Hostility

22 A living nightmare, asleep but still aware


Notas iniciais
Sei que minhas notas de autora deveriam ter um capitulo só pra elas. São gigantes... Mas eu não me controlo!
Em primeiro Lugar quero destacar que todos os reviews de vocês foram incríveis. Me sinto realmente sortuda por ter leitores tão incríveis e que realmente me ajudam a éter novas idéias. Vocês, mas do que nunca, fazem parte do desenvolvimento dessa fic. Obrigada!
Em segundo... A sankdeepinside e Lunah-Vengeance. Duas escritoras fenomenais que fizeram recomendações incríveis a minha fic. Esse agradecimento deveria ter vindo a tempos já, mas eu sou uma tapada. Espero que me perdoem. Quero que saibam que o reconhecimento de vocês tem me feito dar pulinhos de alegria bem enviadados em casa. Muito obrigada mesmo e esse capitulo, já adianto. É dedicado totalmente a vocês.
Agradeço também a Toshiya, que comentou cada um dos capítulos que leu e que fez colocações incríveis em cada um. Cada uma de suas criticas foi anotada e concordo com elas em tudo. Vou tentar melhorar e fazer com que as coisas fiquem mais claras. Obrigada mesmo.
carentf, te fiz ficar viciada em Avenged??? OMFG prestei um serviço comunitário a humanindade!!! AHSUHAUSHUh Obrigada mesmo por estar lendo e fico feliz que tenha gostado.
Aos novos leitores, sejam bem vindos .
E agora vamos ao que interessa...
Enjoy ^^

Pov’s Jade

Andar de mãos dadas com Zacky era confortável e me fazia bem. Não havia nem mesmo três horas em que estávamos juntos e já parecia que havia sido a vida toda.

A festa continuava a toda, mas eu não queria mais ficar ali. Depois de um pequeno incidente perto de onde estávamos envolvendo Jess e Syn, resolvemos que seria melhor irmos para casa. A minha casa. Sobre o incidente, ajudamos Syn a levantar e o assistimos se distanciar chutando a areia e resmungando como um velho. Eu tentei até segurar seu braço, mas ele me olhou mortiferamente.

— Jade! Curte a sua noite! – E dizendo isso foi embora.

Fiquei sem reação por um tempo. Enquanto Syn caminhava pra longe de nós. Olhei para Zacky desolada que só encolheu os ombros e segurou minha mão.

— Vamos?

Assenti e nos caminhamos em direção a seu carro

.

— Eu nem avisei ao Johnny que eu estava indo embora e como eu vim com ele... – tentei ter um pouco de consideração por meu amigo, mas logo Zacky me fez voltar à realidade.

— Você acha realmente que a essa hora o anão não ta enrabichado com alguém? Algum dos meninos avisa a ele.

E dizendo isso entramos no carro e fomos embora.

Na portaria, Zacky me encarava um pouco nervoso. Dentro do elevador a situação se repetiu. O silêncio era incomodo. Parecia preceder algo. E isso ambos sabíamos o que era. Eu sabia o que eu queria, mas tinha algo que me dizia que isso não era o certo. Não naquele momento. E como se pudesse prever que eu não estava inclinada para tal ato, Zacky me imprensou contra a parede do elevador, segurou meu rosto e me beijou intensamente.

Tenho que admitir que os amassos de Zacky eram incríveis e que seu beijo fazia com que eu esquecesse de qualquer coisa. Chegamos ao meu andar e nos afastamos completamente ofegantes.

Ao chegar na porta eu mal a abri e ele já me atacou novamente. Suas mãos eram ágeis e ele logo já tinha me levado até o sofá. Seu beijo era urgente e desesperado, o que era somente um reflexo do meu próprio.

Zacky interrompeu o beijo e se ajoelhou na minha frente. Um sorriso brilhou em seus lábios e ele mordeu seu snakebite tão sensualmente que tudo o que eu fiz foi ofegar.

— Você é um anjo sabia? – Ele me disse enquanto alisava minhas coxas com força. Seus dedos apertavam a carne da região e tudo o que eu conseguia fazer era suspirar a cada apertão.

— Só se for um anjo caído... – Disse sorrindo se graça.

— Esses, meu amor... – Zacky continuou enquanto subia as mãos até próximo ao fecho do meu short. – São os melhores.

