ISan Diego
15 ISettled
Notas iniciais
YEY!!! Eu demorei. Eu sei. Quem me acompanha no hanashi sabe que eu tive alguns probleminhas desde emocionais e corriqueiros até ter uma ideia imbecil que me fez chorar sangue. É, da forma literal.
Enfim, ninguém quer saber disso... Vamos aos agradecimentos: SUPERTHANKS À Juhforever que me recomendou. Brigada, fofa. Esse cap só não vai ser dedicado a você porque eu não gostei dele. u.u
Aliás, esse cap não vai ser dedicado a ninguém porque eu realmente não gostei do cap.
Tentem aproveitá-lo (tomem isso como um desafio. u.u)
Ah, esse cap não foi nada revisado, desculpem
–E então? O que vamos fazer agora? – perguntou Carly quando já estava na metade do caminho de volta pra San Diego
–A gente vai deixar suas malas no hotel e depois vamos pro nosso hotel pra arrumar as coisas pra fazer um churrasco com o Big Bang – respondeu Sam, enquanto procurava uma musica pra tocar no carro.
–Peraí, eu não vou ficar no mesmo hotel que você? – Carly perguntou
–Achei que você quisesse ficar com o Gibby, Carly – respondeu a loira
–Eu não vou dormir com o Gibby – reclamou Carly – Está me abandonando, amiga? É isso? Agora você prefere dormir com o Freddie do que dormir comigo? –Carly fez uma cara de choro – Fui abandonada pela minha melhor amiga! – Os meninos riam da interação de ambas.
–Não, Carly... Eu só achei que... Ah, você sabe que eu sou a favor de Cibby! – Gibby parou de rir e Freddie gargalhou – Para de rir, Freddie. E me ajuda aqui!
– Não, você sabe se virar sozinha
– Eu achei que você só fosse a favor de Cibby pro Freddie ficar livre da “paixão” que tinha em mim – reclamou a morena.
–Era. Até eu ver que o Gibby foi o único que... – Ela não conseguiu falar mais nada porque Carly tinha tapado a boca dela.
–SAM! – ralhou a morena – Para de lamber minha mão! –Ela soltou a loira – Não era pra ninguém saber disso!
Freddie mantinha o sorriso no rosto e Sam gargalhava alto.
– Eu concordo com eles, Carly – disse Gibby – Eu não vou dormir no mesmo quarto que Freddie. Se a gente separar o casalzinho ele vai ficar insuportável!
–Eu até trocava ela por você, mas você não é tão bonito quanto a Sam. –Riu Freddie
–Ui, estou me sentindo rejeitado – ele alisou o braço de Freddie e fez uma voz fina– Eu também sou gostoso, ok? – Freddie riu.
–Vamos parar com a viadagem... Porque eu tenho ciúmes, ok? Não reparto meu homem com ninguém, muito menos com uma baranga feito você – Sam deu um tapa leve na perna de Gibby entrando na brincadeira.
–Só tem louco nesse carro! – reclamou Carly enquanto os outros três gargalhavam – Gente, eu realmente vou ter que dormir no Gibby?
–Amor, você não vai dormir – ele disse, com um sorriso galante e um olhar brincalhão, colocando a mão no joelho desnudo dela e o massageando.
–A noite vai ser proveitosa pra eles, Freddie – riu Sam. Carly estava da cor de um pimentão, o que causou mais risos.
– E pra gente não? – perguntou Freddie, olhando pra Sam de rabo de olho.
–Claro que sim, você esperava outra coisa? – Ela fez um olhar sexy e colocou a mão no joelho dele e apertou levemente. Logo dando uma gargalhada indicando que ainda estava brincando.
–Vamos parar com a putaria nesse carro – reclamou Gibby – Meus lindos olhos verdes, inocentes e virgens não precisam ver isso.
–Ah, tadinho dele – Carly bagunçou o cabelo dele – é uma criança de três aninhos de idade... Quer colinho, quer?
–Eu quero a mamãe. – ele deitou a cabeça no colo da garota.
Sam olhou pra trás e viu a posição que os amigos estavam
–Freddie, a gente não pode ficar de putaria, mas eles já começaram uma putaria incestuosa ali atrás. – Só foi Sam dizer aquilo que Carly pareceu ficar incomodada com a cabeça de Gibby
–Tira essa cabeça daí – Ela tentou levantar a cabeça dele, mas ele fez força pra cabeça permanecer no colo da morena
–Qual é, Carly, não tem nada aí que eu não tenha visto... ou lambido... – Carly achou que seu corpo estava quase ficando sem sua alma, de tanta vergonha.
