ISan Diego
19 IRelatives
Notas iniciais
YOOOOOOOOOOOOO
Conhecem Reed Arwin? Não? Tudo bem... Ele é um autor contemporâneo incrível e exatamente por isso que ele não é conhecido. Ele escreve de forma elegante, com um humor negro quase imperceptível.
Lindo. Fim.
Porque eu to falando dele? Porque ele me inspirou a escrever novamente.
Demorei, eu sei. Tava sem internet, sem computador e sem criatividade.
Quanto às reviews, eu vou responder todas elas assim que for dando tempo, então as novas vão ser respondidas antes e as antigas conforme for dando. Não me matem por isso, ok?
Vocês esperavam por um cap com mais emoção. Mas esse vai ser importante...
Aproveitem o cap...
Pam olhou a página na internet descrente. Sua pequena filha realmente comprara aquelas coisas para poder fazer... Oh! Ela não podia deixar isso acontecer! Ela era tão nova e não estava preparada para essas coisas!
Ela não podia deixar seu anjinho fazer isso! Não tão cedo, nem com alguém desconhecido...
Suspirou e se lembrou da terapia. Ela tinha que amar a filha e não servir de tropeço pra ela. Não de novo.
Certo...O que uma boa mãe faria? Com uma pesquisa rápida pela internet ela traçou um plano e sorriu.
Iria apoiar a decisão dela e marcar um ginecologista. Depois iria comprar algumas calcinhas para ela apimentar a relação. Então, quando tivessem um relacionamento melhorzinho, iria exigir para conhecer o namorado da filha e serviria um belo jantar para eles.
Isso era o que uma boa mãe faria. Apoiaria qualquer coisa que trouxesse felicidade para a filha.
Sim, iria provar pra Samantha que ela estava virando uma boa mãe.
Suspirou embaçando a tela do computador. Desde que o tratamento começara, cada dia mais se sentia culpada por tudo o que fizera com filhas.
Não fora certo culpar as filhas por nada do que ela fazia, não tinha sido certo machucar as filhas, não tinha sido certo entregar as filhas para estupradores apenas para ver se elas ficavam tristes o suficiente para se matar.
Ah. Como ela tinha se arrependido de transformar a vida das filhas numa tristeza sem fim. Só porque não queria precisar sujar as próprias mãos.
Sentia-se interminantemente triste quando se lembrava de como colocou uma filha contra a outra quando percebeu que a união eram a força uma da outra. Fora incrivelmente fácil fazer ambas sentirem ciúmes de como Pam parecia tratar bem a outra filha.
Agora as duas se odiavam e a odiavam. Mas ela sabia que aquilo era culpa dela e somente dela.
Pam era culpada de tudo que acontecia na vida dela e das filhas. E Pam nunca se deu muito bem com a culpa, não... Pam nunca gostara de se sentir culpada por nada. Por isso colocara a culpa de tudo nas filhas.
Mas como ela era culpada. Como ela era culpada. Queria que as filhas a colocassem na frente de um juiz para poder dizer o quanto era culpada. Mas as filhas, as benevolentes filhas não fizeram isso. As amáveis filhas apenas tentaram suportar tudo.
Elas eram boas filhas. Ela que não era boa mãe.
Agora que sabia que as filhas não tinham culpa de nada, ela não podia fazer nada a não ser implorar para que fosse desculpada por ambas. E era por isso que ela estava se esforçando cada dia mais para deixá-las o mais feliz e confortável possível.
Ela sabia que ser desculpada por ambas seria quase impossível. Mas Pam só se dera conta do quanto seria difícil quando enfrentara Sam pela primeira vez para pedir desculpas.
A mais nova não acreditara em nenhuma de suas palavras e a mandara visitar os aposentos do capeta.
Ligou para Mel no dia seguinte e a outra fez algo parecido.
Insistiu em pedir desculpas. Insistiu e persistiu.
Quando Sam a proibiu de falar novamente com ela até que ela ficasse totalmente boa, ela aceitou feliz o castigo. Afinal, ainda tinha um jeito de concertar o passado.
Com Mel não fora diferente.
Aliás, as duas eram extremamente parecidas em alguns aspectos.
