I want you...hungry.
6 Did she make your heart beat faster than I could?
Notas iniciais
Clara sentia que ia gozar, seu corpo se mexia no compasso dos lábios e língua de Marina, o clima era de pura sensualidade e definitivamente nunca havia vivido algo parecido. Seu corpo começou a perder o controle, ia sentindo pequenos espasmos invadindo-a, o estado era delirante. Quando achou que chegaria ao seu limite sentiu Marina diminuir o ritmo, o corpo afrouxou e os olhos se abriram e no mesmo momento se questionou do porque estavam fechados, viu a cena mais erótica e linda de sua vida.
Marina estava de quatro no meio de suas pernas apoiada por um dos cotovelos, o outro braço estava esticado e segurava com firmeza um dos seus pequenos seios de forma provocativa, como se o exibisse para a dona. A morena subiu o corpo e se apoiou nos cotovelos admirando a cena, olhou para o seio exibido e sentiu um choque de excitação percorrer seu corpo, aquilo era extremamente provocante, em seguida encarou Marina que a olhava, os cabelos da fotógrafa estavam para um lado, mas mesmo assim caiam um pouco sobre seu rosto, o olhar era fatalmente ébrio, estava tomado por desejo, como se ela saboreasse a fruta mais deliciosa que poderia achar, o rosto tinha caminhos que brilhavam, era o líquido da morena com o qual ela fazia questão de se ungir. Parecia sentir fome, pois não deixou seu sexo nem por um momento.
Clara se perdeu naquele olhar, ele a sugava. Quando achou que não aguentaria mais se sentiu preenchida por Marina que desceu a outra mão e a colocou por baixo de uma das nádegas da morena apoiando o outro cotovelo e mudando seu ponto de apoio.
Marina sentia seus dois dedos deslizarem com facilidade para dentro de Clara, o caminho era lúbrico e macio, sentia o sexo da morena aperta-se em volta deles fazendo com que a fotógrafa entrasse em um estado de graça.
A pele dourada e ainda sim clara se esticava com a respiração que ficava cada vez mais profunda.
–Ai Marina... Que delícia, ai – Gemia a morena – Me come... Ah... Assim, fundo – Continuou delirante.
A fotógrafa comia Clara com uma vontade descontrolada, mas seus movimentos eram precisos. Metia cada vez mais forte e fundo, de uma forma ritmada, escorregadia e contínua. Não eram somente estocadas, era um movimento de entra e sai ondulado que fazia seus dedos sentirem a morena por dentro, suas paredes, suas texturas, suas contrações.
Clara involuntariamente ia fechando as pernas, mas como quem quisesse obedecer à mulher que a dominava as abriu novamente e sem hesitar separou seus grandes lábios, assim Marina teve um acesso provocativo ao sexo da morena, seus beijos eram apaixonados, a língua passeava pelo clitóris pequeno e rosa exposto à sua frente.
Clara sentiu mais uma vez o corpo formigar, o coração batia tão forte que seu ar por um instante sumiu, a cabeça se voltou para trás, os gemidos agora eram graciosamente altos, desvairados.
Marina a fodia, sim, a fodia da forma que ela pediu, fundo.
Sentia a parede superior daquela entrada, o famoso ponto G, o tocava perfeitamente a cada investida, que agora eram muito rápidas. Ao mesmo tempo sentia seu sexo pulsar, como se também fosse gozar, só por estar violando Clara.
O sexo apertou-se ainda mais ao redor de seus dedos, observou Clara arquear ainda mais o corpo como quem buscasse ar, em estado de êxtase deu uma última gemida rouca e alta e despencou na cama abaixo de si. Os dedos saíram com carinho de dentro daquele lugar delicioso cobertos por uma grossa e melada camada do prazer que ela proporcionara. O corpo dourado, feminino e torneado estava esplendidamente jogado à sua frente. Clara a encarava com os olhos cerrados, quase fechados.
A fotógrafa contemplou o líquido que cobria seus dedos, estava encantada, levou até a boca e os saboreou sinceramente.
–Você não existe. Assim você acaba comigo, cara – Disse rouca e se contorcendo na cama – Acaba ainda mais, se isso for possível – Concluiu.
–Sempre é possível, Clarinha – Disse Marina com um olhar ameaçador e sorridente.
Quando seguia em direção ao corpo nu e entregue em sua cama foi prontamente interrompida por Clara
–Me abraça? – Disse com o braço que interrompeu o caminho de Marina esticado – Mas te quero nua. Quero seu corpo inteiro colado em mim, Marina. Quero te sentir, eu preciso disso — Terminou com a voz ainda mais baixa.