–Obrigado pela imagem mental – reclamou Sam.
–É, obrigado aí pela imagem mental – riu Freddie, logo recebendo um tapa da loira.
–De nada, cara. Só não fica excitado porque eu não quero fazer o mesmo com você.
Carly estava quase chorando no seu lugar. Porque seus amigos a faziam passar tanta vergonha? Era um complô? Seus amigos não gostavam dela?
–Relaxa, Carly, já chegamos – avisou Sam saindo do carro e se espreguiçando.
–Vocês sabem que se eu realmente ficar aqui, nós vamos atestar que vocês dois estão namorando, não é?
Todos, que já estavam fora do carro, ficaram sérios. Eles não tinham pensado naquilo.
–Por mim... – disse Freddie
–Acho que é cedo demais. Se não der certo os fãs... – começou Sam, que foi interrompida pelo gordinho
–Isso não tem como acontecer, Sam. Vocês VÃO dar certo.
Freddie suspirou. Devia fazer o que sua avó mandou ou devia fazer o que queria naquele momento?
– A Carly fica nesse hotel – ele decidiu
–Mas eu... – Sam foi interrompida pelo namorado
–A Carly fica e ponto final. Eu não vou deixar os fãs atrapalharem o nosso relacionamento. – Sam abriu a boca pra reclamar – Se isso acontecer no começo significa que vai acontecer pra sempre.
–Argh! –reclamou Carly, mas viu que o moreno estava certo – Eu vou ver se tem um quarto vazio aí. Tragam minhas malas – a menina começou a caminhar pro hotel.
–Gibby, leva as malas pra dentro – mandou Sam e esperou o menino começar a caminhar com as malas em direção ao hotel pra continuar a falar – Você vai mesmo ir contra minha decisão?
–Não. Me dê um bom motivo pra eu ir a favor dela e eu saio do nosso quarto.
–O bom motivo é que fui eu quem decidiu!
– Eu não sou seu servo pra fazer tudo que você quer Sam e eu não quero ficar longe de você.
–Não é meu servo? A lenda diz o contrario!
–Agora você lembra dela. Bem oportunista isso, não é?
–Olha lá como você fala comigo!
Freddie suspirou tentando se acalmar
–Eu estou errado por querer ficar junto da minha namorada? – ele perguntou – É tão legal dormir abraçado com você e... Eu sou errado por não querer isso acabe antes da gente chegar a Seattle?
–Não. Você está errado por discordar de mim... – ela parou de falar quando sentiu o celular vibrar, ela atendeu ainda irritada – Que foi?
–Eu vou ficar aqui mesmo. Tem um quarto sobrando. –disse Carly – Agora pare de brigar com Freddie por causa disso e vão embora. Gibby disse que vai me ajudar a arrumar as coisas e daqui a pouco nós vamos pra lá. Ele sabe onde é e nós vamos a pé.
–Ok. –Ela desligou o celular e entrou no carro – Carly mandou a gente ir pro hotel arrumar as coisas do churrasco.
Ele entrou no carro e seguiu em direção ao apartamento deles. Freddie parou no mesmo mercado do dia anterior. As compras foram feitas em silêncio. Compraram carne moída, carne de todos os tipos, salsichas, pão, temperos de diversos tipos, molho barbecue e refrigerantes. Freddie também tinha comprado alguns vegetais para assá-los na churrasqueira.
Quando chegaram ao hotel, ambos ainda em silêncio, colocaram as coisas em cima de uma mesa de madeira rústica que tinha na praia. Sam retirou as coisas das sacolas enquanto Freddie entrou na pousada para pegar as coisas que precisariam, como a churrasqueira e vasilhas.
Quinze minutos mais tarde, Sam já estava colocando os grossos pedaços de bifes pra assar, enquanto Freddie preparava os hambúrgueres caseiros.
–Isso está errado – ela repreendeu olhando o menino – Não pode colocar isso aí. E a cebola tem que estar menor. — Ele não respondeu, apenas fez o que ela disse. – Você vai colocar pimenta?
Ele parou de cortar a cebola e pegou o pote de molho de pimenta. Ela segurou a mão dele impedindo ele de continuar.
–Eu ia colocar...
–Qual seu problema, nerd?