A primeira vez que voltara a falar com Sam fora poucos dias antes dessa viagem dela. Um simples oi para indicar que já não tinha recaídas.
Sam a ignorou da primeira vez. No dia seguinte ela respondeu com outro oi. E foi aí que Pam anunciou que arranjara um emprego e que estava namorando um cara diferente de todos os outros que já tinha ficado. Sam riu, concordou e perguntou se tinha presunto. Pam tinha quase certeza que o caro presunto boliviano que tinha na geladeira quase comprara completamente Sam.
Depois disso, ela ligara para Mel e perguntara se ela tinha gostado do presente que havia enviado. A bolsa da Louis Vitton não tinha sido barata, mas seu irmão dissera que Mel passava horas namorando a bolsa na internet. Mas ela queria mesmo era que a filha achasse a presilha de flor que tinha sido uma causa de grande discussão entre Melanie e Samantha.
Mel, ao atender o telefonema da mãe, a mandara novamente pastar e dissera que não seria comprada por uma bolsa.
Quando Sam fora viajar com sua mala completamente arrumada pela mãe e seu novo namorado, Pam recebera uma ligação do seu irmão dizendo que Mel não estava feliz com a bolsa, mas agora andava com uma flor no cabelo todo dia. A presilha de flor que ela mandara dentro da bolsa. O seu verdadeiro presente para a filha mais nova.
Ela sorriu com a lembrança.
Agora não era hora de se focar no passado. Não, precisava pensar em como agiria diante daquela noticia que sua filha não era mais mocinha. Talvez... Sim, talvez, e muito pouco provável, que Sam quisesse estar querendo alguém para conversar...
Entretanto... Será?
Talvez devesse usar aquilo para se ajuntar da filha. Isso! Nunca era uma hora ruim de tentar se dar bem com a filha.
Perguntou-se se iria ou não atrapalhar Sam se ligasse pra ela agora. Tentou a sorte.
–Alô, filha?
–O que foi? – Sam perguntou seca.
–Hum... – começou Pam incerta. Tinha que escolher as palavras certas — Eu liguei pra dizer que eu vou dar um jantar pro seu namorado quando vocês chegarem.
–Nós já temos um jantar pra ir no domingo com a família dele. – ela falou rispidamente rápida e Pam teve certeza que foi sem pensar.
–Rá! Então você realmente tem um namorado! – ela brincou, rindo – Bem que dizem que mães arrancam qualquer informação dos filhos!
Sam riu do outro lado da linha.Ela fez a filha rir? Assim com uma piada? Pam podia ficar mais feliz? Ainda tinha uma luz pequena brilhando no fim do túnel!
–Não conte a ninguém ou eu nunca mais falo com você. – ela ameaçou rindo. Mas a mais velha sabia que aquilo era de verdade.
–Eu não ia, fique tranquila. – Pam sorriu. – Eu apoio seu namoro, se ele te fizer feliz, mas eu vou marcar um ginecologista pra você ir.
–Não abuse da sorte, Pam. – ameaçou Sam.
–Não estou abusando, é só que eu não quero que você pegue nenhuma doença.- Pam suspirou audivelmente — Eu te machuquei demais, não quero que você passe por mais nada. Fim. E isso eu não vou abrir mão. – Sam bufou do outro lado da linha e Pam soube que era hora de mudar de assunto antes que a filha se fechasse novamente – É o Freddie que você está namorando, não é?
–Não interessa. – Ela se fechara. Não tinha mais volta por hoje.
–Bem, se não for, ele vai ficar muito triste. Ele te ama muito, você sabe. – ela tentou por último, sabendo que a filha iria logo desligar o telefone
–Ok, eu tenho que ir.
Pam desligou o telefone e sorriu. A conversa tinha sido pouca, mas o preço do presunto boliviano valia à pena se tivesse essa conversa de vez em quando com a filha.
Ou talvez...
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Alguns meses antes:
Aquele era o primeiro dia ali naquela escola diferente. Uma nova vida a esperava ali.
–Yey! – ela comemorou desanimada.
–Tudo bem pequena? – perguntou seu tio e mel assentiu.
