ISan Diego
11 IStart
Notas iniciais
Sim, esse cap explica como foi que ele começou a gostar dela.
O cap vai ser dedicado à LaLinha que me recomendou mesmo sem eu merecer.
U.U
E ela sabe que eu não merecia mesmo.
Ah, o cap vai ser meio... porn...
Tão avisados.
Aproveitem.
Mesmo que eles quisessem aproveitar aquele tempo para se beijar, o telefone da loira tocou alto e com um gemido de frustração de Freddie, ela foi até onde o aparelho estava enquanto ria do garoto
–Alô?
–Olá – disse uma voz com forte sotaque –, eu sou o agente do T.O.P. e gostaria de saber se podemos remarcar o jantar. T.O.P. tinha esquecido que tinha um compromisso hoje à noite e acabou marcando contigo e...
Que jantar? Deus! Ela estava tão absorta em seu novo... Hum, o que Freddie era agora?... Enfim, ela ficou tão perdida com Freddie que esquecera que tinha um jantar marcado!
–Claro. – ela disse depois de um tempo – Na verdade, eu gostaria de saber se não podemos marcar um churrasco amanhã.
Freddie, que agora tinha sentado na cadeira, olhou para a loira e ela sussurrou para ele “T.O.P.” e riu quando o viu fechar a cara.
– Um churrasco? – ele perguntou alto – Amanhã ele não terá nada para fazer até as 13:00.
–Ótimo, sabe onde a gente ta hospedado? – ele respondeu que sim – Pede para eles chegarem às 10...
–Amanha às 10 a gente tem... –Ela fez um sinal para que Freddie parasse de falar.
–Eles? Os cinco, você quer dizer?
–Sim, um churrasco com o Big Bang e o ICarly – ela disse como se fosse óbvio.
–Espera, você não vai querer ficar sozinha com ele? Com T.O.P.?
–Não. – ela revirou os olhos – Além do que quanto mais gente melhor. Está marcado? – o outro disse que verificaria a agenda dos outros integrantes e que depois telefonaria para ela – Aqui tem uma praia exclusiva e nós vamos pedir para fechá-la enquanto eles tiverem aqui, ok?
Sam desligou o telefone e seguiu em direção ao garoto, ele ainda com a cara fechada.
–O que foi? – ela perguntou revirando os olhos – Eu sou obrigada a comparecer num evento com T.O.P. Sem contar que você vai estar lá e... – ela se defendeu enquanto sentava no colo dele, mas foi cortada pelo garoto
–Eu sei, mas mesmo assim...- ele suspirou — Amanhã a gente tem coisa marcada pro almoço.
–É, fazer um vídeo que podemos fazer em qualquer outra hora... –ela revirou os olhos e enlaçou seu pescoço. – Admita que você só ta com ciúmes.
–Não. – ele riu a abraçando – Não admito. Por que eu teria ciúmes quando você tá sem a blusa conversando com outro homem.
–Conversando pelo telefone...
–E daí? — ele fez beicinho
Ela riu e o beijou. O celular esquecido no colo dela começou a vibrar e ela deu um pulo de susto, fazendo Freddie rir.
–Não teve graça, então para de rir. É uma mensagem do Gibby, — ela avisou, dando um tapa em seu braço para que ele parasse de rir – que horas a gente vai sair pra fazer o vídeo de ecologia?
Freddie gargalhou se lembrando do quer era o vídeo e a puxou para mais um beijo
– Temos que fazer isso hoje? – ele separou-se o suficiente para falar, mas perto ainda para um roçar de lábios. – Que tal não? A gente fica só aqui... aproveitando... – ele começou a roçar os lábios na pele da loira enquanto falava – O que você acha? – ele sugou o pedaço abaixo da mandíbula dela. Ao perceber o que ele fazia, ela se levantou bruscamente e o olhou com uma raiva fingida.
–Eu acho que se você me deixar mais roxa do que eu já to, nós teremos um sério problema quando eu vestir minha fantasia de abelha.
Ele se levantou da poltrona também e foi calmamente até ela, a abraçando.
–Você tem razão. Nós teremos um problema – ele aproximou seus lábios dos dela – Mas nós já temos um problema – ele a beijou levemente, mas ela se afastou um pouco, sem sair do abraço.
–Calmo aí rapaz. O que ta acontecendo com você? – perguntou ela – Geralmente você é o responsável.
–Você tem noção do quanto eu sofri pra esse dia chegar? – ele riu de algo que passou em sua mente – Acredite: não tem. Então é claro que eu quero aproveitar meus momentos com minha namorada.
–O quê? Qual namorada? – ela saiu do abraço, cruzando os braços na frente do corpo, amassando os seios sem querer e fazendo-os parecer maior.
–Bem, sim... Quer dizer – ele pigarreou –, Sam, você quer ser minha namorada?
–Não. – ele se espantou. Ia começar tudo de novo?
Freddie suspirou e massageou as têmporas
–Posso saber por quê?
