Hurricane.
5 A Very... Very Long Day
Notas iniciais
— Isso é muito estúpido! — Exclamei alto, empurrando a porta do looft para entrar sentindo minhas estranhas queimarem de raiva. — Eu não sou a culpada aqui!
Damon entrou atrás de mim, e Rick que estava levantando peso parou assim que entramos.
— Jura? Porque se tivesse me contato seu segredinho sujo, eu não chegaria na doutora Fell de mãos vazias.
As palavras de Damon me fez estremecer. E paralisar, fiquei na frente da janela vendo o sol indo embora, como se fosse puxado para baixo no horizonte.
— Ei, ei, ei .... O que está acontecendo? — Alaric ficou entre mim e o vampiro, como se barrasse nossa discussão com sua força.
— Eu digo pra você o que está acontecendo... — Falou Damon sem respirar, de modo rápido me fazendo girar para encará-lo com um aviso no meu olhar duro. — Sua sobrinha anda mandando sangue de vampiro para a doutora Fell.
Alaric arquejou, e depois se virou pra me olhar com muita confusão nos olhos.
— Tecnicamente ela nem sabe que sou eu que envia as empolas, e Tyler não contou pra ninguém... E, e... — Gaguejei nervosa, não sabendo o que esperar de Alaric ao saber daquela informação. — Damon foi afrontá-la sobre matar o ex namorado.
Contei estrategicamente mudando de assunto, tentando fazer Rick parar me encarar, o que deu certo.
— Damon, isso é verdade?
O vampiro mudou de expressão, parecendo se lembrar daquele detalhe.
— Bem... — Ele abriu os braços. — Eu tinha que garantir que a doutorazinha não é uma assassina em potencial né?! E, ela não deixou isso claro, na verdade, só deixou claro que é maluca. — Damon levantou um dedo em riste como se quisesse com o movimento fazer Alaric ficar quieto mais um segundo. — Ela me injetou verbena, e me apagou pra roubar o meu sangue!
— Parem os dois! — Mandou Rick ficando com aquele tique entre as sobrancelhas quando realmente ficava irritado. — Me expliquem a história, agora.
Damon e eu respiramos fundo no mesmo estante, e ele começou sua explicação, depois foi a minha vez.
— Lembra quando humanos se machucam o tempo todo quando ficam no caminho de vampiros? Quando Stefan estava meio que mal no estilo de ficar perturbando Elena, e etc, um dos alunos se machucou, e eu pedi ao Tyler um pouco do seu sangue, ele me deu, e eu meio que ando pedindo, em troca de ajuda nas aulas de geometria... — Parei de encarar o chão para olhar para o meu tio que não tinha uma boa expressão no rosto. — Mando umas ampolas de sangue por semana para a doutora Fell, que não sabe que sou eu que mando, porque envio anonimamente, e ela salva pessoas de acidentes.
— Isso é perigoso Anya. — Alaric me parou, colocando uma mão no meu ombro, para falar seriamente o que achava. — Se uma dessas pessoas morrerem com sangue do Tyler no organismo, vão voltar vampiros....
— Eu sei, por isso deixei claro que os paciente que recebessem o sangue que eu estava enviando, precisavam ficar de quarentena por dois dias, isso dar tempo para o organismo se livrar de qualquer toxina. — Falei como um robô, sem emoção nenhuma.
Damon assobiou, e tio Rick pareceu pasmo.
— Estou impressionado. — Declarou o vampiro.
Alaric apertou as mãos em punhos, se afastando de mim, para virar sua ira agora para seu amigo.
— E você Damon? Não é tão nobre quanto a minha sobrinha não é mesmo? Porque foi atrás da Meredith quando eu disse que cuidava disso?
— Ei, não fique bravo, eu apenas estava tentando diagnosticar a maluquice dela, deu certo... — Ele levantou as mãos e sorriu. — De nada.
Depois disso, Alaric deixou claro que eu precisava parar com aquilo, e, que Damon não tinha o dever de o manter a salvo.
