Hot&Cold

8 Capitulo Sete - Diavolo's


Notas iniciais
Yooo pessoas desse Brasil! Olha quem tá de vooolta!! *Desvia de pedras e monitores de computador* Ok, ok... demorei um pouquinho... * Jogam uma pedra na minha cabeça* OK, OK! Demorei MUITO *olha para os lados com medo* pra postar esse capitulo. Mas tenho os meus motivos! E espero realmente que o Nyah ñ bugue essas notas, pq vou explicar tudo direitinho nas notas finais! U.U E acho que esse capitulo tá meio grande, então me desculpem por isso >.< Bem, até lá embaixo (^.^)/ Aaah, tem um hiperlik ali em baixo!! Momento songfic >.< (vão ter muitos ao longo da fic kkkk)

Vinte minutos depois, eu já estava estacionando na frente do apartamento de Gajeel. Ele morava na cobertura de um edifício luxuoso fora dos limites de Fiore. A construção possuía pelo menos uns vinte andares e era todo revestido em mármore preto e branco. As janelas eram enormes e possuíam vidros espelhados que refletiam a noite como um espelho gigante. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para ele avisando que tinha chegado e estava esperando-o na rua.

Gajeel era o líder e guitarrista de uma banda de heavy metal que já fazia certo sucesso pelo Japão. Eles eram financiados pela gravadora de seu pai, mas isso não diminuía seu talento. Eu até gostava de algumas de suas músicas.

Nós nos conhecemos na época da escola, ele foi o primeiro a vir falar comigo no meu primeiro dia de aula. E o único que restou de um grande grupo de falsos amigos. Ele namorava Levy, minha prima de segundo grau, há pelo menos dois anos. Eles são o tipo de casal que tem tudo para dar errado, mas, como se diz, os opostos se atraem.

Levy possuía cegueira parcial desde os dez anos de idade graças a uma doença grave. Ela era basicamente capaz de contar os dedos das mãos e conseguia ver vultos, mas usava óculos escuros na maior parte do tempo, mas isso não diminua em nada a sua inteligência. Sempre protegi muito Levy quando éramos crianças na época da escola. Mas então o tempo passou, Gajeel apareceu, Levy fez amizade com Lucy, e fomos nos afastando cada vez mais, até que a nossa amizade foi esquecida. Depois que Lucy se fora eu não consegui mais conversar com Levy como antes, era como se fossemos totalmente estranhos um para o outro.

Levei um susto quando Gajeel chegou abrindo a porta do carro e pulando para dentro.

— Você ta atrasado, idiota! – Me deu um soco no ombro com força, mas nada comparada ao de Erza. – Atrasou enquanto passava a maquiagem? – revirei os olhos e dei partida no carro.

— Calado! Ou quer que eu te deixe ai, idiota? – Liguei o rádio, onde a música Come as You Are, do Nirvana, começara a tocar, e fomos pela avenida em direção ao Diavolo’s.

***

Já era mais de 23h15min da noite quando finalmente chegamos à festa. E digo finalmente porque ficamos vários minutos perdidos, rodando por bairros desconhecidos, graças ao meu péssimo GPS: Gajeel.

Estacionei em uma vaga a alguns metros da balada. A palavra Diavolo’s brilhava em néon vermelho e azul no alto de um edifício com três andares e que ocupava quase um quarteirão inteiro. Essa é uma daquelas boates mega chiques onde você pode encontrar alguma estrela de Hollywood dançando a macarena e comprar um copo de água por quatro mil yens¹.

Fomos para a entrada, passando direto pela fila. Ouvi alguns murmurando em revolta e até alguns insultos, mas muitos ali reconheciam Gajeel e devem ter ficado na dúvida entre falar mal dele ou tentar pedir um autógrafo. Mas ele não era o tipo de “estrela receptiva” com os fãs. E suas roupas, botas de motoqueiro com metais no calcanhar, calça jeans preta com correntes, uma blusa preta e uma jaqueta camuflada que pareceu ter tido os braços arrancados, além de vários piercings e algumas tatuagens nos braços, deixavam ele com um ar bastante não-chegue-perto-a-menos-que-queira-apanhar.