Ela faria tudo ficar bem. Sem a ajuda de ninguém. E mostraria a sua irmã, não... Ela mostraria ao mundo que conseguia ficar bem sem a ajuda da irmã. Ela se mostraria forte e então Sam teria que se espelhar nela para um dia ficar bem também.
Não era mais ela se espelhando em Sam. Seria o contrario. A partir daquele momento ela teria tudo para si e deixaria a irmã com a parte ruim. Assim como Sam fizera com ela tirando sua vontade de morrer, tirando sua vontade de viver, tirando sua vontade de ser normal, de ter uma família normal...
De ter uma família...
Ela ainda não conseguia engolir o fato que sua mãe dera um presente para Sam. Não, ela não conseguia agüentar que a irmã ganhara o primeiro carinho da mãe. Não, ela não podia agüentar isso, ainda mais quando a irmã ficou tão revoltada com isso que abandonou Mel perto da mãe por uma semana.
Não...
Tudo bem que florzinhas não faziam muito o estilo da irmã. Mas isso não era motivo de Sam ficar com raiva da mãe e sair de casa. E mesmo que ela saísse de casa, isso não era motivo de deixar Mel lá para ser torturada.
E o pior era que Mel gostara da presilha de florzinha que sua mãe tinha dado a irmã. Tentou pegar a presilha para si e apanhou de Pam por isso.
Não podia. A presilha era da irmã. Da ingrata irmã. Da maldosa irmã. Da cruel irmã que a abandonava com sua mãe para ir se divertir com a amiga.
Mel se perguntou porque Sam salvara sua vida aquela vez se iria transformá-la em um inferno depois. Aquele inferno de semana. Aquele inferno de semana que fora raptada.
Suspirou e olhou novamente para a escola.
Era por isso que estava ali. Pra se vingar da irmã. Para mostrar a ela que conseguia viver sem ela. Pra mostrar à irmã que quem abandonava por último, abandonava melhor. E era por isso que ela não voltaria a viver naquele inferno junto às suas torturadoras.
Sim, porque Sam deixara de ser protetora no momento que ela a abandonou a própria sorte.
–Pirralha, cai fora daí! – gritou um garoto mais velho andando de skate – Eu to passando, droga! – ela pulou pro lado para evitar o choque com o garoto.
–Toma cuidado, imbecil. – gritou para o garoto que riu e mostrou o dedo do meio pra ela
– Imbecil é você – ele riu dela e olhou para trás a tempo de ver o rosto da menina se encher de lágrimas e ela prender o choro.
Os olhos da pequena loira se encheram de lágrima. Não ia chorar só por um menino que a chamara da mesma forma que os... Não ia chorar. Não ia chorar. Engole o choro.
O garoto, vomo olhava pra ela, não viu o galho no chão e o skate acabou se desequilibrando, fazendo-o cair. Mesmo assim ele continuou olhando para ela.
Aquela menina estava chorando por ser chamada de imbecil? Só por isso?
–Você deveria vir com um selo de “perigoso” – ela disse andando até ele, sem as lágrimas nos olhos.
–E você com um selo de “frágil” – ele disse se levantando. Ele não pode deixar de comparar aquela garota com sua irmã menor e riu. Parecia que tinha achado sua diversão do ano. – Não tem problema, que eu te deixo forte. Prepare-se pra viver o inferno!
O garoto pegou seu skate e continuou indo para dentro da escola.
Mel suspirou.
Ela já era acostumada ao inferno há muito tempo...
–_-_-_-_-_-_-_-_-_-
Tempo atual:
–Minha mãe quer marcar um ginecologista pra eu ir! – reclamou Sam enquanto se calçava
–Bem, ela está certa. Ela quer seu bem e mulher tem que ir sempre... – disse Freddie – Sua mãe está começando a se preocupar com você. Isso é bom.
–É? – ela perguntou descrente e suspirou em seguida — Eu sei que sim, mas não estou acostumada. – ela se levantou e olhou pra ele – Pronto? Vamos?
Ele sorriu e assentiu.
– Você vai querer chegar com o Gibby? – ele perguntou depois de um tempo, quando eles já estavam fora do hotel.
