I Love You (but) I Hate You
2 Chapter 2 - American Eulogy
Notas iniciais
Agradeço muuuito os reviews ♥
Vejo que gostaram do Frank-problema né KKK'
Vamos lá ;D
Ps: Então né, esqueci de falar no primeiro cap, como vcs viram NA FIC o Frank é mais velho que o Gee. Mas é só a idade
pq altura não né, ''fantasia'' e ''ficção cientifica'' não estão na classificação da fic afinal u.u
TÁ PAREI.
Boa leitura!!
=**
Acordei irritado com um som alto de guitarra, devia estar no último volume!
Olhei pro lado e não vi Mikey...
Hum, o relógio anuncia ser 14h35min da tarde...
Okay, talvez eu tivesse dormido demais, mas isso NÃO é motivo de me acordar.
Tomei um banho rápido e escovei os dentes; Coloquei uma bermuda jeans rasgada e uma camiseta do Guns, seguindo para o corredor.
O som vinha mais alto quando comecei a andar para o caminho contrário às escadas, aonde eu não havia ido ainda.
Parei em frente a uma porta todo rabiscada, escrito coisas como: "Não entre”, "Cai fora" e "Humanos não são permitidos".
DEPOIS O ANIMAL SOU EU. HUNF.
Abri bruscamente a porta, já sem paciência.
-O QUE É ISSO?! — o tal Frank deu um pulo da cama, fazendo a guitarra soltar um som horrível.
-Eu que digo! Estava Gerard dormindo tranquilamente, quando sons do capeta invadiram seus ouvidos tirando-o de seus belos sonhos com o Johnny Depp e... - eu dizia, mas a pessoa feliz me interrompeu.
-Dá um tempo! Viu que horas são?! — ele disse e sentou-se de volta da cama — E cai fora do meu quarto
!Ignorei-o e posicionei-me à sua frente, cruzando os braços. Ele olhou para mim, bufou e colocou a guitarra de lado.
-Cadê todo mundo? — perguntei.
-Saíram e só voltam tarde. — ele disse.
Eu vou ter que ficar a tarde inteira com essa pessoa tão amigável?! Não é possível; Eu não joguei pedra na cruz, joguei o monumento todo.
-Desce e faz algo pra eu comer. — eu disse e ia saindo.
-HÁ-HÁ. Vou dar um soco na sua cara, isso sim. — ele disse ficando de pé.
-Eu sou convidado, você tem que me servir. — eu disse sorrindo irônico.
-Acontece, meu amigo, que eu também sou convidado. — ele disse cruzando os braços e empurrou-me com o ombro, descendo as escadas.
Ele é de escorpião, só pode!
Hum... Se bem que ou eu vi uma tatuagem de escorpião no pescoço dele, ou Jostein tinha colocado algo naquele frango ontem.Quando desci as escadas ele estava na cozinha a esperar algo no microondas.
Sentei-me num banquinho que ficava na frente da bancada e apoiei os cotovelos sob a mesma; Ficamos em silêncio.
-O signo da minha mãe é de escorpião. - eu disse e ele olhou-me com a sobrancelha levemente levantada.
-E eu com isso? — deu de ombros.
-Ela tem um temperamento como o seu. Ainda pior. — eu disse e ele revirou os olhos.
-Eu faço aniversário no Halloween. — ele disse e ficamos em silêncio. — E você?
-9 de Abril. Se quiser me dar um presente é só mandar pro meu endereço em New York, gosto de coisas caras. Mas se me der livros ou CDs ficarei feliz, obrigado. — eu disse.
-Cala a boca. - riu e o som irritante do microondas tocou-se. Lasanha de quatro queijos.
-Lasanha de quatro queijos?! Qual a graça de um monte de massa empilhada com queijo nelas? Isso não deve ter gosto. — eu disse com cara de nojo e ele colocou a embalagem de lasanha já descongelada sob o balcão.