–Vamos um passo de cada vez. – ela sorria, simples – Eu aceito tudo isso que ta acontecendo, aceito que vamos namorar. Aceito mesmo.
–Então... –ele falou como se tentasse entender o que passava na mente da menina.
–Eu não gosto dessa palavra: namorado. Minha mãe só a usa uma vez por pessoa e é quando ela vai ser descartada. – Freddie riu da menina e segurou o rosto dela com as duas mãos enquanto depositava um beijo cálido nos lábios da moça.
–Tudo bem, pessoa que eu namoro, mas não é minha namorada. – ela riu. – Mas você tem razão, liga pra Dani e vê se ela tem um jeito de arrumar ... – ele apontou para os roxos do pescoço da loira.
–Se eu fizer isso, ela vai saber de tudo. –reclamou Sam indo para perto dele.
–Qual o problema? – Freddie revirou os olhos.
–Eu não quero toneladas de Seddies enchendo nossa paciência, querendo que a gente se beije pra eles tirarem fotos e...- ela enlaçou seu pescoço e roçou seus lábios nos dele. – Vamos ver se isso vai dar certo mesmo e depois a gente conta pros fãs.
–Hum... Do que você tá falando...? Você sabe que eu vou concordar com qualquer coisa que você fale, não é? –ele perguntou inebriado pela garota
–Yep – e ela o beijou.
–_-_-_-_-_-_-_-_-_-
Um ano antes:
Três horas da manhã Freddie se olhou no espelho enquanto jogava água fria no rosto. Ele era um adolescente hormonal e sempre tivera sonhos eróticos como qualquer outro adolescente. Jogou mais um pouco de água no rosto.
Mas ele não estava preparado para os sonhos que vinha tendo durante mais de um mês. Era sempre com a mesma pessoa, em lugares diferentes, situações diferentes, mas a mesma pessoa: Sam.
Ele tinha sonhado com Sam durante todo o mês. Ultimamente, ele nem precisava sonhar. Era só fechar os olhos por mais de cinco míseros minutos e pronto: a imagem da loira vinha com toda força à sua mente.
E não eram sonhos eróticos normais: eles tinham história. Uma grande história romântica antes de começar a... ação.
Ele estava com medo já. Tinha medo de dormir, tinha medo de piscar até. Ele não queria mais ver a loira que ele odiava com todas as suas forças. Não, ele queria viver em paz. Sem ter ninguém na cabeça.
Depois que ele admitira a si mesmo que o que tinha tido por Carly era amor sim, mas amor de irmão, sua vida tinha ficado tão melhor: sua mãe parara de implicar com suas amigas, ele ficou livre para ser um adolescente normal e sair por aí fazendo o que qualquer adolescente meio famoso fazia com suas fãs. (N/A: alguém entendeu o que tem por trás dessa frase?)
Tinha uma vida normal e gostava disso.
Desde que ele sentara com sua mãe e eles chegaram a um acordo que ele faria muito do que ela mandava, mas ela também tinha que entender que havia horas que ela passava dos limites; sua vida melhorara tanto.
Desde que...
Sua mente o presenteou com a imagem da loira em cima de seu corpo, o cavalgando e olhando para ele demonstrando mais amor do que ele poderia pedir alguma vez na sua vida.
Banho. Ele precisava de um banho urgente. E que sua mente parasse de perturbá-lo com imagens que nunca aconteceriam.
Despiu-se e deixou que a água gelada passasse por seu corpo, encostou ambas as mãos na parede esperando se acalmar. Ele não fechou os olhos, mas mesmo assim ele viu Sam num vestido curto preto, saltos altíssimos e uma taça de champanhe na mão direita o puxar pela gravata. Viu-se abraçar a garota enquanto fechava a porta do quarto que entraram com os pés.
Pôde-se escutar dizendo um “eu te amo” para a loira que sorriu e se aproximou de seu ouvido dando leves mordiscadas e sussurrando o mais rouco “eu te amo também” que alguém podia ouvir na vida.
Não precisou de sequer mudar a posição para que tivesse um orgasmo violento. Freddie encostou-se na parede, tentando encontrar forças nas pernas. Ali, tomando aquela ducha de água gelada em seu corpo quente, ele decidiu que queria viver aquilo algum dia. Daquela forma que sua mente o presenteava todo dia.
Encostou sua cabeça na parede, mordendo o lábio para reprimir um sorriso. Ele queria ouvir e ver tanto amor quanto ele tinha visto nos olhos da garota em sua visão. E se fosse Sam...
Se fosse Sam o que? Seria melhor? Ele deu um riso baixo descrente do seus próprios pensamentos.
Freddie sempre quisera alguém para viver junto durante a vida. Uma só. Não mais que isso. Nem menos que isso. Apenas uma para poder dar todo o amor apenas para ela e receber todo o amor dela de volta.