–Meu problema é que você ta chateada comigo e eu nem sei o por quê!
–Eu não estou chateada com você. Só não gostei que você não seguiu o que eu falei.
–Eu já disse que eu não sou seu escravo pra fazer tudo que você manda – ele disse – E eu não acredito que você ta com essa cara de emburrada só por isso
–Eu não queria que a gente falasse pra todo mundo agora – ela desabafou depois de um tempo em silêncio
–A gente não vai falar, não abertamente. –ele suspirou – para com essa ideia que eu vou te abandonar, garota. Eu não vou.
Ela deu um sorriso triste. Realmente queria acreditar naquilo. Mas não podia. Lembrava-se bem do quanto tinha feito pela irmã e do que acontecera depois.
–A gente pode ao menos dizer que a Carly é que veio pra cá e você está dormindo no apartamento que ela alugou? – ela perguntou olhando pro chão– Eu não quero ficar mal falada.
Ele riu. Sabia que aquelas palavras era a forma de ela de pedir desculpas
–Pode ser. – ele sorriu e deu um selinho nela – Ainda bem que o Gibby tinha reservado essas coisas de churrasco pra gente – ele começou, trocando de assunto – Ou então a gente estaria ferrado.
–Sim. – ela riu, ela bateu na barriga – Nossa eu to morrendo de fome! Só comi aquelas frutas. Vou colocar algumas coisas rápidas pra assar, ou meu estomago vai sair pra pegar ele mesmo a comida.
–Põe pra mim também. — A loira enrolou uma fatia de bacon em cada salsicha e colocou pra assar – Isso ta com cara que vai ficar bom.
–Sim... – eles ficaram em silêncio por um tempo – Freddie... – ela chamou da churrasqueira ele olhou pra ela enquanto misturava os temperos na carne – Você cuida aqui? Eu vou entrar lá pra trocar de roupa, colocar um biquíni e...
–Você não pode, lembra os chupões?
–Isso vai ter volta, nerd. Isso vai ter muita volta. – ela reclamou colocando a mão na curva roxa do pescoço. – Ainda assim, eu vou colocar uma blusa mais leve que essa, ela é muito quente.
–Eu cuido, mas o que eu ganho de volta?
–Um churrasco não queimado – ela riu e seguiu em direção ao quarto.
Como Freddie não estava lá para atrapalhá-la com suas gracinhas e agarramentos, ela se vestiu de forma rápida. E decidiu que preferia a forma lenta de se vestir, podia demorar mais, mas com certeza era mais divertida.
Quando colocou a mão na maçaneta, a porta abriu e Freddie entrou no quarto.
–Carly e Gibby chegaram e estão cuidando de lá. – ele avisou enquanto se despia. Ela fechou a porta, permanecendo no quarto. – Já é quase 10. Daqui a pouco Big Bang chega. – ela assentiu. O celular do moreno, que estava no bolso da calça dele em cima da cama começou a tocar – Atende pra mim.
Ela foi até o aparelho e ficou séria no momento que viu quem chamava
–Melanie? Você conversa com minha irmã?
–Então ela é realmente sua irmã? –ele perguntou rindo, colocando a sunga – eu achava que era você me dando trote. Atende aí pra ver o que ela quer.
–O que vocês geralmente conversam?
–Nada em específico. Ela me pergunta como anda as coisas por aqui. – ele deu de ombros enquanto colocava uma regata branca – eu realmente achava que ela era você e fingia que acreditava que ela era outra pessoa.
Sam suspirou. A irmã sabia muito sobre ela então. O que Carly não contava, Freddie contava. Isso era mau. Muito mau.
– Não diz que eu estou aqui — Sam pediu, atendendo o celular e o colocando no viva-voz direto
–Alo? Alo?
–Oi, Mel – disse Freddie com um sorriso. – Fala
–Eu estava vasculhando a internet e vi uma notícia interessante, queria que você me negasse ela. Porque não pode ser verdade.
–Diga o que é e eu digo se é verdade ou não. – o garoto se aproximou mais da loira e do celular.
–Tem mais alguém aí? Parece que o celular está no viva-voz.
–O celular está no viva-voz, mas é porque eu to preguiça de ficar segurando. –Freddie revirou os olhos – O que era? Eu estou meio ocupado agora.
–Eu li que você e a Sam vão usar o almoço com o Big Bang pra oficializar o namoro de vocês.
–Isso é mentira. – ele riu – Só boato. Era só isso?