– Não, por quê?
–Porque você não quer anunciar a Deus e ao mundo sobre a gente.
Sam sorriu pra ele e deu de ombros.
–Quer saber? Comentem o que quiserem! Eu vou agir como sempre. Se eu começar a ficar noiada com isso, eu nunca vou ter paz!
Freddie abriu um sorriso pra loira e a puxou para um beijo no meio da rua.
–É assim que se fala. – ela empurrou o garoto
–É, pode ser. Isso não significa que quero ficar por aí dando mole pra alguém ganhar mil conto em cima de nós. – Freddie gargalhou e se afastou com as mãos pra cima como se estivesse rendido.
–Ok.
Não demoraram muito até chegar perto do prédio dos amigos. Sam já reclamava que o salto estava matando. Reclamou por pouco tempo, pois logo viram a gigante massa de fãs na frente do prédio com cartazes. Precisou de algumas ligações e de se esconder dos fãs enlouquecidos para que seguranças do hotel aparecessem e os levassem até os fundos do hotel.
Assim que entraram no elevador e que ela voltou a reclamar dos fãs e dos pés, ele murmurou no ouvido dela que quando voltassem ao quarto ele faria uma bela massagem nos pés dela.
–Você não cansa? – ela perguntou analisando o sorriso malicioso dele.
–Não — foi apenas o que ele respondera com um sorriso mais sacana ainda no rosto – Além você tem que aproveitar enquanto eu to jovem, quando a gente ficar velho, eu não vou ficar mais com tanta vontade assim.
Sam gargalhou enquanto batia na porta. Uma Carly completamente bem maquiada e de roupão abriu a porta.
–Sam, anda! – disse uma afobada Carly
–Sam, você está linda! – imitou Sam com deboche revirando os olhos
– Você está linda! Agora entra logo.
Sam entrou, mostrando o vestido azul para a amiga que sorriu gostando do modelo e correu até o banheiro pra se trocar.
–Uma rapidinha? – perguntou Sam com a sobrancelha erguida pra Gibby que deu de ombros.
– Hei! Cara! É a Carly! Nossa irmã! Seu incestuoso! – reclamou Freddie.
–Você tá pegando a Sam, e eu não que posso pegar a Carly? Por quê?
–Por quê? Seu cara de pau! Tenho que te lembrar das vezes que você me batia por simplesmente dizer que eu sonhava com a Sam? Eu devo bater em você agora?
– Deixa de ser chato. Já foi, você não pode mudar isso!
Freddie suspirou, massageou as têmporas e pensou em como faria pro amigo entender seu ponto de vista. Não era como se ele tivesse com ciúmes da Carly. Ele... só estava com medo.
–Você não está entendendo! Lembra da vez que o Sholofi ficou com a princesa de Asfro em batalha intergaláctica? – Gibby assentiu – O que aconteceu depois daquilo?
– A guerra desandou porque o tratado Asfro-Lobradi se desfez.
–Isso mesmo. Entendeu onde eu quero chegar?
–Dá pra vocês falarem minha língua? Ou vai continuar nesse nerdês aí? – reclamou Sam
– É mas o Asfro-Lobradi já estava se desfazendo, eles ficarem juntos só foi a gota dágua. A gente não tá se desfazendo. – se defendeu Gibby.
– Foi a gota dágua mesmo? – perguntou Freddie – você está se esquecendo de levar em consideração que tudo começou no dia que eles se encontraram na caverna de Kruzio?
– Não, tudo começou a desandar com a reunião da cúpula em Trafalgar. Foi lá que o arqueiro roxo começou a briga com o príncipe de Asfro! Eles ficarem juntos só foi a gota d’água. E mesmo que não tivesse sido, você deveria falar isso pra si mesmo. Lembra que você também tá com a Sam?
– Hei, hei, hei – reclamou Sam – Voltem a falar nerdês e não me ponham no meio do rolo. Além do mais, Freddie está no direito de ter ciúmes da Carly. Ela foi quem cuidou dele. E você morre de ciúmes de mim.