Ele era um rapaz romântico. Talvez por ter crescido perto de Sam e de sua mãe, achava que mulheres deveriam ser tratadas como um ser superior. Não todas, claro. A senhora Brigs deveria ser tratada de igual pra igual, mas o resto...
Principalmente Sam. Quando sua mãe comentara que a melhor amiga loira de sua vizinha tinha sido abusada ele não ligara o nome à pessoa. Até ver que ela tinha certo receio de toques masculinos de gente que não conhecia. Nem aperto de mão ela dava em desconhecidos. Claro que aquilo combinava com seu jeito de ser, mas fazia mais sentido quando se sabia da história dela.
Ele nunca sequer pensou em revidar as brincadeiras da loira por este motivo: ela tinha todo o direito de descontar nos homens o que os homens tinham feito nela.
Em sua mente, Sam era uma pérola dentro de uma ostra.
Dura por fora e extremamente macia e linda por dentro e... A quem ele queria enganar? Nem quando pensava que estava apaixonado por Carly ele pensou nela com tanto carinho e devoção!
Ele não pensava em Sam como uma amiga que tinha um passado triste e duro. Ele pensava em Sam como sua mulher, com um passado triste e duro e que tinha todo o direito de esquecer-se desse passado convivendo com ele.
Ele bateu sua cabeça na parede algumas vezes e não conseguiu evitar pensar o óbvio: ele tinha se apaixonado pelo demônio loiro que praticamente morava na casa da frente.
–_-_-_-_-_-_-_-_-_-
Tempo atual:
Gibby ainda estava abismado com o tapa que havia levado de Danielle. Não tinha entendido muito do que ocorrera.
Ela havia chegado ao hotel dizendo para eles almoçarem sozinhos porque tinha sido avisada pela irmã que Sam e Freddie já tinham almoçado. Chegaram a um restaurante italiano porque ele dissera que queria comer lasanha. Conversaram todo o tempo e ela tinha rido de todas as suas piadas.
Isso, para ele, era uma menina lhe dando bola.
Então, quando ele a puxara para um beijo quando já tinham chegado novamente ao hotel dele depois do almoço, ela lhe dera um tapa estalado que tinha realmente doído dizendo que não seria o step de ninguém entre outras barbaridades.
Depois disso, Gibby chegara à conclusão que aquela garota era doida.
Principalmente quando ela voltara até o hotel pedindo para ele descer de seu apartamento já que Sam tinha ligado para ela aparecer na pousada e que levasse o gordinho até lá.
Agora ambos estavam dentro do carro da garota indo em direção à pousada. Ele olhando para ela e ela olhando para a rua.
–Porque você me deu um tapa? – ele falou quebrando o silêncio.
–Porque você mereceu. – ela suspirou – Posso ser sua fã, mas ainda tenho respeito próprio.
–E o que uma coisa tem a ver com a outra? – ele perguntou
Ela o olhou, indignada. Não podia estar escutando aquilo, podia?
–Eu não sou uma qualquer pra você se agarrar quando você bem queira, Gibby.
–Eu achei que você quisesse isso! – ele se defendeu – Você chegou com toda aquela história de que a Sam e o Freddie já tinham almoçado e que a gente devia ir sozinhos...
–Porque era verdade! – ela exclamou indignada olhando para ele – Day me ligou dizendo que tinha ido com a Sam comprar comida. – ela explicou – Eu só queria economizar o tempo de ligar pra eles!
Eles estacionaram na pousada e saíram do carro. Dani ainda caminhava meio brava, carregando uma maleta prateada e Gibby seguia mais atrás ainda tentando entendê-la.
Não demoraram muito no caminho até o quarto e Dani batera três vezes na porta antes de Freddie abri-la
–A Sam tá no banheiro precisando de ajuda pra... – ele pigarreou, perceptivelmente prendendo um riso – se vestir. – Gibby viu a menina entrar no banheiro calada. E Freddie o observou por um tempo antes de falar – Você beijou a Dani, cara?
–Ah, menina maluca! Fica me dando mole e depois me bate! – Gibby reclamou enquanto entrava no quarto.
–É, eu vi a marca. – ele ficou um tempo em silêncio — E a Tasha? Desistiu dela foi?
–Me ligou hoje mais cedo dizendo que eu era isso e aquilo. Chega de Tasha, cara. Chega de Tasha pra mim. – ele ficou em silêncio enquanto analisava Freddie – E tu?
– O que tem eu? — ele perguntou.
–Você sozinho com a Sam esse tempo todo. Já contou pra ela que você gosta dela?
–Meio que sim. – ele sorriu maliciosamente fazendo Gibby abrir a boca incrédulo.
–Você demonstrou, seu filho da mãe! – Gibby riu alto, como se aquilo fosse a melhor piada — E aí? O que aconteceu depois? –perguntou indo sentar na poltrona e Freddie sentou na cama rindo.
–Tá vendo algum machucado? – ele perguntou rindo e apontando seu próprio rosto.
