Notas iniciais
Hello, my darlings! Como quem é vivo sempre aparece, cá estou eu! o/ ^-^ So sorry pela demora! Por mais que eu tente não demorar tanto, a vida sempre resolve fazer um jogo comigo -.- Mas, enfim! Esse capítulo acabou ficando enormeee, tipo com mais de 5000 palavras, então eu achei melhor dividir ele em dois. Seria informação demais e esse capítulo junto com os dois seguintes tem detalhes que eu gostaria muito que vocês prestassem bastante atenção, porque eles serão bem importantes pros próximos acontecimentos... ~Mistério kkkkkkk Também quero agradecer pelos comentários gatíssimos do último capítulo! Sério, amei muito cada um deles! *-* Agora sem mais delongas... Good Read!

Pov. da Lexi

Mais uma vez minhas intuições se confirmaram. Depois de ter a minha dança com Klaus interrompida por uma confusão entre Diego e Oliver, que culminou no envolvimento de Elijah, Jackson e Hayley; de ter confrontado Klaus sobre os seus planos com os lobisomens, principalmente pelo fato dele querer agir sem o conhecimento do irmão; e de tê-lo feito recomeçar nossa dança de onde paramos, permaneci na companhia do Híbrido Original. Eu estava feliz por poder desfrutar de um tempo com meu melhor amigo sem aquele estranhamento que parecia ter surgido entre nós ultimamente. Quando começou a ficar muito tarde, fui obrigada a me despedir de Klaus. Cami já estava cheia de preocupações e eu definitivamente não queria ser mais uma. Ao chegar em casa, após me certificar que Cami estava em seu quarto dormindo, fui até a cozinha beber um copo de água. Fiquei surpresa ao encontrar uma garrafa de uísque vazia sobre a pia. Cami não tinha o costume de beber em casa. Além do mais, eu duvidava muito que ela conseguisse tomar uma garrafa inteira sozinha. Sem ter a mínima ideia do que poderia ter acontecido ali durante a minha ausência, fiz uma nota mental para questionar Cami no dia seguinte sobre o ocorrido. No momento, tudo o que eu queria era dormir e esquecer os problemas por algumas horas.

xXXx

Poucos dias depois da festa organizada por Elijah, eu fui mais uma vez intimada pelo mesmo a comparecer ao casarão. Nesse curto espaço de tempo, nada tinha mudado. A não ser o estado do padre Kieran, que continuava a piorar. Não tinha passado nem das oito horas da manhã ainda quando eu recebi um telefonema do Original de terno solicitando minha ajuda. Ele não entrou em detalhes, apenas pediu que eu fosse até o casarão. Sem ter muito o que fazer, vesti uma roupa qualquer, ajeitei o cabelo, peguei meu celular, juntamente com minhas chaves, e saí de casa. Cami já tinha saído para o Rousseau’s, o que evitou perguntas sobre onde eu estava indo tão cedo. Resolvi usar o carro. Minha curiosidade para descobrir o porquê de Elijah precisar de mim tão cedo não permitia que eu demorasse mais do que o necessário para chegar ao meu destino.

Em menos de uma hora após a ligação, adentrei o pátio me deparando com uma cena completamente inusitada. O lugar parecia um canteiro de obras. Alguns homens preparavam uma massa, que eu julguei ser concreto, e outros trabalhavam com uma britadeira. Mas o que realmente chamou minha atenção foi o fato de Elijah não estar de terno. O Original estava alguns metros à minha frente, de costas para mim, supervisionando o serviço dos operários. Ele usava uma camisa de manga longa simples marrom e calça jeans.

— Uau! – Exclamei alto por causa do barulho, evidenciando minha presença. Imediatamente Elijah virou-se em minha direção. – O que está acontecendo aqui? – Indaguei ainda tentando assimilar a situação.

— Lexi. Você chegou rápido. Como pode ver, eu resolvi fazer uma reforma no casarão. – Respondeu brevemente.

