How to Love
21 Capítulo 21
Notas iniciais
Havia um corte pequeno no canto do seu lábio inferior. Seu olho direito estava assumindo um tom escuro e sua sobrancelha sangrava levemente. Seus cabelos estavam completamente desalinhados e sua camisa estava surrada. Mesmo assim, seus olhos pareciam brilhar e iluminar a sala inteira. Sinto seus músculos tensos enquanto ele encara minha bochecha. Meu coração ainda está acelerado, mas respiro fundo e foco em acalmá-lo. Encosto meus lábios em sua testa, dando um beijo casto. Deslizo meus dedos pelo seu cabelo e, quando sinto-o relaxar, pego um pano. Pressiono-o contra a sobrancelha dele e tento ignorar a maneira como ele me observa. Depois de limpar o sangue, aplico um pouco de remédio e coloco um pouco de gelo em um saco. Envolvo o saco com o pano e pressiono-o suavemente em seu olho.
— Segure, — sussurro, colocando sua mão no lugar certo para que o gelo faça seu trabalho. Ele me encara.
— Você parece saber o que fazer, — ele diz. Não é uma pergunta, mas ouço a curiosidade em sua voz. Tento sorrir, mas percebo que o sorriso não alcança meus olhos.
— Estou acostumada, — dou de ombros, limpando o canto de seu lábio.
— Você fala muito isso, — ele diz. Sua voz seca realça seu sotaque britânico. — Não gosto disso.
— Johnny costumava se envolver em brigas quando era mais novo, — justifico. Ele parece ficar um pouco mais aliviado e eu sorrio. Dessa vez, é sincero. — Você deveria deitar um pouco, — sussurro.
— Você deveria colocar um pouco de gelo nessa bochecha, — ele diz, brusco. Sinto uma pontada em meu peito e vejo seus olhos brilharem. — Desculpa. Não era para ser grosseiro. Só que… Eu… É difícil para mim ver você machucada, — ele diz. Sua voz falha e vejo-o como um menino pequeno. Posso notar o quão vulnerável ele se sente e sinto uma imensa vontade de abraçá-lo e nunca mais soltar.
— Está tudo bem, Jace, — eu sussurro. Penso em dizer que já estive pior, mas acho que isso pode aumentar sua raiva. Então, puxo-o para um abraço e sinto-o envolver minha cintura. Ele pressiona a bochecha contra o meu peito e eu apoio meu queixo em sua cabeça. Seus dedos desenham círculos em minha pele, fazendo um carinho suave que aquece meu coração.
Me afasto o suficiente para encarar seu rosto. Meus olhos pesam conforme a adrenalina passa e eu bocejo. Ele sorri e se levanta. Sua mão envolve a minha e ele me guia até o meu quarto. A cama está arrumada e posso ver o vestido que eu usei na festa jogado no cesto de roupa suja.
— Vamos, amor. Precisamos dormir um pouco, — ele sussurra. Seus dedos abrem os botões da sua camisa enquanto eu me ajeito em baixo das cobertas.
— Você tem uma tatuagem? — pergunto, notando um desenho um pouco abaixo de suas costelas, em suas costas. Não é exatamente um desenho, mas também não parece uma palavra. Há algumas linhas entrelaçadas em uma tinta preta. O contraste do desenho escuro contra sua pele clara me atrai de uma maneira desconcertante. Me pergunto como deixei passar esse detalhe enquanto ele se junta à mim.
— Sim, — ele sussurra, me puxando para o seu peito. — Fiz uma tatuagem com Alec quando tínhamos uns 20… 19 anos.
— O que significa?
— É um desenho para uma palavra antiga. Significa algo como irmãos de alma e de armas, — ele diz. Ele acaricia meus cabelos e desliza seus dedos pelo meu rosto, como se estivesse memorizando os detalhes.
Não respondo. Sinto o cansaço me levar enquanto sorrio contra o seu peito. Ele me abraça, murmurando mais alguma coisa que eu não entendo, e eu deixo o sono me levar.
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Acordo com um barulho insistente. Estamos dormindo abraçados e Jace está com o rosto enterrado na curva do meu pescoço. Suas mãos envolvem minha cintura e trazem minhas costas de encontro ao seu peito. Nossas pernas estão entrelaçadas e nossos corpos estão cobertos pelo lençol apenas. Fecho os olhos, tentando voltar para o meu sono, e o barulho retorna. Após alguns segundos de dúvida, vejo que é o celular de Jace tocando. Me movo em seus braços, virando de frente para ele, e Jace abre os olhos. Sou engolida pelo dourado que, por causa do sono, puxa para um tom de cobre.
— Alguém está te ligando, — murmuro. Minha voz, rouca pelo sono, desperta-o. Ele olha em volta, estica o braço, e alcança o celular. Noto que sua sobrancelha não parece tão inchada e seu lábio já está cicatrizado.