— Nomes? – O segurança na entrada pediu. Ele era pouca coisa mais alto do que eu. Tinha a pele morena e uma careca que brilhava com as luzes do ambiente. Era bem musculoso e seu olhar dizia “não importa quem você seja, se não estiver na lista, vai sair daqui agora”, mas Gajeel não pareceu nem um pouco sem jeito com o olhar dele (como eu fiquei, aliás). O crachá no seu peito dizia: Hermano, chefe de segurança.

— Somos convidados da senhorita Mcgarden. – Só a menção do sobrenome de Levy fez o segurança tremer os olhos de preocupação. – Gajeel Redfox, o namorado de Levy Mcgarden. Esse carinha aqui tá comigo. – Apontou para mim com o polegar. Em outras circunstâncias eu teria ficado irritado pelo modo como ele falou, mas no momento fiquei mais preocupado com o grande Hermano ali na frente. O segurança olhou na lista e arregalou os olhos.

— Si-sinto muito pela demora senhor Redfox. Por aqui, por favor. – Se curvou o máximo que o seu grande corpo suportava e apontou a grande entrada do Diavolo’s. a porta era cercada por dentes branquíssimos, o que dava a impressão de que entravamos em um tipo de boca maquiavélica.

— Valeu ai, careca! – Falou Gajeel dando tapinhas nas costas do segurança.

Hermano saiu da frente e entramos.

— Ele é novato, do contrário nem teria perguntado o meu nome. – Falou Gajeel, com um ar de divertimento. Eu não sabia qual era a graça de provocar um segurança baixinho e musculoso que podia facilmente te nocautear.

Demos com um corredor escuro e espelhado, nos fundos uma porta igual a que nós acabamos de passar. No lado esquerdo ficavam três guichês com belas atendentes conversando entre si. Não tinha reparado, mas ainda não conseguia ouvir a música que vinha lá de dentro.

— Não entendi, porque foi só você falar o nome de Levy que o cara lá ficou daquele jeito?

— Ora, não é obvio? – Falou como se eu fosse um idiota. – Levy é a dona do Diavolo’s. – Foi até o guichê e teve uma breve conversa com a mulher do outro lado do vidro, enquanto eu ficava parado ali com cara de idiota olhando para ele. Como assim ela era dona daquilo ali? E como eu não sabia disso?

— Ô, cabeção, vai vir ou não?

Pisquei ainda sem compreender bem e o segui. Quanto tempo fiquei trancado dentro de casa para acontecer tantas coisas sem eu nem reparar?

— Como assim Levy é a dona desta balada?! Ela não fazia faculdade de administração ou alguma coisa assim?

— Fazia. – Gajeel revirou os olhos, indo para a porta. Mas então parou antes de abri-la. – Mas só porque seus pais queriam. Isso não era para ela. Ela quer mesmo é cursar letras.

— Então por que... – Apontei ao redor.

— Ge-hehe – Deu aquela risada estranha que me irritava muito. — ela arrumou um jeito inteligente de se safar, claro. – E abriu as portas entrando no salão.

No primeiro momento fiquei pasmo e as portas quase bateram em mim. O lugar era enorme! Luzes e LED’s piscavam em todos os lugares e em todas as direções. Eram tantas cores que meus olhos levaram alguns segundos para se acostumar. Sem falar nos estranhos objetos enormes que pareciam garras infladas com ar e iluminação colorida por dentro. Essas “garras” mudavam de cor ao ritmo da música, que acabara de mudar para uma da Rihanna. Grandes vidros espelhados circulavam o segundo andar do Diavolo’s, que era uma grande plataforma.

Não muito longe da porta de entrada, havia um par de portas cobertas em tons de vermelho e dourado, um elevador. Gajeel andou até lá e eu o segui, passando por um mar de pessoas. Uma pequena tela computadorizada ao lado da porta substituía os botões. Ele passou um cartão de crédito dourado pela mesma, as palavras “acesso permitido” brilharam, e as portas se abriram. Era menor que os elevadores convencionais, mas tão chique quanto o de um prédio de luxo. Ele passou seu cartão novamente pela tela, só que a do lado de dentro, e os números “um”, “dois” e “três” apareceram. Ele apertou o número dois e as portas se fecharam fazendo o som lá de fora ficar abafado.