A fotógrafa sorriu, ficou aliviada, por mais que já tivesse tido relações com mulheres que nunca estiveram sexualmente com outra antes era diferente com Clara. Não sabia como ela reagiria a esse encontro de corpos femininos, assumiu mentalmente para si que ainda estava vestida porque teve medo, medo dessa rejeição.
Mas Clara queria isso, mais que querer, desejava esse encontro com cada pedaço de seu corpo. Marina ajoelhou com o corpo ereto na cama, segurou a barra do vestido sóbrio e elegante e então provocou.
– Tira você – Disse com um sorriso delicioso e um olhar baixo e felino.
A morena então tomou forças e ajoelhou-se com o corpo nu de frente à dona daquela cama.
Olhou dentro dos seus olhos, cheirou seu rosto de forma delicada, tinha um cheiro doce de sexo, era o cheiro dela e achou bom. Passou a língua ao redor da boca, agora procurando por seu gosto. Ficou excitada com o sabor que encontrou e mais ainda ao constatar que aquela mulher maravilhosamente sensual e elegante estava louca por ela.
As mãos pousaram sobre a barra do vestido, Marina levantou os braços de maneira provocante e sorriu. Clara então subiu o tecido até que o mesmo passasse inteiro pelos braços da fotógrafa, deixando-a livre daquela cobertura desnecessária.
Se ela era elegante com aquela roupa conceitual, ficava ainda mais na lingerie que usava. Era uma hot pants rendada com uma faixa branca, o top era lindo, rendado e transparente nos seios, se fechavam em duas faixas também brancas.
– Você é surreal, Marina – Sorriu a morena – Surrealmente gostosa!
Colocou os cabelos da castanha para trás, voltando as duas mãos ao mesmo tempo para o pescoço dela, segurou de uma forma desafiante e percebeu que a fotógrafa consentia, mais que isso, pedia. Então levou sua boca até aquela pele descoberta e a beijou.
Os lábios de Clara estavam quentes, eram macios e úmidos. A língua saiu e passeou deliberadamente, deu algumas mordidas leves que fizeram a fotógrafa arrepiar-se inteira, o que fez a morena morder um pouco mais forte, Marina gemeu alto.
– Você está ainda mais linda assim – Disse a dona de casa desacreditada – Quero uma foto dessa cena.
–Ali – Apontou Marina para uma câmera com a aparência antiga, estava em uma mesa no canto do quarto – Tira – Completou se sentindo feliz.
Clara se levantou nua e foi buscar o objeto, as sombras que vinham da janela desenharam seu corpo. Voltou com a câmera nas mãos e a mirou para a mulher que levantou e se direcionou para uma parede branca pousando. Cada uma de um lado da cama.
Mirou o corpo esguio, evitou o rosto. Tinha a intenção de guardar aquela foto para si e não queria causar problema.

Colocou a câmera na mesinha do lado da cama e com o dedo indicador chamou Marina que atendeu prontamente o pedido.
Ajoelharam-se novamente uma de frente para a outra na grande cama e prontamente se beijaram com paixão. Um beijo que causava sede, fome... Queriam se beber, se comer.
Clara abriu os dois fechos do sutiã de Marina ferozmente e o jogou longe, voltou a beijá-la e sentiu os seios firmes e macios tocarem os seus, os mamilos se roçavam, ela estava enlouquecida.
Suas mãos desceram e abaixaram ao mesmo tempo os dois lados da hot pants rendada até os joelhos dobrados, então Marina tomou as rédeas e a passou pelas pernas até estar completamente nua. Os corpos voltaram a se unir, agora além dos seios tinham os sexos se encostando. A dona de casa segurou na bunda da fotógrafa com as duas mãos, apertava os dois lados de uma forma insana, apertando também o sexo de Marina contra si e por algumas vezes abriu as duas bandas se sentindo dona de todo aquele corpo.
–Me pega, Clarinha – Disse pervertida – Me abre, abusa, me explora do jeito que quiser. Eu quero ser sua – Implorou de maneira sexy a fotógrafa.
Clara gemeu desacreditada e deu dois tapas simultâneos na bunda de Marina, que inclinou a cabeça pra trás de prazer soltando um gemido alto. Suas mãos também foram parar na bunda da morena, elas se apertavam uma contra a outra e se beijavam de uma forma molhada e sensual, sugavam uma a língua da outra, mordiam os lábios da parceira, lambiam os arredores da boca, queixo, pescoço.
Marina fechou os olhos e respirou profundamente, tinha uma boca macia explorando um dos lados de seu pescoço, sentia as lambidas quentes passeando por ele, o coração estava acelerado e então o carinho cessou por um momento, de uma forma confiante ela permaneceu com os olhos fechados respirando pausadamente para não perder o fôlego, então sentiu um contato úmido e quente em um dos seus mamilos.