— Jace, — ele murmura. A rouquidão me abraça e eu gemo. Ele volta sua atenção para mim, seus olhos sérios e curiosos. — Pode falar, — sinto uma urgência tomar conta de mim enquanto o tesão, em sua forma mais crua, controla meu corpo. Beijo sua mandíbula, arrastando meus lábios até o lóbulo da sua orelha e passando minha língua pelo local. — Você realmente quer que eu vá até aí? — ele diz, respirando fundo. Sorrio e passo os dentes pelo seu pescoço.
Desço meus beijos pelo seu peito, virando-o de barriga pra cima e sentando em cima dele.
— Shh, — sussurro quando ele tenta se levantar. Sorrio ao ver seu desespero.
— Will, — ele diz entredentes. Posso sentir sua ereção contra o meu shorts e rebolo, devagar. Meus olhos não deixam os dele e eu sorrio maliciosamente. Abro o fecho da sua calça e puxo seu pau para fora da cueca. Ele tenta controlar sua respiração, mas falha. — Eu posso pensar em várias coisas mais interessantes, — ele praticamente ruge.
Enrolo meu cabelo, amarrando-o em um coque improvisado. Então, eu me abaixo. Lentamente. Tranquilamente.
— Oh, Deus, — ele sussurra, suas mãos apertando o lençol e o celular. — William, pelo amor de Deus, me dê um motivo para continuar… — Passo a língua por toda a extensão do seu pau, chupando a glande em seguida. Ele trava a mandíbula, respirando pelo nariz. Eu me afasto, sem tirar os olhos dos dele, e assopro. Seu corpo fica tenso e ele deixa escapar um gemido. — Eu tenho certeza que James está ótimo, — ele diz. Sua voz está rouca e ele está ofegante.
Continuo chupando-o e massageio suas bolas. Levo-o até a beira do orgasmo e paro, me afastando, assoprando-o. Ele diz mais alguma coisa, mas estou focada demais na minha tarefa para prestar atenção.
— Sim, — ele suspira, desligando o celular. Antes que ele possa se mexer, no entanto, coloco-o o mais fundo possível e chupo intensamente. — Oh, Clary! Meu Deus!
Ele goza, liberando jatos em minha garganta. Respiro fundo, pelo nariz, e engulo. A expressão em seu rosto faz com que eu abra um amplo sorriso. Me afasto, deslizando a língua pelos meus lábios. Arqueio uma sobrancelha.
— A vingança nunca foi mais saborosa, meu amor, — sussurro. Ele me puxa para um beijo apaixonado, me envolvendo com tanto amor que eu perco o fôlego.
— Você ainda vai me matar, — ele murmura contra os meus lábios.
Nossas bocas se encontram novamente e eu deixo o beijo me envolver. Nossas línguas parecem lutar pelo controle enquanto ele explora minha boca. Seus dedos se enroscam no meu cabelo e eu gemo. Ele engole meus suspiros e morde meus lábios.
— Jace, — ronrono enquanto ele tenta tirar meu shorts. Me afasto o suficiente para que ele consiga e, antes que eu volte para a minha posição original, ele me vira e fica por cima.
— Quero fazer amor com você, Clary, — ele sussurra contra o meu ouvido.
Sinto meu corpo derreter e meu sangue borbulhar. Ele tira minha regata, me deixando completamente nua. Arqueio meu quadril, indo de encontro ao dele, enquanto ele brinca com os meus peitos. Seus dedos puxam um mamilo enquanto sua boca acaricia o outro.
— Oh, Jace… Por favor, — imploro.
Ele desliza pela minha entrada, me penetrando tão lentamente que sinto vontade de gritar. Ele geme e nossas bocas se encontram. Nossos lábios se acariciam e eu falo, através do beijo, o quanto eu o amo. O quanto ele se tornou importante na minha vida.
— Clary, Clary, — ele sussurra, entrando e saindo de mim no ritmo mais antigo de todos. Tento acelerar o ritmo, mas ele segura meu quadril. — Sinta. Apenas sinta, meu amor.
Deixo as sensações me levarem. O peso masculino dele sob o meu corpo, pressionando-me contra o colchão. O cheiro de suor que se espalha pelo quarto. A maneira como nossos corpos se encontram, como se fôssemos feitos um para o outro. A rigidez contra a suavidade. Não saber onde o meu corpo termina e o dele começa. Nossos suspiros e gemidos se misturando.
Sinto meu sexo se contrair e arranho suas costas. Ele acelera gradualmente, me levando até a borda. Quando estou perto de atingir o clímax, ele diminui a velocidade. Sinto o quarto girar e imploro pelo orgasmo. Sua mão segura meu rosto enquanto eu gemo seu nome.
