Hostility
43 Two vibrant hearts could change.
Notas iniciais
Meu filhote (sim eu tenho um que o Matt cria como se fosse dele mesmo) está com pneumonia. Passei alguns dias correndo atrás de hospital e ontem ele quase ficou internado. Não estava mesmo com cabeça e para falar a verdade, ainda não estou. Graçaz a Deus e ao Jimmy ( meu santo padroeiro ahsuhaushauhsu) ele está bem agora, tomando a medicação em casa mesmo.
Espero que entendam que o capitulo pode estar fraco e não ser o que vocês esperam, mas acho que quando me acalmar, as coisas voltem para o ritmo. Só não poderia deixar mais vocês sem atualização, tendo em vista que volto a trabalhar na sexta e as atualizações diminuirão.
Tenho que fazer uma pequena propagada aqui, porque eu sou dessas e vocês sabem kkkkkkk
This Fortress Of Tears da lindona Lilith Bernardini! Gente Lê esssa fic porque ela é incrivel, intensa e até o "quase hentai" dela me deixa louquinha!!! Ahsuhauhsuahush https://www.fanfiction.com.br/historia/218031/This_Fortress_Of_Tears
Sejam muito bem-vindas novas leitoras! Continuem por aqui que a titia adora... ahsuahushuahsua E obrigado a todas pelos coments...
Vamos ao capitulo certo???
Ah... Gosto mesmo de Laguna Hills, demais da conta. De longe, o Zacky é o que mora melhor na minha opinião... ahsuahushauhsuah
Enjoy!
Pov's Jade
Desci as escadas tentando ao máximo não fazer nenhum barulho que acordasse os demais.
Era madrugada do dia 2 de Janeiro e Zacky e eu iríamos embora pela manhã. Ele praticamente me intimou a morar com ele em Laguna Hills e apesar de não gostar nem um pouco das coisas que sentia quando entrava em sua casa, não consegui negar seu pedido. Estava assustada e com medo, precisava do pai do meu filho para me apoiar.
O pai do meu filho era outro grande problema.
Se não bastassem todos os problemas os quais me envolvi até ali, ainda tinha mais esse que me fazia sim perder o sono nesses últimos dias. Mas pela manhã, quando saíssemos da casa de Matt, eu e Zacky conversaríamos. Não iria e nem poderia esconder isso dele.
Matt era outro problema que me tirou o sono. Na noite do dia 31 ele simplesmente saiu e até aquele momento não tinha aparecido. Ele ligou para o Johnny dizendo que estava bem e algo no sorriso de Johnny enquanto conversava ao telefone com Matt me deixou extremamente incomodada. Mas o por que de ficar incomodada com isso?
Cheguei a cozinha e ascendi a luz. Caminhei em direção a grande geladeira prateada que ocupava dois lugares de um geladeira comum, como a que eu tinha em meu apartamento. Ri internamente pensando que as coisas na casa de Matt deveriam ser mesmo relativas ao seu tamanho.
- Insônia Cat? – Ouvi a voz de Syn atrás de mim no momento em que tentava driblar todas as garrafas de cerveja que impediam com que eu chegasse ao jarro de água.
- Que nada... Só sede mesmo. – Ele sentou na bancada ao lado da geladeira e me fitou com um ar cômico.
- Me explica por que você e o Zacky estão dormindo juntos enquanto eu sou obrigado a dividir uma cama com aquele anão fedido?
Ri e já com a jarra na mão consegui servir meu copo.
- Brian, quem fez a divisão foi a Val. Não tenho culpa se vocês nunca querem dormir no quarto do Matt. O dele está vazio que eu saiba. Dava muito bem para que você e a Jess...
- Não está mais vazio, vim de lá agora. – Disse isso tomando o copo da minha mão e bebendo o conteúdo em seguida.
- E quem ta lá?
- O dono né Cat! – Me olhou como se aquilo fosse óbvio. Tomou a jarra da minha mão também, encheu novamente o copo e o estendeu para que eu bebesse. – Bem na hora que eu fui fuçar pra saber se estava livre a área ele chegou já me dando esporro justamente porque eu estava na porta.