— Por que me chamou? – Perguntei indo até ele, recordando-me do motivo pelo qual eu estava ali.

— Porque eu quero sua ajuda. Uma opinião feminina em circunstâncias como essa é essencial. Além disso como você tem o seu próprio quarto aqui, achei que gostaria de arrumá-lo à sua maneira. – Disse me lançando um sorriso torto.

Levei um minuto inteiro para absorver sua fala. O encarei sem saber como reagir. Eu realmente estava sem palavras e antes que eu pudesse recuperá-las, a voz de Klaus se fez presente.

— Já chega desse barulho! – Gritou o Híbrido aparecendo na varanda.

— Algum problema, irmão? – Questionou Elijah com certa ironia. – Cavalheiros, por favor. – Se referiu aos operários, que desligaram a britadeira.

— Concordei com uma enfeitada e não com esse maldito batuque. – Resmungou Klaus.

— Marcel e seus súditos abusaram do nosso lar pela melhor parte do século. Você pode gostar de viver na imundice, eu não. – Retrucou Elijah.

O sorriso que tinha surgido em meu rosto devido à aparição de Klaus e seu típico mau humor desapareceu assim que eu notei que Genevive estava com ele. A expressão dos dois também mudou ao repararem na minha presença.

— Lexi? – Klaus pronunciou com o cenho franzido nitidamente surpreso por eu estar ali enquanto descia a escada acompanhado pela ruiva.

— Nunca imaginei encontra-la aqui tão cedo. Se não fosse pela sua cara igualmente admirada em me ver, eu até pensaria que você também passou a noite aqui. – Sugeriu Genevive no seu costumeiro tom venenoso, olhando de Elijah para mim.

Retribuí seu olhar sem conseguir conter o meu choque diante da sua insinuação.

— E qual o problema nisso? Além de não ser da sua conta, ao contrário de você, Genevive, Lexi é muito bem vinda. – Rebateu Elijah colocando-se a minha frente, cruzando os braços.

Mais uma vez acabei sem saber como reagir. Ao mesmo tempo em que eu queria me agarrar ao Original em agradecimento por ele ter me defendido e de quebra ainda ter dado uma bela situada na vadia ruiva, eu também estava me segurando para não rir da cara de tacho da bruxa.

— Quanta agressividade, Elijah. Já vi que a adorável Lexi é um assunto sensível para os irmãos Mikaelson. – Debochou Genevive dessa vez desviando seus olhos azuis de Elijah para Klaus. O olhar que o Híbrido lançava a mim e ao irmão involuntariamente me fez me encolher. – Por isso acho melhor trocarmos de assunto. Eu concordo com a reforma que está fazendo. É uma nova era no French Quarter. Esse lugar precisa de uma transformação. – Prosseguiu num tom mais ameno.

— Cuidado, Elijah. Quando ela concorda com você é sinal que quer algo. – Alertou Klaus vindo até ele, passando um braço pelos ombros do Original e o afastando de mim.

Após ter se distanciado com Elijah alguns passos, Klaus o soltou e seguiu até as garrafas de bebida que estavam dispostas no minibar.

— Na verdade... Eu tenho um pedido. Soube que não comemoramos as festividades em público desde que Marcel restringiu o uso de magia. Já que agora há paz, gostaria que isso mudasse. – Proferiu a bruxa confirmando o aviso de Klaus.

— Presumo que tenha uma festividade em mente. – Supôs Elijah dando total atenção a ela.

— A Fete des Benedictions. – Informou arrancando um sorriso irônico de Elijah e uma risada zombeteira de Klaus, que já se servia de uma dose de uísque. – Festa das Bençãos. Antigamente a comunidade oferecia presentes às bruxas em troca de bênçãos. Queremos usa-la para introduzir as garotas da Colheita na sociedade. – Explicou Genevive.

