I Just Wanna Stop

41 Fete des Benedictions


Notas iniciais
Good evening, my darlings! Por um milagre, dessa vez, eu até que não demorei kkkkkk Como eu tinha dito no último capítulo, esse aqui também está cheio de detalhes importantes que eu espero que vocês percebam... ~Mistérios kkkkkkkk Quero agradecer de coração pelos comentários divos e maravilhos do último capítulo! *-* Agora, sem mais delongas... Good read!

Pov. da Lexi

Anoiteceu mais rápido do que eu esperava. Meu turno no Rosseau’s foi agitado como sempre. Na volta para casa, passei em uma loja para comprar uma “oferenda” que obviamente seria entregue a Davina. Eu tinha certeza de que ela iria adorar o colar que eu comprei especialmente para ela. Quando eu contei a Cami sobre a festa, ela não gostou nenhum pouco da minha ideia de ir. Mas assim como das outras vezes, ela acabou tendo que se conformar. Eu iria não apenas para prestigiar Davina, mas também para ter uma conversa franca com Genevive. Se havia alguma chance de salvar o padre Kieran, eu precisava agarrá-la.

Por sorte, encontrei um vestido longo escondido no meu armário. Eu tinha tanta roupa que sempre me surpreendia com a variedade de peças que eu encontrava nele. Depois de me vestir, fiz uma maquiagem básica e deixei o cabelo solto, jogado para o lado. Quando terminei de me arrumar, peguei o presente de Davina e saí de casa. A festa começaria em uma das ruas mais movimentadas da cidade com um desfile.

Assim que cheguei à rua, me juntei à multidão que assistia ao desfile. As pessoas, em sua grande maioria turistas, gritavam animadas, agitando objetos neon e fotografando a passagem das garotas. As garotas da Colheita percorreram a distância até o palco montando no final na rua carregadas em tronos. Elas estavam lindas e cada uma delas representava um elemento. Monique foi a primeira. Ela representava a terra. A outra garota, a segunda da fila, representava o ar. E por último veio Davina. Ela representava o fogo e era de longe a mais bonita entre as três. Sorri orgulhosa ao vê-la acenando para as pessoas ainda que de maneira tímida.

Quando a marcha parou, as garotas foram colocadas no chão e guiadas ao palco. Genevive se juntou a elas, tomando a palavra.

— E agora, de acordo com a Fete des Benedictions, as bruxas de New Orleans abençoam todos vocês. – Anunciou ganhando uma salva de palmas e assovios.

Após fazer seu pronunciamento, Genevive desceu do palco, deixando apenas as garotas da Colheita. Monique deu um passo à frente e ergueu as mãos provocando um tremor no chão. Depois dela, a outra garota repetiu os seus movimentos causando uma ventania. Na vez de Davina, ela virou-se para a flor-de-lis que havia no alto, no fundo do palco, e ergueu a mão acendendo os fogos. Completamente impressionadas com o que tinham acabado de presenciar, as pessoas voltaram a bater palmas e a festejar. Me perguntei qual seria a reação delas se soubessem que tudo aquilo era de fato real.

Após a bela apresentação das bruxas, fui até o local onde aconteceria a festa propriamente dita. Não fiquei muito surpresa ao encontrar Elijah no portão. Ele estava elegante como sempre em um dos seus maravilhosos ternos.

— Para quem estava preocupada com vestido, você arranjou um que lhe caiu muito bem. – Elogiou-me com sua costumeira gentileza. Foi impossível não sorrir.

— Obrigada. Você está impecável como sempre. – Devolvi o elogio o avaliando com mais atenção.

Elijah sorriu. Nesse momento uma das garotas da Colheita passou por nós. Depois de Monique, veio Davina. Troquei um olhar com Elijah antes de ele chama-la.

— Davina. – O Original a cumprimentou.

— Elijah. – Respondeu ela com ironia.

— Que adorável te ver. E em melhores circunstâncias. – Prosseguiu Elijah.