— Os andares são liberados de acordo com o seu tipo de cartão. – ele explicou. – Os nossos são os únicos que dão acesso ao terceiro andar.

As portas se abriram, revelando o segundo andar, que era uma grande e espaçosa plataforma que circundava toda a área interna do Diavolo’s. Os vidros, que lá embaixo eram espelhados, dali de cima possibilitavam as pessoas de verem toda a área central da pista.

— Toma, o seu cartão. Eu não vou ficar do seu lado a noite toda. – Jogou o cartão para mim e eu quase o deixara cair. Ele brilhava levemente com as luzes ambientes. Dependendo da sua posição as palavras “VIP” e “LOVE” apareciam. – Vip é esse andar aqui, e Love é o próximo. – Disse Gajeel com um sorriso sacana, quando percebera que eu olhava a imagem do cartão mudar, freneticamente.

Gajeel andava sem nem se preocupar se eu o estava seguindo ou não. Ele foi para uma parte mais ao fundo da plataforma, uma mesa grande de vidro que parecia brilhar e mudar de cor lentamente. Em torno dela, reconheci alguns ex-amigos meus, membros da banda de Gajeel, e Levy.

Sentei à mesa. Por um momento todos ficaram me olhando, mas rapidamente desviaram o olhar. Era uma situação muito estranha.

Sabe aquele arrependimento de ter ido a um lugar que você sente só quando chega nele, mas não pode ir embora? Era isso que eu sentia naquele momento.

É, seria uma longa noite...

***

Alguns minutos se passaram. Gajeel estava conversando com Levy, eles se beijavam e se acariciavam, e ele agia como se ela fosse feita de vidro e pudesse quebrar ao seu toque. Não pude deixar de me sentir feliz por aqueles dois, acho que o casamento deles não deverá demorar a chegar.

Os amigos de Gajeel foram aos poucos saindo da mesa, alguns indo embora e outros sumindo pela balada. Gajeel puxou Levy para o elevador e eles desceram para a pista, e eu não os vi mais naquela noite. Só restando eu e dois casais naquela enorme mesa brilhante.

Levantei-me e, distraidamente, fui até o bar.

— O que vai querer, senhor? – A barwoman, que esfregava um copo de vidro com um pano branco, chegou perto de mim do outro lado do balcão. Ela tinha expressivos olhos azuis e um sorriso travesso e ao mesmo tempo gentil nos lábios. Tudo nela me era familiar... Principalmente seus longos e ondulados cabelos brancos. – Senhor?

— A-ah, desculpe-me. É que você me parece familiar...

— Acho impossível, senhor. — Falou dando uma risadinha. – Me mudei para Magnólia há pouco menos de um mês. Trabalho aqui para a Levy porque não gosto de ficar parada em casa e sabe... – Ok, a partir dali eu só afirmava com a cabeça e grunhia alguns “é” e “nossa”. Essa era a garçonete mais tagarela que eu já conheci! E seu sorriso gentil não me ajudava a ter coragem para interromper a sua fala. – Ahá! Já sei. Eu morei em Magnólia há muitos anos atrás, com oito ou nove anos. Talvez...

— Na-não! Pode deixar... Deve ser só impressão minha. – Tentei interrompê-la do modo mais gentil possível e sem olhar para seus olhos, que eram do tipo que te faziam se sentir culpado por matar uma formiga. Ela fez um muxoxo de desapontamento por não poder contar sua teoria, mas logo voltou ao assunto “o que eu queria beber?”.

Pedi qualquer bebida sem álcool, já que eu iria dirigir na volta pra casa, e voltei rapidamente para o meu andar. Estava apreciando minha bebida e me balançando ao ritmo da batida sensual da música. Olhei pelo vidro escurecido e consegui ver um mar de corpos se chacoalhando lá embaixo. Eu nunca fui muito de frequentar esses lugares. Lucy nunca gostou desse lado meu, ela adorava festas e baladas. Era bom reparar que eu já conseguia pensar nela sem doer tanto em meu peito...

De repente, alguém esbarrou em mim com tanta força que todo o conteúdo do copo derramou na minha blusa. Sorte que eu já estava no fim da bebida. Virei-me a tempo de ver as costas do imbecil. Ele cambaleava para o elevador, claramente estava bêbado.

— Ei, desgraçado! Olha o que...! Hei! – O perdi de vista.

