I Wanna be With You. - Segunda Temporada.

22 Capítulo 21 - Wedding anniversary gift.


Notas iniciais
Hey, olha eu aqui de novo :3 Espero que gostem e desculpem qualquer erro ;-;

Santana acordou sentindo algo em seu pescoço. Lógico, os lábios de Brittany, espalhando beijinhos pelo local.

– Bom dia, Sant. – Desejou a loira, logo encaixando seus lábios com os da latina em um selinho demorado. –

– Bom dia. – Sussurrou de volta, apenas enxergando borrões pela falta dos óculos. Mas o rosto de Brittany era o borrão mais bonito que a morena já viu, se é que é possível. –

– Está feliz? – Indagou a loira, apertando o corpo latino contra o seu. –

– Aconteceu algo de bom? –

– Hah, não seja boba. Feliz aniversário de casamento. –

Oh não. Ótimo, ela esqueceu o aniversário de casamento! Brittany mataria a coitada se descobrisse que sua esposa havia esquecido uma data tão importante, que maravilha.

Um sorriso falso e nervoso surgiu nos lábios de Santana, ela murmurou algo sobre entregar a surpresa essa noite, logo indo até o banheiro para fazer a higiene matinal na velocidade da luz, e ainda de roupão e pijamas foi até o quintal da casa, discando o primeiro número que veio a sua mente para uma situação dessas.

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– Amor, atende o celular. – Murmurou Kitty, sem abrir os olhos. –

– É domingo de manhã, deixa tocar. – Murmurou de volta, abraçada a loira. –

– Marley! –

– Tá bom ... – Ela sentou-se na cama, logo pegando o celular e atendendo a ligação. –

– É bom ser importante ... não, eu não estava transando! ... sua mãe que ‘tá na seca! ... esqueceu o aniversário de casamento, sério? ... se fode, trouxa ... ok, eu ligo pra ele ... aliás, porque não ligou direto, eu não tenho nada a ver com suas tretas ... tá bom, falou. –

– Santana? – Indagou a loira, ainda de olhos fechados. –

– Santana. – Confirmou, beijando a têmpora de Kitty. -

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Blaine corrigia as últimas provas enquanto tomava um café da manhã com seu marido e filho, até que o celular tocou, e a foto de Marley fazendo careta surgiu no visor.

– Ela esqueceu o aniversário de casamento? Cara isso é ruim. Eu esperava uma dessas de você, não de Santana ... Daqui a meia hora? Tudo bem ... tá, tchau. –

Kurt encarava-o a procura de respostas, e Blaine, que conhecia bem o marido curioso, apenas sorriu.

– Santana esqueceu o aniversário de casamento e agora precisa de ajuda para o presente perfeito. Os Cheerios enrolam a Britt, e nós temos até hoje anoite para arranjar o presente. –

– Quando eu concordei em ajudar mesmo? – Indagou brincalhão, e Blaine deu um risinho. –

– Quando eu disse que te recompensaria mais tarde. –

Rory encarou os pais confuso, mas apenas deu de ombros e voltou a atenção para o seu cereal.

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Rachel cavalgava Quinn ferozmente, vez ou outra soltando um gemido impossível de se conter. A loira apertava a cintura da morena, incentivando os movimentos, enquanto a atriz tinha as mãos na parede atrás da cama, apoiando-se enquanto sentia Quinn bater fundo dentro de si. E então o maldito celular tocou, e Rachel parou de movimentar-se, um tanto frustrada.

– O que que foi, caralho?! – Quinn praticamente gritou com quem fosse do outro lado da linha. –

– Bem, ela se fodeu, fazer o que? ... sério que você me interrompe pra isso? ... é cara, eu estava transando. Estava. – Disse, dando ênfase em ‘estava’. –

– Um presente, hun? ... que tal um-certo, nada de brinquedos eróticos, eu tentei. Me desculpe. Olha, eu vou ver aqui, mas não é certeza ... meia hora, sua casa, combinado. Até. –

A atriz encarava-a com uma sobrancelha arqueada, levemente suada e ofegante.