— É mesmo? Meu amigo está morto e seu irmão respirando. – Rebateu a bruxinha.

Suspirei. Pelo visto a relação entre ela e os irmãos Mikaelson nunca melhoraria. Estava prestes a me manifestar quando Genevive aproximou-se de nós.

— Davina, já chega. Elijah tem sido um patrono para nós esta noite. Devemos mostrar-lhe respeito. – Censurou a ruiva defendendo o Original.

Davina fez uma expressão de pouco caso e nos deu as costas se afastando. Lancei um olhar de desculpas a Elijah e a segui, me apressando para alcança-la. No meio do percurso acabei esbarrando em um dos convidados, que por um triz não derrubou sua bebida em minha roupa. Esse pequeno contratempo me atrasou mais do que eu esperava. Quando adentrei o salão, Davina já estava de pé com as outras garotas em frente a uma espécie de trono e Genevive prestes a começar seu comunicado.

— Bem vindos. Como é nossa tradição, são todos bem-vindos a entregarem suas oferendas. É nosso costume que ninguém seja rejeitado, que nenhuma benção seja negada. – Disse erguendo sua taça de champanhe.

Genevive se afastou enquanto as garotas sentavam. As pessoas começaram a se encaminhar até elas. A primeira foi Hayley. Eu não a tinha visto ainda e para variar, ela estava linda. Seu vestido também era preto. A mamãe loba claramente iria colocar o seu presente aos pés de Davina, porém uma mulher que estava ao lado da bruxinha indicou que ela fosse adiante. Mesmo confusa, Hayley seguiu, colocando seu presente aos pés de Monique. Depois veio Francesca, a líder da facção humana e mais uma que não me inspirava à mínima confiança. Eu a conhecia bem superficialmente, entretanto meu sexto sentido sempre entrava em alerta na presença dela. E depois do que aconteceu com Sabine, eu passei a ficar ainda mais atenta aos sinais que ele me mandava. Francesca, por indicação da mulher, também pulou Davina e deixou seu presente aos pés da garota ao lado da minha amiga. Em seguida foi a vez de Diego, que fez o mesmo.

Quando entendi o que estava acontecendo, entrei na fila para entregar as oferendas. Por alguma razão, estavam ignorando Davina. A expressão confusa e decepcionada dela apertou meu coração. Na minha vez, desconsiderei a sugestão da mulher, que me mandou seguir adiante, e coloquei meu presente aos pés de Davina, dando um sorriso reconfortante a mesma. Davina retribuiu ao meu sorriso e eu pisquei para ela, me afastando em seguida. Eu jamais deixaria de prestigia-la para atender aos caprichos de quem quer que seja.

Olhei ao redor a procura de Hayley e avistei Gevevive sozinha em um canto. Resolvi ir até ela. Aquela era a oportunidade perfeita para eu falar com a bruxa. Por mais que eu não quisesse ter que chegar a esse ponto, era realmente necessário.

— Genevive, será que podemos conversar? – Falei chamando sua atenção.

— Ora, ora. Você? Querendo conversar comigo? – Indagou com deboche.

— Sim. Eu sei que não vamos com a cara uma da outra, mas isso não é sobre mim. É sobre o padre Kieran. Ele é um bom homem e o único parente vivo de uma pessoa que é muito importante para mim. Então, independente das nossas diferenças, eu te peço que, se tiver algo que você possa fazer por ele, por favor, o ajude. Ele não merece o que está acontecendo e Cami também não. Você morreu de uma maneira injusta e eu tenho certeza de que naquele momento tudo o que você queria era alguém que te ajudasse. – Desabafei em um único fôlego antes que eu perdesse a coragem. Achei que falar sobre a morte dela ajudaria a amolecê-la.

Por mais incrível que pareça, minhas palavras aparentemente comoveram a bruxa. Depois de alguns segundos em silêncio, ela finalmente se manifestou.

— Talvez... Eu possa ajuda-la. – Afirmou me fazendo soltar um suspiro aliviado.