Maldição! Desgraça! Hoje definitivamente não é o meu dia! Deixei o imbecil pra lá e resolvi que já estava na hora de ir embora. Algumas pessoas davam risadinhas da enorme mancha cor-de-rosa na minha blusa enquanto eu passava por elas em direção a saída. Claro, todos riem do idiota de cabelo rosa com a blusa manchada!

Andei o mais rápido que pude em direção ao elevador. Passar na área VIP foi fácil, o problema era a pista lotada de pessoas. Dei graças a Deus pelo elevador ser próximo a saída, assim eu não teria que atravessar um mar de pessoas. Em alguns minutos eu já estava do lado de fora na fria madrugada de sábado. Mandaria uma mensagem para Gajeel depois, o motorista de Levy podia deixá-lo em casa, ou ele podia ir para a casa de Levy.

Agora era só andar um pouco até o carro. Porque fui estacionar tão longe mesmo? Ah sim, graças ao Gajeel! Quando chegamos, quase não havia mais vagas na rua.

Não havia muitas pessoas nas calçadas a essa hora, vez ou outra, algum carro passava e os faróis iluminavam os prédios e becos a minha volta. Alguns mendigos dormiam sob papelões e cobertas nojentas, gatos trançavam meu caminho atrás de comida, ratos balançavam cestas de lixo (o que me assustou algumas vezes). E eu já estava rezando mil vezes o Pai Nosso para chegar logo na porra do carro.

— Eei! O que você ta fazen... – Uma voz grogue gritou do beco por onde eu acabara de passar, claramente um bêbado, e eu gelei até a alma. Olhei para frente quase em desespero, o meu carro estava a somente alguns metros à frente. Tempo suficiente para chutar alguém nas bolas e correr. Mas essa voz...

Sabe o ditado “A curiosidade matou o gato”? Eu devia ter me lembrado disso naquele momento, mas a voz que gritou aquilo era muito familiar.

Ignorei a vozinha no fundo da minha mente, que gritava para que eu desse meia volta e corresse para o carro. Entrei no beco fétido e mal iluminado. Um gato preto emergiu de uma lata de lixo e ficou me observando passar.

Porque eu estava ali mesmo? O que eu ganhava indo atrás dele? Eu não... Não estava me preocupando com aquele babaca! Estava?

O barulho de vidro quebrando me fez abaixar atrás de uma caçamba de lixo grande o suficiente para me esconder. Levantei um pouco o corpo para espiar por detrás da caçamba, e os vi. Um moreno, poucax coisa maior que Gray, o segurava pelo pescoço. Se ele não estivesse vestindo trapos, poderia até dizer que era um emo, devido ao seu corte de cabelo. Um garoto loiro segurava uma garrafa de vidro quebrada, e a apontava para o rosto de Gray.

— Agora calado, riquinho! Se passar o que a gente ta pedindo, talvez você saia daqui vivo. – A voz dele era convencida e um pouco rouca.

— Rico? Há! Devia prestar mais atenção em quem você assalta. – A voz de Gray estava embargada, como se ele fizesse um grande esforço para falar e ainda manter a pose de machão, tudo sem desmaiar.

— Ok, Sting! Chega de discussão. Anda logo com isso! – O moreno disse, com uma voz sombria, grave e impaciente.

— Hum, vamos lá então. – Ele pareceu levemente decepcionado.

O loiro levantou a garrafa e iria espatifá-la contra o rosto de Gray, mas eu fui mais rápido. Saí correndo detrás da caçamba e segurei seu pulso no ar. Antes que ele pudesse entender o que estava acontecendo, dei um soco na sua mão com a minha mão livre e o forcei a largar a garrafa no chão. Quando ele se virou para me atacar, pude ver em seus olhos que ele não sabia muito bem o que estava fazendo. Debilmente tentou me dar um soco, que eu desviei com extrema facilidade. Com a mão direita dei um soco com tanta força em sua face, que ele caiu desacordado no chão. Um pequeno filete de sangue saindo de dentro de sua boca, deve ter quebrado algum dente ou sei lá.