Gibby se levantou indo até o outro para dar um abraço nele.
–Parabéns, cara. Eu sei o quanto você sofreu pra poder contar pra ela e que ela te aceitasse.
–Valeu à pena – ele disse rindo de pura felicidade –, todas aquelas bengaladas da vovó, todo aquele maltrato da Sam... Cara valeu à pena demais.
–É, eu sei que você passaria por tudo de novo. Mas e ela? Tá feliz?
–Parece que sim, cara. Ela pelo menos estava até a hora de entrar no banheiro ... antes de reclamar que... – ele pigarreou — a saia da fantasia não estava querendo entrar.
Gibby começou a rir lembrando-se do que teriam que fazer depois
–Dessa vez vocês capricharam na ideia. Fazer um vídeo com a Sam vestida de abelha perguntando se as pessoas se elas já foram plantar batata ou catar coquinho.
– Sam quem inventou isso. – ele disse – Na verdade... – Freddie se levantou e pegou algo em sua mala. – Isso é pra você.
Gibby abriu o saco, desconfiado.
–Vocês não querem que eu vista isso. – Freddie assentiu – Ah, mas eu não vou...
–Cara, qual é?
–Isso é uma tanga! – ele reclamou. –Não vou sair de tanguinha na rua! Já é demais!
–Mas então, como você vai perguntar sobre o reino animal se você não se vestir de Tarzan?
–Eu posso me vestir de urso ou sei lá. Isso aqui eu não uso mesmo. – reclamou Gibby pegando um celular para achar um lugar que vendia fantasias. Freddie riu e foi até a porta do banheiro dando alguns toques.
–Sam? Dani? Conseguiram? – perguntou Freddie – Posso entrar?
Dani abriu uma fresta da porta, olhando desconfiada logo abrindo espaço para o garoto e Freddie entrou.
–Nossa, você é boa. – ele disse olhando para o pescoço de Sam que parecia normal, sem nenhum roxo
–Você também fez um bom trabalho – ela disse maliciosa e os outros dois rolaram os olhos.
–Eu só passei pra avisar que eu vou sair com Gibby para alugar outra fantasia. Ele não gostou muito da que a gente trouxe.
Sam gargalhou alto.
–Ah, porque não? Aquela ia fazer tanto sucesso!
–Eu disse isso pra ele, mas ele não gostou do mesmo jeito. – Freddie virou-se para a morena – Hum... desculpe o Gibby, as vezes ele é meio...
–Sem noção? – ela completou por Freddie, completamente raivosa – Ah, isso ele é mesmo!
–Muitas meninas gostariam de estar no seu lugar – ponderou Sam.
–E muitas mais gostariam de estar no seu – retrucou Dani
–Bem, mas não estão – Sam puxou Freddie para mais perto de si, fazendo o moreno rir do ciúmes da loira – Sem contar que eu não estou reclamando, estou?
Dani cruzou os braços emburrada.
–Deixa a Dani, Sam. – disse Freddie – Daqui a pouco a Carly chega e ela começa a ter concorrência... – o moreno piscou pra loira que gargalhou lembrando-se do que tinha já tinha acontecido entre os amigos.
–Gibby e Carly? – perguntou Dani com os olhos arregalados.
–É. Não conta pra ninguém ou a gente te processa – ameaçou Sam com o tom sério, mas um sorriso no rosto.
–Não, tranquilo. Vou ficar quieta. Mas Gibby e Carly? – perguntou novamente com um tom de descrença.
–E ela diz que – ela diminuiu o tom de voz, como se contasse o maior segredo de estado – ele é bom nas...- ela chacoalhou as mãos e adiquiriu um tom malicioso — você sabe, nas coisas...
–SAM! – ralhou Freddie – eu não precisava ouvir isso!
–Você que entrou no meio da conversa de duas garotas, nerd. Não quer ouvir esse tipo de coisa... a porta tá bem ali.
Ele se aproximou dela e roubou-lhe um selinho
–Nerd!
–Ela já sabe mesmo –Freddie deu de ombros – To saindo com o Gibby – ele disse indo em direção à porta sem se importar com a garota corada. – Você vai ligar pra Carly?
–Vou, mas só vou falar sobre a gente pra ela à noite quando você tiver do lado e escutando os gritos que ela der em seu surto.
–Ok, ok. – Freddie abriu a porta – Beijos meninas. – ele saiu do banheiro vendo Gibby de pé já perto da porta — Vamos?
–_-_-_-_-_-_-_-_-_-
Um ano antes:
–Mãe. O filme acabou? Posso falar com vocês? – pediu Freddie quando entrou na sala e viu sua mãe ao lado de seu namorado ambos olhando para a TV.
–Claro, Fredinho, senta. – disse a mulher e o namorado dela desligou a TV. – estávamos vendo um documentário sobre pinguins.
–É bem engraçado, você deveria ver depois – disse o homem vendo o garoto tremer um pouco antes de sentar no outro sofá – você está bem?
