Notas iniciais
Olá, como estão? Agradeço a todas (os) que estão acompanhando a fic e também a todas (os) que deixaram comentários. Apesar de não responder, li todos e fiquei muito contente. Obrigada! Sem mais, segue novo capítulo. Vocês já sabem: se houver algum erro, por favor me avisem. Enjoy.

Jo caminhou rindo sozinha pelo corredor principal do laboratório de criminalística, até chegar ao escritório de Mac Taylor.

— Agora entendi o porque Sinclair não te convocou para essa reunião – comentou a detetive ao adentrar a sala dele.

Mac apenas levantou seu olhar para confirmar quem estava entrando em sua sala e logo voltou a escrever suas anotações no relatório que revisava.

— Está tudo acertado?

— Parto em dois dias. A Ellie vai adorar ficar dois dias na cidade sozinha. E depois vai odiar quando a minha mãe chegar para ficar com ela.

O detetive consentiu e não tirou a sua atenção da atividade que executava. Jo não conseguiu conter a sua curiosidade e atirou o questionamento que martelou a sua mente durante toda a reunião.

— Você sabia que essa missão conjunta será em Nova Orleans, não é mesmo? E que a Stella estará na equipe, não é?

— Sim. Eu soube.

— E você não está louco para ir?

Ele cessou sua escrita e permaneceu imóvel por alguns segundos. Bufando decepcionado, jogou a caneta em cima do maço do papel no qual trabalhava e jogou suas costas no encosto de sua confortável cadeira.

— Era o que eu mais queria. Eu poderia me aproximar e tentar esclarecer tudo o que aconteceu. Além de que poderia trabalhar junto com ela novamente, estar ao lado dela. Mas nem quero imaginar a reação do Sinclair se eu mencionasse isso. Ele ia me matar, provavelmente.

Jo achou a explicação de Mac muito inocente e resolveu instigá-lo no assunto.

— Você poderia esclarecer tudo e quem sabe, tentar conseguir algo a mais. – provocou.

— Jo, ela vai se casar, esqueceu? Não sou nenhum destruidor de casamentos.

A detetive soltou uma breve gargalhada.

— Claro que não. Você não destrói o relacionamento dos outros. Só destrói o seu. E por falar em destruição, como vai com a Christine?

Mac expirou derrotado.

— Mal. Depois da discussão com a Stella, eu me afastei dela. Ela percebeu e começou a cobrar mais de mim, sabe, coisas que não posso fazer. Não agora. Então, ela se distanciou. Por um tempo, disse.

— Puxa, então você estaria livre e solto para tentar reconquistá-la.

Mac lançou um olhar reprovador a detetive.

— Finalmente vou conhecer ela! — comemorou a detetive.

Taylor brigou com seus sentimentos por alguns momentos antes de entregar a batalha e fazer o pedido à colega de trabalho.

— Jo, já que você estará perto dela, quero que me faça um favor. Eu tentei entrar em contato com ela há alguns dias atrás, e é claro que ela não me atendeu. Então, quero que diga a ela que eu sinto muito pelo que aconteceu. E que eu queria muito falar com ela, para pedir desculpas.

Jo mexeu seus lábios decepcionada.

— Só isso? Posso falar o que você quiser, enviar o que você quiser. Mas, posso sugerir uma coisa?

— Jo, por favor, não vai aprontar nada. – pediu Mac.

— Não, vou fazer coisa melhor. Confia em mim.

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Stella digitou desesperadamente em seu teclado, na tentativa de terminar o seu parecer antes da reunião. A cada minuto, checava no relógio o horário, que passava mais rápido do que esperava.

A missão conjunta com representantes das forças policiais de outros quatro estados se iniciaria naquele dia e a central de controle e coordenação seria em Nova Orleans. Um novo assassino em série, identificado como Wilco, deixara um rastro de morte por esses locais, e pelas últimas pistas que havia deixado, era muito provável que ele estava escondido em Nova Orleans.

— Detetive Bonasera, todos já estão reunidos na sala central. – alertou uma de suas detetives, Gracie.

