Notas iniciais
HELLO, i'm alive doiejdoiejd mas, gente, nesse capítulo não tem hentai, matem-me, eu deixo, só dessa vez mas é que gente, EU ESTOU SEM TEMPO, e para não deixar vocês na mão, começarei a fazer capítulos mais pequenos, e tais? O que você acham? Apesar de não sexo, esse capítulo é muito fofo, sério, podem morrer com ele, eu deixo QUEM CONSEGUIR DESVENDAR ESSE HOMEM, ESSE PERCY, EU DOU UM SPOILER dieojdoejdoed porque, gente, como ele é bipolar dioejdiojd mas ele tem um motivo, não o julguem obrigado pelos comentários, anjos idejoidjeoijded

Eu não sabia o que era aquilo que se passava entre Percy e eu, apenas tinha certeza de que era adequado até demais. Me julgue, por favor, senhor Deus. Eu estava, pelo menos nesse instante, totalmente submetida ao meu professor de biologia, senhor Jackson. Não que ele fosse um culpado por ser irredutivelmente sedutor, provavelmente por natureza, mas nem de longe o sujeito era imaculado. E, pelos quinto dos infernos, isso me impelia de forma totalmente eficaz. Passou por minha cabeça o que mamãe, dona Atena, pensaria ao saber que sua filha que provavelmente seria abastardada estava à caminho ao melhor inferno. Sorri.

E os lábios de Percy mais uma vez se moldaram aos meus, por inteiro lascivo, me proporcionando um dos melhores beijos que tive em toda a minha vida. Com toda certeza, sou capaz de dizer: a genética Jackson, sem dúvidas, é a melhor. Conduzi minhas mãos àquele ninho negro cujo nome era o cabelo bagunçado até demais de Percy. Meus dedos abriram caminhos pelos fios enevoados, realmente trazendo-me uma diversão a mais na coisa toda. E as mãos calejadas e extremamente grandes de Percy não estavam abanando, pegando vento, e sim, brincando com os dedos na barra de minha camiseta xadrez de mangas longas, de forma inquietante, de certo, querendo puxá-la para cima a qualquer momento.

Mas, sinceramente, eu sabia que pelos modos que ele agia ele nunca sairia da discrição, por mais tentador que isso parecesse — mas, bem, beijar uma aluna na sala do coral não é nada, nada diplomático.

Mas, céus, quem se importa?

— Ok, isso já está ficando quente demais — Obviamente, foi Percy quem deu a palavra, distanciando até demais sua boca da minha. Grunhi, sendo mais translúcida do que eu tinha em mente, e logo, ele sabia que eu estava gostando bastante do que estava acontecendo. — Não faça esse som cheio de discordâncias, Chase. Não sou idiota o bastante para transar com você na escola, especialmente no lugar mais sagrado do prédio, onde as freiras devem já ter cantado vários aleluias por aqui.

Por um lado, ele até que carregava uma ínfima razão, mínima das mínimas. Não que isso acalma-se o fogo que havia se formado em um supetão em partes de meu corpo que Jackson já havia tomado conhecimento. Então, tudo que fiz foi juntar meus lábios em uma fina reta de pequena tolerância, e encaixar minha boca à dele, tão rápida como um feixe de luz em meio à um apagão.

— Eu posso lidar com isso, professor — Mordi meus lábios, nem um pouco recheada de afins maliciosos com finais que se relacionavam com mais beijos. Afastei minhas mãos de seus cabelos, saindo de meu próprio eixo para rodeá-lo, e em seguida, abracei-o por de trás, laceando meus braços finos à sua cintura. Não que isso fosse um esforço, já que a minha altura não era realmente uma boa ajuda.

— Acredito que sim — Ele acariciou meus braços, enquanto minha cabeça se repousava em suas costas gostosamente malhadas, e céus, flashes de como ela é sem camisa inundaram minha mente de forma convidativa, e eu mal era capaz de barrá-las. Porque, sejamos, sinceras, eu não estava achando nada desfavorável.

Então, eu lembrei de algo ridiculamente péssimo.

— Percy?

— Uh?

— Por que eu estou quase reprovando? — Minha voz saiu mais petulante do que baixa, mas eu ainda não era capaz de desfazer a posição confortável em que nos encontrávamos.

Um suspiro resignado e cheio de coisas subtendidas fugiu por entre seus lábios, e eu juro que a massagem que ele realizava no mesmo instante se tornou mecânica. Oh, porra. Em que que merda eu tinha me metido? E por que Percy já estava se tornando um ator aspirante de peças de William Shakespeare, sendo que há poucos tempos parecia bem focado na objeção de me aniquilar com aqueles sorrisos maldosos e olhares dilacerantes? Tpm masculina, Annie, pensei comigo mesma.

— Você acha que estou fazendo isso para um delírio único, e com finalidade de te ver na pior?

Pensei alguns segundos antes de responder, um pouco cética, prensando minha bochecha na camiseta lisa e esverdeada de Percy.