–Sim... – Freddie nada mais disse, apenas espremia as mãos no meio das pernas e seu rosto estava meio corado.
–Fredinho, você tá bem? Tá com febre? – a mulher pareceu querer se levantar, mas o homem ao seu lado segurou seu braço – O que foi? – ela perguntou ao namorado
–Acho que eu sei sobre o que ele quer falar. – o homem riu baixo. – Fique tranquila, não é nada demais.
–Freddie?
O menino suspirou
–John, eu preciso da sua ajuda. – ele começou.
–Peraí. Pra que você precisa da ajuda dele? Freddie, eu não sei no que você anda se metendo com a Sam, mas eu acho melhor...
–Eu não ando metendo... — ele se freiou pensando no duplo sentido que a frase teria — Eu não ando fazendo nada com a Sam. – ele disse olhando para eles pela primeira vez – Eu gosto dela. Pronto falei. – ele bufou.
–VOCÊ O QUÊ? – perguntou Marizza gritando
–Eu gosto da Sam – ele repetiu – Eu estou dizendo isso porque eu queria a ajuda de vocês para conquistá-la.
A mãe dele entrou em choque. John não sabia se olhava para a mulher ou para o garoto. Então apenas riu da situação.
–Minha vó já tinha te dito que isso ia acontecer mais ou menos dia – ele lembrou a mulher. – Você não achou que ela tivesse brincando, achou?
–VOCÊ NÃO VAI GOSTAR DESSA MENINA. EU PROIBO! – gritou Marizza.
–Claro, porque é só apertar um botão e isso se resolve. – Freddie revirou os olhos quanto ao comentário da mãe.
–Mas, Fredinho... – ela recomeçou num tom mais calmo
–Eu achei que a senhora quisesse que eu fosse feliz – ele disse. E John mordeu o lábio se impedindo de rir da cara de pau do enteado. – É realmente difícil ser feliz sem ela. Sem que ela seja feliz junto comigo – O tom de voz do menino parecia tão sincero que espantou o homem – É doloroso... fisicamente doloroso pensar que ela vai sequer ficar triste.
Se aquele menino estivesse falando sério...
Marizza suspirou. Porque aquela menina tão quebrada? Porque ele a escolhera? Tinha gente tão melhor...
–Você sabe pelo que ela passou? – perguntou a mulher
–Um pouco. – ele disse balançando a cabeça ainda olhando para o lado
–E você sabe que eu não vou permitir que você a use de forma alguma, não sabe?
Freddie olhou espantado para a mãe.
–Não pretendo nunca fazer isso, mãe. Não com a Sam. Nunca.
–Eu não sei se a vovó tá certa ou não. – ela disse olhando para John – ele também é seu filho, o que você acha?
John sorriu meio de lado com a afirmação da mulher, e lhe roubou um beijo sorrindo. Freddie era seu filho...
–Freddie, ambos sabemos que você não é meu filho de sangue realmente, mas desde que conheci sua mãe eu te trato como um e vejo que você me vê como um pai. Mas minha opinião importa pra você?
–Claro que sim. – o menino assentiu freneticamente e tão rápido que o outro riu.
–Eu acho que você deveria esperar e realmente ver se ela é a mulher da sua vida. Sam é muito quebrada pra se entregar a um relacionamento que não dê certo. – o menino ficou meio triste. John sabia como jovens costumavam querer tudo no tempo deles – Se afaste desse sentimento, fique longe dele por uns tempos. Deixe ela te tratar como ela bem entender, mas a trate apenas com todo o carinho e amor que você acha que ela merece. Se depois de você fizer tudo isso e só receber maltratos de volta e ainda assim continuar gostando dela, eu vou ser o primeiro a te dar o passo-a-passo para te ajudar a conquistá-la. – ele se virou para Marizza – o que você acha disso?
–Eu não gostaria de ver meu filhinho ser machucado por ela. – a mulher suspirou –, mas concordo com o que você diz.
Freddie sorriu feliz e se levantou, colocando-se entre a mãe e o namorado dela no outro sofá forçou para que eles se separassem e sentou-se ali dando um abraço em ambos.
–Tá confortável aí? – reclamou John.
–Amo vocês. – foi o que ele respondeu sorrindo – Põe o documentário aí.
–_-_-_-_-_-_-_-_-_-
Mês passado:
Gibby ainda tentava entender porque Sam tinha acabado de expulsar o convidado de Carly e Cris da casa da amiga.
Claro que ela pareceu meio amável quando fez isso, mas ele a conhecia melhor que aquilo que ela aparentava. Ali tinha mais coisa...
–Eu liguei pra sua mãe – disse Sam olhando para ele. – Ela disse que não tem problema me levar em casa.
–Você não ia dormir aqui?
–Ia. Mas tenho que ir embora. – a loira virou-se para o moreno que estava quase deitado no apartamento da amiga. –Tenho que falar com você.