Ela ainda digitou mais algumas palavras e concluiu seu relatório.

— Obrigada, Gracie. Lá vou eu gastar meu inglês ruim na apresentação do caso.

— Imagina, Stella. Não é nada que você não tenha feito antes.

Stella se levantou rapidamente, resgatou seu tablet e seus papéis impressos e antes de sair, deu uma última conferida no seu visual no pequeno espelho que decorava sua sala. Ela não era a chefe ou comandante da missão, mas como anfitriã, se sentia com a mesma responsabilidade, e por isso, se preparou para isso. Além de que, tinha trabalho arduamente com sua par do laboratório de Las Vegas para providenciar apoio logístico para todos os agentes envolvidos. Ajeitando seus cachos dourados, respirou fundo e seguiu para o seu destino.

A sala central estava a meia luz, e a projeção já estava ligada. Ela entrou de cabeça erguida e desfilou pela sala, até se posicionar na área principal próxima à projeção, onde todos podiam vê-la.

— Boa tarde a todos. – cumprimentou e iniciou sua apresentação.

A anfitriã apresentou todos os detalhes e resultados obtidos da investigação até aquele momento, seguido do plano para a missão em conjunto. Algumas perguntas foram feitas e prontamente respondidas durante a projeção. Já quase no final da apresentação, Stella sentiu seu rosto esquentar e ao mover seu olhar para o fundo da sala, foi atingida por um olhar que a observava intensamente. Uma onda fria percorreu seu corpo quando mesmo no escuro, reconheceu o par de olhos azuis que a fitava ininterruptamente.

Seu sangue gelado quase congelou a sua língua e ela gaguejou um pouco nos últimos slides, entretanto, conseguiu manter um certo controle e terminar a sua apresentação, passando a palavra para Robert, que seria o coordenador dos agentes em campo.

Ela suspirou um pedido de licença para seu auditório e saiu em disparada da sala, sentindo o olhar intenso acompanhá-la durante esse trajeto.

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Stella entrou no banheiro e se fechou na primeira cabine que encontrou vazia.

Seu coração batia tão forte que parecia querer saltar para fora de seu peito. Ela inspirou e expirou por várias vezes tentando controlar sua respiração ofegante.

Assim que ela conseguiu respirar novamente, saiu da cabine e se dirigiu a pia, onde pretendia lavar o rosto e se recompor para voltar à reunião. Ela deu um sorriso discreto para cumprimentar Mary e Jocelyn, que estavam conversando junto ao gabinete. As duas eram funcionárias da área administrativa do distrito policial.

— Nossa Mary, você viu quantos detetives e agentes maravilhosos chegaram hoje no distrito?

— E quem não viu? Vi e registrei. Parece até concurso nacional. Dá para identificar pela cidade.

— O de Las Vegas é charmoso que só. O de Washington? Todo musculoso. E o de Nova Iorque? Você reparou?

— O de Nova Iorque é aquele gato de olhos azuis?

Jocelyn confirmou e complementou.

— Sim, e eu dei uma espiada na ficha dele: ex-marine, excelente ficha militar e viúvo.

Mary deu um assobio, aprovando a descrição do Taylor.

Stella rolou os olhos desacreditada quando as duas mulheres comentaram do Taylor.

— Ei, Stella, você trabalhou no laboratório de Nova Iorque, não é? Você o conhece? Podia apresentar a gente para ele.

Ela jogou a água fria em seu rosto e respondeu contrariada.

— Ele tem uma namorada em Nova Iorque.

Mary franziu a testa, indiferente.

— E daí? Nova Iorque é muito longe daqui. — elas riram.

Stella enxugou seu rosto devagar e bufou irritada, tentando bloquear sua atenção dos comentários das outras mulheres.

Ela se apoiou na pia e abaixou a cabeça, tentando colocar sua mente no lugar.

— Stella, você está bem? – perguntou Jocelyn.

— Sim, estou. – mentiu.

Ela deixou o banheiro e sem nenhuma condição de voltar à sala de reuniões, se dirigiu diretamente para o seu escritório.