— Olhe para mim, Clary, — ele sussurra, seu quadril investindo contra mim como se tivesse vontade própria. — Preciso que você olhe para mim, amor.
— Jace…
— Eu te amo, — ele diz. Seus olhos dourados parecem transbordar esse sentimento e eu percebo, naquele exato momento, que eu sou dele. E eu me entrego, de corpo e alma.
— Eu te amo, — digo.
E então, como se o universo tivesse alinhado as estrelas para que esse momento acontecesse, sinto meu corpo explodir. Nossos corpos convulsionam no mesmo instante e eu arqueio minhas costas, levantando seu corpo com o meu. Seguro seus ombros e grito. Por um momento, tenho a impressão de que a sala inteira está brilhando com uma luz dourada, mas fecho os olhos e a sensação passa.
Nossos corpos caem, ainda conectados. Nossas respirações aceleradas enchem o ambiente e o som das batidas do meu próprio coração parece mais alto do que o comum.
Ficamos assim, por alguns minutos, até que nossas respirações voltem ao normal.
— O que Will queria? — pergunto depois de algum tempo. Seu corpo ainda está em cima do meu e ele parece fazer um esforço monumental para levantar a cabeça, me encarar e, antes de responder, sair de cima de mim.
— Ele está precisando conversar, — Jace murmura, seus olhos pesados.
— Está tudo bem?
— Sim. Ele só quer falar de Tessa, — ele diz, dando de ombros. Nossos olhos se encontram e eu afundo em ouro. Por um minuto, não sei do que estamos falando.
— Ah, — digo. Meu cérebro não consegue formar uma resposta melhor do que essa.
— Eu preciso ir, — ele sussurra.
Seus dedos desenham minha bochecha com delicadeza, como se ele tivesse medo de me machucar. Suas sobrancelhas estão franzidas e sua boca forma uma linha fina, como se a ideia de me deixar fosse dolorosa e preocupante.
A ideia de me deixar sozinha enquanto meu pai está na cidade, percebo. Desvio o olhar e tento sorrir, acariciando seu rosto.
— Pode ir, — digo, porque parece ser necessário. Ele me encara, analisando cada movimento meu e observando minha reação. — Eu vou ficar bem.
— Promete que, qualquer coisa, você liga? — sua voz soa urgente.
— Prometo.
— Posso deixar um segurança aqui, — ele diz, fazendo um carinho suave em meu cabelo. Algo no tom da sua voz faz com que sua afirmação soe como uma pergunta e eu arqueio uma sobrancelha. — Se você quiser sair, para comer alguma coisa…
— Jace…
— Não quero que ele chegue perto de você, Clary. Eu sei que você está acostumada, mas eu não consigo suportar a ideia dele machucando você, — ele diz. Vejo a raiva e a dor passarem pelo seu rosto enquanto ele fala. Ele fecha os olhos, franzindo a testa como se um pensamento doloroso tivesse atravessado sua mente e ele tentasse se livrar da sensação.
— Eu sei que…
— Só de pensar no que poderia ter acontecido se eu não estivesse aqui…
— Eu não pretendo sair, — interrompo-o. — Mas se vai te deixar mais tranquilo… Pode deixar um segurança aqui, — digo. Algo na urgência em seus olhos quebra minhas estruturas e eu cedo. Ele suspira, seu corpo ficando claramente mais relaxado.
— Obrigado, — ele diz.
Sua voz é suave e seu sotaque parece acariciar minha pele. Sorrio enquanto ele me puxa para os seus braços. Sinto meus olhos pesarem enquanto ele desliza seus dedos pelo meu cabelo. Sua mão acaricia meu pescoço e eu sinto meu corpo relaxar. Ele murmura alguma coisa e levanta, enquanto eu abraço o travesseiro. Noto quando ele entra no banheiro e fecho os meus olhos, deixando o sono me levar.
—
Desperto com o meu estômago roncando. Ainda estou abraçada ao travesseiro e meu corpo parece pesado por ter passado a maior parte do dia na cama. Afasto o lençol e me levanto, indo até o banheiro. Antes que eu faça qualquer coisa, entro no chuveiro.
A água quente relaxa meus músculos enquanto eu me limpo. Sinto meu corpo sensível e meus cabelos embaraçados. Espalho o shampoo pela minha cabeça e me ensabôo. Depois de deixar a água limpar meu corpo e aplicar o condicionador, saio do chuveiro.
Enrolo meus cabelos em uma toalha e coloco um roupão. Paro na frente do espelho e noto a vermelhidão na minha bochecha. O maçã do meu rosto ainda está um pouco dolorida, mas o olho não parece inchado. Balanço a cabeça, tentando me livrar dos pensamentos que envolvem meu pai. Saio do banheiro e coloco uma calcinha confortável e um pijama curto. O pijama é verde claro, com um cachorro branco desenhado na camiseta e listras horizontais brancas no shorts.