— Obrigada. Muito obrigada. – Agradeci com sinceridade antes de me distanciar dela.

Eu mal podia acreditar. Havia esperança afinal. Mesmo detestando Genevive, se ela conseguisse salvar o padre Kieran, eu lhe deveria um enorme favor para sempre.

Quando direcionei meu olhar para o centro do salão, percebi que Davina continuava a ser ignorada. O único presente que ela tinha recebido até agora foi o meu. A vadia da Monique lançava a Davina um olhar satisfeito e vitorioso. Davina suspirou, levando do trono e indo em direção à saída. Não hesitei em ir atrás dela. A cada dia que passava a minha vontade de socar Monique aumentava. Encontrei Davina no corredor junto com Josh.

— Josh? O que faz aqui? – Inquiri surpresa e preocupada. Além de eu não esperar vê-lo aqui, esse não era o lugar mais seguro para ele estar.

— Está brincando? Eu não perderia o grande dia da Davina. Além do mais, tem música, vento, fogo... Meu baladeiro interior está no céu. – Respondeu nos fazendo sorrir. Josh era um amigo incrível. Ele sempre conseguia manter o bom humor mesmo nos piores momentos.

— Mas parece que você não está se divertindo. – Observou analisando Davina. A abracei de lado, tentando mostrar o meu apoio de alguma forma. – Vamos sair daqui. – Sugeriu ele tocando o braço dela.

Davina assentiu e eu troquei um olhar significativo com Josh. Já estávamos na porta quando uma voz muito conhecida por mim nos fez parar. Nos viramos ao mesmo tempo, dando de cara com o Híbrido Original. Klaus estava há poucos passos de distância. Mesmo com a tensão do momento, não pude deixar de reparar no quanto ele estava lindo em um terno todo preto.

— Joshua. Que feliz coincidência te encontrar aqui. Temos assuntos inacabados. – Disse Klaus fazendo meu coração falhar uma batida.

— Precisa sair daqui agora! – Ameaçou Davina se colocando a nossa frente.

— Para ser justo, não é tão poderosa como antes, é? Não está em posição de dar ordens. – Ironizou Klaus.

Antes que eu pudesse reagir, ele usou sua super velocidade, se colocando atrás de Josh e o pegando pela nuca.

— Venha, rapaz. – Ordenou o arrastando de volta para o salão.

— Podemos conversar sobre isso? – Questionou Josh com dificuldade.

— Klaus! – Exclamei desesperada, porém ele me ignorou.

— Josh! – Gritou Davina, assim como eu, os seguindo.

Klaus largou Josh perto da escada e subiu alguns degraus ficando de frente para todos no salão. Parei com Davina no mesmo lugar em que ele deixou Josh. Meu coração batia completamente descompassado de nervosismo.

— Senhoras e senhores, atenção, por favor. – Pediu o Híbrido me deixando apreensiva quanto as suas próximas ações. Em hipótese nenhuma eu permitiria que ele fizesse mal a Josh. – Estamos reunidos para homenagear nossas amadas bruxas, mas uma bruxa muito especial tem sido ignorada. Isso me parece um pouco injusto. – Declarou tirando uma pequena caixinha do bolso e erguendo em direção a Davina.

Fiquei em choque com a sua atitude. Klaus estava apoiando Davina. Involuntariamente um sorriso surgiu em meu rosto. Eu nunca imaginaria algo assim da parte dele. Talvez, só talvez, os dois pudessem se entender, mesmo que fosse apenas um pouquinho. Tive esperanças.

— Não. – Davina recusou o presente, fazendo o meu sorriso, e até mesmo o de Klaus, morrer. Pelo visto, ela não estava disposta a facilitar as coisas para o Híbrido. – Eu não quero o seu presente. – Emendou séria. O pior é que eu entendia perfeitamente o lado dela. O que Klaus fez com Tim e o que ele pretendia fazer com ela era imperdoável.

