Hot&Cold

7 Capitulo Seis - Some Memories


Notas iniciais
Yooo minna-saan!! Olha quem chegou atrasadinha de nooovo?! Pois é... Vc devem tar quereno me matar T.T Mas não façam isso ou nunca mais poderão ler a fic!!! U.U Pois é... Não deu pra cumprir o prazo né gente... fazer oq e.e Maas tenho uma novidade pra vocês! Temos beta agora fic! o/ Ela irá betar a partir desse capitulo! Muito obrigada por abrir um tempinho pra postar minha humiilde fic Momoi-chaan! TuT Bem minna, espero que não BUGEM minhas notas! Tô ficano com ódio disso ¬¬' Ateee!! o/

Já eram mais de seis horas da noite quando estacionei na enorme garagem da mansão. Era muito espaço para pouco carro, somente o meu e a moto de Erza na verdade. Era meio estranho de se ver... Quando eu olhava aquele vazio só pensava nos vários carros de luxo que ali ficavam quando eu era pequeno.

— Cheguei! – Falei ao adentrar a casa enquanto retirava meus sapatos.

— Bem vindo de volta! – Erza gritou de algum lugar da casa.

— Vou subir. Quando o jantar estiver pronto me chame, ok? – Ela odiava quando eu falava assim com ela, mas eu não consegui evitar. Estava cansado, aconteceram muitas coisas comigo hoje... Só queria me deitar e acabar de ler Percy Jackson e o Último Olimpiano.

— Espera, Natsu! – Erza surgiu atrás de mim. Ela estava bem arrumada, e seus cabelos estavam escovados e lisos batendo até a sua cintura. – Eu não vou estar em casa hoje a noite, vou a um encontro e...

— Encontro? Quem é louco?! — Falei em meio as gargalhadas. Mas parei assim que perdi o ar graças ao soco que Erza me dera na boca do estômago. Ela me olhava de um modo demoníaco, tremendo as mãos como se estivesse pronta para me esganar. Ajoelhei-me e pedi freneticamente. –Erza-sama!!

— Hum. – Se virou e voltou a ajeitar os brincos no espelho do corredor. – Não interrompa os outros em suas falas. Enfim, eu vou sair hoje. Tenho um encontro e

Erza pegou seu capacete debaixo da mesinha do corredor e ia saindo quando um pensamento me passou pela cabeça. Recuperei-me instantaneamente do soco, me levantei e corri para a porta.

— Ei, Erza! Espera ai, e o meu jantar?!

— Não sei, se vire. – Deu de ombros.

— Erza! – Exclamei irritado. Ta, agora eu pareço uma criancinha fazendo birra.

— Se vira, Natsu! Veja algum vídeo no YouTube e aprenda a cozinhar! – Erza parecia irritada comigo agora. Droga...

— Erza, eu...

— Porque você não sai também? – Sua pergunta me pegou desprevenido. Não é como se não tivéssemos falado sobre isso, mas eu evitava o assunto ao máximo, e ela sabia disso. – Sabe, você devia mesmo sair. Sério, Natsu, quantos amigos você tem? – Me olhou nos olhos como se pudesse ler a minha alma.

— Bem... Tem o padrinho de Layla. – Murmurei em um fio de voz.

— Sem ser ele, Natsu. – Revirou os olhos. Ela odiava o padrinho de Layla. — Não pode mais usar Layla como desculpa. Eu acho que-

— Eu acho que você está “achando” demais. – Falei com frieza, o que era raro para mim. Já me virava para ir embora, quando Erza disse:

— Pode falar o que quiser, Natsu. Você sabe que eu te amo. Mas as pessoas... As pessoas não são eternas, Natsu. Só não quero que você... Sabe... Acabe sozinho...

E assim ela ligou a moto. O som do cano de descarga foi a única coisa audível até que ela desaparecesse ao longe.