Logo, se inclinou novamente em cima de mim, e sem me deixar revidar, beijou-me ferozmente. Sua língua experiente traçava um movimento ritmado junto a minha. Movimento esse que me fazia perder completamente a razão. Como eu perdi tanto tempo?

Seus lábios se desconectaram dos meus e sua boca ágil, mordiscou levemente meu queixo. E quando achei que meu corpo não podia mais se arrepiar, Zacky fez com que eu deitasse no sofá e deitou seu corpo sobre o meu. Seu quadril perfeitamente encaixado entre minhas pernas, fazia movimentos circulares, tomando o máximo cuidado para que sua ereção, que já se mostrava visível e sensível, roçasse com força em minha intimidade. Sua boca parecia ter arranjado outro lugar para se distrair quando ela encontrou meu pescoço. Traçando um caminho de beijos pela pele, alternados a pequenas mordidas e lambidas. Da minha boca, só saía um único som. Gemidos...

Ele pressionava meu quadril com as mãos com força e a cada gemido meu, eu podia sentir na minha pele que Zacky sorria. E imaginar o sorriso dele me fazia ter mais certeza de que eu finalmente havia feito o certo.

Porém, como sempre, tem alguma coisa, que insistia em atrapalhar meus momentos felizes. E em um flash, um sorriso veio em minha cabeça, um cheiro de perfume familiar inebriou meu olfato. Uma gargalhada e enfim, uma imagem... Matt.

E se fosse igual? E se fosse exatamente igual ao que aconteceu com Matt. Se depois de transar comigo, Zacky simplesmente me ignorasse? Afinal já tinha tido tudo aquilo que queria.

Zacky continuava a investir seu quadril contra o meu e a beijar meu pescoço, com uma adoração que chegava a ser exagerada. Mas nada daquilo mais me excitava. Aquilo queimava. Seu toque queimava da mesma forma que queimou em nossa primeira noite no ônibus.

Fechei meus olhos com força, tentando conter minhas lágrimas que ameaçavam aparecer e estragar uma noite que até ali, tinha sido perfeita. E quando suas mãos se dirigiram ao primeiro botão do meu short, segurei seus ombros e tentei afastá-lo. Não obtive resultado algum. Ele parecia decidido e me fazer dele, naquela noite.

O empurrei mais uma vez...

— Zacky não!

Falei alto perto de seu ouvido e isso pareceu acordá-lo do transe em que ele mesmo havia se posto. Ele me encarou um pouco decepcionado.

— Fiz algo errado Jade?

Seus olhos brilhavam de uma forma que eu não conseguia identificar. Segurei seu rosto entre minhas mãos e beijei seus lábios delicadamente.

— Não... Eu só acho que ...

— Está sendo rápido demais?

— Isso mesmo... – Me encolhi um pouco e ele se levantou de cima de mim. Sentou no sofá com os braços apoiados no joelho. Fechou os olhos e respirou fundo algumas vezes. Eu comecei a me preocupar quando um minuto se passou e ele continuou ali, parado sem falar comigo. Até que me surpreendeu com um sorriso.

— Desculpe Jade... Fui com muita sede ao pote... Espero que me perdoe... — Disse Zacky sorrindo sem jeito e segurando minha mão.

— Não precisa se desculpar por nada... De novo- O clima estava começando a ficar incomodo novamente e então ele me pegou no colo sem que eu esperasse. A principio fiquei um pouco chocada, mas logo o choque deu lugar a uma gargalhada e ele me levou até meu quarto. Deitou-me suavemente na cama e se deitou sobre mim, apoiando o peso do seu corpo com os braços.

— Vamos fazer diferente hoje... – Zacky beijou minha testa e, depois meu nariz, pulou minha boca, fazendo com que eu risse e beijou meu queixo. Deitou ao meu lado, apoiou sua cabeça em meu e peito, jogou uma das pernas por cima do meu corpo, e entrelaçou os dedos da sua mão aos meus.

— Vou fazer você dormir. – Sussurrou.