— Entendo por que me rejeitaria, considerando nosso passado. Na verdade, muitos aqui foram injustiçados no conflito que o tratado do meu irmão encerrou. Seu amigo Josh estava envolvido em um plano para me matar. – Discursou apontando para o vampiro. – Então seria meu direito... mata-lo, aqui e agora. – Completou voltando a se aproximar de Josh. Dei um passo à frente. Assim como eu, Davina também estava receosa. – Mas no espírito da solidariedade, e por você, Davina, eu o perdoo. – Concluiu sua fala me deixando totalmente chocada de novo.

Klaus estava se esforçando para fazer as pazes com a bruxinha. E isso me deixava muito feliz. Um dos meus maiores desejos era que Davina parasse de odiá-lo, mesmo sabendo que isso dificilmente iria acontecer algum dia.

— Josh, a partir desse dia, não precisa ter medo de mim. – Garantiu se dirigindo ao vampiro. – Por favor. – Pediu voltando-se para Davina, mais uma vez estendendo a caixinha para ela.

Davina desviou seus olhos dele para mim em busca de orientação. Assenti para ela, a incentivando a aceitar. Davina pegou a caixinha da mão de Klaus ainda com uma expressão desconfiada. Enquanto ela segurava seu presente, o Híbrido sorriu em minha direção. Não consegui não retribuir. Por mais que não mudasse muito a situação entre eles, esse gesto do meu melhor amigo significava muito para mim.

Todos assistiam a cena impressionados. Quando Davina saiu com Josh, eu os acompanhei. Estávamos curiosos para descobrir o que Klaus tinha dado a ela. Voltamos para o corredor.

— Vai abrir? – Indagou Josh ansioso.

Davina nos encarou apreensiva e abriu a caixinha, revelando um anel prateado com uma pedra azul e uma folha de papel aparentemente antiga dobrada.

— O que é? – Questionei após ela abrir o papel. Sua expressão era desentendida.

— É o feitiço que faz anéis do dia. – Revelou fazendo com que eu e Josh trocássemos um olhar embasbacado.

Aquilo era incrível! Significava que Josh poderia andar a luz do dia como qualquer outra pessoa. Sorrimos um para o outro. Esse presente era mesmo fantástico, mas a pergunta que não queria calar era: Por que Klaus tinha feito isso? Eu conhecia meu melhor amigo muito bem para saber que deveria haver algum motivo por trás. E eu duvidava muito que esse motivo fosse apenas sua vontade de se acertar com Davina.

— Por mim já podemos ir. – Disse Josh empolgado.

— Por mim também. Não tenho mais nada a fazer nessa festa. – Concordou Davina.

— Vão indo na frente. Depois eu encontro vocês. Eu preciso falar com o Klaus. Quero saber o porquê de ele ter feito tudo isso. – Expliquei.

Mesmo um pouco contrariada, Davina saiu com Josh. Assim que perdi os dois de vista, voltei ao salão. Cheguei bem a tempo de ver um grupo de homens, usando ternos brancos e com alguns instrumentos musicais, descerem a escada que antes era ocupada por Klaus. Quando eles encerraram a apresentação, um deles tomou a frente.

— Feliz Fete des Benedictions! Temos uma mensagem para todos vocês, de Marcel Gerard. – Anunciou o homem.

No momento em que o nome de Marcel foi pronunciado, a tensão tomou conta do ambiente. Os homens sacaram um canivete e cortaram os próprios pulsos, causando mais espanto ainda. Os vampiros presentes começaram a se agitar.

— Controlem-se. – Ordenou Elijah se colocando a frente dos homens. – Esse é um truque vulgar. Não violaremos o nosso acordo. – Assegurou ele. Entretanto mal sua fala terminou, um apagão deixou o salão na mais absoluta escuridão.

Os gritos ecoavam por toda parte. Por puro reflexo, chamei por Klaus. Eu estava completamente vulnerável. Não era possível enxergar nada. O medo se apossou ainda mais de mim quando eu senti braços fortes me envolvendo.