Os dois saíram, cada um com seus problemas, meu tio indo investigar pessoalmente a doutora, e saber mais sobre ela. Eu, enviei uma mensagem para Tyler querendo conversar, ele não respondeu.
Me troquei depois de um banho, e fiquei no quarto treinando meus acordes. Eu tinha um violino, e estava até me preparando para um recital com o grupo do colégio. Quando eu tocava, era como deixar todos os meus segredos sujos em outra vida.
Infelizmente, a imagem da minha mãe, tocando seu violino, enquanto tomava “bebida de adulto” sempre me vinha a cabeça, fazendo-me ficar enjoada.
XxxX
Acordei no meio da noite, grogue ouvindo meu celular tocar alto. Virei-me na cama, procurando com o toque o objeto que iluminava o quarto escuro.
— Ei... — Segurei um bocejar, notando que não sabia quem era antes de atender, mal conseguia abrir meus olhos pelo sono.
— Anya, eu acho que matei Bill Forbes.
O sono foi embora, e eu me sentei na cama assustada.
— Tyler, que merda está dizendo?
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— Então ele ligou pra você e não pra mim. — Caroline disse naquele tom neutro que a fazia parecer uma garota má de filmes norte-americanos.
Olhei para a recepção do hospital, vendo uma mãe balançando um bebê que chorava de modo doloroso, a mãe parecia a beira de chorar também. Felizmente uma enfermeira vendo o barulho assustar os outros pacientes, a atendeu rapidamente.
— Ele precisa de um tempo Care, realmente precisa, machucar você o deixou meio doente. — Contei tristemente me virando para a loira que parecia um pouco cansada. — Seu pai vai ficar bem, a doutora Fell usou, você sabe.... — Mordi os lábios olhando um médico que passou ao nosso lado. — Tyler é meu amigo, sabe disso né?
Caroline suspirou fundo, e balançou a cabeça positivamente.
— Desculpe, é só que ele não atende minhas ligações, o que me deixa louca. — Ele colocou as mãos na cabeça, como se ela fosse explodir a qualquer momento, o que foi cômico.
Vimos Elena vindo correndo em nossa direção, um pouco afobada.
— Bom dia, recebi seu recado. — Ela disse para a loira que a abraçou fortemente.
— E eu o seu, que história é essa... — Elas se separaram e se encararam se esquecendo que eu estava ali, revirei os olhos, e fiquei com o ombro na parede, imaginando se seria educado ir embora. — De acharem sua digital na estaca que matou o legista?
— O quê? — Ciciei chocada, vendo Elena concordar.
— É verdade, Alaric está fazendo um inventario das armas de casa, do loft, e também logo da casa do lago. — Contou ela em um tom baixo. — Vir ele e Meredith se beijando ontem.
Deus, como ela mudava de um assunto tão sério, para aquele que fez minha imaginação embrulhar meu estômago? Caroline guinchou feliz, batendo palminhas, e eu ignorei a informação, alegando que iria ajudar Alaric com o negocio do inventário, enquanto elas lidavam com Bill Forbes que estava disposto a processar a doutora Fell.
Ao chegar na casa dos Gilbert, entrei vendo Alaric cercado de armas, bestas, glocks, estacas, e bombas de verbena. Ele falava no celular assim que passei pela sala, e parou quando me viu, dispensando quem estava na outra linha.
— Tudo bem, fique com ela, e vamos descobrir quem fez isso.
— O que houve agora? — Indaguei assim que ele desligou o celular, e respirou fundo parecendo estranhamente pálido.
— Caroline encontrou o pai esfaqueado no depósito do hospital, ele morreu...
Abrir a boca em choque.
— Mas, ele tinha sangue de vampiro....
— Isso. — Rick concordou antes que eu terminasse. — Mas, aparentemente ele não quer beber sangue humano, e terminar a transição.
Eu contei mentalmente os minutos que tinha deixado Care e Elena no hospital, passei na biblioteca para deixar um livro, estacionei meu Fusca na garagem do apartamento para caminhar até ali, menos de duas horas.
