Hostility

26 I'm not insane, I'm not insane


Notas iniciais
Mais uma desculpa esfarrapada pela demora não vai rolar. Nada está me vindo a cabeça pra falar a verdade. HAUSHUAHSUHASUH
Mas estou aqui meninas, feliz demais por cada reveiw incrível e pela aceitaçãod e vocês com relação ao ultimo capitulo... Muito obrigada mesmo.
Nesse capitulo, talvez esteja confuso (o que não é mais novidade). Mas é o ultimo dessa fase antes do prólogo. Então espero que curtam.
Tenho que confenssar a vocês que hoje eu acordei completamente apaixonada pelo Syn ( Matt amor, mesmo assim você é o rei do meu coração), vocês já devem ter notado que isso acontece uma vez no mês. Mas é por isso que o capitulo termina desse jeito.
Quero agradecer imensamente a CrazyShadows ! Sua recomendação me deixou sem palavras e tudo que eu tenho a dizer é obrigada gata! Fico feliz que alguém que escreve uma fic com a qualidade de Danphir tenha recomendado a minha. Sou sua fã incondicional e você sabe né? Esse capitulo é dedicado a você linda!
Quero agradecer a Vengeancy em especial por ter escrito uma fic que me fez ficar mais apaixonada pelo sonic descabelado e inspirou o final desse capitulo também!
Vamos ao movimento cala a boca Lilith e posta logo né? ^^
Enjoy!

Narrativa em terceira pessoa

Os seus passos pelo saguão do hotel estavam o ensurdecendo. Não que tivesse poucas pessoas ali, afinal era um hotel, só que a ansiedade pelo o que ia fazer o fazia parecer o único no local.

Suas mãos suavam e isso não era um bom sinal. A todo momento ele se repetia um mantra interno o informando de que aquilo era o certo, de que aquilo seria para um bem maior. Tudo seria por uma boa causa.

Pensar que aquela seria uma atitude egoísta, que ele só estava fazendo isso por bem próprio fazia seu estomago revirar, mas ele não podia estar agindo dessa maneira. Era uma boa pessoa. Sempre fora o garoto legal com quem todo mundo poderia contar. Então pensar que essa seria uma atitude má, estava fora de cogitação.

Ao chegar ao restaurante do hotel, ele logo avistou sentada em uma mesa bem ao canto a pessoa com quem marcara ali. Também, com aqueles cabelos descolorados ao ponto de parecerem quase brancos, era impossível que a mulher fosse irreconhecível.

Ele se aproximou em passos vacilantes e a mulher o encarou sorrindo. Ele não sabia o porque, mas nunca foi muito com a cara dela. Ela parecia forçada, mas precisava dela.

- Então meu docinho. O que queria comigo?

Nossa! Ela era irritante mesmo. Talvez Zacky não merecesse aturar essa mulher, mas a situação estava errada. Tudo estava errado.

Arin sentou- se de frente para Gena que abriu um largo e falso sorriso. Se eles fossem vistos por alguém ali, tudo iria por água abaixo. Mas aquela era uma cidade que ele não conhecia. Então precisava ser rápido.

- Ainda ama o Zacky Gena- Arin perguntou diretamente enquanto o garçom se aproximava dele com um copo de wiski e um guardapo.

- Está afim de mim, e esse foi o método mais inteligente de chegar em cima. – A loira disse bebericando o que ainda tinha em sua taça de Martini. – A propósito, espero que goste de wisky, tomei a liberdade de pedir isso assim que o vi.

- Ah... Obrigado- O Rapaz bebiricou a bebida e a encarou- Ainda não me respondeu. Ainda o ama e o quer de volta?

- Agora são duas perguntas para uma só resposta meu doce. Sim. – Gena brincava com a azeitona em seu copo.

Arin sorriu vitorioso. Tudo o que precisava era dessa respostas e seu plano arquitetado com muito cuidado teria uma nova aliada.

- Gena querida, você ainda administra a filial da Vengeancy University em Washington DC? – Ela balaçou a cabeça com uma expressão confusa, tentando compreender o que isso teria a ver com o assunto. – Já lhe contei que em quinze dias nossa turner estará em Washington?

Pov’s Jade

Ônibus de novo? Não!

Mas eu estava lá de novo. O sacolejo do ônibus já não me incomodava mais. O que mais mexia comigo definitivamente era dormir lá. Pensei inúmeras vezes que era uma besteira renovar contrato com eles, eu queria tanto uma cama. Mas a razão logo voltava quando eu lembrava que a pesar de todas as turbulências, tudo estava bem naquele momento e eu vivia um sonho. Eu passava vinte quatro horas por dia com meus ídolos. Era amiga deles e namorava o guitarrista mais fofo, delicioso, tesudo... Enfim... Os adjetivos a Zacky nunca acabavam.

