Notas iniciais
Yoo minna-saan!! Eu sei que eu sumi de S&P...Gomeeen! Motivos pessoais!! Mas vcs ainda terão noticias minhas e não vão se livrar de mim tão rápido kkkk ;DEspero realmente que gostem.Já falei nas notas mas vale avisar mais uma vezinha: ESSA FIC CONTEM CONTEÚDO HOMOSSEXUAL! SE NÃO GOSTA NÃO LEIA!! AVISO: Eu vi q o Nyah deixou o capitulo meio... bugado em alguns lugares, então eu dei uma arrumada. Mas não mudei nada então se já leu não precisa lê-lo de novo. ^^

Era uma fria madrugada de sexta-feira em Magnólia.
Pessoas passavam apresadas para lá e para cá fugindo da chuva que não tardaria a chegar. Magnólia era um importante bairro comercial de Fiore cidade próxima à Tóquio a grande capital Japonesa. Famosos por seus bares e mulheres magníficas, todos naquele bairro pareciam viver de um jeito descontraído e feliz apesar de sua alta classe e importância nos negócios. Há quem diz que o bairro de Magnólia é como um condomínio fechado, onde somente a “realeza” vive.

No entanto, nem todos estavam aproveitando o frio aparentemente acolhedor daquela noite, ou fugiam para o abrigo de suas casas após um exaustivo dia de trabalho. Na casa dos Dragneel por exemplo, um momento marcante e traumatizante se desenrolava. Aquela noite seria o gatilho para vários acontecimentos que viriam a atingir a vida daqueles moradores.

Um trovão ensurdecedor fez com que à pequena Layla, uma criança de apenas dois anos de idade, abrisse o maior berreiro. O que era algo bastante normal para uma criança dessa idade, mas Layla não tinha medo somente dos trovões e dos raios...
A chuva se intensificou do lado de fora da casa, tornando irritante o barulho das gotas de água contra o telhado. Um vulto azulado meio molhado pulou o muro para dentro da casa, dando a volta e já sabendo exatamente qual caminho seguir.

POVsNatsu

— Cala a boca! –Lucy bradou e Layla se encolheu em meu colo. Lancei um olhar irritado em sua direção que ela ignorou. – Estou cansada disso! Cansada de você! E CANSADA DELA! – Apontou a criança em meu colo com descaso.

Lucy andava pelo quarto de um lado para o outro, juntando suas roupas e outras coisas e as colocando em malas em cima da cama.

— Lucy, por favor, se controle! – Falei irritado, embalando freneticamente a pequena criança em meu colo, tentando passar alguma calma que nem eu mesmo sentia. Ela chorava sem parar, suas lágrimas escorriam por seu rostinho de anjo e encharcavam minha blusa. – Tem certeza do que está fazendo? Vamos conversar, nós...

— Conversar? – Gritou outra vez. Tive que respirar fundo para não ir ate ela e lhe dar uma bofetada. – Conversar sobre oque? Sobre aquela vadia que você dormiu durante essa última viagem? ACHA QUE EU SOU BURRA? – Pôs as malas no chão e passou direto por mim, indo para o corredor.

— LISANA É MINHA PRIMA! Como pode pensar algo assim!? Você está doente Lucy Hearthfillia! Doente! – Cuspi as últimas palavras. Lucy parou e me olhou, e por um segundo, seus olhos foram tomados por tristeza. Mas logo o sentimento desapareceu e ela deu de ombros descendo as escadas. Segui o caminho contrário e parei de frente para a porta do quarto de Layla. Abri-a e andei lentamente ate sua cama-berço e a deitei lá. Ela me olhou com aqueles belos olhos, castanhos como os de Lucy, que no momento estavam apavorados e tristes. Dei um beijo em seus curtos cabelos, cor-de-rosa como os meus, e a cobri com o cobertor.

— Fique aqui, Ok? Eu já volto.

— Ha-hai. – A pequena disse entre soluços, abraçando seu ursinho de pelúcia.

— Aye! – Happy, nosso estranho gato de pelo azulado apareceu no vão da porta se chacoalhando. Provavelmente havia pegado um pouco de chuva. Rapidamente ele subiu na cama de Layla, enroscando-se ao seu lado. Sorri levemente e sai do quarto, fechando a porta devagar.

Andei vagarosamente ate as escadas. Eu já sabia o que me aguardava, e não gostava nem um pouco daquilo. Onde foi parar aquela mulher que dizia me amar? Onde foi parar aquela que roubou meu coração e me tornou uma pessoa melhor em vários sentidos?