E ficamos em silêncio depois disso. Não precisávamos conversar... Não naquele momento. Apenas estar ali, ouvido a respiração um do outro, sentindo os toques um do outro parecera ser suficiente. Palavras teriam estragado a perfeição daquele momento. Bastou-nos estarmos ali, sozinhos e juntos pela primeira vez. Ele tirou a cabeça de meu peito e deitou no travesseiro, eu deitei na sua frente, ainda com as mãos entrelaçadas as suas e encarei seus olhos. Me senti segura. Acreditei quando os orbes verde me encararam que ele era o cara certo. Acreditei ali que nunca me magoaria e que talvez meus medos fossem infundados.

Adormeci assistindo o espetáculo lindo que era ver Zacky Baker, parecendo uma criança, desarmado, dormindo enquanto segurava minha mão.

E acabou que fui eu que o fiz dormir.

Pov’ s Brian

Continuei a caminhar pela praia até que minhas pernas doessem, o que não levou mais que dez minutos, já que eu estava bêbado. Minhas pernas doeram bem rápido. Sentei- me na areia na esperança de esquecer a cena humilhante que protagonizei com aquela anã. Quem ela pensava que era para me descartar daquela forma? Eu era Synyster Gates porra!!! As mulheres fazem fila pra me dar e vem aquela tentativa de gnomo mal sucedida me dispensar?

— Isso não vai ficar assim! – Disse com raiva enquanto arremessava a garrafa de cerveja que trazia comigo longe, ao perceber que ela já estava vazia.

Alguém se sentou ao meu lado e estendeu uma garrafa de cerveja.

— Esse ódio tem motivo? – Disse Arin um pouco assustado.

— Tem sim... Motivo, nome e sobrenome. E o que está fazendo aqui cara? Deveria estar aproveitando os louros da fama e comendo alguém... Pelo menos um de nós estaria se dando bem...

O rapaz riu e balançou a cabeça negativamente.

— Não estou com muito animo para isso. — Arin deu um gole na cerveja que carregava e olhou para um ponto fixo no oceano.

— E esse desanimo tem motivo? – Disse fazendo alusão ao que ele me perguntou anteriormente.

— Tem motivo, nome e sobrenome também... Mas nada que alguém precise se preocupar. – Arin sorria tristemente sem desviar o olhar do mar.

— Alguém teria que se dar bem essa noite... Pelo menos o Zacky conseguiu não é mesmo?- Continuei enquanto tirava os chinelos e enterrava meus dedos na areia fria. O que por sinal me relaxou.

— Como assim o Zacky se deu bem? – Arin me encarou – Não vi a Gena aqui...

— Gena magrelo? Ta desatualizado das informações mesmo... Ele e Jade ficaram hoje. E espero que aquela bolota respeite ela, porque se não eu capo ...

— Como assim ele e Jade? – O garoto parecia mesmo incomodado com isso. – Não pode ser... Ele não pode ter feito isso.

— Ah não... Vai me dizer que você é mais um apaixonado pelo minha Catzinha... Te capo também porra!!! Eu hein... Isso não é normal....

— Ta maluco Gates! É claro que não sou apaixonado pela Jade, ela não faz meu tipo. Gosto de mulheres mais... Hum... Experientes. – Ele deu um gole longo na cerveja e pude perceber que seu rosto corou um pouco.- Só acho que vejo o óbvio.

— Como assim o óbvio?

— Ora... Isso não vai dar certo. Nós dois sabemos que ela ama o Matt. Eles dois deveriam estar juntos. E parar de atrapalhar a vida dos outros.

— Vida de quem que eles estão atrapalhando? – Perguntei extremamente confuso já... Minha cerveja esquentava em minha mão, tanto era a vontade que estava de entender o que esse garoto maluco estava falando.

— A do Zacky... Que poderia estar curtindo ou com alguém que realmente se sinta da mesma forma que ele se sente com a Jade, por ele. – Ele se interrompeu por alguns segundos e depois de respirar fundo, continuou. – E a da Val... Ela não merece ser usada como está sendo pelo Matt cara. Ela é inteligente, doce, divertida... Uma mulher como ela não precis...

— Não! Não, não é não!!!- Exclamei colocando minhas mãos na cabeça, apavorado- Você não pode estar falando sério cara? A Dibenedetto? Não...

Eu estava tão chocado que não conseguia ser coerente. Como não havia percebido isso antes?

— Você não acha que isso está errado Gates? – Ele me perguntou como se eu fosse um idiota e aquela fosse a coisa mais fácil de entender do mundo.

