I Love You (but) I Hate You
1 Chapter 1 - Sleep With One Eye Open
Notas iniciais
Esse cap. é a introdução ;)
Espero que gostem! ^-^
Boa leitura!!
28 de janeiro de 2000 — Newark, New Jersey, U.S.A.
*GERARD'S P.O.V.*
Aqui estamos nós de novo.
New Jersey... Há anos não venho aqui.
Desde que meus pais separaram-se, para ser mais preciso. Meu pai ficou com a casa e minha mãe com a minha guarda, e de Mikey, meu irmão mais novo.
Meu nome é Gerard Way e eu tenho 19 anos de idade.
Passei o natal viajando para cá, de New York. Vim com minha mãe e meu irmão para passar o natal com o novo namorado dela; Álias, que conste nos altos que fui forçado a vir.
Ridículo.
Eu tenho dezenove anos e ainda sou forçado a essas viagens de família idiotas.
Queria aproveitar as férias da faculdade de artes, e viajar sozinho. Mas, não. Tinha que aparecer esse tal de Jostein na vida da minha mãe e estragar meu natal. Obrigado.
-Gerard! Para de brisar e me ajuda com as malas! — Mikey gritou do porta-malas; Meu irmão é tal doce, não? Não.
-Parece a vovó reclamando! — resmunguei ajudando-o com as malas e colocando-as no portão da casa de Jostein.
-E você parece o papai resmungando — retrucou, mas eu preferi ignorar e ficar quieto.
-Mãe, cadê esse seu namorado, hein? Viemos de New York e quando chegamos aqui ele não está?! — falei bravo sentando na calçada suspirando, e Mikey jogou-se ao meu lado.
-Ele já vem! — disse ela nervosa mexendo novamente no celular.
Aqui o motivo da minha revolta: Chegamos há uma hora na casa de Jostein e ele não atendeu a campainha. Levou 45 minutos para ele atender o celular e falar pra minha mãe que já vêm. Estou cansado, com fome, frio, sujo e irritado. Pra piorar? Meu irmão repetindo tudo isso que já citei, só que em voz alta e UM MILHÃO DE VEZES.
-Mikey, eu NÃO estou diferente de você! Não me perturba! — disse irritado e levantei-me.
-Chato! — Normalmente nos damos bem, mas perante situação...
-Mãe, vou dar uma volta. Tchau. — eu disse e nem esperei resposta, afinal já sou maior de idade.
-Espera Gee. Vou com você, antes que eu coloque fogo nessa casa. — Mikey disse seguindo-me a passos rápidos e limitei-me a rir.
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Eu e Mikey andamos alguns quarteirões e voltamos pra casa de Jostein, uma hora depois.
Ah, Nota mental; Mais um motivo pra revolta: essa cidade é MUITO CHATA. Talvez porque seja natal e não tinha ninguém nas ruas e nada aberto. SÓ TÍNHAMOS NÓS DOIS. OBRIGADO NOVAMENTE, JOSTEIN.
Toquei a campainha da tão conhecida casa laranja, e um homem alto atende.
-Mikey e Gerard?! — disse sorrindo.
-Na verdade, Gerard e Mikey. Não cometa novamente esse erro, por favor. — eu disse e Mikey deu um soco de leve no meu braço.
-Ai!
-Nem doeu, seu fresco — disse ele secando os pés no tapete; Estava nevando.
-Entrem! Sou Jostein, muito prazer! — ele disse quando entramos e cumprimentou-nos com um aperto de mão.
-Cadê a mamãe?! — perguntou Mikey arrumando os óculos.
-Ela está no banho. — ele disse - Subam, já coloquei as malas de vocês no quarto de hóspedes.
Assentimos e ele levou-nos até o andar de cima.
A casa não era muito grande, mas era maior que a nossa, e mais arrumada, diga-se de passagem.
Ele parou frente a uma porta branca e abriu-a, revelando um quarto grande com duas camas de solteiro, mesinhas de computador e armários. Até televisão, videogame e DVD. Hm. Esse cara sabe bajular.
-O jantar sai em quinze minutos. Até mais! — ele disse e fechou a porta.
-Tô acabado. Vou me jogar nessa cama e dormir. Me acorda quando for ano-novo...De 2018. — disse Mikey jogando-se na cama.
-Larga de preguiça! - joguei uma almofada nele- Levanta dai e vai arrumar suas coisas pra gente descer. Tudo eu, viu!
-Merda. — jogou uma almofada em mim, mas bateu na porta do banheiro.
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Estávamos nós quatro jantando quando a porta da frente é aberta, assustando-me.
-Mas... Ah, Frank! Vem aqui, minha namorada e os filhos dela chegaram! — Jostein gritou da mesa de jantar. Repito, GRITOU.
-Oi todos, tchau todos. — um garoto passou quase voando pela mesa.
-Frank! — Jostein gritou, mas o garoto já havia subido as escadas;
-Quem é?! — perguntou Mikey, ô curiosidade viu.
-Meu sobrinho! Os pais dele estão de viagem e deixaram ele comigo... Ele tem quase sua idade, Gerard! Vinte e dois anos. — disse e apenas dei de ombros.
-Não será um problema. — eu disse.
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Enquanto eu subia as escadas pra ir pro meu quarto, sinto algo esbarrando em mim, que estava distraindo vendo que meus cardáceos estavam desamarrados.
-Mals aí...
-MAS O QUÊ?! OLHA O QUE VOCÊ FEZ, SEU ANIMAL — alguém gritou, daí percebi ser o tal Frank. Ele segurava uma guitarra branca com listras pretas.
-Que foi?! — franzi a testa enquanto ele segurava-a com cara de pânico e me encarava bravo.
-VOCÊ BATEU NA MINHA GUITARRA! — ele disse bufando.
-OH. MEU. DEUS. Que mau que eu sou! Faz o seguinte, vai a uma delegacia, porque ouvi falar de uma tal de Lei Maria da Penha. Me denuncia daí nos falamos, boa noite. — eu disse sem expressão e ele arregalou os olhos;
Dei dois passos e caí no chão, por um pé que colocou-se à frente dos meus
-MAS QUE...
-Idiota! Se quebrar, eu te mato. — disse ele, que baixinho invocado!
-Filho duma... — levantei-me e segui pro quarto.
SERÁ UM PROBLEMA.
Notas finais
Deixe review pra eu saber o que acharam!
Nem que seja pra ser só um "gostei" ou "odiei"...
Obrigado!!! ^~~^
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