Depois que eles jogaram Sete minutos no paraíso, nenhum deles estava em seu estado são. Mas Carly e o próprio Gibby pareciam ser os piores. Freddie apenas andava de um lado para o outro como se fosse um zumbi, de tão sonolento que o garoto estava e Sam ria de coisas bobas. Carly estava em seu quarto, fazendo alguma coisa.
Mas, mesmo estando alterado por causa da bebida, Gibby sabia que algo estava acontecendo pelas suas costas.
–Fala – Freddie resmungou sem se mover
–A sós. – a frase dela pareceu ser um choque para Freddie, porque ele se pôs de pé no instante seguinte.
–Onde? Minha casa ta livre. Minha mãe ta... –ele pigarreou rindo de algo (N/A: alguém notou o que tem por trás disso?) – trabalhando.
–Pode ser. – a loira se virou para o outro garoto – Gibby, quando sua mãe chegar, me avisa.
–Ok. – ele assentiu e viu os dois saírem. Quando ele ia sentar no sofá para ver TV, Carly o chamou de lá de cima e ele subiu para atendê-la.
Quando abriu a porta da garota, nem sequer teve tempo de pensar o que estava acontecendo. Carly pulou nele e o beijou de forma arrebatadora. Sem pensar muito no que estava fazendo, ele a levantou e ela cruzou as pernas em volta de suas costas colando os quadris.
Ele caminhou até a cama dela e a deitou ali.
–Carly? – ele perguntou rompendo o beijo. –O que você ta fazendo?
–Eu não gosto de ficar na vontade – ele começou a beijar o pescoço do rapaz – E você me deixou na vontade lá no banheiro.
Ele só tinham se beijado de leve...
–Te deixei na vontade? – ela desceu as mãos até as costas do rapaz e com um pouco de dificuldade tirou a camisa dele. – A gente mal se beijou...
Ela parou de beijar ele e o olhou séria.
– Você está falando sério? – ela perguntou e movimentou seu quadril, roçando seu sexo sobre o dele, até que ele ficasse excitado – Você ta com vontade agora? –Ele gemeu rouco.
–A Tasha...
–Até onde eu sei, hoje, você está livre e desimpedido – disse Carly. Gibby riu de lado, meio malicioso. Tirando a blusa da garota que riu, sabendo onde aquilo ia terminar. – Que bom que concorda comigo.
Ele a beijou, enquanto fazia suas mãos percorrerem todo o corpo da garota. Ela fez o mesmo, mas enfiou suas mãos embaixo da cueca do rapaz e com alguns movimentos tanto a cueca dele quanto o calção que usava já estava no chão.
–Eu estou nu... –ele disse roçando os lábios na pele dela, traçando um caminho até seu seio, o tirando enquanto isso – Você não. Como vamos resolver isso? – ele abocanhou um de seus seios, enquanto suas mãos iam até a calcinha dela, a tirando.
–Minha saia... –ela ofegou – Tira...
–Não, eu quero assim. Do jeito que você ta. Me excita. –ele começou a trilhar o caminho até seu sexo. –Já está molhada? – ele passou um dedo pela sexualidade dela – Eu ainda nem fiz nada...
Ela inverteu as posições e ficou em cima.
–É ta demorando muito mesmo... –ela reclamou sentando em cima da barriga dele e apoiando seus braços na cama, deslizou pelo corpo dele, fazendo a borda da sua saia roçar a pele do rapaz e deixando um rastro de seu liquido. Quando sentiu o membro do rapaz encostar em seu sexo, rebolou em cima, apenas para excitá-lo ainda mais. –Minha vez de te torturar...
Ela continuou escorregando até que viu de perto o membro dele. Lambeu vagarosamente a virilha, subiu chegando ao saco e logo foi a cima e acima até chegar na cabeça escura e grande do membro do rapaz. Engoliu como se fosse uma profissional e começou o vai e vem característico enquanto olhava para o Gibby que se retorcia e gemia baixo.
–Você tem prática – ele afirmou entre gemidos.
–Sou sua vadia por hoje, aproveite – ela riu, parando de chupá-lo e voltando a distribuir beijos pela pele do rapaz. Que a pegou com força desnecessária e a jogou na cama, indo para cima dela, e se posicionando na entrada dela.
–E minha vadia quer que eu meta gostoso, é? –ele perguntou sussurrante em seu ouvido, enfiando apenas um pouquinho. – Não é?
–Uhum – ela gemeu, e o abraçou com as pernas, tentando pressioná-lo para baixo, sugou sua orelha e sussurrou –, bem gostoso. — Ele desceu e subiu vagarosamente, ela gemeu em seu ouvido e sugou a pele de seu pescoço. – Mais. — E ele foi mais rápido e mais forte, enquanto suas mãos acariciavam os seios dela com força e ela arranhava suas costas, ombros e o beijava de vez em quando. Mas quando ele deu um urro, ela voltou a falar. – Tira, você ta sem camisinha... Eu vou terminar o serviço...