Inferno, menos de duas horas, e o dia se transformara em um caos.
XxxX
— Não está cansado disso? — Perguntei para Matt que havia passado para me buscar, íamos dar apoio a Caroline que passava o que ninguém de nós haviam passado.
Ver seu pai querer morrer.
— Do sobrenatural tocar essa cidade como se ela fosse doente? — Matt retrucou olhando ao redor da rua vazia.
Caroline não morava longe, por isso estávamos indo á pé.
— Da vida dos nossos amigos parecerem uma bomba relógio. — Toquei seus dedos, precisando de um pouco de contato físico para não começar a sufocar.
Matt concordou com um aceno, apertando seus dedos nos meus, como uma forma de disser sem palavras que estava li.
A noite tinha caído em mais um dia em Mystic Falls, e ficamos ali, com Caroline na varanda, chorando baixinho, esperando do lado de fora enquanto sua mãe se despedia do seu pai.
Que tragédia, pensei, imaginado quem estava atacando pessoas do concelho com facas no estômago. Aquilo não parecia coisa de Klaus e seus híbridos, ou mesmo um vampiro, vampiros eram mais do lance de gargantas mastigadas.
— Damon ou Stefan não estão atendendo. — Elena comentou antes de entramos em sua casa, Matt e eu a seguindo.
Meu dia parecia passar como um filme com lance rápido. Eu mal conseguia perseguir meus pensamentos.
— E Bonnie? — Indaguei cansada, colocando minhas mãos no bolso da jaqueta,que bom que já estávamos de volta, eu estava precisando de um café puro pra me sentir um pouco mais viva.
— Disse que estava perto de abrir o caixão de Klaus. — Comentou casualmente como se soubéssemos toda a história.
Claro que Matt e eu sabíamos. Bonnie estava com a mãe tentando abrir um caixão de Klaus, que Damon conseguiu esconder quando teve que devolver os outros. Os irmãos Salvatore um pouco mais cedo, Damon para ser mais exata, pediu para ficamos protegidos já que ele Stefan estavam tendo um jantar com Klaus e Elijah Mikaelson, que Damon havia tirado a adaga que o paralisava.
As lembranças daquelas informações viam como flashs.
— Acho que a luz queimou. — Elena falou tentando ligar o interruptor da casa.
Sentir aquele cheiro inconfundível de sal, e ferrugem. Meu almoço pareceu subir até a minha garganta.
— Quietos. — Ciciei, tirando meu celular do bolso para ligar a lanterna.
Matt notando que também algo estava errado, segurou Elena pelos ombros, e a colocou para atrás de si.
Abaixei a tela do celular, vendo os primeiros respingos de sangue, escorregando do primeiro degrau da escada, uma mão pintada de vermelho na parede branca da casa apontando para o segundo andar como puro agouro prepositivo.
Não pensei, apenas agir, corri como se não tivesse medo, mesmo que o sentisse no meu crânio, pulando dois de dois degraus até o ver, ali, estirado no chão, com uma faca no seu abdômen, e o sangue criando uma poça a sua volta.
— Alaric!
Meu grito doeu em meus ouvidos. A dor da perda tocou meu corpo como uma coberta de pregos me perfurando. Ouvir meio inconsciente Matt atrás de mim, tentando me segurar quando me aproximei mais, derrapando na poça de sangue, até que me ajoelhei para poder ouvir sua respiração fraca, mas lá.
— Ele está vivo, ele está vivo! — Repeti sonambula, sentindo minimamente um alivio. — Tio, tio... — Toquei seu rosto, virando-o para mim. — Acorde, aguente firme.
— Vou chamar uma ambulância. — Matt avisou.
— Não dar tempo. — Garantir não vendo respostas de Rick. Peguei sua mão erradamente gelada, vendo o anel dos Gilbert em seu dedo anelar. Procurei Elena ao meu redor, e a vir paralisada demais para uma situação tão séria. — Você precisa mata-lo. Se ele morrer de uma morte sobrenatural...