-Sou vegetariano... - disse.Pegamos pratos e comemos a lasanha, dividindo-a no meio. No fim, colocamos os pratos na pia.
-Você lava. — ele disse e bateu com a mão no meu ombro.
-Não mesmo! — eu resmunguei e ele já subia as escadas. — Merda.
*~—–—–——–»..x..«–——–—–—~*
Okay. São 19h54min e acho que Mikey, Jostein e minha mãe morreram. Trágico.
-Frank. — bati na porta dele, sem resposta — FRANK! FRANK! FRANK! — eu gritava.
A porta foi aberta rapidamente e Frank apareceu de pijama com os cabelos bagunçados e os olhos arregalados.
-Credo! Passou um tornado aqui no seu quarto? — franzi a testa e ele olhava-me em pânico.
-O QUÊ?! TORNADO! AONDE? QUANDO? — gritava como doido e dei um tapa nele — TÁ MALUCO?! A GENTE TÁ MORRENDO E VOCÊ...
-Seu idiota! Eu não disse que tem um tornado! — interrompi-o e ele serrou os olhos.
-Que houve? Fomos assaltados? A casa tá pegando fogo? Engravidou alguém?
-Claro que não! E a casa não poderia pegar fogo, o Mikey não tá aqui... - eu disse e ele olhou-me mais confuso.
-E...?! - fez gesto com a mão pra eu continuar.
-Esse é o problema. Mikey não tá aqui. Nem minha mãe nem seu tio. — eu disse e ele revirou os olhos. Que mânia!-Okay, seguinte. Eu vou ir pro banheiro, lavar o rosto e descer para comer algo na cozinha. Quando eu abrir essa porta novamente, não quero ver nem sua sombra aqui, entendeu? — disse batendo a porta.NA MINHA CARA. A PORTA.
Bufei e desci as escadas. Hunf. Tudo escuro e nada pra fazer em casa. Ninguém nas ruas...
Vou sair!Subi correndo trocando aquela roupa simples, joguei o cabelo pro lado, peguei meus óculos escuros e desci as escadas. Alias, voei.
-Tô indo nessa. Bye. — nem olhei para o lado, mas pela visão periférica vi Frank tomando refrigerante. Pensei que vegetarianos fossem mais saudáveis!
-Aonde vai? -perguntou quando abri a porta.
-Dar uma volta! — eu respondi e quando saia ele segurou-me.
-Você nem conhece esse lado da cidade! Olha que horas são. Não tem ninguém nas ruas e nada pra fazer. — ele disse e estranhei.
-Ah, mãe. Não se preocupa comigo, sou maior de idade! — disse irônico e saia, mas ele puxou-me novamente. - Deixa-me ir!
-Não! Se acontecer algo contigo, eu me fodo! -disse e daí entendi seu ponto.
-Vem comigo então, oras! — eu disse e ele parou parecendo pensar; — A companhia não é boa, mas se você tiver dinheiro...
-Vá à merda! Vou trocar de roupa. — disse e subiu as escadas. Fechei a porta e joguei-me no sofá.Meia-hora depois, quando eu estava quase dormindo, Frank cutuca meu braço.
-Acorda bela adormecida.- disse irônico abrindo a porta.
-Ah, a noiva terminou de se arrumar! — eu disse e ele revirou os olhos, trancando a porta assim que sai.Andávamos em silêncio pelas ruas, e realmente não tinha nada pra fazer...
Frank sentou-se num banco qualquer em uma praça e sentei-me ao seu lado.
-Você mora perto daqui? Seu tio disse que seus pais tão de viagem. — pronunciei-me e ele bocejou, relaxando as costas no banco.-Uns três quarteirões daqui. Tipo, eu tenho vinte e dois anos e meus pais não me deixam sozinho em casa. Mas, eu pretendo me mudar da casa deles logo. — disse.
-O que eles fazem? — perguntei apoiando o cotovelo no banco, virado para ele.
-Doutores... De sei lá o que. É complicado, não nos vemos muito... - ele disse olhando em volta. — Sua mãe e meu tio vão se casar?