– Santana esqueceu o aniversário de casamento, e precisa de nós para arranjar o presente, já que ela aparentemente não sabe nada da própria esposa. E vai precisar que você, Kitty e Kurt, enrolem a Britt até hoje anoite. – Disse, enquanto beijava o ombro moreno quase tortuosamente. –

– Certo, certo, eu faço isso. Agora, onde paramos? –

...

Charlie lia algum livro da saga Harry Potter enquanto escutava uma música da banda Starset e bebia a terceira xícara de café (Vício adquirido por causa de Rachel) daquela manhã, quando sentiu uma mão em seu ombro. Calmamente virando-se para dar de cara com Quinn, a garota tirou o fone esquerdo e marcou a página na qual havia parado.

– Preciso da sua ajuda. Na verdade, a Santana precisa. – A mãe loira informou, e a garota arqueou uma sobrancelha. –

– Ela quer os DVD’s de volta? Eu nem abri ainda, poxa. – Choramingou, e Quinn encarou-a por alguns segundos. –

– Ela realmente passou a ‘tradição’? –

– T-talvez. O que houve? –

– Certo, você é a pessoa que mais nota detalhes que eu conheço. Precisamos da sua memória fotográfica para comprar um presente de aniversário de casamento para a Britt. Santana esqueceu, e eu acho que não seria legal para a Britt ganhar um ... uma coisa vibrante. –

– Tá bem. Então ... eu tenho que ir junto? – Perguntou, e a loira assentiu. –

– De preferência. –

A garota bufou um tanto infeliz com a resposta, pegou seu livro e partiu para o seu quarto. Não seria legal sair na rua de pijamas ... ou seria?

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– Uma lingerie da Mulher-Gato, sério? Sant, esse presente é pra ser algo especial, não uma roupa que só tem visão maliciosa e sexy. – Disse Blaine, coçando ligeiramente a cabeça. Realmente, Santana não sabia quase nada da própria esposa, isso que Brittany sempre foi como um livro aberto para qualquer um. –

– Tente uma caixa de bombons junto com algo que ela goste muito. Tia Britt gosta bastante de doces, não é? – Indagou Charlie, e a latina assentiu. –

– Bem, Britt gosta de várias coisas. Bonecos de pelúcia, unicórnios, doces, danças, matemática ... é tão simples que chega a ser difícil arranjar o presente perfeito! – Choramingou a morena, escondendo o rosto entre as mãos. –

– Certo ... então compraremos bombons, um unicórnio de pelúcia e você faz um jantar à luz de velas ou alguma coisa assim. Valerie e Sugar vão passar a noite fora, será algo só de vocês. – Instruiu Charlie, como se tivesse idade para falar com tal autoridade. Tão Rachel. –

Os quatro adultos entreolharam-se, e realmente, tiveram de concordar com a garota. Blaine e Santana iriam para a casa da latina fazer o jantar, enquanto Quinn, Marley e Charlie iriam atrás dos bombons e do tal unicórnio.

...

A seção feminina infantil das lojas de brinquedos era realmente muito diferente de onde as duas loiras estavam acostumadas. Geralmente iriam para a seção de Lego ou de Star Wars para comprar miniaturas ou réplicas, agora parecia que estavam comprando algo para Harmony. Na verdade, Quinn não resistiu e acabou pegando um Angry Bird de pelúcia para cada um dos gêmeos, mas ok.

– Tá bem ... é fácil achar um unicórnio, né? Tipo, é um unicórnio. – Disse Charlie, olhando as bonecas nas prateleiras. Aquelas coisas pareciam segui-la com os olhos, e acabaram lembrando-a do Brinquedo Assassino. –

– É um cavalo gay com um chifre e as vezes asas, não é difícil de notar um. – Respondeu Quinn, dando de ombros. –

– Best. Description. Ever. – Zombou a garota, passando os olhos por alguns bonecos de pelúcia. Porém, o que chamou-lhe a atenção, foi a arma de dardos no fundo do corredor ao lado, onde tinha uma prateleira apenas de Nerf. Sonho de consumo. –

– Oh. Meu. Deus. – Disse pausadamente, antes de chamar por Quinn e correr até a prateleira. Metralhadoras, rifles, e espingardas de dardos estavam separadas especificamente, e as loiras não sabiam se existia, mas se existisse, elas acabaram de ter um orgasmo nerd. –

– Rifle, unicórnio, rifle, unicórnio, rifle, unicórnio ... e agora? – Indagou a garota, e Quinn franziu o cenho, em um conflito interno. –

– Os dois! – Disseram, em uníssono. –

– ‘Véi, eu preciso de um desse! – A voz de Marley alcançou seus ouvidos. Pensando bem, realmente fazia algum tempo que a morena havia sumido. –

Assim que viraram-se, mal acreditaram no que viram; Marley estava montada em um triciclo azul, um ‘tanto’ menor que ela, obviamente.