Algumas vezes eu me assustava com algumas de suas atitudes. Ele parecia se controlar demais na maioria das vezes. Outras, ele vagava em um mundo só dele e que ninguém conseguia fazer ele voltar. O que rendia altas sacaniadas da parte de seus companheiros de banda que o chamavam de “ Filhote autista de Jubarte” quando esses devaneios aconteciam.

Apesar de alguma coisa me dizer que havia algo errado, eu pra variar, não me importava. Ignorava completamente o fato de ele ser extremamente grudento e possessivo. E me fiz de cega ao perceber que aos poucos ele me afastava de Johnny e Syn.

Matt era uma possibilidade de conversa nula, já que eu não conseguia ficar mais do que segundos sozinha com ele em qualquer lugar. Zacky aparecia sempre dos lugares mais improváveis como se vivesse a vida a minha espreita.

Sentei na mesa da cozinha e fiquei olhando pela janela. Eu não conhecia nada das estradas dos Estados Unidos, mas algo me dizia que eu já tinha visto aquele lugar antes. Florestas densas e conforme subíamos uma espécie de serra o clima parecia esfriar um pouco. Sabia que estávamos perto da capital, mas não exatamente onde.

Decidi que iria escrever algumas coisas para o site me levantando e indo em direção a sala de TV. Matt e Arin jogavam mais um joguinho de tiro que eu não sabia qual era, afinal, Matt sempre aparecia com alguma novidade ali mesmo. Syn estava deitado com as pernas em cima de Zacky que parecia compenetrado escrevendo algo.

Avistei rápido meu notebook em cima do colo de Jojo que estava sentado em uma poltrona, tamborilando os dedos na tampa do meu babe.

- Será que posso? — Disse já puxando o notebook do colo do homem.

- Você tem estado tão delicada Chris... – Johnny bufou e se levantou. – Vou comer alguma coisa. Quer algo?

Eu balancei a cabeça tomando o lugar de Johnny na poltrona e ligando meu “precioso”.

- Quero biscoito recheado de morango. – Disse Syn se espreguiçando.

- Levanta o rabo e pega seu folgado. – Johnny disse com um meio sorriso.

Eu balancei a cabeça rindo e meus olhos se encontraram com os de Zacky que me fitava com uma expressão divertida no rosto. Ele voltou a escrever compenetrado e meus olhos acompanharam seu gesto. Vi que ele rabiscava algumas notas musicais as quais eu não entendia absolutamente nada. Há um abismo entre a pessoa que dedica sua vida a composições musicais e aquela que só ouve.

Mas o que me prendeu a atenção foi outra coisa.

- Zacky você está escrevendo?

Ele coçou a cabeça com a parte de trás da caneta me encarando com uma expressão que dizia claramente “ Minha namorada é tão bonitinha mas tão idiotinha”.

- Ah... Estou.

Balancei a cabeça impaciente.

- Você está escrevendo com a mão direita?

- Sim ué... Eu sou destro. – Disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

Ele soltou o papel me puxando, quase fazendo meu notebook cair, graças a Deus Arin estava sentado mais próximo e o segurou. Zacky empurrou com força a perna de Syn de seu colo e me sentou no local. Deslizou os dedos por meu rosto enquanto Brian revirava os olhos com cara de nojo.

- Casais felizes me irritam. – Disse Synyster sentando mal humorado.

- Dor de corno isso amigo? – Disse Matt sem desviar os olhos da TV.

- Te fuder Sanders.

- Só mais tarde delicia.

Matt se virou para trás e piscou para Syn o que me fez ter uma pequena crise de riso.

- Mas amor- Continuou zacky tirando meu foco de Matt enquanto envolvia minha cintura com os braços. – Por que do espanto por causa da mão com que eu escrevo?

- Porque você jogou por terra a mito do guitarrista base.

- Como assim mito???

- Ai caralho... Eu matava aula novo pra quando eu cresço e fico rico, ter que ficar escutando de mitologia? Sacanagem Cat!

- Cala a boca Syn... Eu hein... Você ta um porre- Disse Matt largando o controle e se voltando para mim. – Quero saber da tal mitologia...