Depois que eu penteio meu cabelo e aplico um creme para hidratar, vou até a cozinha. Pego um copo de suco e ligo para a recepção do hotel, pedindo um prato de carne com purê. Ando até a sala e vejo, do lado do meu celular, um bilhete de Jace.
Me avise quando acordar. Te vejo amanhã. Amo você — JC
Sorrio e pego o celular. Vejo que são 19:30 e reviro os olhos. Mando uma mensagem rápida para ele e pego meu computador. Vou até a cadeira na varanda e ligo para a minha mãe. Depois de quarto toque, a chamada vai para a caixa de mensagens e eu não consigo evitar o aperto que toma conta do meu peito.
Respiro fundo e começo a trabalhar no contrato. Faltavam apenas três dias para a próxima reunião e eu ainda precisava fazer vários ajustes. Digito por algum tempo, arrumando alguns pontos e mudando outros. Após alguns minutos analisando minhas anotações da última reunião, ouço uma batida na porta.
Meu estômago ronca novamente e eu sorrio, levando o copo de suco até a pia e indo até a porta. Checo o olho mágico antes de abrir a porta, sentindo um calafrio passar pelo meu corpo ao pensar no meu pai. Para a minha felicidade, há apenas um garçom com uma bandeja. Abro a porta e o mesmo leva a bandeja até a mesa de centro, próxima da televisão. Sorrio, agradecendo-o. Ele é alto e esbelto, com cabelos claros e olhos escuros. Tenho a impressão de conhecê-lo de algum lugar, mas ele vai embora antes que eu possa perguntar.
Decido ligar a TV e coloco em um canal de filmes. Vejo que é uma comédia romântica que eu já vi milhares de vezes, então não me importo com o fato dele estar em italiano. Desfruto da carne com um purê de batata enquanto tomo um suco de laranja. Depois de comer tudo, levo as coisas até a cozinha e volto para a varanda, onde trabalho no contrato por mais umas três horas.
Meu corpo ainda está desperto, mas minha mente dá voltas enquanto eu encaro o computador. Havia feito bastante progresso no desenvolvimento do contrato, mas o cansaço mental estava afetando meus pensamentos. Decido parar de trabalhar e levanto. O sol já havia ido embora fazia algum tempo, mas o movimento na rua ainda era extraordinário. Sorrio, pensando em como vir pra cá havia me feito bem.
Recolho as coisas, organizando-as para o dia de amanhã e vou para o quarto. Como já estou de pijamas, vou para o banheiro e escovo os dentes, me arrumando para ir dormir. Arrumo o lençol para dormir e deixo a janela aberta, permitindo que uma brisa suave entre no quarto. Checo meu celular uma última vez, colocando o alarme para o dia seguinte, e deito. Pego no sono rapidamente.
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Estava em uma casa enorme. O piso era claro e os móveis eram caros. Janelas enormes davam para um amplo quintal, com uma piscina e um belo jardim. Ando em volta, notando vários quadros belíssimos. Um sentimento de certeza toma conta do meu corpo e a ideia de estar na casa de Jace toma minha mente. Mesmo sem nunca ter visto esta casa, e já ter ido na casa de Jace, sei que estou na casa dele.
Vou até a porta da varanda, que leva para o quintal. Tento abri-la, mas a mesma está trancada. Vejo que a sala diminuiu de tamanho e os quadros não estão mais lá. De repente, como se uma tempestade estivesse se aproximando, a sala escurece. O medo corre pelas minhas veias e toma o meu coração fazendo minhas mãos tremerem.
O som de metal batendo em metal chama minha atenção e eu me viro. Vejo um corpo largado no chão enquanto um homem fica de pé sobre ele. Me aproximo, sem entender o que está acontecendo. Perco o fôlego quando vejo os cabelos louros do homem no chão.
Jace tem seu rosto ferido e respira com dificuldade. Seus olhos dourados estão me encarando e ele parece sentir muita dor. Tento me aproximar, mas alguém parece me segurar. Vejo meu pai, o homem que está de pé sobre Jace, esticar o braço. Há uma arma em sua mão e eu tento me soltar, correr em sua direção e salvar Jace, mas só consigo gritar. O aperto em meu braço fica mais forte enquanto eu tento fazer algo além de berrar. Jace continua me encarando, seus lábios formando palavras que não fazem nenhum sentido para mim.
De repente, um clarão toma a sala como um raio partindo uma noite escura. Vejo seus lábios se partirem e o ouro em seus olhos parar de brilhar. A vida deixa seu corpo antes que eu ouça o barulho do tiro. Grito tão alto que sinto meus pulmões arderem e minha garganta queimar. Me viro, tentando me soltar do aperto em meu braço. A dor toma meu peito e parte meu coração quando noto que a pessoa que me impediu de ajudar Jace é minha mãe.
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