Encostei ao seu lado na bancada, terminando de tomar o liquido do copo e foquei o interruptor da cozinha. Eu olhava para ele mas na verdade eu não o enxergava. Minha mente rodopiava com milhões de teorias que pudessem acabar com meus medos. Nenhuma delas pareciam funcionar.
- Hey Cat. – Brian me despertou do devaneio e me encarou sério.- O que está te incomodando?
Não achei necessário enrolar logo ao Brian. Ele me conhecia melhor que ninguém.
- Minha gravidez...
- Ah Cat... – Ele me interrompeu colocando a mão em meu ombro. – Normal isso. Deve ser assustador mesmo uma situação dessas, porém nós estamos aqui com você. A reação da sua mãe pode não ter sido muito boa ontem, mas ela quando vir o netinho vai se derreter...
Syn se referia a desastrosa tentativa de contar a minha mãe a novidade no meio do almoço no dia anterior. Realmente ela tinha surtado. Minha mãe era assim, não adiantaria que eu fizesse 40 anos, ela ainda me veria como se tivesse 16. E em algumas atitudes que andei tomando, eu não poderia culpá-la.
- Não por isso Syn...
- Pelo quê então?
- Estou grávida de oito semanas. – disse de uma só vez, afim de que ele logo tomasse as próprias conclusões.
Brian franziu o cenho por alguns minutos, quase juntado suas sobrancelhas tentando entender o que eu tinha dito. Logo o esclarecimento tomou sua visão e ele exclamou.
— Ah Caralho!- ele pulou da bancada e começou a andar em círculos pela cozinha, murmurando alguma coisa que eu não entendi. Eu não esperava essa reação. – Coincide com aquilo tudo que aconteceu em Washington, não é?
— Sim.
— Jade, você e Zacky parecem dois coelhos, todo mundo sabe disso.- Brian dizia isso tentando me acalmar.- Vocês não podem ver um cantinho que estão se comendo. Pode ser que seja dele mesmo...
— Como pode ser que não. — Falei tentando não parecer chocada com a afirmação do Syn sobre minha vida sexual.- Você está vendo o porquê de eu estar aflita?
Ele se aproximou de mim encarando-me carinhosamente.
— Já conversou com ele sobre isso?
— Amanhã de manhã eu vou falar...
Ele passou as mãos demoradamente pelos cabelos. Seus cabelos estavam baixos e começando a crescer. E assim ele estava mais bonito e sério, não pude deixar de reparar.
— Não acho justo que o Matt fique sem saber disso. Afinal, ele pode ser o pai dessa criança Jade.
— Eu não vou falar com ele, até porque eu e Zacky vamos embora bem cedo amanhã e ele vai estar dormindo...
Syn me empurrou pela cozinha enquanto eu, chocada demais para dizer alguma coisa coerente, só pedia aos sussurros que parasse com isso.
— O mundo conspira a seu favor. Você vai lá em cima agora, o Matt ta acordado mesmo. E vai conversar com ele. Já está sendo besta o suficiente essa distância segura que vocês têm mantido. Aproveita que está todo mundo dormindo e vai lá.
— Syn eu não posso!- Sussurrei desesperada, mas ele me empurrou pelas escadas acima.
— Ah, Pode sim! Eu te dou cobertura.
Resignada, subi as escadas.
Bati na porta do quarto de Matt que se abriu. Parecia estar encostada. Entrei no quarto que estava coberto pela penumbra tênue de uma luz que vinha das aberturas da cortina. Provavelmente de algum poste aceso na rua.
O barulho do chuveiro me informou que ele estava no banheiro, mas alguma coisa dentro de mim que merecia ser torturada até a morte me levou até lá.
Pela porta entre aberta pude ver a silhueta do corpo másculo de Matt enquanto tomava banho. E por um motivo óbvio não consegui desviar minha atenção por alguns segundos. A cena era linda. A água desenhava um caminho pelos músculos de seus braços e não consegui evitar a pontada de excitação que senti. Fechei os olhos com força, não sem antes prende-los no contorno lindo de suas costas trabalhadas. Balancei a cabeça eliminando esses pensamentos e me afastei.