— Ah, acho — Eu soube que minha resposta foi incorreta assim que senti seu dorso se retesando contra minha bochecha, e seus dedos pararam abruptamente de tamborilar em meu braço. Seus braços foram largados, deixados para baixo, enquanto Percy maneou a cabeça expressivamente para os lados, visivelmente decepcionado.

— Péssima resposta, Annie. Quer dizer, não é só porque eu fiz coisas antiprofissionais com você que, consequentemente, serei um professor extremamente filho da puta, que no mínimo, quer mais uma foda. Porra, eu não sou assim, Annabeth! Seria muito mais fácil se você não fosse tão desligada aos estudos, e utilizasse pelo menos dez por cento de sua inteligência, que por sinal, mesmo não tão perceptível, é imensa. Entretanto, a única coisa que você faz é sucumbir todo o seu talento sob merda. Ou melhor, sob sua necessidade de ser alguém. Escute, sei que você vai ser alguém, mas, cara, não assim.

Tive que piscar sucessivas vezes meus olhos para associar o que ele havia dito, totalmente estupefata com a torrente de palavras adentrando como raios em minha mente. Eu iria sobrecarregar. Céus, eu iria me partir ao meio sem nem mesmo notar. Eu tinha que admitir, na maioria das vezes, eu era a filha da mãe idiota que não ligava nem para minha própria vida.

— Eu... — Engoli a bile crescente e avassaladora. Minha voz sofria algumas contrações, o choque ainda se metamorfoseando à realidade. — Não sou assim — falei mais para mim, do que para ele — Desculpe, porra.

Percy agarrou novamente meus braços, dessa vez mais cuidadoso, se possível.

— Posso pensar no seu caso — Ele disse, subitamente trocando o tom aflito e revoltado para um desejoso e predador.

— O que você quer dizer com isso?

— O que você acha?

— Sinceramente? — Sorri abobalhada. Puta merda, Chase. Interne-se.

— Com toda certeza — Ele reverberou um risinho extremamente maléfico. Suas mãos desfizeram o meu laceado em sua cintura, e me virou para olhá-lo. Meus olhos sondaram de uma vez suas pedras esmeraldinas acesas em uma expressão de animação e ansiedade.

— Não é algo bom — Por fim, falei.

Um sorriso diabólico se alastrou por todo seu rosto. A luz do sol o rodeava, e ele parecia um anjinho vindo dos céus.

— Você tem razão — Ele concordou, selando nossos lábios por um segundo em um selinho. Sucessivamente, um beijo provocante foi depositado no maxilar de meu rosto. — Agora, vamos para minha casa, Chase.

...

Era irreal.

Talvez fosse o fato de que Percy era muito mais do que o adjetivo imponderável, e todos os outros sinônimos da palavra. Ou talvez, a minha vida cheia de eufemismos negros estava se transmutando para um lado ominoso — que me levava à casa de professores de biologia.

Oh, puta merda. Isso estava se tornando mais legal do que eu esperava, já que, bem, eu nem esperava. Mordi meus lábios, contendo aquele sorriso malicioso que tomava conta de todo meu rosto, de forma chata e inesperada demais. Sondei Percy com os olhos franzidos, questionando-me internamente quantas faces incríveis e insanas ele poderia ter. Os pedregulhos esverdeados, cujos nomes eram seus olhos, neste momento, espreitavam a estrada de terra pela qual o carro aparatoso de Percy se movimentava. Eu deveria saber que ele, como filho de ninguém mais do que Poseidon Jackson, o cara mais rico que houvera na cidade, era dono de inúmeros bens e caminhonetes superturbinadas, como a que estávamos neste minuto.

A pergunta da vez era: por que professor? Entretanto, não era algo que eu estava disposta a perguntar, ao menos não por enquanto.

Percy estava pensativo, isso era visível por suas sobrancelhas escuras se juntando, enquanto, simultaneamente, palavras silábicas e incompreensíveis saiam como raios por sua boca sedutoramente. Eu gostaria de com certeza acrescentar uma coisa, talvez até um pouco frustrante — por incrível que pareça. Desde que havíamos embarcado no carro para seja lá onde fosse sua casa, um lugar recuado de toda à cidade, pois estávamos já entrando na fronteira com a floresta, cujos pinheiros imponentes tocavam e delineavam o céu azul cobalto, não trocamos uma simples palavra. E isso me fazia sentir como se eu estivesse em outra órbita, enquanto, meus dedos tamborilavam pela textura lisa e até interessante no momento do cinto de segurança.

Eu não sabia se estávamos aproximados do destino tão esperado de alguma forma. Tudo que eu queria era parar de sondar árvores que se assemelhavam à arranha-céus, ou até mesmo, parar de sorrir por ser totalmente ignorada por Percy, porque eu não sabia o motivo desse sorriso.

— Por que está sorrindo? — Percy por fim, disse alguma coisa, desviando seus olhos finalmente da estrada de terra socada e cheia de pegadas de pneus. Suas mãos giraram o volante, nos conduzindo por um desvio, e logo, situávamo-nos em outra estrada, com pinheiros cada vez mais nos cercando e nos encarcerando. Floresta.