Ele mal teve tempo de se sentar na cama antes dela recomeçar a chupá-lo. Não demorou muito e gozou, ela engoliu e levantou sua cabeça indo beijá-lo mostrando-o como era seu próprio gosto. Ele sorriu se separando. Eles se olharam por um tempo.
–Como fica depois disso?
–Como assim como fica? – ela perguntou sem entender – Você não gosta da Tasha? Então.. Você fica com ela, oras. — Carly se levantou indo em direção ao banheiro, enquanto se espreguiçava. – Vou banhar... – Ela virou sua cabeça para trás sorrindo maliciosamente.
E ele claramente aceitou o convite.
–_-_-_-_-_-_-_-_-_-
Tempo atual:
Depois que eles se aprontaram, Gibby vestido de urso, Sam de abelha e Freddie com sua roupa normal de nerd, eles foram até o carro e pediram desculpas para Dani, uma vez que ela ao poderia ir com eles.
–Alguém deve ter tirado foto do tapa que você deu no Gibby, se você não aparecer mais com a gente é mais provável eles esquecerem da história – comentou Freddie.
A garota foi embora, meio triste por ter sido dispensada, mas entendeu o ponto de vista deles. Afinal, ela não poderia aparecer em uma revista de forma escandalosa. Depois disso, os três foram silenciosamente pelas ruas de San Diego e Sam acabou escolhendo uma rua aleatória para fazerem as entrevistas.
O lugar escolhido era uma espécie de rua cheia de cafés, a rua era bonita e nos cafés tinham bastante gente. Perfeito para eles fazerem a entrevista.
Ali, fazendo o vídeo, Freddie e Sam não tiveram que fingir que brigavam. Aquilo era genuíno deles. Claro que eles se obrigaram a não ficar mais próximos que o comum, mas eles também não pararam com suas antigas manias como brigar e se bater.
Depois de cerca de duas horas de gravação, eles fizeram uma pausa para comerem em um dos cafés ali mesmo. Sam deu a idéia de irem até uma das praias de San Diego, uma que não fosse no hotel. Para passar um tempo com os fãs.
–Mas você não pode entrar no mar – disse Freddie olhando a loira ao seu lado.
–E eu também não tenho sunga aqui comigo – Gibby reclamou comendo wafer que tinha pedido. A a cabeça de sua fantasia estava na cadeira ao lado.
–Deve ter uma loja aqui perto que venda. –ela disse – Nós precisamos fazer isso ou os fãs Seddies falarão que estou passando tempo demais com o nerd no quarto e só saio para trabalhar.
–Mas você está fazendo isso – acusou Gibby
–Culpa deles que traumatizaram a gente! Eu fiquei presa num banheiro masculino do shopping até os seguranças chegarem!
–Sem contar que eles não vão falar disso sem malícia. – Disse Freddie, depois que bebera sua xícara de café – Concordo com a Sam, deveríamos ir.
–É... tão concordando com coisas de mais pro meu gosto. – reclamou Gibby.
– O nerd ta concordando comigo, não o contrário – defendeu-se Sam –ele sabe o que acontece quando ele não concorda comigo.
–Você deveria parar de bater nele e em mim.
Freddie gargalhou alto chamando um pouco de atenção do local.
–É, você deveria parar de bater no Gibby. – ele riu mais um pouco – Quanto a mim, eu não ligo.
–Não? – perguntou Gibby curioso
–Não, ela sabe que eu vou revidar... –ele pigarreou rindo – até ela ficar roxa.
–Freddie! – Sam reclamou envergonhada, dando um tapa forte no braço dele.
–Ok, eu não quero saber. Por favor, mantenham minha sanidade mental e não me contem.
–Uh, só pensa besteira esse menino – reclamou Sam – Vamos logo ou não vai dar tempo para irmos à praia antes de fazermos o vídeo à noite.
Após Freddie pagar a conta, eles seguiram para a loja que vendia roupas de banho e cada um escolheu uma juntamente com alguns acessórios que precisariam, quando saíram da loja, tiraram algumas fotos com os transeuntes locais e só então chegaram à praia.
Alugaram uma mesa perto de um quiosque e deixaram suas coisas ali, com o frisbee recém comprado, foram em direção ao meio da praia para jogar um pouco, menos de três minutos já havia um círculo ao redor deles de gente os fotografando.
Escutando o barulho de uma música, Sam parou de jogar e ficou tentando achar de onde ela vinha. Vendo que por causa dos poucos fãs presentes ela não conseguiria achar, ela pediu a Gibby para levantá-la em seus ombros. Assim que ela viu da onde a musica vinha, os três se dirigiram até lá.
Alguns fãs dispersaram, outros começaram a segui-los.
Quando chegaram da onde vinha o barulho, eles encontraram um grupo de rua dançando Turn up the music na calçada que dava para a praia. Assim que a música acabou, eles iam dispersar, mas Gibby os chamou.