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Em seu reduto, ela caminhou de um lado para outro, sem rumo. Uma mistura de ódio e arrependimento se espalharam em seu sangue, prejudicando seu raciocínio e reações. Por isso, se repreendeu fortemente, pois era anfitriã da missão e não deveria ter abandonado a reunião de abertura daquela forma. Sua obrigação era receber e atender a todos da melhor forma.

Contudo, a sensação de ser observada por ele parecia penetrar em sua pele e ferver seu sangue. As memórias daquela noite no escritório dele, o toque rude e o beijo demandante voltaram a dominar seu pensamento e ela teve que lutar internamente para que aquele sentimento avassalador não voltasse a perturbá-la.

— O que você está fazendo aqui, Mac?

Repetiu a pergunta sem resposta por várias vezes, enquanto dava voltas pela sala.

Ela passou a mão nervosa pela testa e pelo rosto, planejando quais seriam seus próximos planos. Quando a missão em conjunto fora definida pelos chefes superiores, e que Nova Iorque estava incluída, um nervosismo tomou conta de seu pensamentos. Entretanto, ela manteve sua preocupação sob controle e se acalmou quando verificou que o representante da força policial de seu antigo grupo seria a detetive Jo Danville. Seus olhos leram e releram o nome do representante da big apple por várias vezes, e ela somente acreditou naquela informação quando Sinclair, por telefone e durante uma conversa não-oficial, garantiu que Mac Taylor não seria convocado para aquela missão.

Sua aflição deu uma trégua quando ouviu a voz de Robert ecoando pelo corredor, através de sua porta aberta. Um sorriso tímido se abriu em sua face e a vontade de se jogar nos braços dele e fazê-lo apertá-la até não conseguir respirar mais tomou frente de sua consciência.

Ela se moveu devagar em direção à porta e quando ele apareceu, uma segunda presença conhecida a fez parar seus movimentos quase que instantaneamente.

— Com licença, Stella. Está tudo bem? Por que você saiu da sala tão apressada? — perguntou Robert preocupado.

— Não foi nada, está tudo bem. – suspirou.

Robert apontou para a pessoa que o acompanhava e comentou.

— O detetive Taylor estava me falando que vocês trabalharam juntos por muito tempo em Nova Iorque. É verdade?

— Olá Stella, como está? – Mac cumprimentou, tentando disfarçar a sua ansiedade.

Stella fez um esforço enorme para retornar o cumprimento adequadamente sem esboçar nenhuma reação desnecessária.

— Ah, é, é verdade. Estou bem, Taylor. E você?

As mãos deles quase não se tocaram no cumprimento indeciso e rápido.

— Entrem. – suspirou contrariada.

Robert gesticulou para que Taylor passasse na frente e entrasse primeiro no escritório. Mac passou os olhos por todos os lados curioso, registrando todos os detalhes da nova sala dela.

O espaço era maior e sem as paredes de vidro, todavia, ela manteve alguns itens da decoração de sua antiga sala em Nova Iorque. Mac reconheceu todos e foi quando o perfume dela atingiu as suas narinas, que ele associou o novo ambiente à sua dona.

Stella encostou-se em sua mesa e cruzou os braços. Taylor a encarou intensamente e ela devolveu o olhar.

— Isso deve ser interessante. Trabalharam juntos por quanto tempo mesmo, Taylor?

Surpreso com a história de Stella e Mac recém descoberta, Robert continuou provocando os dois sem perceber o clima que havia se estabelecido entre eles.

— Dez anos. – Mac respondeu prontamente sem tirar os olhos dela.

— Stella, você nunca comentou nada sobre o Taylor. Você sabia que ele viria para cá?

— Não. Outro detetive estava designado para a missão.

Mac e Stella ainda se olhavam fixamente e pouco se importaram em dar a devida atenção ao Robert.

— Isso deve ser bastante interessante, voltar a trabalhar com a mesma pessoa depois de tanto tempo.

Nenhum dos dois comentaram nada e nem cessaram os olhares fulminantes.