— Matt- O chamei já do meio do quarto me sentando em sua cama. O cheiro dele que exalava de cada ponto do ambiente estava me tirando à razão. Não tinha sido uma boa idéia ter ido ali.
Ele não me respondeu, apenas ouvi o chuveiro sendo desligado e em seguida Matt aparecer enrolado em uma toalha branca e parando a minha frente. Não preciso dizer que meu corpo tremeu com isso certo?
— Deve ser muito importante para que você apareça aqui ás... – olhou o relógio em cima da cabeceira- duas e quarenta da manhã.
Eu não conseguia produzir palavras. Ainda estava perdida no peitoral definido por onde gotinhas de água deslizavam. Eu havia esquecido como ele era gostoso. Na verdade, eu tentava fingir que não sabia o quanto ele era gostoso.
- Nós precisamos conversar sobre essa situação...
- Que situação?- Ele me interrompeu ríspido. — Não há nada nessa história que precisa ser esclarecida comigo. Está tudo bem claro. Vocês serão pais, provavelmente vão casar... Já quase moram juntos mesmo. E desejo a vocês três toda a felicidade do mundo. Precisando de qualquer coisa, lógico que podem contar comigo. E isso é tudo o que eu preciso saber.
— Matt, não é nada disso... Eu... É um pouco difícil para mim falar sobre isso, ainda nem conversei com o Zacky e se você conseguir prestar a atenção em mim cinco... – Parei de súbito de falar com a visão que tive. Matt tirou a toalha que usava sem o menor aviso, como se ver o corpo mais perfeito do mundo, completamente nu e molhado fosse super corriqueiro para mim.
Não havia como não apreciar aquele homem. Deus ele era perfeito e essa situação fez o meu coração acelerar. Mas logo fechei os olhos e virei o rosto. Pensei em Zacky e em tudo o que ele significava para mim. Não valia a pena estragar tudo que estávamos tendo até ali, por puro tesão. Já seria difícil o suficiente ter que contar sobre as minhas dúvidas quanto a paternidade do meu filho.
- Baby doll – Disse rindo roucamente e o senti se aproximando. Não me chama assim, isso é baixo seu viado!.- você está agindo como se nunca tivesse me visto pelado. Sinceramente, é uma atitude desnecessária. E pode abrir os olhos, já estou vestido.
Alguém avisa para o Matt que cueca box não era bem “vestido”. Mas era melhor do que sem naquele momento e quem invadia o quarto dele era eu não é mesmo? Se eu não quisesse ver isso, era só ter ido embora.
- Agora é diferente né Matt;... Eu não posso mas...
- Agora você é mãe do filho do Zacky.- Senti um leve quê de mágoa em seu voz, mas ignorei.
- Aproveitando que você tocou no assunto. – Ele sentou ao meu lado na cama e eu tive que controlar minha respiração. Proximidade de corpos não estava sendo legal naquele momento. Aproveitei pra cuspir de uma vez o que me incomodava. – Acho que engravidei em Washington.
Sem dúvida alguma Matt foi muito mais rápido que Brian nesse sentido.
- Como? – Segurou meu pulso e por algum motivo estranho, comecei a tremer.
- O médico disse que tem quase oito semanas que eu estou grávida. Certeza mesmo só na ultra.
Ele me encarava pálido. Seus lábios sumiram e tudo indicava de que ele iria desmaiar a qualquer momento.
- Não pode ser Jade! Nós... – Então ele mordeu o lábio inferior como se tentasse refrear o que tinha a dizer e me soltou. Sua tomou o tom ríspido novamente e ele começou um discurso que eu não precisaria ouvir naquele momento. – Vai dar uma merda gigante se esse filho for meu, você sabe disso, não sabe? Tudo por você ser tão imatura Jade. Tão boba. Poderíamos estar juntos agora, eu assumiria um filho do Zacky sem problemas... Mas não , você sempre quer o mais difícil.