Imediatamente me interessei pelo assunto, uma vez que envolvia Davina.

— Seu clã tenta destruir minha família, você causou um tormento indescritível aos meus irmãos, e gostaria de uma festa para as bruxas? – Inquiriu Elijah sério olhando brevemente para Klaus, que continuava a rir, se divertindo com a situação. Genevive virou-se para olhar o Híbrido.

— Fiz as pazes com o seu irmão. – Declarou desviando seus olhos para mim, me encarando com escárnio. – Por que não pensa nisso? – Sugeriu voltando sua atenção para Elijah, saindo em seguida.

— Não seja tão careta, Elijah. Os turistas adoram festivais. – Manifestou-se Klaus apoiando a ideia da amante. – Qual a melhor forma de semear a solidariedade do que mostrar fé em relação a um inimigo? – Perguntou novamente próximo ao irmão.

— Um inimigo com o qual você ficou nauseantemente íntimo. – Retorquiu o Original mais velho.

— Quem disse que manter alianças não pode ser divertido? – Revidou Klaus olhando diretamente para mim.

Ele parecia querer ver o efeito que aquelas palavras me causariam e para o deleite dele, não consegui me manter indiferente a elas.

— Achei que você estaria mais interessado em suprir as necessidades da mãe da sua filha. – Acusou Elijah.

— Então essa renovação toda é por causa dela. – Deduziu o Híbrido. – Elijah, a mãe da minha filha é da realeza dos lobisomens. Ela está mais segura com a matilha dela, do que estaria aqui conosco. Não se preocupe. A trarei para casa antes do parto. – Afirmou pondo uma mão sobre o ombro de Elijah. – E quanto a vocês dois, eu já estou de saída. Espero que aproveitem o seu tempo juntos. – Concluiu num tom obscuro, me lançando um olhar penetrante antes de se afastar.

Depois da saída de Klaus, Elijah voltou-se para mim aparentemente tão perdido quanto eu sobre o que dizer.

— Perdoe-me por isso. Não era a minha intenção te expor a esse tipo de aborrecimento. – Desculpou-se ele gentil como sempre.

— Sem problemas. Eu já convivo com os Mikaelson tempo suficiente para saber que esse tipo de coisa faz parte do dia a dia de vocês. – Brinquei sorrindo para aliviar o clima.

— É por essas e outras que a sua companhia é tão agradável. Você é única, Lexi. – Alegou também com um sorriso.

Fiquei lisonjeada com o seu comentário. Elijah era um perfeito cavalheiro. Diferente do irmão mais novo, que sabia ser bem rude quando queria.

— Sobre a festa... Você vai mesmo deixar que ela aconteça? – Quis saber. Embora Genevive não merecesse nada, talvez fosse bom para Davina. Elijah suspirou antes de responder.

— Por mais que eu deteste Genevive, Klaus tem razão. Se eu quero que esse pacto entre as facções realmente funcione, preciso fazer com que elas coexistam de maneira pacífica. – Disse pensativo.

Automaticamente me senti mal. Elijah não merecia o que Klaus estava fazendo com ele. E por mais que eu achasse que ele merecia saber a verdade sobre as reais intenções do Híbrido, eu não podia trair a confiança do meu melhor amigo. Para variar, Klaus estava agindo errado e eu não descansaria até fazê-lo se dar conta disso e obriga-lo a compartilhar seus planos com o irmão. Entretanto por hora, tudo o que eu podia fazer era mudar de assunto.

— Com certeza será um evento grandioso, o que me faz pensar se eu tenho um vestido adequado para a ocasião. Agora voltando ao motivo pelo qual você me chamou aqui, creio que temos uma reforma para coordenar. A começar por... Ali! – Indiquei o lugar em que alguns dos operários estavam, o puxando pela mão para que me acompanhasse até lá.

