Hurt

2 Capítulo 1 - podia ser pior?


Notas iniciais
Então, fiquei muito feliz com meus tres primeiros leitores que vou postar o primeiro capitulo de uma vez logo '-'
Ah, mas uma coisa essa fanfic é baseada na musica Hurt - cristina Aguilera

PVF


– Freddie, não se esqueça dos seus remedios para aquelas alergias. — Minha mãe disse com sua voz desesperada e ao mesmo tempo ajeitando o meu casaco.

– não esquenta a cabeça com isso, Dona Marizza. — apesar de eu não ter nenhumas dessas doenças a minha mãe sempre foi muito superprotetora e quando ela começou a trabalhar no hospital isso piorou. E para vivermos em harmonia eu aprendi a nunca discutir com ela e sempre aceitar com muita paciencia as suas "loucuras".

– seu pai ficaria muito orgulhoso de você, Freddie! — podia ver as lagrimas escorrerem no canto dos seus olhos. — você é uma menino muito inteligente.

– eu faço isso pra orgulhalho, mamãe. — eu respondi, chorar agora era o que eu menos queria. — e também, pra ter um futuro melhor.

– e você terá, meu menino. — ela respondeu dando uns leves tapinhas no meu rosto. — já está com as chaves do apartamento?

– sim, logo que eu chegar irei para lá. — eu respondi. O chefe da minha mãe foi muito bom em me deixar morar no apartamento dele e que ficava perto da escola, mas eu soube que a filha dele irá morar lá também, o que será uma boa, pelo menos não ficarei sozinho. — sabe quando a filha dele chegará lá?

– na verdade não. — ela respondeu. — mas por favor, Filho. Fique longe daquela menina, ela é uma má influencia pra você.

– como pode falar isso? — eu perguntei meio com raiva. — não a conhecemos!

– Ah, fama dela no hospital não é uma das boas. — ela sussurrou como se tivesse alguem ali pra nos ouvir. — soube que ela já foi presa varias vezes e que matou uma de suas amigas. — What?

– Besteira! aposto que ela é legal. — "tá", eu estava bem enganado.

embarque do voo 54123 com destino a los angeles no portão 12.

– bem é o seu. — Marizza deu um ultimo beijo na minha testa. — boa sorte filho e tenha juizo.

– fica com deus também, dona marizza. — sai de perto dela empurrando meu carrinho em direção ao portão anunciado.


PVS


– Sam! — eu estava perdida no mundo dos sonhos quando uma voz fez questão de me atrapalhar. — SAM! — e gritou mais alto.

– Qui é. — eu respondi fazendo massagem na minha cabeça.

– chegamos. — meu pai disse apontando a enorme escola na minha frente. — bem vindo a UCLA.

– uruuru. — eu disse sem animo nenhum. — pronto já vingi entusiasmo, agora posso voltar a dormi?

– Não! já chega Sam. — ela disse parando o carro e me encarando. — eu fiz de tudo pra não ter que falar nada pra você. Mas agora mocinha eu já estou por aqui com você. — ele me encarou com aquela cara patetica de sempre. — Sam, que tal um acordo?

– envolve dinheiro? — rancar grana do meu pai é o que mas me faz faz feliz nessa vida.

– Vamos fazer o seguinte. — ele disse balançando a cabeça pela pergunta idiota que eu fiz. — você fica esses 4 anos aqui na faculdade e se forma em algo util... E logo apos você sair eu financio a sua banda. O que acha? — eu levantei a sombrancelha, é uma das minhas manias ao estar pensando.

– eu tenho escolha? — até que não era uma má idea, mas quem disse que ia dar o braço a torcer.

– nenhuma! — ele me encarou por baixo dos oculos pequeninos que usava.

– tudo bem. eu aceito. — claro que eu aceitava! eu ia fazer ele pagar pelas coisas mais caras.

– otimo! — ele exclamou. — agora vamos ao apartamento, por que eu quero voltar pra Seattle ainda hoje.


Otimo! eu pelo menos ele não disse nada sobre notas boas o que me deixa feliz, Chegamos ao apartamento rapido, como ele disse ficava perto da escola. Era uma especia de predio que parecia estar abandonado e nada parecido com a minha casa "perfeito" era isso mesmo que eu queria.

– desculpa, as má condiçoes do predio. — o sarcasmo era reconhecivel na voz do meu pai.

– ele é perfeito. — eu respondi. — qual andar é o meu?

– a cobertura. — eu achei um milagre essa coisa ter um elevador. Entramos e meio minuto depois estavamos no andar e acredite era meio bizarro pelo fato de parecer que fora construido no inicio do seculo passado e sua decoração condizer com a epoca.

– quem morou aqui? Gasparzinho? — eu disse tirando uma teia de aranha do meu caminho.

– não, esse era um predio abandonado, usado pelos traficantes que eu comprei a 4 anos atras e teria demolido ele, mas você fara maior uso. A não ser que prefira ir para o campus? — Ah, saquei ele espera que eu desista de morar aqui e prove pra ele que tudo o que eu fiz a minah vida toda era apenas uma armação e que eu era uma covarde vingida.

– de jeito nenhum! — eu respondi. — quem sabe não posso, fazer isso virar um ponto de drogas mais Xique.

– muito engraçado, Samantha. — ele respondeu. — realmente...

– eu adorei. — eu respondi. Logo o meu pai foi embora "graças ao bom deus", e eu estava limpando o quarto que eu ficaria, depois que as luzes foram acezas até que era um belo sobrado. O que eu comeria? pensei depois que terminei de limpar a geladeira, que por incrivel que pareça funcionava. acho que terei de ir ao mercado. Até que enfim uma vida fora de casa. Logo um barulho tirou a minha felicidade.

– quem é? — eu gritei de dentro de casa segurando qualquer coisa que machucasse. — Quem é? — repeti mais alto dessa vez.

– Sou eu. — uma voz ecoou de tras da porta. — Freddie Benson. Seu colega de quarto.

– era só o que me faltava — sussurrei pra mim mesma. — entra!


A porta se abriu revelando um menino de cabelos castanhos e olhos da mesma cor, sem duvida ele era o garoto mais lindo que já havia visto e perá o que deu em mim?

– oi, sou... — eu o interrompi antes dele começar a falar.

– primeiro, minha casa minhas regras. — eu disse fazendo o ficar quieto. — segundo tem apenas um quarto então o sofá é todo seu e você terá que me ajudar a arrumar a casa, estamos entendidos? — estendi a minha mãe e ele apertou meio receoso, acho que devo te -lo assustando. — sou Samantha Puckett.

Notas finais
Eai? Como será que a Sam irá receber o adoravel Freddie Benson??????