— Bem, Mac, você havia me pedido para falar com a Stella, e aí ela está. Infelizmente eu preciso deixar vocês e voltar para a sala central.

Robert estendeu e cumprimentou Mac, que o agradeceu por tê-lo levado até a sala dela.

— Depois a gente conversa, Stella.

Stella nem respondeu ao Robert, mas o esperou sair da sala antes de questionar Mac.

— O que você está fazendo aqui Mac? Onde está a detetive Danville?

Mac tentou responder usando um tom mais natural possível.

— Ela teve um problema particular e não pode vir.

— Mentira. — retrucou.

— Você pode confirmar com o Sinclair, se acha que estou mentindo. — blefou.

Stella moveu a sua cabeça negativamente.

— O que você quer então?

— Eu só queria conversar com você, sobre o caso.

— Outra mentira.

Ele sorriu nervoso antes de dizer a verdade.

— Olha, Stella, eu só queria esclarecer que estou aqui para trabalhar junto com você e não vou permitir que o que aconteceu no passado nos atrapalhe nessa missão.

Desta vez, ela desviou seu olhar do rosto dele.

— Só isso?

— Não. Eu também queria conversar um pouco com você — ele gaguejou — sobre o que aconteceu...entre nós.

As últimas palavras ditas por ele saíram em forma de suspiro. E nem a emoção inclusa nelas as impediram de irritá-la.

— Não tenho nada que conversar com você. Quero que fique bem claro aqui e agora que nosso relacionamento durante essa missão será estritamente profissional. Portanto, devo informá-lo de que todos os detalhes estão nos arquivos que você recebeu. Qualquer alinhamento sobre o caso, será feito nas reuniões dedicadas.

Mac se entristeceu com a dureza na resposta dela e sentiu uma ligeira pontada aguda em seu coração, quando ela elevou sua mão direita para tirar uma mecha do cacho que invadia sua testa, percebeu a aliança de noivado em seu dedo anelar.

— Eu só achei que podia conversar com você em particular. — confessou.

Stella se aproximou perigosamente dele e manteve seu tom de voz firme ao fazer sua declaração.

— Aqui não é o seu laboratório, Mac. É o meu. E você não tem prioridade nenhuma aqui. Como eu disse, não temos nada para conversar em particular. Portanto, vá estudar o material e se prepare para a missão.

Eles ainda trocaram um rápido olhar fulminante e ela deixou a sala, irritada.

Mac sorriu sarcasticamente ao observá-la deixar a sala. Ela estava incomodada com a presença dele, apesar de tentar veemente esconder esse sentimento. Um pequeno fio de esperança se confeccionou em sua mente e agora, ele precisava ter a confirmação de que ela ainda o amava antes de tentar resgatar o relacionamento deles.

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O calor que percorria seu corpo perturbou Stella durante todo o dia e todas as tentativas de fazer aquela sensação abandoná-lo não tiveram sucesso. As lembranças que estavam enterradas durante todo esse tempo haviam voltado a toda velocidade, confundindo seus sentimentos. Seu corpo estava reagindo de uma forma estranha e irracional, e a única coisa em que queria era se jogar nos braços de Robert e sentir suas carícias.

Suas mãos suavam frias e ela checou o horário em seu celular de minuto em minuto. A última mensagem descrevendo que ele já estava chegando contabilizava apenas quinze minutos, o que para ela, pareciam horas.

Robert mal pôs seus pés dentro da casa e ela já estava agarrada em seu pescoço e o atacando com vários beijos.

— O que foi meu amor? — conseguiu perguntar entre os beijos que selavam seus lábios.

— Eu preciso de você. — respondeu ofegante, enquanto atacava o pescoço dele com inúmeros beijos.

Sem demora, as roupas do casal já se espalhavam pelo chão e suas mãos acariciando e explorando toda a pele que podiam alcançar.

Contrariando o pedido dela, ele os conduziu cuidadosamente e carinhosamente, como sempre fazia.