Não sei quantas horas depois, Elijah e eu já tínhamos definido todas as modificações que deveriam ser feitas no casarão. Incluindo as do “meu” quarto. No momento, estávamos de volta ao pátio analisando os progressos realizados naquela área.

— Isso vai ficar ótimo. – Elogiei observando alguns dos homens trabalhando.

— Sim. Rebekah adoraria participar disso. Vocês duas têm muito em comum. – Comentou atraindo minha atenção. Tive que sorrir. – Você tem falado com ela? – Inquiriu com a expressão mais séria. Balancei a cabeça confirmando. Rebekah nunca ficava muito tempo sem me dar notícias.

— Não se preocupe, Elijah. Ela está bem. – Garanti com sinceridade para tranquiliza-lo.

O Original assentiu aparentemente satisfeito, dando o assunto por encerrado. Aproveitando a deixa, me dirigi a uma escada de madeira que estava encostada a uma das paredes. Elijah me acompanhou.

— Pode segurar, por favor? – Pedi antes de começar a subir. Elijah prontamente me atendeu.

— O que vai fazer aí em cima? – Quis saber estranhando minha atitude.

— Analisar melhor. Essa parte em específico ficaria bem mais bonita com alguns quadros a decorando. – Respondi olhando para baixo para fita-lo.

— Certo. Vou providenciar isso. – Concordou sem questionar. – Agora você já pode descer daí. Essa escada não parece nem um pouco segura. – Acrescentou.

Revirei os olhos, mas estava quase acatando sua ordem quando uma ideia melhor surgiu em minha cabeça.

— Pense rápido! – Alertei poucos instantes antes de me jogar da escada.

Em questão de segundos, Elijah me pegou no colo. Não consegui conter uma risada.

— Você ficou louca? Podia ter se machucado. – Ele me repreendeu em tom de censura.

— Você não deixaria que isso acontecesse. – Afirmei ainda sorrindo sem dar muita importância a sua bronca, arrancando um sorriso incrédulo dele.

— Às vezes eu esqueço que você ainda é uma menina. – Suspirou balançando a cabeça em negação. Ri novamente.

— Admita, Elijah. Foi engraçado. Você precisa se divertir mais. – Falei enquanto ele me colocava no chão, ainda me divertindo à custa dele.

Estava tão distraída rindo da cara de Elijah que acabei pisando em falso. Dessa vez o Original evitou minha queda segurando minha cintura com firmeza. Nossa abrupta aproximação fez com que eu parasse de rir no mesmo instante. Qualquer um que nos visse naquele momento teria muito o que imaginar. Estávamos tão perto um do outro que nossas respirações tornaram-se uma só e antes que qualquer um de nós dois tomasse alguma atitude, um barulho alto ecoou pelo pátio atraindo nossa atenção.

Meu coração parou por alguns segundos ao me deparar com Klaus há poucos metros de distância, com um balde de tinta vermelha derramada aos seus pés. A expressão do Híbrido estava aterrorizante. Ele transmitia uma fúria tão intensa através do olhar que automaticamente me encolhi nos braços de Elijah. Isso pareceu enfurecê-lo ainda mais.

— Interrompi alguma coisa? – Inquiriu Klaus num tom que me causou arrepios.

Troquei um olhar alarmado com Elijah antes de me afastar aos poucos dele. Eu temia que movimentos bruscos provocassem uma reação ainda pior do Híbrido.

— Niklaus. – Pronunciou-se Elijah ganhado toda a atenção de Klaus para si. O Híbrido o olhava de um jeito que parecia prestes a atacar o irmão a qualquer momento. – Você não interrompeu nada. Nós já tínhamos terminado aqui. E aproveitando que você chegou, avise a sua amante que a festa vai acontecer. – Prosseguiu ele sem se abalar com o olhar fulminante que recebia.