Engasguei no mesmo segundo, e por sorte, o riso sem som indevido se dissipou, dando espaço à uma coisa não muito evoluída: uma careta, com direito a expressões desentendidas, e a cara de paisagem. Quer dizer, eu nunca iria, jamais, admitir alguma coisa, já que, bem, eu deveria estar sorrindo porque eu gosto de sorrir. Não. Mas, era ao menos uma boa desculpa; uma fajuta, mas uma.

Pigarreei, avidamente acelerando meus movimentos com os dedos no cinto de segurança.

— Eu estava sorrindo? — questionei, usando um tom de inépcia, franzindo meus lábios para aperfeiçoar minha atuação digna de uma Oscar — Não me lembro de estar sorrindo, professor.

Percy ampliou suas sobrancelhas, como quem dizia “sério mesmo?” e eu podia ver sua feição de deboche ganhando cada vez mais nitidez. Sucessivamente, ele tornou seus olhos à direção como se a qualquer instante um descuido pudesse no levar à uma ocasião fúnebre.

— Você estava sorrindo, Chase — ele contra-atacou, soerguendo um lado de seus lábios, e por céus, ele não poderia ser irresistível a cada momento, cada parte do dia. Fingi não ligar àquele sorriso, o qual eu tinha certeza que havia sido moldado apenas por pura provocação. Maldito seja, Jackson — E você está mais do que seduzida por meu sorriso de lado molha calcinhas, aliás. Não que isso seja algo ruim, mas você não é a única que está subjugada ao poder dele.

Revirei os olhos, absorvendo um pouco lentamente o alto ego que, com certeza, era muito mais do que o corpo de Percy era capaz de comportar, então, o ego se espalhava por tudo e todos, o inflando ainda mais.

— Quanta certeza disso. Então, você também é narcisista.

Jackson deu de ombros.

— É um fardo que temos carregar quando somos gostosos...

— Um fardo um pouco ridículo e infantil — Interrompi-o, sorrindo.

— ... o que me faz pensar — Ele revirou os olhos esverdeados por toda a órbita, ignorando-me com eficiência e dando ênfase à totalidade da frase — que, você, — Seu dedo indicador se lançou à mim, em um apontamento, e em seguido, ele o devolveu para a borracha do volante — deve ser uma garota cheia de ego, autossuficiência, e orgulho por ser muito mais do que muito gostosa.

Algo estava fervendo em minha bochecha, e eu não poderia acreditar que eu estava corando irredutivelmente, como uma babaca derretida — pelo professor. Tratei rapidamente de normalizar a minha coloração fora de hora, com um revirar de olhos que estava se tornando rotineiro.

— Não compare meu ego com o seu, sabemos que você será o vencedor dessa vez.

Ele maneou a cabeça para o lado, formando um biquinho delicioso parecendo contemplativo para obter a resposta devida. Um sorriso se alongou por toda sua face, e ele não parecia nem um pouco ressentido.

— Você tem razão, mas isso porque eu sou incomum.

Sorri por Jackson ser mais idiota do que eu tinha mente. Balancei minha cabeça enquanto o riso sem som se apossava de toda a minha face, como se eu fosse uma pessoa totalmente divergente — ou, melhor, outra pessoa.

— Outro ato de superego, Percy! — Fiz um careta denunciante, mas plastificada do que real. Enquanto Percy sorriu de volta à mim, o que me fez notar que ele estava percebendo meus passos e atitudes.

— Eu não consigo me conter, eu juro! Estou tentando ser uma pessoa normal de trinta e dois anos que não come alcaçuz em excesso, e que não fala com os meus cachorros quando meu melhor amigo não está aí pra mim, e sim para as plantas de meu quintal... — Ele pausou por um segundo as palavras, esboçando uma ilusória melancolia — Não está dando certo, Annie.

Dei dois tapinhas em seu ombro.

— Um dia você chega lá, Jackson. Com muita garra, esforço, determinação, e céus, você é tão igual ao seu irmão nesse preceito de se achar.

Jackson consentiu, fazendo uma curva perfeita enquanto outra visão inunda meus olhos. Escancarei minha boca, totalmente boquiaberta ao ver os ferros do portão dourado se entrelaçando de modo glorioso.

— Você está certa, sou muito parecido com Ty — Ele concordou, sorrindo. — A única diferença, é que, eu sou o melhor. E você sabe disso. Ah, bem-vinda à minha casa, Chase.

Notas finais
"A única diferença, é que, eu sou o melhor. E você sabe disso. Ah, bem-vinda à minha casa, Chase." ESSE FINAL, me rachou no meio, eu estou morta ESSE HOMEM NÃO É DE DEUS, quero uma assim, quem quer também? MÚSICA DA LANA BANANA NESSE CAPÍTULO, como não amar? dejdoiejdojed enfim dioedoiejde estou indo embora q starkjackson, xx.