–Eu sabia que você não estava namorando minha irmã. Isso me deixa bem aliviada.
Sam fez um sinal de não com a mão.
–Porque te deixa aliviada? – perguntou Freddie olhando estranho pra Sam que passou o celular pra ele.
–Porque ela não serve pra você. Ela vai fazer de tudo por você até que você comece a contar com ela e quando você mais precisa, ela te abandona. – disse Melanie
Sam entregou seu celular ao moreno que pôde ler:
Desliga isso.
–Porque você está falando isso, Mel? – ele perguntou curioso. Sam pegou o celular dela de volta e digitou algo.
–Porque ela abandona as pessoas. É só isso que ela sabe fazer!
DESLIGA ISSO AGORA!
Ele leu no celular da loira.
–Ok, eu vou com certeza levar isso em consideração quando eu resolver oficializar meu namoro com a Sam.
–Você gosta dela? – ela perguntou, parecendo horrorizada
–Não. – eles ouviram um suspiro vindo do outro lado da linha – Amo. Agora eu realmente preciso ir...
–Freddie, você não está entendendo... Ela não é uma pessoa certa pra você
–Não? Ok. Anotado. Ficar longe de qualquer uma que tenha o gene Puckett.
–Não de mim...
–Por quê? O que te faz diferente dela? Vocês têm o mesmo gene. Se a Sam abandona as pessoas, você também faz isso. Ou eu tenho que te recordar que você abandonou Sam sozinha com a mãe doida dela e fugiu na primeira oportunidade que teve? – ele riu com deboche
–...
–Pelo menos faça sentido quando me ligar. – disse Freddie duro, mas deve ter pensado em algo porque ele riu – Tenho um compromisso agora. Adeus
Ele desligou o celular e olhou para a namorada sorrindo.
–Não precisava ter falado aquilo pra ela – disse Sam o abraçando pelo pescoço– Mas eu gostei que alguém falou. Ela não acredita quando sou eu que falo.
Ele riu.
– Eu não queria acreditar que você tinha uma irmã porque eu sempre achei sacanagem que ela tivesse te largado com sua mãe sozinha.
Sam sorriu. Ele podia tomar a decisão que bem entendesse, contra ou a favor da decisão dela.
Porque desde que ele não decidisse abandoná-la, ela estaria bem.
–Vamos? — ela perguntou se desvencilhando dele, mas ele a puxou de volta dando-lhe um beijo apaixonado.
– Agora sim podemos ir. – ele disse sorrindo.
Ele ia se afastar da loira, mas Sam o puxou de volta para mais um beijo. Mas esse beijo não foi calmo, nem apaixonante. Foi um beijo sensual.
Nem mesmo tinha se passado alguns segundos até que Freddie abraçasse a loira e a erguesse no ar, ela o abraçou puxando-o mais próximo a si.
– A gente... – eles se separam milimetricamente e ambos olharam de rabo de olho quem tinha aberto a porta
–Você é um homem morto se não fechar essa porta agora – o tom de Sam era tão sombrio que a loira pôde ver o gordinho se arrepiar.
–Vocês se comem depois. – disse Gibby dando de ombros – Agora a gente tem convidados que você marcou, Sam. – o gordinho entrou no quarto e cruzou os braços. – Porque eu tinha que vir? – ele reclamou baixinho.
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Ele olhou pro avô na cama e sorriu.
O pequeno fogo que se formara em seus sapatos tinha sido apagado rápidamente por uma enfermeira que agora estava olhando feio pra ele. Mas tudo bem, seu avô estava bem.
Seu avô estava bem. Suas irmãzinhas estavam bem. Sua família estava bem.
Como ele podia não sorrir com aquilo? Como ele podia se preocupar com qualquer outra coisa quando tudo estava bem?
Mesmo que tentassem fazer ele se preocupar, ele tinha em mente que se sua família estava bem, tudo estava bem.
Ele suspirou cansado. Cuidar da família dava trabalho às vezes. Mas valia a pena.
Correr até Yakima valeu a pena. Passar o tempo todo ao lado de Carly, valia à pena. Cuidar pra que Sam se sentisse sempre em casa valia à pena
Certamente, tudo que ele fizera valia à pena. E ele era incapaz de se arrepender por cuidar de sua família. Mesmo que ele se machucasse, mesmo que às vezes doesse, ele era capaz de qualquer coisa para ver o sorriso da sua família.