Klaus continuou calado mantendo sua postura ameaçadora. Eu nunca o tinha visto daquele jeito. E o pior era que por alguma razão que eu desconhecia, toda a sua raiva estava direcionada a Elijah. E eu permanecia sem saber o que fazer ou dizer. Após mais alguns minutos naquele silêncio mortal, onde os Originais pareciam se comunicar pelo olhar, Elijah virou-se para mim.

— Você acha que vai ficar bem sozinha com ele? – Me perguntou em um tom baixo, quase em um sussurro.

Olhei rapidamente dele para Klaus, vendo que a expressão do Híbrido estava mais sombria do que antes. Certamente ele tinha escutado a interrogação de Elijah.

— Claro! – Apressei-me em responder. Mesmo assustador como ele estava agora, eu tinha certeza de que Klaus jamais me machucaria.

Elijah me analisou por alguns segundos antes de voltar sua atenção para o Híbrido.

— Chame alguém para dar um jeito nessa bagunça. – Sentenciou se referindo a tinta espalhada no chão. – Eu tenho alguns convites a fazer. – Completou saindo em seguida.

Klaus o acompanhou com os olhos. Por um instante, cheguei a pensar que ele avançaria no irmão mais velho. Quando Elijah deixou nosso campo de visão e meu melhor amigo concentrou sua atenção em mim, mais uma vez eu senti meu coração falhar uma batida.

— O que estava acontecendo aqui? – Inquiriu taciturno me encarando.

— Nada demais. Eu apenas estava brincando com o Elijah. – Falei simplesmente tentando agir de maneira mais normal possível. Afinal, eu não tinha feito nada de errado.

— Brincando? Não foi isso que pareceu. – Retrucou com a expressão mais fechada.

— Ah não? E o que pareceu? – Procurei saber realmente curiosa. Será que meu pequeno incidente com Elijah tinha causado uma impressão tão ruim assim?

Depois de me encarar por alguns minutos, Klaus finalmente voltou a se manifestar. As emoções que seu rosto transmitia eram ilegíveis.

— Nada. – Disse por fim, desviando os olhos para a tinta no chão. – Formei uma aliança com alguém que pode ajudar o padre Kieran. – Acrescentou após um tempo, mudando completamente de assunto.

Levei alguns segundos para assimilar o que ele tinha dito.

— Com quem? Genevive? – Chutei erguendo uma das sobrancelhas como sinal de dúvida. – As bruxas ressuscitadas enfeitiçaram o padre. Por que ela o ajudaria? Ainda mais a essa altura dos acontecimentos? – Inquiri sem entender onde ele pretendia chegar.

— Porque é o que eu a mandei fazer. – Afirmou sem maiores explicações. – Acredito que o que quer dizer é “Obrigada”. Mas diga não, se tiver outra opção. – Prosseguiu assumindo o seu típico tom debochado.

O encarei sem saber o que pensar sobre aquilo. Sacudi a cabeça tentando por os pensamentos em ordem. A única coisa que importava era salvar o tio de Cami, independentemente dos meios.

— Faça o que tiver que fazer. Só o ajude. – Pedi o olhando de modo suplicante.

Klaus assentiu. Antes que ele pudesse dar continuidade a nossa conversa, meu celular tocou me lembrando de que eu precisava assumir o lugar de Cami no Rosseau’s para que ela pudesse ir cuidar do padre Kieran.

— Eu tenho que ir. Nos vemos mais tarde na festa das bruxas. – Me despedi brevemente do Híbrido, olhando uma última vez para a poça de tinta no chão. – E não se esqueça de dar um jeito nisso. – O lembrei antes de sair, piscando para ele.

Assim que eu deixei o casarão, segui direito para o bar. Durante o caminho evitei pensar sobre os irmãos Mikaelson. Concentrei-me no evento que ocorreria esta noite e para a minha preocupação, eu não estava com um bom pressentimento sobre ele.

Notas finais
E então? O que acharam? Comentem! Estou morta de saudades! XOXOXOXOXOXOXOXO❤