— Estou aqui. – Sussurrou Klaus em meu ouvido provocando-me um arrepio e me fazendo relaxar instantaneamente. Agarrei-me a ele tendo a certeza de que não tinha como eu ficar mais segura.

Felizmente o apagão não durou muito tempo. Quando as luzes voltaram, haviam diversos corpos espalhados pelo chão e boa parte das pessoas tinham se dispersado. Ergui meus olhos para o rosto de Klaus e notei que ele já me encarava.

— Obrigada. – Agradeci olhando em seus olhos ainda sem querer soltá-lo.

Ele não respondeu. Apenas me examinou dos pés a cabeça, como que para se certificar de que eu estava mesmo bem. Quebrei o nosso contato visual e olhei ao redor, prestando mais atenção no estrago que tinha sido causado por culpa de Marcel. Há alguns metros de onde estávamos, Elijah amparava Hayley, que tinha um pequeno filete de sangue na testa. Soltei-me de Klaus, apressando-me em ir até eles.

— Hayley! Você está bem? – Procurei saber antes de abraça-la.

— Sim, estou. – Alegou me tranquilizando, pondo uma das mãos sobre a barriga protuberante.

— E você, Lexi? Se machucou? – Preocupou-se Elijah comigo.

— Não, eu estou bem. Klaus me protegeu. – Atestei reparando que o Híbrido se mantinha no mesmo lugar. Sua expressão bem diferente do que estava há segundos atrás.

O cenário ao nosso redor era terrível. Na parede estava escrito com sangue em letras garrafais a seguinte frase: “Não haverá paz”. Tanto eu quanto Hayley olhamos para Elijah. Aquilo representava uma afronta direta a ele e mesmo com o que tinha acabado de acontecer, eu temi por Marcel. Eu sabia que as coisas ficariam ainda mais complicadas para ele a partir de agora. E apesar de tudo, eu ainda o considerava um amigo. Isso sem falar na importância que ele tinha para Cami e Davina.

— Acho melhor vocês irem embora. As coisas aqui fugiram muito do controle. – Pronunciou-se Elijah. Mais uma vez Hayley e eu nos entreolhamos.

— Já está tarde de qualquer maneira. Eu tenho mesmo que ir. Antes eu só queria te pedir uma coisa. – Falei o encarando.

— O que é? – Inquiriu curioso.

— Não machuque o Marcel. Eu sei que ele agiu muito mal essa noite, mas eu queria que você lembrasse a importância que ele tem para sua família. Principalmente para Klaus e Rebekah. – Pedi apelando para a compaixão do Original.

Elijah não disse nada, somente manteve sua postura séria. Enlacei o meu braço ao de Hayley e virei-me em direção a Klaus para me despedir, porém ele não estava mais lá. Mesmo estranhando a ausência do Híbrido, depois que Hayley também se despediu de Elijah, nós saímos juntas. Fomos comentando os acontecimentos da noite durante o curto trajeto que fizemos na companhia uma da outra. Principalmente sobre o fato de ela ter chamado o nome do Original mais velho na hora do apagão exatamente como eu tinha feito com Klaus. Eu realmente sentia um verdadeiro clima entre os dois. Ainda que eles tentassem disfarçar, para mim era claro que rolava algo a mais ali. E eu obviamente apoiaria o futuro romance deles.

Quando tivemos que nos separar, eu a abracei apertado prometendo que a visitaria em breve. Até porque tínhamos muito assunto para por em dia. Depois que deixei Hayley, liguei para Josh para saber o paradeiro dele e de Davina, afinal eu tinha prometido encontra-los. Dei graças a Deus por eles terem ido embora antes daquela confusão horrorosa. Enquanto ia até os dois, um pressentimento não muito bom me atingiu. Algo me dizia que os problemas essa noite estavam longe de terminar.

Notas finais
E então? O que acharam? PS: Spoiler!Teremos momentos tensos entre Klexy no próximo capítulo kkkkkkkkk Comentem! XOXOXOXOXOXO