- Fica um mês se sexo meu caro e você vai ficar com o humor pior que o meu. Essa turner está muito corrida... Nem dá tempo de nada. Do jeito que eu estou qualquer dia desses termino o show, pego a primeira fã que aparecer na minha frente e arrasto para o backstage. Escreve o que to falando...

Nos entreolhamos e vendo o sorriso cínico em meu rosto, Synyster engoliu em seco. Eu e ele sabíamos bem o porque ele não conseguia mais pegar qualquer garota.

- Mas fala logo da Mitologia ai Cat.

- Bom... Reza a lenda que o pobre coitado canhoto Zachary Baker, aprendeu a tocar com uma guitarra para destros e por isso, ele toca com as duas mãos.

- De onde tiraram isso? –Perguntou Zacky divertido.

- Sei lá amor. É o que se lê em qualquer lugar.

- Sou destro meu anjo. Eu toco com as duas mãos sim, mas sou destro eu juro.

- Então, conta isso pra seus fãs né? Foram anos acreditando que você era canhoto e talz... – Disse rindo do absurdo que era isso que eu estava falando. Se era destro, canhoto , não fazia a menor diferença mesmo.

- Mas pra quê?- Ele perguntou alisando minha perna com delicadeza e antes que eu pudesse responder Syn se intrometeu.

- Como para quê? Milhares de garotas com péssimo gosto igual a Catzinha aí, quase engravidaram da mão esquerda durante o banho pensando em você. Você deve isso a elas sua jamanta. Pra que elas passem a usar a mão direita e ...

- Você sabe ser escroto quando quer , man! – Arin se manifestou largando o controle de lado.

Entreguei o note nas mãos de Zacky e saí de seu colo rindo.

- Sabe que essa notícia vai mudar o mundo né amor? – Ele sorriu sinceramente mesmo vendo meu risinho de deboche.

- Se for pra ouvir você me chamando de amor eu posto qualquer coisa absurda.

-Ecat!- Exclamou Synyster. E nós rimos.


Como já era de se esperar eu não presto atenção em nada, porque se eu prestasse, teria visto Matt se contraindo e apertando o punho com força, como se estivesse incomodado com a situação.

Finalmente chegamos ao nosso destino. Não acreditei quando li algumas plaquinhas que indicavam o lugar em que estávamos.

- Forks? Ta de sacanagem né? – Disse rindo.

- Pois é Cat- Syn surgiu atrás de mim arrancando as malas de minha mão enquanto Zacky carregava as suas e me abraçava.- Essa cidade existe.

- Tomara que eu dê de cara com o Edward ou o Jacob por aí...

- Hey !!! Achei que gostava de vampiros machos e normais Chris. – Disse Johnny que se juntava a nós com os outros.

- Gosto né... Só que eles não deixaram de ser gatos só por um detalhe técnico né

Zacky largou a mala no chão e me pegou no colo.

- Você só pode me achar gato amor. Isso não é justo.

- Amor... Você é gato... Mas eu não sou cega né... – Ri debochada e ele me apertou mais ainda enquanto me dava um longo selinho.

- Já vi que vou ter que vigiar você enquanto estivermos aqui, vai que algum vampiro com complexo de purpurina aparece. Vou ser corno com certeza.

Jessica Pov’s


Eu estava morrendo. Só podia ser. Desde do incidente com Brian e sua agora ex mulher eu não falava com ele. Isso me corroia, mas eu não tinha muito o que fazer. Não queria me meter em mais confusões do que já havia me metido.

Deitei na cama do meu quarto e fechei os olhos. Descançaria um pouco em meu quarto já que essa seria a noite de folga do Staff. Merecíamos isso, garanto. Se tudo saia perfeito era porque nosso trabalho era sério e organizado. Por mais loucos tatuados e estranhos que possamos parecer, éramos profissionais acima de tudo. O Avenged tinha sorte de nos ter. Garanto.

Abri os olhos e olhei pela janela. Já escurecia e uma chuva fininha a molhava. Me deu vontade de ser uma daquelas heroínas dos romances que fica se martirizando na frente da janela, ouvindo uma musica bem deprê e curtido a dor. Mas isso não seria uma atitude minha. Levantei e me sentei de frente para janela. Fiquei olhando apenas os desenhos que a água fazia no vidro e isso era relaxante. Até o barulhinho da chuva batendo no chão era revigorante e o cheiro. O Cheiro me deixava relaxada.

Algumas batidas fracas na porta me acordaram desse devaneio. Sorri e me dirigi a porta na certeza de que finalmente Jade teria vindo conversar com ela. O Gordinho sedutor deve ter dado uma folga a ela.