— Lucy... Por favor... – Ainda tentei argumentar enquanto descia as escadas.

— Calado, calado, CALADO! – Gritou novamente. – Eu não queria isso, nunca quis! Não queria filhos Natsu... E nem me casar! – Apesar de manter a frieza em minhas feições, aquilo doeu mais que uma estaca enfiada em meu peito. Respirei fundo e cheguei ao hall de entrada, parando alguns metros à frente dela.

— Você não pode me culpar por isso. A culpa não foi só minha não é... Eu não fiz Layla sozinho afinal. – Falei as últimas palavras com ódio e ironia – Eu também não planejei nada disso, horas... Formamo-nos há alguns meses, acha que meu sonho principal era me tornar um pai de família aos dezessete anos?! – Ela parou e ficou me observando, com uma mistura de raiva e tristeza em suas feições. – Mas pelo menos eu amadureci nesses últimos dois anos! Eu, ao contrário do que pensei, amei e amo Layla com todas as minhas forças! Enquanto você, pelo visto, continua com a mesma mentalidade de uma adolescente de 16 anos...

— A culpa... É...SUA! — Ela foi ate a mesinha perto da porta e pegou o primeiro objeto que viu, que no caso era um vaso de cerâmica pequeno, mas bastante pesado, e o jogou contra mim. Eu não consegui me desviar a tempo e o vaso bateu fortemente contra a lateral da minha cabeça. Eu cambaleei um pouco e me ajoelhei graças à tontura. O vaso caiu, se estatelando no chão e se espalhando em vários pedacinhos. Pus uma mão no local atingido. Sangue, muito sangue escorria do lugar.

— Papai! – Ouvi um gritinho preocupado vindo do alto das escadas.

— Droga... Volte... Volte para o quarto Layla! – Ai Deus, porque tudo isso estava acontecendo? O que estava acontecendo!? Levantei o rosto e olhei paraLucy. – Qual... O seu problema...? – Minha voz estava um pouco fraca graças à dor, mas a aura maligna ao meu redor foi o suficiente para fazê-la se afastar alguns passos.

— Desculpe Natsu... – Olhou para as escadas provavelmente para nossa... Para minha filha que devia estar se esforçando para descer as escadas, e sorriu irônica. Seus olhos eram como os de uma... Uma psicopata. Frios, sem emoção... – Ela é problema só seu agora. – Apontou Layla com descaso e se virou para porta onde seu táxi a esperava. Um homem veio ajudá-la com as malas. Ela entrou no banco de trás e se foi. Abaixei a cabeça. Gotas de lagrimas se misturavam com o sangue, que ainda escorria por meu rosto, e os restos do vaso.

E agora... Como vou viver? Perdi o chão naquele momento, me senti caindo em um abismo... Estava perdido. Sem saber o que fazer.

E então senti pequenas mãozinhas rodeando meu pescoço. E foram aquelas mãos que me puxaram de volta para a superfície, para fora daquele buraco. Que tiraram toda e qualquer dúvida restante em mim.

— Papai...

Fiquei estático. Fitei um ponto indefinido do chão, como uma estátua de olhos arregalados.

Layla... Eu juro que vou viver cada momento da minha vida por você... Minha filha.

Notas finais
Enfim... não sei se ficou bom, me digam vcs fujoshis de plantão! >-< Acho que se hoje tiver alguém lendo ( E COMENTANTO) eu já posto o próximo... Eu já tenho ate o capitulo quatro pronto, mas tô com preguiça de passa pro PC ( tipo, eu faço tudo a mão e.e ). Maas quem sabe se alguém ae resolver gastar alguns segundinhos da vida pra comentar um "Gostei" essa preguiça passe?? Só dando ideias =D Vamos esclarecer um pouquinho as coisas aqui pra quem não entendeu. Lucy e Natsu tiveram Layla com dezesseis anos e agora ( eles tem quase dezenove) eles resolvem tentar morar sozinhos, maas deu a louca na Lucy e ela vazo! ^^' Pois é...Maas você vão entendendo as coisas ao longo da história então fiquem tranquilas!Não pretendo estender muito essa fic, mas se eu ver que ela está tendo retorno acho que tem como fazer ate duas temporadas kkkkk Como sempre, tudo depende V-O-C-Ê-S! Kissus da Kayla-chan!!=*