How to be the Queen of England

2 How not to invade the Forbidden Wing


Notas iniciais
como não invadir a Ala Proibida *gifzinho maravilhoso da Briana*

Emily abriu os olhos, vendo o lado vazio na cama. Ela estava dormindo a quanto tempo?
A Janela do quarto revelava a noite estrelada lá fora. Ela tinha perdido o dia todo.
Por que ela estava tão cansada?
Não importava.
Emily se levantou, procurando suas jóias. Jason havia tirado tudo que a incomodasse, e tinha saido dali ha muito tempo. Ela se arrumou, olhando para o relógio, que marcava 16:56.
Emily saiu do quarto, a procura de Jason. Ele provavelmente estaria no escritório. E estava. Cercado por um monte de pilhas de papel descabelado, cansado e preocupado.
Seus olhos se dirigiram a Emily entrando na sala, e ele relaxou instantaneamente.
— Que bom que está viva. — ele sorriu, e voltou a olhar os papéis apressadamente.
— O que foi?
Jason suspirou, apoiando a cabeça na mão.
— Depois que os Estados Unidos venceram a guerra contra os latinos, o mundo saiu do controle. A Polônia vem estando preocupada com a ameaça das Destructives que vem se tornando global, e além de querer nossas terras há muito tempo, tem boatos de que eles tem espiões aqui... E estão influenciado vários outros países a se virar contra a gente.
Ela colocou o dedo na boca, pensando.
— Sabe... Acho que temos que fazer uma conferência. Se a Polônia está fazendo amigos, vamos falar com os nossos.
Ele sorriu, se levantando.
— Você é incrível. — ela o beijou rapidamente, parando para ajeitar seus cabelos.
— Sou, sim. O que são esses papéis?
— Algumas cartas. A Ucrânia acabou com o pacto de comércio conosco.... Tá tudo uma bagunça...
—Ei. — Emily segurou seu queixo, o forçando a olhar pra ela, e esse sinples ato o acalmou.- Vai dar tudo certo.
Jason sorriu.
— Vou ligar pro Andrew.
(...)
— Eu acho... Que foi o Coronel Mostrada, com a corda... Na sala de jogos. — Steve disse, olhamdo o tabuleiro do jogo "Detetive", que existia a décadas.
— Nops, eu tenho os três. — Briana sorriu.
— O que? Briana, você não está jogando direito!
— Eu posso estar blefando...
— Isso não é poker! — ele largou as cartas no chão.
— Se fosse poker, eu tinha ganhado dos dois. — Aly deu de ombros, sorrindo.
— O que estamos jogando mesmo? — Callie coçou a cabeça.
— Ahhhh! — Steve bateu na testa, e Aly bufou.
— Britney! — Callie sorriu, esquecendo da sua confusão momentânea. — Vem jogar!
Todos olharam pra garota alta que passava no corredor. Britney congelou.
Ela suspirou, se sentando ao lado de Callie, que comemorou.
— Bem, eu acho que... — Aly se interrompeu, olhando pra Britney. — Britney, o que estava fazendo aqui?
— Como assim? Estava... Passando... Eu...
— Você descibriu sobre a ala proibida.
— O que? — Steve olhou pra Britney. — Como...?
— Eu ouvi vocês conversando. — ela explicou, calma.
—O que é Ala proibida? — Briana.
— Não é nada, pirralha. Continuamos o jogo depois, meninas. Os adultos tem que conversar.
— Você não é adulto. — Briana reclamou, revirando os olhos. — Vem, Callie. Vamos brincar de boneca.
As duas sairam andando, irritadas.
— Por que estavam conversando sobre a Ala Proibida?
Steve e Aly se olharam.
— Já notou as cicatrizes dos meus pais? — Steve disse.
— Sim.
— Nós não sabemos nada sobre eles. — Aly completou. — Mas sabemos que aquela Ala tem segredos.
— Eu quero ver. — Britney deu de ombros.