Meu queixo caiu quando ao abri a porta vi Brian encostado no batente, parecendo vencido e abatido.

- Posso entrar?

Saí de sua frente abrindo passagem pra que ele entrasse no quarto. Fechei a porta e me sentei na cama o fitando. Brian estava estranho, andava de um lado para outro e sempre ameaçava começar a falar mas logo se calava. Eu apenas o encarava tentando entender o que aquilo significava. A chuva lá fora parecia ter piorado e os trovões eram cada vez mais fortes. Sinceramente se juntasse a cidade em que estávamos a cena, eu podia jurar que eu estava em um filme brega de terror.

- Jess eu estou ficando louco!- Ele exclamou do nada me encarando.

- Ficando não é bem o termo apropriado.

- Porque eu já sou! – Ele disse divertido e parando na minha frente.

— Exatamente. – Sorri para ele.

Era a primeira vez que eu estava tranqüila e relaxada em muito tempo. Brian era louco, mas era um louco que me fazia muito bem e inconscientemente eu aceitei isso.

Ele ajoelhou na minha frente pousando suas mãos em minha coxa e eu arregalei meus olhos.

— Eu não consigo dormir direito, tocar está sendo difícil. Eu não me divirto. To ficando um cara chato demais. Eu preciso de você pra melhorar, entende?

Balancei a cabeça negativamente e ele segurou meu rosto entre suas mãos. Fazendo com que eu olhasse dentro de seus olhos.

— Preciso de você Jess. – Ele sussurrou e começou a beijar meu rosto lentamente até que nossos lábios se tocaram. A principio em uma caricia leve. E logo se tornando um beijo urgente onde nossas línguas passaram a lutar por espaço querendo disputar o comando da situação.

As mãos de Brian eram ousadas e se não fossem eu iria estranhar. Elas deslizaram do meu rosto por meu pescoço e desceram até meu colo. Sua mão envolveu um dos meus seios e o apertou implicando pouca força ao ato e isso me desestabilizou ao ponto de me fazer gemer.

Eu queria me entregar e porque não me entregaria ali mesmo. Mais agonia do que eu já sentia em ter ele longe eu não iria sentir. Pelo menos naquele momento, Brian seria meu. Mesmo que por uma noite e eu aproveitaria dela ao máximo. Ele se levantou e me pegou no colo. Automaticamente cruzei minhas pernas em sua cintura. Me deito na cama, comigo ainda presa a sua cintura e começou um movimento torturante com os quadris que me fazia arfar e desejar muito mais contato que aquilo.

Estávamos na beirada da cama e em meu desespero por mais que aquilo e o empurrei com violência o fazendo rolar. Infelizmente ele rolou para fora da cama e caiu no chão e eu, como ainda me prendia a ele fui levada junto.

“Ai caralho!” – Exclamamos juntos e instintivamente começamos a rir.

— Machucou? – Perguntei preocupada, afinal ele bateu não chão e teve em seguida meu corpo impactando ao seu.

— Nada que não posso ser curado. Acho que fomos muito ansiosos. Geralmente eu não sou assim. – Disse tentando se explicar.

— Está tudo bem Syn. – Sorri calmamente achando que o clima tinha acabado depois do tombo.

Graças a Deus eu estava muito enganada.

— Mas devagar então. – Ele disse sorrindo de lado e se sentando comigo em seu colo. Voltou a me beijar lentamente e segurou minhas coxas com força me movimentando em seu colo. Para frente e para trás, meu corpo sarrava em sua ereção e ele algumas vezes jogava o quadril para cima, a pressionando ainda mais ao meu corpo. Eu já perdia os sentidos a essa altura e quebrei nosso beijo. Retirei minha blusa com pressa revelando meu sutiã branco que ele fez questão de arrancar do meu corpo.

A calma que ele havia sugerido acabou quando ele se deparou com meus seios. Ele sugou com força um dos meus seios, passando a língua pelo bico e dando leves mordidas. Eu não conseguia fazer mais nada que não fosse tentar não gemer.