— Mais forte, Robert. Vem, me pega — suspirou de olhos fechados.

As mãos dela arranharam as costas dele com força, e seus quadris se arquearam, buscando um maior contato com ele.

A movimentação dela confirmou seus pedidos, e ele, então, fez o que ela pediu.

Apesar de estarem conectados, cada um focou seus movimentos em busca do prazer e em alguns momentos, eles se chocaram com força, tornando a sensação mais intensa.

Os gemidos e os sussurros se misturaram ao barulho do choque dos corpos, quando o desejo fora demonstrado sem nenhum pudor.

Após se explorarem de várias formas e posições, os amantes se entregaram ao prazer e à exaustão.

Robert diminuiu seus movimentos e levantou sua cabeça para encará-la. Carinhosamente, moveu um fio de cachos que estava preso junto a testa dela, banhado pelo suor de seu rosto.

— Isso, foi demais... — confessou ofegante.

Stella o puxou em sua direção e o beijou profundamente. Estar com Robert e sentir o contato dele era tudo que precisava para se sentir viva novamente. E somado a todo o desejo que haviam demonstrado e explorado, uma carga de certeza havia sido despejada em seu corpo.

Ele cessou o beijo e a abandonou, se deitando ao lado dela. Exaustos e satisfeitos, o casal se entregou ao sono, sem antes se aconchegarem um nos braços do outro.

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Entre um gole de café e uma garfada em seu omelete, Mac lia os documentos do caso e de vez em quando, um riso atacava seus lábios.

A imagem de Stella dominava a sua mente, trazendo as lembranças do dia anterior. Ela estava linda, conduzindo a apresentação com firmeza e delicadeza. A saia e a camisa social a deixavam extremamente sexy, e seus cachos, ainda eram tentadores para enroscar a mão. Ele não conseguia entender como nunca havia reparado nela dessa forma em Nova Iorque, mesmo que as roupas que usava naquela época eram mais informais e curtas.

Robert entrou na cafeteria do distrito e o atendente já sabia o que preparar: café com creme e açúcar e um lanche quente de queijo e presunto, embrulhados para viagem.

Ao resgatar seu pedido no balcão, ele reconheceu Mac sentado a mesa, degustando o café da manhã e folheando os papéis do caso.

— Bom dia, Taylor. A Stella te passou lição de casa? – questionou Robert se sentando na cadeira de frente para Mac.

Mac achou a pergunta engraçada e reagiu.

— Faz parte do trabalho.

— É a primeira vez que vem a Nova Orleans?

— Sim. — confirmou.

Robert desembrulhou seu sanduíche e começou a degustá-lo, aproveitando a companhia. Ao levar o lanche para sua boca, Mac percebeu a aliança em sua mão direita.

— Quando é o casório? – indagou Mac apontando para a aliança.

Robert alisou a aliança orgulhoso.

— Daqui há três meses. Eu queria que fosse logo, mas não sou eu quem decido.

Taylor concordou.

— Parabéns. Que vocês sejam muito felizes. – cumprimentou.

— Obrigado. E você? Tem alguém lá em Nova Iorque?

— Sim e não. História longa e complicada – disfarçou Mac.

— Já entendi.

O celular de Robert atrapalhou a conversa dos dois e ele pediu licença para atender.

— Bom dia, amor.

Mac desviou a sua atenção da conversa, para proporcionar alguma privacidade, ainda assim, ouviu alguns trechos.

— Eu não quis te acordar. — tentou se explicar — ok, não se preocupe, vou fazer isso...eu já entendi, amor. Pode deixar. Beijo.

Robert desligou o celular e fez uma careta.

— Elas mandam em tudo, não é mesmo? — disse Robert abrindo sua agenda de notas eletrônica para anotar o pedido dela — Não posso esquecer de fazer o que ela pediu. Não quero deixar a minha grega brava.

Taylor se surpreendeu com a coincidência e não deixou de comentar.

— A sua noiva também é grega?

— Taylor, a minha noiva é a Stella.

Notas finais
Será que vai rolar ciúmes? Comentem e até+!