- Você acha mesmo que eu vim aqui pra que você assuma alguma coisa? – Eu já comecei a sentir raiva a partir daí. – Por mim eu não falaria nada, o Syn que me obrigou. Sabe de uma coisa? Eu nem deveria estar aqui..
Sem nenhum protesto dele, que se deitou na cama ainda entorpecido, encarando o teto como se eu não houvesse dito nada, saí o mais rápido que podia daquele quarto. Tentei procurar por Brian para contar sobre o que aconteceu mas não o encontrei. Provavelmente ele deveria ter voltado a dormir.
Quando estava já a porta do meu quarto senti uma mão puxando meu braço com violência fazendo meu corpo se jogar de frente para uma parede. Senti o corpo grande de Matt me imprensando a ela, se encaixando perfeitamente atrás de mim. Ele sussurrou perigosamente ao meu ouvido.
- Não me importa mais com que você esteja Jade. Se essa criança for minha, ela será “minha” entendeu?- Beijou meu pescoço demoradamente e eu tive que usar até meu ultimo fio de auto controle para não tremer com a carícia.
- Não! Esse filho é do Zacky!- Falei entre os dentes com vontade de bater nele depois que o “choque” da surpresa já havia passado.
- Veremos por quanto tempo, Baby Doll. – Beijou minha bochecha carinhosamente.
- Você está agindo com um idiota! Nem sei o que eu fui fazer no seu ...
- E parece que dos idiotas você gosta muito mais. – Disse rindo no meu ouvido e mordiscando o lóbulo da minha orelha. Mais uma vez meu auto-controle foi posto a prova e não me decepcionou. – Isso ainda não acabou. Pode voltar para o seu quase maridinho. Eu deixo. Por enquanto...
Dizendo isso ele se afastou de mim e eu não tive coragem de olhar para onde ele tinha ido. Ouvi o barulho de uma porta distante se fechando e só então olhei para o corredor ocupado agora apenas por mim. Virei de frente encostando a cabeça na parede. Tentei controlar minha respiração o máximo, não queria acordar Zacky quando entrasse no quarto.
Engraçado é que apesar de ter consciência total de todos os efeitos que Matt causava o meu corpo, um único dominava minha mente naquele momento. No momento que ele disse que a criança seria dele, uma coisa tão possessiva e doentia nasceu dentro de mim. Aquele filho era meu! Somente meu! Nem um dos dois teria o direito de reivindicar nada a partir do momento que eu decidi isso. Estava assustada ainda, mas eu tinha certeza que aquele bebê dentro de mim não iria precisar tanto assim de um pai. Ele não iria precisar tão pouco, ficar exposto as loucuras que eu tinha me envolvido. Ele não precisaria deles. E eu não precisaria.
A idéia já tinha sido implantada em mim, só precisava amadurecê-la. E mais uma atitude minha traria problemas.
Entrei no quarto e quase desmaiei com o susto ao ver dois corpos deitados na cama. Um era Zacky que tinha metade do corpo para fora e o outro era Brian, que babava em cima de um dos travesseiros. Aquela cena me fez rir e me acalmou bastante. Essa era a idéia genial do Brian de me dar cobertura?
Engatinhei sobre a cama tentando não esbarrar neles com um pouco de custo. Deitei entre os dois e ao e virei de costas para Zacky, de frente para Syn. Ao sentir meu corpo pesar na cama , a mão de Zacky logo me procurou e endireitando seu corpo, seu braço envolveu minha cintura o puxando mais para si.
- Onde você estava? – perguntou baixo para não acordar Brian.
- Bebendo água. – Tecnicamente não era mentira.
- E o que essa praga ta fazendo na nossa cama? – Dizia isso mas sua voz tinha um leve sorriso.
- Acho que está tendo problemas para dormir com o Johnny.
- E por isso ele empata agente? – Beijou suavemente meu rosto.
Adormeci rápido aquela noite abraçada a Zacky e curtindo o final do pequeno pedaço distorcido de paraíso no qual estava vivendo.