— Sting! – O moreno gritou, exasperado. Gray tentava se soltar, mas ou ele não tinha forças graças a seu estado, ou o emo era mais forte do que parecia. O moreno o segurou com mais força ainda e deu uma joelhada na parte interna do joelho de Gray, que caiu de joelhos e ofegante. Ele segurou Gray pelos cabelos, o fazendo soltar um grito mudo. Meu coração já estava pra sair pela boca, e ver Gray naquele estado me deu vontade de agarrar aquele emo maldito pelo pescoço. Não dá... Eu não aguentava ver Gray daquele jeito, e nem eu sabia bem o porquê. – O que você fez ?!

— Solta ele! – Falei para o moreno em um ar ameaçador. Peguei a garrafa que estava jogada no chão, ao lado do loiro desacordado, e a apontei para o moreno. – Solta o cara ou eu chamo a polícia! – A menção desse nome o fez arregalar os olhos e engolir em seco. Ele parecia... Desesperado.

Por um momento pensei que ele fosse atacar Gray novamente, mas ele abaixou a cabeça e, depois de excitar por um segundo, soltou o cabelo de Gray. Ele caiu no chão sustentando o peso do corpo com os braços, ofegante e machucado. O moreno andou até onde o loiro estava e passou a mão por sua testa suja, suspirando.

— Gray! – Falei. Não sabia se o abraçava de alivio ou se dava um soco na sua cara por ir a um lugar daqueles sozinho a essa hora, vestido como um playboy!

Já estava ajoelhado ao lado de Gray, o ajudando a se levantar, quando percebi que o loiro estava acordando.

— Desculpa cara. Não podemos ir pra lá de novo... A polícia... Eles precisam da gente em casa.

A última coisa que vi naquele beco foi o sorriso (com um dente claramente faltando) do loiro — Sting. Um sorriso de compreensão. Um sorriso puro de amor e amizade, algo que não imaginava encontrar em um lugar daqueles.

***

Segurava Gray com um braço em torno de sua cintura e o outro segurando seu braço esquerdo que estava escorado em volta do meu pescoço. Fomos lentamente até o carro, eu abri a porta e o ajudei a se sentar. Ele fez uma careta de dor ao encostar as costas contra o banco.Me dobrei e, praticamente subindo em cima dele,afivelei seu cinto de segurança. Quando levantei o corpo para sair, por algum motivo parei à sua frente. Encarei seus olhos, e percebi pela primeira vez que eles eram azuis, quase que cinzas. Eram tão... frios.

Acho que fiquei muito tempo o encarando sem perceber, porque ele deu um sorriso torto, dizendo:

— Está gostando da vista?

Murmurei um “idiota” e, corando até a raiz dos cabelos, saí e dei a volta no carro, entrando pela porta do motorista.

— Certo. Para que lado fica a sua casa? – perguntei enquanto ligava o carro.

— Pra lá... – Apontou a frente da rua. – Ou pra lá – Apontou à traseira do carro, dando de ombros. – Não me lembro.

— Porra... – Fechei os olhos e massageei as têmporas. Minha vida sempre se complicava quando eu estava do lado desse palerma! – Juro que depois dessa nunca mais irei te ajudar! – Dei a partida e manobrei o carro enquanto Gray murmurava algo como um “veremos”, o que eu não entendi.

— Pra onde vamos, afinal? – perguntou lentamente.

— Pra minha casa, seu idiota. – murmurei, corando por motivos que nem eu conseguia explicar.

Notas finais
¹ Cerca de noventa reais Eae minna-san! Gostaram? Odiaram? Comentem! Deixem uma autora atrasada feliz doando o seu comentário! o/ ______________________________________________________________ Bem agora as explicações >.< Etto... aconteceu muita coisa comigo de fevereiro até aki. A maioria ruim... Término de namoro, notas ruins na escola (já no começo do ano, imagina a cara dos meus pais, ainda mais q eu sou repetente ¬¬' ), meu PC deu um bug cabuloso e eu fiquei quase duas semanas sem ele, ae minha mãe esqueceu de pagar a conta da internet e eu fiquei mais duas ou três semanas sem net! Enfim, acho que Kami-sama não queria que eu postasse! Agr vou indo! Tô vendo Toy History 3 e esse final é tão Kawaii q eu tô vomitando arco iris aki TuT Kissus da Kyla-chaaaan!! (já tava com saudadeees!! TuT)