– Sério, tipo, eu preciso disso aqui, cara. É meu sonho de consumo desde os sete anos de idade. –

– Você não cresceu mais depois dos sete anos de idade? – Indagou uma Quinn descrente. –

– Só fisicamente. – Deu de ombros, apertando o sininho o triciclo. –

As duas loiras entreolharam-se, com a mesma pergunta na cabeça; Porquê, infernos, haviam levado Marley mesmo?

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– Está bien, marica, cocinar ¿no? – Indagou a latina, e o homem franziu o cenho. –

– Sant, eu sou professor de história, não espanhol. – Respondeu Blaine, e a morena bufou, irritada. –

– Foi mal, quando eu fico nervosa sai como um tique. Você sabe cozinhar, certo? –

– Kurt é o cozinheiro, eu só como. – Disse, com um sorriso malicioso. –

– Ok, informação de mais da sua vida sexual, obrigada mas eu não quero saber quem encoxa quem naquela casa. – Ela massageou as têmporas, tentando tirar uma imagem muito feia de sua cabeça. –

– Só vamos logo com isso. – Reclamou o homem, e a latina assentiu. –

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Rachel, Kitty, Brittany e Kurt, nesta ordem, estavam deitados na cama de casal da atriz, com as luzes apagadas e a janela fechada enquanto assistiam P.S Eu te Amo, acabando-se de chorar enquanto empanturravam-se de pipoca, doces e refrigerantes. Passar um tempo em ‘Girl group’ fazia bem de vez em quando.

– Isso é tão triste ... por que ele morre? Por que!? – Rachel praticamente gritou, desmanchando-se em lágrimas. –

– Romance com morte no final é mais bonito. Lembra de quando você foi a Julieta na peça da escola? – Respondeu Kurt, numa situação não muito diferente da prima. –

– Eu não quero que a Sant morra! – Brittany apertou o travesseiro contra si, molhando-o com suas lágrimas. –

– O amor é triste! – Declarou Kitty, escondendo o rosto entre as mãos. –

Os quatro abraçaram-se desengonçadamente, chorando como crianças.

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Britttany sentou-se ao lado de Santana na mesa, a casa completamente iluminada por velas que a latina tinha medo de saber de onde Marley arrumou.

– Sant, eu adorei tudo isso que você fez por mim, de verdade! – Exclamou uma Brittany completamente sorridente, e a latina corou um pouco. –

– Bom que você gostou. De verdade. – Respondeu, puxando a loira para um selinho. –

– A melhor coisa que eu fiz foi me casar com você, Sant. Bem, isso e as nossas filhas. –

Nisso a Santana durona e bitch sumiu completamente, dando lugar para a Santana sensível de coração mole. Novamente as duas se beijaram, dessa vez com direito a mãos bobas, uma vez que a comida havia sido completamente esquecida.

...

– Elas ... elas vão transar? Tipo, do nada? – Indagou Charlie, observando por um binóculo todo o movimento na sala de jantar. –

– Yep, é o que parece. – Respondeu Quinn, observando por trás de outro binóculo. –

As duas loiras, com medo de que tudo desse errado, ficaram de tocaia em cima de uma árvore em frente à casa, preparando-se para o pior o possível. Mas aparentemente estava tudo ótimo, não é mesmo?

– Nós vamos ficar aqui até quando? –

– Já podemos ir. Mas eu não quero me jogar daqui. Tá meio alto pra cacete. –

– Resumindo, estamos presas. – Esclareceu a garota, massageando as têmporas. –

– Um pouquinho. –

– Ótimo. -

Notas finais
Você pode até se achar foda, mas nunca será tão foda quanto a Marley no triciclo azul :v ~Emily likes~