— Não temos autorização pra entrar lá. — Steve disse, e ela abaixou os olhos, decepcionada. — Mas... Depois que o castelo antigo pegou fogo, eles decidiran ter uma casa mais velha... Que tem passagens secretas por todo o lado.
— E duas crianças de 5 anos tinhan que achar alguma coisa pra fazer, então conhecemos essas passagens como a palma das nossas mãos.
Britney deu um sorriso maldoso, e eles foram em direção ao fim da biblioteca.
Steve passou os dedos nos livros empoeirados, a procura do livro "Alice no país das maravilhas", que marcava o lugar da pessagem secreta da biblioteca.
— Pronto. — A prateleira se deslocou pro lado, revelando um corredor escuro com paredes de pedra.
Eles deixavam uma lanterna em cada porta, o que era bem útil. Os três seguiram, enquanto Britney ouvia os dois irmãos empolgados contar histórias de infância, sendo que a única coisa que acontecia com ela na infância era ser maltratada pelos pais, e depois sua cela no Maxico. Ela perdera a conta de quantas noites passou em claro, perdendo a infância trabalhando para a fábrica de aço que sustentava a guerra latina.
Eles andaram por mais alguns minutos, quando chegaram numa pedra amarcada com giz branco. Aly a apertou, e uma portinha perto do chão, como as de cachorro, se abriu.
— Que isso? A Pink consegue entrar aí. — Britney franziu as sobrancelhas. Pink, a cachorrinha que Emily adotara, senpre coberta de lacinhos rosas em seu pelo de chihuahua, andava livre por todo o castelo.
— É o único jeito de entrar sem ser barrada pelos guardas. Esse tunelzinho da acesso ao teto da sala subterrânea mais protegida do castelo. — Steve sorriu, já abaixando para engatinhar pelo tubo. Aly o seguiu, e depois Britney.
O corredorzinho dava acesso a uma sala quadrada e escura, com vários símbolos no chão.
— Que simbolos são esses?
— Esse castelo tem uns 500 anos... Antigos reis tinham o costume de criar simbolos para si mesmos. Não tenho certeza por que colocaram aqui. — ele deu de ombros, não ligando pra isso.
Já ela, não tinha tanta certeza se reis tinham feito aquilo.
Steve se abaixou, apertando um símbolo em forma de dragão, e uma das grande pedras do chão se levantou, revelando uma sala toda iluminada com uma luz branca meio roxeada que dava um aspecto mais moderno.
— Uau. — Britney piscou os olhos, e Steve sorriu com a animação dela. — E se pegarem a gente?
— Você não sai muito, não é? — Steve disse, ainda sorrindo.
— Nunca. — ela sorriu também, animada por estar fazendo algo errado.
— Vou descer, odeio segurar vela. — Ela mergulhou buraco a dentro, caíndo de pé no chão brilhante sem fazer muito barulho.
Britney se surpreendeu com a graça com que Aly fez isso. Ela iria cair no chão, já estava prevendo.
Steve se pendurou na borda, e caiu de pé também.
— Prende essa corda no ganxo aí no chão. — Aly pediu, e ela obedeceu, amarrando bem a corda.
— Pode pular, eu te seguro. — ela respirou fundo, se sentando na borda, e se jogou. Steve a segurou facilmente pelos ombros, e a colcou no chão.
— Obrigada. — ela disse, sem tirar as mãos dos ombros dele. Steve não conseguiu responder, completamente abobalhado.
— Vamos, gente! — Aly os acordou, já seguindo em frente.
Corada, Britney observou o lugar. As paredes eram espelhos que cobriam tudo, enquanto um piso brilhante refletiam as luzes roxas e brancas do teto.
Até que um pequeno robô do tamanho de uma bolinha que "voava", começou a escanea-los com mais luzes roxas.
— O que é essa coisa?
— É um tipo de inteligência artificial burra. Ela pode sentir nossas emoções, e detectar se somos ameaças, mas não é tão inteligente para avizar minha mãe que estamos aqui, a menos que estejamos com más intenções. — Aly explicou, sem vontade de perder tempo.