-Sei lá! Tomara que não... Já pensou, seríamos primos! - eu disse.
-Sinistro... — franziu a testa. — Quer beber? Conheço um bar que fica aberto, é aqui perto. Só não fui porque meus amigos de maior estão viajando... E seria chato ir sozinho...
Viu? Todo maior de idade tá viajando, só eu aqui! Hum, e o Frank. Mas não vale muito, ele é só metade de uma pessoa.
-Sorte sua... Me ame a partir de hoje... Eu pago. - eu disse e fiquei de pé, seguindo-o.
-Nossa, se você pagar eu até caso contigo, priminho. — ele disse irônico.
-Bem que desconfiei que você joga no outro time. — eu disse rindo.
-Ah, claro, e você é muito macho com esses óculos escuros de armação rosa. — ele disse revirando os olhos. Hey! Eu amo meus óculos.
-Antes gay assumido do que retraído sozinho. — eu disse e ele olhou-me estranho. Pra ser sincero, até eu me olharia estranho depois do que eu disse. - ...Mas não sou gay!
-Imagina se fosse... — murmurou.
Logo chegamos num bar horrível, tinha um monte de bêbados caindo na calçada, pra variar né.
Entramos e sentamos nos bancos em frente ao balcão.
-O que querem? — um cara de uns 20 anos perguntou-nos, secando um copo de vidro.
-Martini doce. - eu disse e o cara e Frank riram.
-Que gay! Eu devia esperar isso de você — disse Frank e virou-se ao cara – Duas cervejas pretas, só pra começar.
O cara assentiu e foi pegá-las.
-Agora sei por que você é sozinho. — eu disse.
-Não sei seu nome. — disse franzindo a testa.
-Gerard Way. O prazer é todo seu.
-Frank Iero. Fuck it. — disse. Tá. Ele é mais estranho que eu.
O cara trouxe-nos as cervejas e logo o paguei;
Não queria ficar de ressaca nas vésperas de ano novo, até porque é pra isso que o ano novo serve.
-Ele nem perguntou nossa idade! - eu disse enquanto saíamos do bar.
-Bem-Vindo a Newark. — disse sarcástico.
-Eu morava aqui em Jersey... Só que é mais longe daqui. — eu disse e voltamos pra casa, e vi o nosso carro na garagem.
Eu e Frank fomos pra sala, onde estavam Mikey, Jostein e minha mãe sentados conversando.
-Onde foram? — perguntou minha mãe ficando de pé.
-Dar uma volta. Não regula, mãe. — revirei os olhos e ia subir as escadas, porém ela chamou-me de volta.- Que?
-Querido, queria avisar-te que vamos ficar aqui até uma semana antes da volta às aulas. — disse ela e vi Mikey bufar.
-O QUÊ?! QUASE UM MÊS AQUI NA CIDADE FANTASMA? — praticamente berrei e Frank assustou-se. Jostein franziu a testa.
-Os incomodados que se mudem! — sussurrou Frank, rindo irônico.
-Beleza! Tô caindo fora. — eu ia subir as escadas e Jostein pronunciou-se.
-Frank, você também vai ficar aqui até essa data. Seus pais não vão voltar antes do ano novo pela neve e trabalho extra; — ele disse e voltei correndo.
-HÁ! TOMA TROXA! — gritei rindo e apontando pra cara de Frank, que abriu levemente a boca.
-Merda! — urrou e subiu as escadas correndo.
-Pensando bem vou ficar! — eu disse maquiavélico, e Mikey levantou-se do sofá e deu um tapa na minha testa, subindo pro quarto em seguida.
Vai ser um mês único!
SWEET REVENGE.
Notas finais
Ah, e quem é de escorpião não brigue cmg u.ú
Minha mãe é de escorpião e ela é terrível brava u_u
REVIEWS?? :D
OBRIGADO POR LEREM!!!! ^~~^
=***
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