Cansava, mas valia à pena.
Ele balançou a cabeça querendo afastar as memórias que Sam tinha trazido à tona. Com um suspiro resignado, colocou todas essas memórias no lugar mais profundo de sua mente e fez questão de esquecer.
Ele olhou pro avô na cama e sorriu.
Sempre valia à pena.
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Alguns anos antes:
(aviso: isso aqui foi escrito a noite, quando eu tava bêbada de sono. E como eu precisava fazer isso ficar do mal, acabou virando um humor bem negro e sangrento. ENTÃO SE VOCÊ NÃO GOSTA, NÃO LEIA. Essa é a ultima parte, então se não quer ler, pare por aqui.)
Spencer olhara para as pessoas a sua frente. Aqueles dois homens tinham sido amarrados nus ao teto com braços e pernas separados para não terem chance nenhuma de fugir. Igual ao que eles tinham feito com Sam. Tinha apenas a diferença deles estarem amordaçados.
–O que você pensa em fazer com essas pessoas? – perguntou um homem
–Eu não sei. – Spencer foi sincero – Eu nunca estive presente em nada do gênero.
– Talvez o melhor seja dar eles pro Dexter. – sugeriu outro que riu da piada que tinha feito – Ele com certeza vai saber o que fazer.
– Pô, cara, o Dexter é apelar – falou o primeiro.
– Também acho que o Dexter é apelação... – Spencer disse coçando a cabeça, confuso – A Sra. Benson disse que era pra eu fazer algo com eles para que eles não voltassem a atrapalhar a vida da Sam, mas não disse o que era pra eu fazer – ele suspirou frustrado.
– Que tal uma tortura simples e depois fazer eles cavarem sua próprias covas? – perguntou o primeiro
– Eletrochoque – os olhos do segundo brilharam
– Não. – Spencer negou com a cabeça enquanto pensava – Acho que tem que eles devem provar o que fizeram com a Sam. Tem que ter algo com faca. Eles fizeram a Sam sangrar usando facas. E eles quase a estupraram.
– Ok, vamos estuprar eles com facas. – disse o primeiro como se falasse de tempo. Ele esfregou os olhos e bocejou alto – Eu ainda acho que seria melhor entregar eles ao Dexter.
–Não. Dexter é apelação demais. Eles não merecem isso. – disse o segundo e Spencer assentiu enfaticamente com a cabeça. – Se bem que a menina já se vingou. – ele riu enquanto olhava para o lugar que deveria ter um pênis inteiro.
–Não o suficiente. Bem, não vamos enrolar agora que já decidimos estuprá-los com facas.– disse o primeiro se alongando. – Ainda quero ver o futebol às quatro. – ele bocejou novamente
–Isso se você ficar acordado. – o outro riu, mas logo se virou pro Spencer – Senhor Spencer, agora que as ordens estão dadas nós vamos fazer o serviço. Quer ficar ou vai se retirar?
–Vou ficar. – Disse Spencer.
Os dois homens se aproximaram dos prisioneiros segurando facas incrivelmente afiadas e se posicionaram atrás deles.
–Senhor? –chamou o primeiro homem – Tem certeza que quer ficar? O chefe designou a gente porque somos conhecidos por sermos sádicos.
Spencer assentiu e não se moveu. Ele tinha que ser homem e se vingar como um homem faria se alguém desonrasse sua irmã.
Os dois homens sorriram o sorriso mais maléfico que Spencer tinha visto na vida.
–É bom que minha mão não fique cheia de merda – avisou um deles -, ou eu vou desobedecer Spencer e começar criar torturas por conta própria.
Os homens começaram a gemer em desespero e se mover querendo escapar daquele local. A mordaça não deixava eles fazerem nada além de gemer. Percebendo isso, assim que os torturadores deram a primeira facada nos ânus deles, eles ficaram tiraram a mordaça.
Assim que os primeiros gritos foram ouvidos, Spencer saiu do local indo direto ao banheiro vomitar. Com certeza ele não nascera para uma vida daquelas. Ele se olhou no espelho e viu que ainda tinha um pouco de sangue que respingara em sua camisa, achou melhor não se importar. Aquilo ia ser a prova que iria acalmar a Sra. Benson.
Notas finais
O cap hoje ta menor que o esperado pro meu padrão e ta uma bosta tbm.
Então sinta-se a vontade e me xingue nos reviews.
Beijinhos pra vocês.
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