Laguna Hills era sem dúvida o meu lugar favorito em toda a Califórnia.Tão arborizado e cheio de vida. Nem parecíamos que estávamos ali.
O carro estacionou a frente da casa de Zacky, que não se cabia mais de tanta empolgação. Depois de sair do carro ele correu para abrir a porta do carona e antes que eu levantasse ele me pegou no colo, largando minha mochila no chão e caminhando comigo até a entrada.
- Temos que fazer isso direito mocinha. – Eu ri e ele abriu a porta de sua casa. Ainda detestava a decoração, mas notei algumas mudanças. As cortinas eram brancas de voil agora, da forma que eu gostava. Havia muito mais flores dentro da casa e com a porta do escritório onde Zacky guardava sua coleção de coisas sinistras e espingardas estava fechada. Odiava aquela sala. Gritava “Gena esteve aqui”.
Me colocou no chão e beijou minha boca lentamente.
- Seja bem vinda Senhora quase Baker – riu pelo nariz e eu o acompanhei.- Só não é porque não quer.
Me olhou sério.
- Não é isso Zacky. Só acho que não é só porque estou grávida que você seja obrigado a se prender a mim. Essas coisas temos que pensar com calma. O Divórcio é tão caro... Pergunta ao Matt.
- Ah... Nem adiantou se divorciar. Ou adiantou, também não sei. Fiquei de cara legal com a notícia da Val. Nossos filhos vão brincar juntos. Mas o deles tem que ser menina, porque o meu vai “dar uns pegas” na deles.
Sim... Valary estava grávida e fez esse anúncio totalmente emocionada enquanto segurava a mão de Matt. Esse por sua vez só me encarava com um sorriso enigmático no rosto. Sim, meu estomago se contraiu e eu quase vomitei na mesa de nervoso. Mas, por sorte saí correndo e todos acharam que meu problema eram os enjôos matinais mesmo. Todos, exceto Zacky que foi atrás de mim no banheiro. “Com certeza ir lá para casa vai te fazer bem amor.” Disse isso mas quando o encarei seu olhar já dizia tudo. Só concordei com a cabeça enquanto ele me ajudava a levantar e me recompor.
- Para de pensar no meu filho pegando o filho dos outros seu pervertido. – após dois dias de Brian me convencendo, eu já agia como se a criança em minha barriga realmente fosse um menino.
- Nosso filho! – Beijou minha testa e me encaminhou para a área dos fundos de sua casa. Tirou a blusa e os chinelos que vestia e me encarou sorrindo. – Nem passa pela sua cabeça o que você vai fazer agora não é?
Olhei para a grande piscina que ficava aos fundos da casa contornada por um gramado verde e que tinha como plano de fundo uma espécie de floresta particular, o que deixava tudo ainda mais bonito e isolado.
- Você não vai fazer isso comi...
Antes que eu pudesse terminar de falar Zacky me pegou novamente e correu comigo, pulando na piscina. Tive vontade de matá-lo mas quando estava sem fôlego para isso. E quando consegui emergi na superfície não tive tempo de recuperar o fôlego pois logo os lábios de Zacky cobriram os meus me beijando ferozmente. Antes que eu pudesse retribuir na mesma intensidade, minhas pernas já estavam presas em sua cintura e o contrasto do calor de seu corpo com o gelo da água me excitava.
Minhas costas bateram na borda da piscina e o corpo de Zacky pressionava o meu com afinco. Suas mãos deslizavam pelo meu corpo até que levantou a barrada minha blusa encharcada que eu permiti prontamente que ele tirasse quando nos afastamos.
Ele sorriu malicioso.
— Tenho que aproveitar os momentos em que você não está enjoada ou que não temos ninguém por perto.
Apenas sorri e puxei seu rosto contra o meu o beijando novamente. Deslizei minhas unas por sua nuca o que o fez gemer por entre o beijo.
Não consegui deixar de sorrir lembrando de Brian. Ele tinha razão. Nós agíamos mesmo como coelhos.
Notas finais
Beijos e vejo vocês no coments...
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