***

Eu era um idiota. Cheguei mesmo a pensar um dia que Erza fosse ficar “cuidando” de mim pelo resto da vida. Nunca tinha parado para pensar nisso, mas ela merece conhecer alguém, arrumar um emprego de verdade, e até se casar. Se ela achar alguém que tenha paciência com ela, claro.

— Droga! – Joguei o ovo que eu queimei no lixo com ódio. Não era ódio realmente do ovo, ele não fez nada contra mim apesar de ser o terçeiro que eu tentava fazer. – Você é uma mentirosa! – Gritei irritado para a mulher na tela do meu celular em um vídeo do YouTube. Ela sorria e segurava seu prato com um ovo frito e dizia “Viram! É fácil!”. Sei, fácil o caramba!

Escorei-me na bancada da cozinha depois de verificar que todas as trempes do fogão estavam desligadas. Já passei pela experiência de deixar uma panela sem nada dentro ligada no fogo e... Bem... Não preciso falar que deu merda no final, né?

“Só não quero que você termine, sabe, sozinho...” – A voz de Erza ecoava novamente em minha cabeça. Por quê? Eu não sei. Eu acho que só podia estar enlouquecendo, mas parte de mim queria seguir seus conselhos.

Descartei a idéia com a mesma rapidez na qual ela veio. Fui para a geladeira arrumar os ingredientes para um grande e gostoso sanduíche.

Enquanto escolhia os ingredientes, ouvi meu celular tocando em cima da bancada e corri para atender. Olhei no visor de touch e o nome que vi ali me fez sorrir animado.

— E ai, torta de morango estragada! – Revirei os olhos.

— Não sabe como se falar no telefone não, cérebro de lata? – Falei provocando-o. – Por onde andou seu, bundão? – Voltei para a geladeira e peguei mais algumas coisinhas, fechando-a com o pé.

— Ge-hehe. Voltei hoje do show em Tokohama! – Ele quase gritou. Ouvi muito barulho ao fundo, e uma campainha que deixava claro que ele estava no aeroporto. – Mas enfim, Levy vai dar uma festa hoje e você vai com seu amigão aqui!

— Festa? Pra quê? Eu não vou à festa nenhuma. – Coloquei algumas pimentas no sanduíche. — Ainda mais para segurar vela para vocês dois.

— Ei táxi! – Ele disse com uma voz abafada. – Estou indo para casa agora, ok? Você me pega lá as nove e nós vamos, beleza?

— Espera! Eu não concordei com nada disso!

Ah, vamos lá, Natsu! Todos os nossos amigos vão est-

— Seus amigos. – O cortei. Ficamos em um silêncio um tanto constrangedor. Acontece que nenhum desses tais “amigos” me ajudou quando eu perdi tudo, somente Gajeel. Sua família chegou até a me oferecer emprego em uma de suas empresas, mas o ramo musical não era para mim.

Hmmm... err.. Certo. – Era muito difícil deixar Gajeel desconcertado. Eu não fiquei com raiva dele, eu sabia que ele era meio bocó e falava sem pensar, por isso não ligava muito. – Mas, mesmo assim cara... sabe, vamos! – É, pra quem é um guitarrista e compositor, ele não era lá um gênio com as palavras.

— Você não pegou sua moto ainda e quer carona, não é?

— Que bom que entendeu sem eu precisar pedir. – Falou em meio a uma risada. Outra coisa em que ele não era bom era dirigir, já teve sua moto várias vezes apreendida.

Pensei em desligar o telefone naquele momento e ir assistir ao Disney Channel, mas... Uma festa deve ser o suficiente para me distrair e conhecer algumas pessoas legais.

— Até mais tarde, imbecil. – Falei revirando os olhos.

— Ei, Natsu, espera. – Sua voz derrepente ficou mais séria. – E como vai Layla?

— Muito bem, partiu esses dias para a França. Que tipo de padrinho é você que nem se despede da afilhada?