— Mas não sabemos que quem o esfaqueou era sobrenatural. — Disse Matt confuso, e tão apavorado quanto nós.
— Isso que ela tá dizendo, eu sou. — Elena felizmente entendeu rápido, e acho que eu teria pesadelos por meses quando a vir esfaquear, e matar o meu tio.
XxxX
Olhei por sobre o ombro para a cama de hospital vendo Alaric voltar a fechar os olhos, e apreciar um pouco demais os analgésicos para dormir um pouco.
Abrir a porta devagarinho, e passei pelo corredor vazio do hospital da madrugada.
— Como está o senhor Saltzman? — Matt perguntou primeiro, se levantando do banco aonde estavam esperando.
— Bem, ele aceitou ficar em observação, mas mandou você trocar as fechaduras logo cedo, e dormi no loft hoje a noite, Elena.
— Bem a cara dele. — Ela suspirou aliviada, dando um sorriso de alivio que espelhou o meu.
Uma das coisas que não me deixava desgostar totalmente de Elena, era o fato dela amar Rick também. Acho que as vezes eu só achava que ele gostava dela mais do que de mim, e isso também não ajudava muito o nosso relacionamento.
— Novidades da Bonnie e Caroline? — Perguntei prosseguindo até a saída com ambos ao meu lado.
— Caroline e a xerife Forbes precisam de um tempo de luto, acham que vão espalhar as cinzas do pai dela na praia, pelo que entendi dela, mas Care tá bem na medida do possível. — Disse Matt.
— E Bonnie e mãe estão bem, depois de terem aberto o caixão misterioso, longa história. — Emendou Elena, e eu realmente não me peguei muito á pensar naquilo, estava cansada por aquele dia sombrio.
— E ninguém sabe nada sobre o responsável por esses ataques a membros do concelho, primeiro o legista, que era membro pelo que investiguei, depois Bill Forbes, e agora Rick... Sentem que isso é só o começo de algo? — Indaguei baixinho, como se falasse comigo mesmo.
— Vai com calma Nancy Drew. — Pediu Matt parando de andar assim que estávamos no estacionamento deserto do hospital. — Tome cuidado antes de colocar esse cabecinha pra funcionar.
Mordi os lábios, e apenas assentir com um aceno, não querendo discutir meus próprios planos.
— Obrigada por tudo Matt. — Disse o abraçando quando ele se aproximou.
Depois ele também se despediu de Elena, e o vimos subir em sua caminhonete vermelha, para ir embora, se preocupar apenas com seu turno no Grill dali a algumas horas. Eu e Elena ficamos em silêncio, um confortável e exausto, havíamos ido em seu carro, por isso eu entrei primeiro, vendo ela depois entrar, se sentar, e ligar o motor.
— Está tudo bem? — Perguntou dando macha-ré pra fazer baliza.
— Só cansada. — Respirei fundo fechando os olhos por longos segundos, o suficiente para tomar um susto quando Elena freou com tudo. — Bateu em alguma coisa?
— Não sei. — Assustada ela abriu a porta do seu lado do motorista, e desceu.
Fiz o mesmo porque estava meio naquele estado aonde a adrenalina ainda corria minimamente por minhas veias, transformando tudo em um grande momento de agir. Sabia que desabaria assim que estivesse deitada.
Demos a volta no carro, não vendo nada na traseira.
— Estranho... — Falei baixinho olhando por sobre o ombro.
Então sentir alguém me empurrando para o lado, não como um humano, mas tão forte que não sentir meus pés no chão. Minha cabeça bateu no concreto, e eu perdi o fôlego sentindo meus dentes machucarem minha língua.
— Oi Elena.
— Rebekah. — Elena guinchou e eu podia ouvir seu terror na sua voz.
— Surpresa? Você enfiou um punhal nas minhas costas, doeu.