–Hey, que tal a gente se juntar um pouco? –ele perguntou fazendo os outros olharem para ele. E Gibby olhou para Freddie que riu lembrando da musica que eles ensaiaram, mas nunca tinha ido para o ar, por que Carly não participava.
Freddie olhou para Sam, começando a cantar, sem acompanhamento nenhum:
Ayo me say day oh
Daylight come and we don't wanna go home
Ayo me say day oh
Daylight come and we don't wanna go home
Ela apenas riu e começou a fazer o rap da música, enquanto Gibby para o lado deles e eles começarem a dançar de forma igual. O grupo de rua acabou um olhando para o outro e quando Freddie e Gibby cantaram o refrão, todos começaram a dançar.
No final, tinha um monte de gente gravando eles cantarem e dançarem e a caixinha que o grupo de dança manteve no chão tinha lotado de notas e moedas.
Depois de dançar mais algumas outras músicas, junto com o grupo de dança, eles convidaram os ICarlies para beberem algo. Sam respirava ofegante quando aceitou.
Freddie olhou a loira e viu que a maquiagem de seu pescoço já tava saindo por causa do suor, retirou a blusa suada e passou em volta do pescoço da loira a puxando para si e calmamente sussurrou em seu ouvido
–Não tira, porque o roxo ta quase a aparecendo. – e então ele se virou para ir em direção às bolsas.
Ela ficou ali, parada, apenas olhando o garoto se afastar. Olhou para os lados, vendo todos os celulares apontados para eles e não teve outra reação a não ser:
–SEU FILHO DA... –ela não conseguiu terminar de gritar, Gibby tampara sua boca enquanto ria. O gordinho começou a arrastá-la pela cintura até o local onde Freddie estava.
O grupo de rua os seguiu rindo da interação deles.
Quando chegaram onde suas bolsas estavam, Sam foi solta por Gibby e viu Freddie tomar água de coco.
–Quer? – ele perguntou oferecendo o coco para a garota que ainda estava indignada com o que ele fizera
–SEU IMBECIL! Você quer transformar minha vida num inferno? – ela perguntou.
–Exatamente. – ele tomou mais um pouco do coco, e a calma dele a irritou.
Ela sentou ao lado dele de forma raivosa.
–Você sabe que vai ter volta.
–Sim, mas você sabe que eu já te algemei com o Gibby uma vez e fazer isso de novo não é difícil pra mim.
–Cara, ela tudo bem, mas você quer transformar minha vida num inferno também? –ele reclamou, já sentado olhando para o grupo que pegava uma mesa para colocar ao lado deles.
–Vocês são assim no dia a dia? – um deles perguntou
–Sim. Porque não seriamos? – disse Gibby
–Não sei... Mas é estranho... vocês não parecem fazer as coisas por quererem fama.
–A gente não quer –disse Sam levantando a mão, chamando o garçom que logo veio –Me trás uma água de coco também. –Gibby mostrou o grupo – trás uma água de coco para todo mundo aqui, na verdade.
O sol já estava descendo fazendo uma bela paisagem quando o garçom voltou com os cocos. E Freddie não pôde deixar de olhar para a silhueta de Sam contra o sol. Que agora era sua namorada.
E sua namorada era linda. Sorriu involuntariamente.
–Vocês namoram. – disse um dos rapazes dançarinos.
Sam olhou para ele.
–Lógico que não.
–Não foi uma pergunta. – o rapaz riu – Se vocês querem fingir que não o primeiro passo é não ficar se olhando igual dois bestas apaixonados
–Eu não fico olhando ele assim! – reclamou Sam.
–Não, sou eu quem fico... – Gibby revirou os olhos.
Freddie ouviu seu telefone tocar e se levantou para atender, mas antes de dar um passo sequer, ele sentiu a mão de Sam no seu pulso.
–Eu não sei quem é. – ela o soltou e ele se afastou. – Alô?
–Freddie? Aqui é o David. O cara da rádio, irmão da Dani e da Day...
–Eu sei quem você é – Freddie disse rindo, o sol já estava quase se pondo.
–Eu to ligando para avisar que vocês devem vir aqui pra casa o mais rápido possível. O computador da minha irmã foi roubado.
E Freddie não teve tempo para falar mais nada antes do sol terminar de se por.
Notas finais
O comp foi roubado. U.U Quem tá mais encrencado? A Day ou os ICarlies?
Cap cheio de revelação minha gente! A mãe do Freddie tem um namorado que, pra quem não entendeu é um dos membros da família Socko. E o Gibby não é lá dos mais santos. Carly também não. E o Freddie antes de ser apaixonado pela Sam também não era muito santinho...
Hahaha
Gostaram do cap? Não teve muito Seddie, mas né...
Próximo cap: IBenson's Project. E tudo o que o Freddie passou para conseguir o passo a passo pra conquistar a Sam e a volta da vovó Socko!
Beijos da Yo Mismo
Fale com o autor