesma quando o telefone tocou.

– Alô?

– Regina, aonde você está? Eu venho te procurando a uma hora.

– Robin, eu sinto muito! Eu não consegui terminar o trabalho antes, eu realmente sinto muito. Eu sei que você se exforçou por esse jantar e tudo mais... — Uma batida na porta — ...Só um segundo, estão batendo na porta. — Quando Regina abre, se depara com Robin ali, com o telefone na mão, um sorriso nos lábios e uma cesta na outra mão. Ela desliga o celular, rindo, admirada com a surpresa dele.

– Além de me deixar esperando, vai me deixar não porta também? — Regina percebe que estava parada diante dele, bloqueando a passagem. Mas ela estava tão impressionada com a atitude dele que nem percebeu.

– Sim, claro. Nossa, eu acho que é o cansaço. — Ela sorri constrangida e sai da frente, dando passagem pra ele. Ele passa por ela sorrindo, seus olhos se encontraram durante o percurso.

– Posso colocar as coisas aonde?

– Ãh... — Regina sai correndo até sua mesa e recolhe os pepéis espalhados e tira tudo que estava ali, só deixando o computador. Porta-lápis, grampeador, todas essas coisas ela juntou nos braços rapidamente e jogou em cima de uma poltrona que ficava mais no canto da sala — Pronto, coloque na mesa. — Robin colocou ali.

– Então, o que preparou para nós?

– Bom, já que a Rainha não vai até o restaurante, o restaurante vem até a Rainha. — Ele começa a tirar várias caixinhas de comida chinesa da cesta.

– Isso, isso foi o que preparou? — Regina ri

– Bom, se as 20h a majestade estivesse pronta, nós estariamos comendo um bom filé...

– Ok, ok. Entendi.

Regina se sentou em sua cadeira e pegou uma das caixinhas e começou a comer. Robin tirou da cesta um garrafa de vinho tinto e duas taças, ele serviu uma para ela e quando Regina foi pegar seus dedos se tocaram e eles se entreolharam, um arrepio percorreu o corpo de Regina. Ela nunca mais havia sentido aquilo, desde a época de Daniel onde ela corria escondida para os estábulos. Robin então se sentou na frente dele e começou a comer tambem.

– Então, como foi o jantar ontem com Hook? Vocês é... não? — Robin a olhou, esperando uma resposta. Ela só o olhou e ele entendeu tudo. Eles ficaram calados por uns cinco minutos, não se tinha mais o que dizer. Robin estava claramente chateado, mas não tinha direito nenhum de se pronunciar contra e não o fez.

– Você está chateado? — Regina quebrou aquele silêncio torturador.

– Não. Por que estaria? — Robin tentou fazer uma voz de despreocupado e jestos que confirmasse isso, mas tudo que deixou a mostra foi sua insegurança e seu ciúmes. Regina então não quis mais tocar no assunto e eles ficaram em silencio novamente. E novamente foi Regina quem o quebrou.

– E quanto a Roland, onde ele está? —

– Com a Tinker.

– A Tinker?

– Eu não sabia com quem deixar ele e ela se ofereceu. Você a conhece não? Vocês são amigas.

– Sim, somos.

– E quanto ao trabalho, como foi?

– Tenso, cansativo, cheio de problemas. E o seu?

– O meu foi ótimo. Eu estou adorando.

– E por que não estaria? Não apagou nenhum incendio mas já tem oportunidade pra se exibir para a mulherada.

– Você está com ciumes, prefeita? — Regina solta uma gargalhada depois de ouve aquilo

– Claro que não. Por que ficaria? Você pode sair por ai exibindo seus músculos torneados e seu abdomen sarado em uma regata branca justa.

– Hm. Então você me vê assim? Se quiser, posso tirar a camisa agora mesmo. — Ele fez menção em tirar mas Regina só o olhou, negando com a cabeça.

– E seus colegas ein? Nossa, eles ficaram se achando por conta daquela mulherada lá no Granny's.

– Eles estavam se exibindo sim, mas só depois que você chegou e tentou se esconder atrás o arbusto.

– Como sabia que eu estava ali?

– Tinha uma janela atrás de você, majestade, e ela refletiu. — Regina colocou a mão no rosto, não acreditando no que estava acontecendo. — Agora ela era o assunto mais comentado no QG dos bombeiros "Ah, lembra quando a Rainha parou pra nos ver lavando o caminhão". Não acredito nisso.

– Você não entende nada de homens mesmo. — Robin pega a mão dela e a vira com a palma para cima. — Você, majestade, — Ele começou a passar o hashi na palma da mão dela, bem de leve, provocando arrepios em Regina. — É uma mulher muito bonita. E eles estavam se gabando não por que Ruby ou qualquer outra estava ali. Qualquer outra eles podem pegar a qualquer momento, agora a Rainha, essa mulher temida e determinada parada ali os olhando lavar o caminhão, isso sim é acontecimento. Eles estavam se exibindo por que todos querem a sua atenção. Você é a mulher mais bonita na cidade. — Enquanto passava o hashi na palma da mão dela, ele ao mesmo tempo acariciava os dedos dela com a outra mão. — Ela não soube o que responder. Nunca teria imaginado. Pra ela, essas pessoas nunca a veriam como bonita, por dentro ou por fora, ou como uma pessoa normal. Para as pessoas dessa cidade ela sempre seria a Evil Queen, pois foi assim que eles a viram ser. Mas aparentemente as coisas estavam mudando, e ela adorou.

– Esse jantar estava uma delicia. Aonde conseguiu comida chinesa?

– Em Boston.

– Você foi à Boston?

– Não, eles entregaram aqui.

– Uau, nem sabia que eles faziam algo assim.

– Ah, eu tenho um surpresa pra você. — Ele foi a cesta e tirou uma caixa de bombons. — Eu sei que mulheres adoram chocolate.

– Nossa, que maravilha. — Ela pegou um da caixa e deu uma mordida — É uma delicia. Você não quer?

– Por enquanto não, vou só apreciar você comendo.

– Me fale sobre Marian.

Notas finais
E ai, o que estão achando? Alguma sugestão de o que pode acontecer daqui pra frente? Eu não sei bem ainda. Mas já tenho planos pro capítulo 30 o/ eba.