— E por que tantos espelhos?
— Meu Deus, garota, parece que você tem 7 anos! Para de fazer perguntas, e vamos!
Britney sorriu, apresando o passo.
— Nunca vai achar alguém mais grossa que ela. — Steve disse, e ela concordou.
Os três seguiram pelo extenso corredor, até que chegaram em portas de vidro como as paredes.
— A partir daqui, se tocar em algo, vai ativar o alarme. — Steve explicou, e ela assentiu, abrindo a porta.
Estava tudo completamente escuro. Ela ficou em duvida se devia entrar, mas os dois entraram mesmo assim, e ela os seguiu.
Uma luz no teto acendeu, iluminando levemente o caminho, centralizando um capacete de ferro todo ensanguentado. Ao seu lado, uma foto de uma garota morena de olhos verdes, numa moldura impecável.
— Que que é isso?
— Essa, é a Ala proibida, onde meus pais guardam os restos de seus segredos mais obscuros e misteriosos.
As luzes acendiam cada vez que chegavam perto.
Tinham um pedaço de carpete vermelho ensanguentado, um cordão de sorvete prateado, e um pedaço de barco escrito "SS. The Fight".
Uma bola de cristal quebrada, acompanhadas por cartas de tarô e poções. Uma rosa que parecia morta havia anos, uma gaiola dourada com um esqueleto de coruja dentro, uma arma de ferro ao lado de uma espada suja de sangue...
— Ai meu Deus... — Britney tapou a boca, vendo 1 esqueleto incinerado e um corpo inteiro atrás de vidros, protegidos para seu sono eterno.
O esqueleto usava coroa, e o corpo da garota morena de olhos verdes da foto do capacete usava uma encharpe colorida.
— Quem...? — Britney ameaçou perguntar.
— Não sabemos. Como dissemos, nossos pais tem muitos segredos, e as vezes desconfio que alguns deles são terríveis. — Steve suspirou, querendo despistar esses pensamentos.
— Imagina o choque de nós com 7 anos achando tudo isso. — Aly riu. — Foi aí que começou minha paixão por cadáveres. Você achou isso ruim? — ela assentiu, com a mão na boca. Aly riu, maldosa.
— Aly... Que maldade... Não faz isso. — Steve pediu.
— Vou fazer. — Aly correu em direção ao escuro, e várias outras luzes se ascenderam.
Revelando dúzias e dúzias de cadáveres ossudos, segurando armas inúteis nas mãos de mortos.
Ela xingou um palavrão, tapando a boca.
— Sinto muito que tenha tido que ver isso. — ele cruzou os braços, chateado, e ela olhou pra baixo.
— Vocês não sabem nada sobre isso?
— Nada. — ele lamentou.
— Quer ver ficar ainda pior? — Aly deu um sorriso ainda maior.
— Não, não quero. — Britney cruzou os braços, mas Aly continuou andando animadamente pro fim do corredor, acendendo cada vez mais luzes de cadáveres atrás dos vidros.
Até que o último e maior dos vidros guardava a coisa mais maravilhosa que ela já tinha visto: un tridente dourado com 2 esmeraldas vermelhas, e um lugar reservado para a que faltava.
O tridente que os tirou daquela ilha.
— Nossa. — Britney piscou, pronta pra tocar o vidro, maravilhada, quando Steve segurou seu braço.
— Não toque em nadinha. Não ouviu?
— Desculpa. E a pedra que falta...? O colar da sua mãe...?
— Sim. Pensamos nisso também.
— A história dos seus pais devem ser incríveis.
— Temos teorias. Por exemplo, acredito que armas e capacetes tenham a ver com o antigo grupo terrorista, e os corpos, um grande massacre realizado por eles. — Britney deu de ombros.
Ela não ligava pras teorias. Aqueles corpos e horríveis, e a verdade iria acabar aparecendo, uma hora ou outra, Jason e Emily querendo ou não.