Eu só ouvia a conversa, como se estivesse do outro lado de um túnel, espalmei minhas mãos no chão, e me ergui um pouquinho tentando me lembrar como respirava. Minha visão estava embaçada, como se eu usasse óculos de grau.
Elena gritou, e depois Rebekah.
Sentir alguém me levantar pela cintura, e me virar para me sentar o mais normalmente que eu poderia quando meus pulmões graças a Deus se encheram de ar, o que fez eu ficar completamente tonta.
— Elijah? — Alguém falou surpresa, provavelmente a irmã Original que parecia meio sufocada.
— Vá embora. — Outra voz falou, uma voz minimamente familiar.
— Você está bem? — Aquela voz era bem mais conhecida, e estranhamente o cheiro dele também.
Pisquei rapidamente, e ergui a cabeça vendo Klaus ajoelhado na minha frente, ainda com as mãos ao meu redor, me ajudando a levantar devagar.
— Vocês são patéticos. — Gruiu Rebekah, e um vento passou por nós como um assobio avisando que ela tinha ido.
— Anya?! — Elena soou preocupada.
— Estou bem. — Disse me afastando de Klaus, para olhar Elena que estava se encostando na traseira do seu carro, ela parecia pálida, e tremia visivelmente, suas mãos estavam ao redor do seu pescoço, como se suas vias respiratórias também estivessem sido abertas, diferente de mim, eu sabia que alguém tinha a sufocado.
— Viu porque Rebekah é um perigo? — Klaus gritou para o outro vampiro, de terno com cabelos pretos bem arrumados de um modo quase rico.
Tossi tocando minha cabeça com a mão, sentindo um galo começar a latejar na pele sensível da testa.
— Não é hora irmão, ela apenas está magoada. — O vampiro de terno se virou para mim, e deu-me um breve aceno educado. — Olá Anastácia.
— Oi Elijah. — O cumprimentei também, nenhum pouco entusiasmada com o reencontro.
Então, ele se virou para falar com Elena, se aproximando e abaixando a voz como se fossem falar algo mais privativo. Klaus se virou para mim, com uma sobrancelha levantada.
— Conhece Elijah? — Perguntou sombrio.
— Hunn... — Soltei um gemido de dor quando achei o corte sobre o couro cabeludo, tirei meu dedo vendo um pouco de sangue ali. — Ajudei-o em uma pesquisa sobre a fazenda Fell, quando ele apareceu ano passado.
Quando Jenna estava viva, quis dizer, mas não saiu. Quando ele queria te matar. Também não saiu.
Klaus se aproximou, e levantou suas mãos até meu rosto, segurando meu queixo com uma, e com a outro analisando quase profissionalmente minha cabeça.
— Não foi profundo, só um arranhão.
— Se você diz... — Suspirei fundo me acalmando um pouco, encarando seu queixo forte, com uma covinha, e a barba rala como um ponto seguro.
Notando como seu dedão fazia círculos suaves sobre o ponto dolorido da minha testa, quase como uma carícia, me afastei assombrada, e envergonhada quando sentir que Elena estava olhando.
Os olhos de Klaus naquela luz apagada, pareciam bolas de fogo, como se seu espírito meio lobisomem se avivasse nos raios do luar.
— Irmão, vamos segui-las, garantir que Rebekah tenha entendido o recado. — Comunicou Elijah. — E eu preciso conversar com Elena.
Klaus virou sua cabeça para o lado, pendendo-a ligeiramente para concordar com um aceno, notei que ele mordia internamente sua bochecha, como se quisesse falar algo, mas não pudesse.
Me apressei para voltar para a segurança do carro, assim como Elena que me olhava confusa. Ignorei suas indagações.
— Elijah tem acesso livre a sua casa, pelo que eu me lembre, vamos para lá então. — Pedi sabendo que não poderia convidar nenhum vampiro para o loft de Rick, ele não perdoaria aquilo.
Ela assentiu com a cabeça, e eu novamente me abracei tentando entender que toque gentil foi aquele de Klaus.
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