Abriu os olhos e observou Clara sugando decida seu seio. O mundo girou e sentiu a garganta fechar, se emocionou, mas o choro não saiu, estava se sentindo a mulher mais completa do universo.
Sensação que até então ela desconhecia, não sabia que seria possível conhecer algo tão maravilhoso como aquilo. Logo ela, que se achava tão auto suficiente.
A boca passou para o outro mamilo que agora era engolido pela morena.

–Você sabe perfeitamente o que fazer, hei Clarinha – Mexeu com a dona de casa
Clara soltou o brinquedinho novo, olhou pra cima com a boca vermelha de tanto contato e respondeu
–Acho que sei perfeitamente o que fazer mesmo, com você.
–Parece que conheço seu corpo de outra vida e meu desejo por ele é absoluto, Marina. Eu quero cada pedaço seu – Concluiu com a voz rouca deitando a fotógrafa na cama.
Voltou a beijá-la e enquanto o fazia ia dizendo – Saborosa, macia, cheirosa.
–Me come, Clarinha, assim – Sussurrou pegando a mão direita da morena separando dois dos dedos e enterrando-os em seu sexo de uma só vez.
Clara gemeu alto, desacreditando em como aquele ato quase a fez desfalecer ali mesmo. Estava dentro daquela mulher, o seu interior também era macio, como todo o resto e tão molhado que sentiu uma vontade nova, beber aquele líquido, todo!
A morena começou a meter de uma forma moderada e Marina rebolava para ela, nela, sem deixar de mirar a responsável por tanto prazer. Era uma cena enlouquecedora, sentiu seu sexo escorrer literalmente por sua perna.
Os dedos de Clara brincavam dentro da fotógrafa de forma também certeira, uma de suas pernas estava entre as pernas da castanha e ajudava seus dedos com o movimento de entre e sai, estava deitada um pouco de lado com metade do peso sobre o corpo de Marina, elas voltaram a se beijar e a morena aumentou o ritmo. O beijo foi ficando cada vez mais obsceno, vulgar, provocante...
–Quero ser sua puta, você quer? – Marina ousou dizendo em um tom safado
–Você já é – Sussurrou a dona de casa categórica virando a fotógrafa de costas
Pegou os braços da mulher que dominava e os colocou acima de sua cabeça, o corpo deitado de barriga para baixo era perfeitamente provocante. Então clara deitou sobre ele, indo com sua boca em direção à nuca exposta. Despejou beijos calorosos ali fazendo com que Marina se mexesse e rebolasse sob ela. Com todos esses movimentos o sexo da morena se encaixou perfeitamente entre a bunda da fotógrafa e sentiu encostar nela um pedaço até então desconhecido.
Isso enlouqueceu a dona de casa que começou a movimentar-se simulando uma penetração. Suas duas mãos entraram por baixo do corpo deitado de bruços e cada uma segurou um seio macio e firme, o movimento sexual se intensificou e Marina gemia em descompasso empinando a bunda e rebolando contra Clara.
A morena então se deitou só com meio corpo sobre ela e afastou suas pernas. Marina tinha a cabeça virada de lado e observava Clara pelo canto dos olhos.
Sentiu seu sexo ser penetrado de forma deliciosa, ainda virada para o colchão voltou a empinar a bunda para facilitar as investidas de Clara, rebolava nos dedos da dona de casa de uma maneira enlouquecida.
Clara então virou de posição, agora sentava levemente nas costas de Marina que permanecia de bruços, voltada em direção à bunda da fotógrafa, como em um 69.
Marina sentia o sexo de Clara, estava encharcada roçando em suas costas enquanto a fodia sem pena. O corpo da fotógrafa foi tomado por um calor, sua bunda rebolava quase que sozinha e a mente foi se esvaindo, entrou em um transe, sentimento de prazer absoluto.
Com a cara colada no colchão ela gemia e mordia o lençol abaixo de si, achava que seria escutada por toda a vizinhança.
Percebeu que estava prestes a ter o orgasmo mais sensacional de sua vida. O corpo começou a tremer e as reboladas enlouqueceram em um ritmo constante, Clara metia nela e a cada entrada sentia como era estar dentro daquela mulher sensacional.
Marina explodiu em um orgasmo extremamente molhado, os dedos que a comiam estavam ensopados e escorriam. Estava fraca, os olhos fechados e o rosto voltado para o colchão, então ouviu uma voz baixa e terna ao pé do ouvido
–O que eu faço agora, coisinha? – Era Clara usando um termo que ela amava – O que eu faço agora que descobri quanto é maravilhoso ter você?
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