Ainda sugando meu seio, me pegou novamente no colo e me deitou mais uma vez na cama. Deixou de dar atenção ao meu seio e com um sorriso safado no rosto começou a puxar o short que eu usava para dormir. O tirou completamente e começou a beijar minha barriga. Descendo cada vez mais. Eu sabia onde ele chegaria apesar de não acreditar nisso. Não até que ele chegou. Ele mordeu minha intimidade delicadamente ainda por cima da calcinha e quando eu menos esperava, ele a rasgou com violência e praticamente a atacou com a língua. Sua língua deslizava do meu clitóris até minha entrada que a essa hora escorria de tanta excitação. Eu podia jurar que morreria a qualquer momento e que meu corpo só seguiria as ordens e o ritmo que a boca de Brian ditava. Ele parecia querer comandar meus sentidos e conseguiu perfeitamente. Ele sugou sem que eu esperasse mais uma vez, meu clitóris com vontade e eu praticamente urrei de prazer e senti meu corpo se contraindo. Segurei em seus cabelos pressionado seu rosto contra minha intimidade o que parece ter o excitado já que ele gemeu demoradamente graças ao meu ato e seu gemido apenas foi o suficiente para que meu orgasmo viesse e eu praticamente explodisse em seus lábios. Ele mordiscou mais uma vez a parte de cima da minha intimidade e voltou o caminho de beijos por minha barriga.

Beijou meus seios delicadamente e depois meus lábios em uma intensidade fora do normal. E o que um dia eu pensei ser nojento foi extremamente erótico. Sentir meu gosto em sua boca ascendia alguma coisa em mim que eu não podia explicar. Eu tinha acabado de gozar e queria mais.

Ele se afastou e sorriu ao me ver completamente imóvel e com um sorriso bobo nos lábios, mas seu sorriso era malicioso. Tirou sua blusa e jogou na cama e abaixou um pouco a bermuda. Me assustei um pouco ao ver o tamanho do que me aguardava e ele pareceu gostar desse medo. Começou a se masturbar lentamente e a apertar seu membro me olhando como seu eu fosse um banquete a sua disposição, o qual ele não sabia por onde começar. Ele se levantou da cama apenas para terminar de retirar a bermuda, sem nunca parar de se estimular e parecia que ele fazia isso para que eu visse, sabendo exatamente que ver ele deslizando sua mão calmamente em seu membro estava me deixando quase a ponto de implorá-lo dentro de mim.

Acredito que para ele a tortura já havia sido demais uma vês que ele se ajoelhou na cama, me puxou pelas pernas as fazendo ficar dobradas, o que me deixava completamente exposta a ele. Deslizou apenas a cabeça de seu membro lentamente por minha intimidade quase me fazendo chorar.

- Por favor ... – Eu praticamente mais gemi do que falei e seu sorriso se alargou.

- Por favor o quê?- Ele ameaçou entrar em mim deixando apenas a cabeça de seu membro entrar e foi tirando rapidamente para voltar a me torturar a esfregando com rapidez contra meu clitóris.

Me apoiei em meus braços e o encarei.

- Brian Haner Junior. Ou você me come logo ou eu te capo! – Disse impaciente e ele gargalhou metendo de uma só vez, de novo sem que eu esperasse , seu membro completamente dentro de mim.

Ele metia com uma força fora do comum o que me machucava de uma forma muito gostosa. Coisas como essa não tem como explicar com simples palavras. Ele segurava com força minhas coxas e investia contra meu corpo, jogando a cabeça para trás, urrando de prazer. Eu sentia que meu orgasmo estava a ponto de acontecer novamente quando ele foi reduzindo lentamente o ritmo e se deitou completamente em cima de mim. Capturou meus lábios em um beijo luxurioso e calmo e começou a rebolar lentamente em círculos. No mesmo ritmo em que me beijava. Eu não agüentei mais e cravei minhas unhas em suas costas sentindo meu corpo praticamente desfalecer com mais uma onde de prazer intenso que o orgasmo me provocava, em seus braços. Brian gemeu de dor ao sentir minhas unhas perfurarem sua pele e começou a se mover novamente com força e com um urro, se despejou completamente dentro de mim.

Arfante deitou sua cabeça em meu peito, dando pequenos beijos em seu bico que estava muito sensível. Eu alisei suas costas com carinho e respirei fundo, aproveitando seu cheiro.

Depois de alguns minutos assim ele se deitou ao meu lado com um sorriso tão inocente nos lábios que nem parecia a mesma pessoa de minutos atrás.

- Definitivamente, você me deixa louco. – Ele beijou a ponta do meu nariz rindo e eu me deitei em seu peito e enquanto ele acariciava meus cabelos peguei no sono.

Foi um sono cansado e sem sonhos. Mas eu não precisava de sonhos quando a minha realidade era tão maravilhosa. Eu tinha Synyster Gates na minha cama. Poderia querer mais? Talvez sim, mas não era momento para me importar com isso.

Notas finais
Nem vou implorar comentários...
MENTIRA!!! Por favor! por favor!!! Comentem! ahsuhaushauh
Beijos