– Pare de defender seu namorado, Sam – reclamou Carly saindo do banheiro, pronta. -Eu vou falar como vai ser daqui em diante. – ela começou em seu tom mandão — Nós vamos à festa. E quando voltarmos, eu vou continuar aqui no quarto do Gibby.
–COMO É?- perguntou Freddie – Não vai não! Porque você não vai pro seu quarto?
–Porque aqui não tinha quarto. Na pousada que vocês estão também não tinha. Então eu fiquei aqui desde o começo. – explicou a morena num tom calmo enquanto se calçava
–Isso não te dá direito de tirar casquinha dela, Gibby – avisou Freddie.
–Então... o que daria? – Freddie não precisou ameaçar o garoto pois ambas as meninas pularam em cima do gordinho para bater nele.
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Ezra Socko estava feliz.
Algo raro, não... Raríssimo. Mas ela estava feliz.
Como não poderia ficar feliz ao ver que toda a tormenta estava indo embora?
Os irmãos Socko tinham prometido dar uma viajada pelo mundo para despistar a polícia, a maior parte da sua família continuava tranqüila, sua neta continuava grávida e dando surtos de desejos de cinco em cinco minutos, mas isso era o normal; Spencer estava mais calmo e voltara a ser o menino animado de sempre e Meião...
Ah... Seu primogênito neto. Ele continuava nessa felicidade sem tamanho de gente apaixonada.
Como o mundo era feliz, não é?
Não... O mundo não era feliz e ela teve certeza que tinha trocado o frasco de remédio de reumatismo pelo prozac.
Ah... Mas pra que chorar pelo que já tinha acontecido? Não... Sejamos todos felizes enquanto os elefantes rosa voavam e espalhavam purpurina pelo mundo.
Riu sozinha.
Ah... O belo mundo que construíra com suas forças...
Um mundo mais seguro pras pessoas boas e ricas, mais ou menos seguro pras boas e pobres e o inferno na terra pras pessoas ruins...
Ela era o gênio. O gênio por trás de Gerald, seu amado Gerald... Sim, fora dela a ideia de entrarem na legalidade. Dela não, sejamos francos. A ideia tinha vindo toda do instinto materno que ela tinha.
Não. Ela não gostava de saber que sua família corria riscos com a polícia. Era mais fácil ter a policia trabalhando para sua própria segurança que ficar o resto da vida contra eles.
Bocejou.
Ainda era muito cedo pra dormir. Iria pensar em algo que a mantivesse acordada... Como? No momento estava sem preocupações! Meião cuidava bem de tudo e...
Ah, ela tinha que planejar o casamento dele! Claro que Marizza aceitaria o pedido que ela tinha ensaiado com toda a família! Era o pedido perfeito!
Marizza não era alma gêmea de seu neto, mas tinha certeza que a mãe de Freddie faria seu netinho feliz então... Quem sabe não ganharia um bisneto de sangue por parte dele? A ideia fez Ezra sorrir ainda mais.
Freddie era o próximo a cuidar das coisas se dependesse de Jonh, mesmo ele não sendo do sangue, mas ela conhecia Freddie o suficiente para saber que ele não queria fazer parte daquele lado da família. Então era por isso que Marizza e John precisavam ter outro filho.
Jonathan... Serena... Audrey... Paul... Talvez Freddie quisesse opinar no nome do irmão e... Não... Ela escolheria. Seria bom se fosse uma menina também. Pra acabar com a história que as mulheres eram frágeis...
Ela pediu o computador e entrou na internet. Poderia escolher os detalhes do casamento depois. Agora era mais urgente escolher nomes e cores para o novo chegado da família.
Não... Seria a nova chegada...
Notas finais
É eu não sei o resto da música, mas é assim que estou me sentindo no momento: completamente insegura.
O que acharam?
AHHH se insegurança matasse, eu não tinha nem nascido... hehehe
Bem, vou deixar vocês comentarem o cap e não falarei nada sobre ele para não dar pista sobre as próximas coisas. A não ser que como sempre eu não coloquei tudo porque o cap tava enoooooorrrrmmmmeeee
Proximo Cap: A festa, o que acontece depois e um pouco da história da mel e mais amor fraternal e... Deixa eu ficar quieta.
Beijinhos
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