Calado, imbecil! Eu estava ocupado com o show. E além do mais, depois eu posso conversar com ela pela internet e ensinar algumas brincadeirinhas que ela pode fazer na escola nova. – Falou com um ar de criança zombeteira. Acho que por isso ele se dava tão bem com Layla, os dois adoravam aprontar!

— Ei! Nada de ensinar coisas erradas para a-

— Ate mais tarde, cabeção! – E desligou o telefone. É...não esperava nada de diferente vindo de Gajeel.

Flashback on



— Vá lá, seu idiota, se divirta! Vai ficar sentado ai a festa inteira?! – Gajeel gritava em meu ouvido. Ele já havia bebido uns oito copos de uma bebida bem suspeita, e não tem nada mais irritante que um Gajeel bêbado. Respirei fundo para tentar resistir ao impulso de dar um soco na cara daquele bocó.

— Vou ali fora para... – Ia reponde-lo, mas qual não foi a minha surpresa ao ver que o idiota já estava praticamente comendo Levy ai do meu lado. – Vão para um quarto, idiotas! – Revirei os olhos e sai de fininho. Aqueles dois, apesar de serem meus amigos, me irritavam muito às vezes.

A festa estava acontecendo na mansão dos Redfox, donos da Redfox Records, a gravadora de maior sucesso atualmente. Todos os meus amigos estavam aqui hoje para comemorar os shows que a banda de Gajeel iria começar na semana que vem. Levy era sua namorada, ela era filha de uma das cantoras mais famosas do Japão com o sócio do pai de Gajeel. Apesar de ser mega nerd, se vestia somente com roupas no estilo Lolita gótica, o que irritava bastante a sua mãe. Mas acho que alguém que namora um cara como o Gajeel só pode estar querendo irritar os pais.

Quase todos da Fairy Tail estavam aqui. Quero dizer, todos aqueles que têm status na Fairy Tail — Vocational training school, estavam aqui. Eu normalmente estaria pegando metade das garotas da festa, claro, mas nessa noite eu não estava me sentindo muito bem lá dentro, além daqueles dois lá. Então resolvi sair pelos fundos e andar pelo enorme jardim. Eu o conhecia quase tanto quanto o meu, já que eu cresci brincando ali com Gajeel, Levy e outros amigos nossos. Eu sabia que bem aos fundos, meio escondida pelas árvores do jardim, tinha uma piscina bem estranha. Ela tinha o formato de uma guitarra, e devia ter uns sete metros de cumprimento. Eu devia ter uns dez anos quando o senhor Redfox mandou construí-la ali.

A lua minguante brilhava em um céu respingado de estrelas. O Jardim era todo enfeitado com vários tipos de flores como roseiras, tulipas, orquídeas, e algumas mais exóticas como Brinco de Princesa e Flor de Jade.Copos de Leite pendiam delicadas em vasos rústicos de pedra ao lado de bancos brancos de madeira.

“Ok Natsu, já respirou, agora vamos à caça!” – Meu subconsciente dizia. Já ia voltar para a festa, mas um som suspeito me fez parar. Um grito de garota. Bem baixo e parecia vir da parte mais escura do jardim.

Aproximei-me apreensivo do lugar. Os gritos e apelos hora ficavam mais abafados e hora mais altos, só que cansados, sem força.

— Para ,Loke! Me solta!Você- – Uma voz feminina e chorosa dizia quando foi cortada por um estalo alto. Um tapa.

— Eu sei que você gosta. – Uma voz masculina e familiar respondeu entre dentes, rindo logo em seguida.

Ainda não conseguia vê-los, mas os apelos da garota e as ameaças do cara iam ficando mais altos até que depois de virar algumas árvores fora da trilha, eu os achei. Uma bela menina loira que usava somente o sutiã preto e uma saia franzida preta e brilhosa chorava de olhos fechados. Ela se debatia tentando se soltar do aperto de um ruivo com óculos escuros (o que eu achei ridículo, já que era de noite).