— Não cara! Errado está isso aí!

— Isso o quê?

— Isso aí que você está sentindo. Quer um conselho? Esquece isso. Deixa isso quieto. Não se envolva nessa merda... E deixa morrer seja lá o que for isso que você está sentindo!

Ta certo. Eu estava exagerando. Mas agora tudo estava claro e ele se meteria em problemas. Com certeza se meteria.

— Eu não estou sentindo nada Syn. Eu hein... Só dei minha opinião... Sabe o que é isso? – Ele se levantou e limpou a areia de suas calças jeans. – Sua frustração por não ter pegado a Jessica afetou seu cérebro, Man.

E rindo da própria piada, Arin se afastou andando apressado.

Ele estava enganado. Eu podia sim estar frustrado por não ter conseguido nada com a Jessica e tinha a impressão de que essa garota ainda me daria muita dor de cabeça. Eu estava levemente bêbado e talvez um pouco mais drogado. Mas eu tinha certeza de que o Arin ainda ia fazer merda. Esse garoto estava apaixonado, e amando ou não, comendo ou não. Valary era a garota do Matt desde a sexta serie. Ninguém mexe com ela. Ela é intocável... Posso sim estar exagerando. Mas esse moleque ainda vai aprontar e vai se meter em merda. Tenho certeza.

Pov’s Zacky.

Os raios solares depois de algum tempo finalmente me convenceram a abrir o olho. Eu ia fechar essa maldita cortina quando me lembrei onde estava e com quem eu estava. O peso morno do corpo de Jade se fez consciente e eu achei que meu rosto estava paralisado, já que eu não conseguia parar de sorrir. Ela era linda, perfeita e aparentemente minha agora. Eu não acreditava e minha cabeça começou a trabalhar em um milhão de coisas que pudessem a fazer feliz. E eu faria o possível e o impossível por isso.

Meu celular começou a tocar em meu bolso e rapidamente o peguei e atendi.

— Quem ta falando caralho? – Falei bem baixo e não sabia que minha voz estava tão embargada assim.

-Você é tão educado Zacky que eu tenho vontade de morrer. – Johnny disse do outro lado da linha.

— Que seja. Quer o que a essa hora da manhã?

- Manhã? Você cheirou ontem? São duas da tarde e você está atrasado para o ensaio. Temos um show em três dias ou você esqueceu?

- Caralho, esqueci... Só vou tomar banho e me arrumar , já estou indo pra aí.

- E Jade? Sei que você está com ela e se você a machucou eu frito você no sol seu pedaço de bacon gigante!

- Como se você pudesse... A Jade está dormindo. Vou deixar ela dormindo , maldade acordá-la...

- VOCÊ ESTÁ MALUCO!- O grito foi tão intenso que eu não sei como a Jade não acordou. Não pelo barulho , mas pela minha reação.. Eu quase pulei da cama. - Não saia sem que ela tenha te visto. Ta querendo fazer merda? Ela vai ficar pirada de vez se levanta e não vê você aí.

- Mas nós não fizemos nada! – tentei me defender

- Mesmo assim seu gordo. É melhor prevenir do que remediar. Eu dou um jeito de segurar os caras enquanto você não chega. E o hoje o Matt está especialmente azedo... Cara, nem parece que ontem foi a festa dele! O cara está com cara de quem comeu o próprio vomito!

Valeu cara.

Desliguei o celular antes que ele prolongasse a conversa. E sinceramente, o Johnny tinha razão. E depois do que ele havia dito, fez sentindo Jade ter se retraído ontem e ter me parado quando eu estava tão empenhado em transar com ela. Ela tinha medo ainda. Tinha vestígios do que havia acontecido entre ela e Matt. A insegurança do meu anjo tinha motivo. Mas será por pouco tempo. Eu sei que será.

Ela se mexeu gostosamente na cama, fazendo um biquinho que me deu vontade de morder, enquanto se espreguiçava. Ela abriu os olhos lentamente e sorriu.

— Bom dia- Ela disse um pouco rouca e eu beijei sua testa.

— Bom dia linda. Dormiu bem?

— Aham. — Ela disse se sentando na cama, esfregando o rosto e me encarando ainda sorrindo. – E você?