— Escuta aqui, vagabunda. – Ele falava no ouvido dela, senti uma mistura de ódio e nojo daquele cara. Olhei para a garota loira. Eu já a vira andando com Levy algumas vezes, qual era seu nome mesmo? — Todos na festa estão bêbados ou se agarrando por ai. Não adiante gritar que-

Mas ele nunca terminou sua frase. Eu já estava farto daquele imbecil. Corri até eles e o puxei pela gola da camisa, empurrando-o para longe. Ele cambaleou e caiu com a bunda no chão de folhas e terra. Coloquei-me na frente dela e olhei-o com ódio. Não sei o que eu sentia no momento. Eu mal sabia quem era aquela garota, mas senti um desejo profundo de protegê-la.

— Ei, cara, não ouviu a menina? Deixa ela em paz! – Senti a garota loira se encolher atrás de mim.

— Tsc. Saia da frente, idiota. – Ele parecia se esforçar para falar. – Você não tem... NADA a ver com isso!

— Vou falar pela última vez: saia agora!

— Ora seu... – Ele veio para cima de mim planejando me dar um soco, mas tropeçou nos próprios pés e para evitar uma briga desnecessária com um bêbado, o empurrei com força suficiente para fazê-lo se desequilibrar e cair semiconsciente no chão.

Ele ainda murmurava xingamentos quando peguei a loira pelo pulso e a puxei em direção a área da piscina, que já estava a alguns metros à frente. A sentei em uma das cadeiras do quiosque. A área da piscina era encantadora. Acho que a garota nunca tinha vindo até aqui, porque ela olhou para a grande piscina em formato de guitarra maravilhada. Em toda a extensão de onde seria o braço da guitarra, pequenas fontes de água jorravam. E a parte da mão da guitarra era acima do nível do resto da piscina, onde tinha uma pequena cascata. Tudo iluminado e cercado por grama sintética e Sakuras.

Apesar de sua expressão maravilhada, ainda encarando a piscina, ela estava péssima. Abaixei mais o olhar e...

— Hmm... Su-suas roupas. – Estendi a blusa prateada tomara que caia que peguei no chão pelo caminho. Ela corou até os fios de cabelo e desviou o olhar, pegando a blusa de minhas mãos e a vestindo. Que linda... – Eer, Tudo bem com você?

Ela passou a mão ainda um pouco trêmula pelos cabelos, mas não respondeu. Ela me analisava na verdade. Acho que pensava se eu também iria tentar fazer alguma coisa com ela.

— Quer que eu ligue para alguém ou...? – Eu realmente não sabia mais o que falar com ela. Toda a coragem que tive há alguns segundos se esvaiu ao fitar aqueles profundos e apavorados olhos castanhos. Podia ficar a noite toda ali a observando.

— Na-não... Meus pais não sabem que eu... – Ela se interrompeu e respirou fundo. Olhou para o céu através do teto de palha do quiosque. – Ela estava certa. – Admitiu com dor.

— O que?

— Nada, esquece. – Fechou os olhos e voltou a me olhar, mas dessa vez sorriu. Seu sorriso era mais belo que qualquer um existente no mundo. Decidido e ao mesmo tempo delicado.

Passei os dedos levemente por seus lábios. Sei que isso poderia assustá-la, mas não consegui me conter.

— Assim é bem melhor. – Murmurei. Eu devia estar sorrindo que nem um idiota nesse momento. Fitei seus olhos e quase me perdi ali. Olhei cada detalhe de seu rosto, sua pele macia, seus lábios rosados. Apesar da maquiagem borrada ela ainda era deslumbrante. Então olhei onde em seu rosto estava vermelho. Uma grande marca de mão, a mão daquele desgraçado. Senti vontade de voltar lá e dar muitos socos naquela cara dele, mas então olhei para ela e minha raiva virou geléia. – Como se chama?

— Lucy. Lucy Hearthfillia.

Ah sim, agora me lembro. Lucy Hearthfillia, herdeira de uma franquia de hospitais que ficara meio famosa nas redes sociais por seu trabalho como modelo.

— E o seu? – Ela perguntou sorrindo, depois de eu ficar que nem um bocó perdido na beleza de seu rosto.

— Na-natsu... é... Dragneel! Natsu Dragneel.

— Natsu Dragneel... Nunca me esquecerei desse nome. – Sorriu para mim, e eu estava cada vez mais viciado naquele sorriso. Recostou sua mão levemente em meu rosto. Fechei os olhos. Deus, que esse momento nunca acabe!

Mas então abri os olhos e a olhei melhor. Apesar de estar mais relaxada ela ainda estava bem nervosa e olhava para trás sempre que alguma coruja ou animalzinho voava pelos galhos no bosque ou mexia algum arbusto. Suspirei. Suas roupas estavam imundas e tinham algumas folhas pelo seu cabelo.

— Vamos. – Falei para ela. – Eu sei uma saida pela lateral da casa.

— O-obrigada. – Respondeu. Provavelmente estava aliviada por não ter que passar assim pela festa. – Bem... Você poderia me acompanhar ate a minha casa? Está perto, é a duas casas daqui.

—Cla-claro...

Depois de alguns minutos, estávamos em frente a uma magnífica mansão com mármore polido. Vigas gregas enfeitavam a entrada da casa, plantas multicoloridas enfeitavam o quintal.

— Bem... Parece que nos despedimos por aqui, senhorita Hearthfillia. – Peguei sua mão e depositei um leve beijo ali. – Fique bem.

— Nos veremos em breve, senhor Dragneel. – Ela sorriu corando.

— Claro! – Falei um pouco animado demais. — Hum, quero dizer... Claro.

— Kawaii! – Ela falou rindo, acho que já havia esquecido a cena de mais cedo. – Até mais. – E correu para as grandes portas da entrada.

Lucy Hearthfillia... Acho que estou começando a gostar de você.

Flashback off



Meu celular tocou e eu levantei assustado. Não tinha percebido que havia cochilado. Estava só de calça jeans e meus cabelos pareciam um ninho de rato. Meu celular, que já havia parado de tocar, começou a tocar novamente.

—A...

— Cadê você IMBECIL?!

—...lô.- Respondi debilmente. – Quem fala?

Quem? QUEM?! Seu rosadinho de merda, eu devia...

— Ah, Gajeel... Oi. – Falei enquanto procurava uma camisa para vestir.

Onde você está!?

Só então olhei no relógio da cômoda e percebi que horas eram. Nove e meia!

— Merda, dormi demais! – Falei acidentalmente em voz alta, o que acarretou uma série de xingamentos por parte Gajeel. – Já to saindo de casa! – Exclamei correndo para o corredor e desligando na cara dele.

Notas finais
Primeiras lembranças da Lucy >u< Essa é na época em que eles ainda estavam na escola (Aaa, jura?? ). Gostaram de como ficou a cena? e.e Acho que mais tarde vou por mais algumas lembranças por ai... Quem sabe? >u< Bem, não tenho nem palavras para me desculpar pela demora e.e Só peço que não me abandoneem minhas leitoras lindas, e que continuem comentando!! o/ Já pensei algumas vezes em desistir, mas era só ler os comentários que me dava vontade de continuar. Só pelos comentários que vou conseguir saber vcs tão gostano ou não... Viram a improtancia de apenas algumas palavrinhas ali em baixo?? >.< Bem ate o próximo capitulo! Vou fazer de tudo para trazê-lo no domingo já que sábado vai ter o AnimeFestival aki em BH e é claro q eu vô divando no meu cosplay de Meirin!! :3 Kissus da Kyla-chan!! o/