Seu rosto estava amassado e inchado, seus cabelos desgrenhados. Ela ainda estava com a maquiagem da noite anterior mais estava radiante. Linda e perfeita. Eu poderia ficar horas parado admirando a sua beleza. Claro que tocá-la também era bem legal. Sua pele tinha a textura exata que eu sempre imaginei e seus lábios que fiz o favor de tomar pra mim mais uma vez, antes que ela pudesse protestar, tinham o gosto mais maravilhoso que algum dia já havia provado.

Eu estava sim virando um viadinho. Mas nem estava ligando. Finalmente me senti completo. Senti que as coisas estavam exatamente onde deveriam estar. A volta para turner seria bem melhor do que eu imaginava.

— Zacky. – Chamou ela levantando da cama e olhando no próprio celular.- Você está atrasado sabia? Os garotos vão te matar...

Ela segurou minhas mãos para me ajudar (ou obrigar) a levantar da cama, só que eu sou muito mais forte, a puxei com vontade, o que a fez cair sentada no meu colo.

— É serio Zee... Temos que ir. Principalmente você... Já deveria estar lá a tempos, o Matt vai...

A encarei com um sorriso bobo no rosto. Parece que esse sorriso não ia me largar mais. A puxei com vontade e a fiz deitar seu corpo junto ao meu na cama. A beijei suavemente, tentando passar calma , tranqüilidade, carinho. E minhas mãos rapidamente entraram por dentro de sua blusa. Meus dedos tocaram a pele quente de Jade e ela ofegou com o lábio colado ao meu.

— Zacky!- Disse quebrando nosso beijo e se apoiando em meu ombro para levantar. – É serio. Vamos.

— Eu só pensei como eu já estou atrasado mesmo... Não custava nada demora mais me aproveitando de você.

Juro que fiz a minha melhor cara de indiferença, mas nada funcionava com ela e o som da sua gargalhada me fazia rir.

— Hum... Pensando por esse lado... – Ela disse e o sorriso no meu rosto deu lugar a uma expressão de surpresa ao sentir que agora sua mão entrava por minha blusa. Seus dedos estavam frios e me arrepiei completamente com o toque.- Que mal há?

Ela levantou minha blusa e eu prontamente a ajudei a tirá-la.

— Jade, achei que ontem...

Jade me silenciou encostando o dedo indicador na minha boca. Que vontade que eu tive de chupar seu dedo. Na verdade eu tive vontade de chupar ela toda até que ela se derretesse em meus braços. Só que eu não podia nem sequer cogitar a hipótese, tinha medo de que ela se assustasse.

— Nós não vamos fazer nada... – Ela tirou sua blusa do Iron e jogou longe, revelando apenas o biquíni preto que ela nem ao menos pode usar ontem.

Seus seios são eram tão firmes que minha boca encheu de água no momento em que os vi mesmo cobertos ainda. Eu podia ver que ela se excitava com a situação. Já que era visível que seus mamilos estavam intumescidos, aparecendo pelo próprio tecido do biquíni.

— Só quero sentir um pouco seu corpo. Posso? – E sem esperar que eu respondesse, ela levou a boca ao meu pescoço, o mordeu delicadamente e traçou um caminho de beijos suaves até minha boca. E quando nossas bocas se encostaram de novo foi explosivo e completamente insano. Ela dançava em meu colo e tinha certeza de que era de propósito. Já que ela estaria encaixada perfeitamente em mim se não fossem os tecidos de nossos shorts. Mas com certeza ela podia sentir que por mais que minha mente quisesse muito respeitar Jade e fazer com que as coisas fossem certas e devagar. Meu corpo já dava um sinal, e bem grande, modéstia a parte , de que a qualquer momento eu ia acabar violentando essa garota se ela continuasse a rebolar em meu colo. Segurei com força sua cintura e a pressionei para baixo, fazendo com que sua intimidade pressionasse meu membro que já doía a essa altura. Eu ofeguei com isso. E ela? Ela gemeu. Juro... Que eu implorei a tudo o que era mais sagrado que ela não fizesse isso de novo, ou eu não teria mais responsabilidade sobre meus atos.

Pois é... É necessário que eu diga que cheguei muito mais que atrasado nesse ensaio?

Notas finais
Reviews??? Sabe que eu imploro mesmo... Nem tenho mais dignidade!^^