Hopeless Love
26 O Entardecer, Lua De Mel Parte 2.
Notas iniciais
Seguimos por um corredor extenso, cheio de quadros abstratos e janelas com vidros. Indo de encontro ao nosso quarto após acertamos os últimos detalhes na recepção. Onde sem querer eu quase cometo um assassinato. Sasuke segurava minha mão, enquanto eu sorria bobamente, deslumbrada com o lugar.
Ele enlaça minha cintura possessivamente quando passamos por um rapaz de pouco mais de 20 anos, que fazia o caminho oposto ao nosso.
O simpático rapaz sorri para mim e eu acabo sorrindo para o mesmo por pura educação. Mas quanto o mesmo tenta sorri simpaticamente para Sasuke, meu moreno irritadiço lança-lhe um claro aviso de que é bom ele não ser muito simpático comigo. O que me faz mortificar de vergonha.
Assim que paramos enfrente a porta de nosso quarto, enumerada com o número 155, e o rapaz desaparece de meu campo de visão, dou uma bela cotovelada em Sasuke, que me olha feio e aperta minha cintura com a mão.
– Controle seu ciúmes, Uchiha – Peço, irritada com a má educação do mesmo.
Ele tomba a cabeça de lado e sorri de modo zombador. Mesmo irritada com sua atitude, admiro sua beleza máscula em silencio. Desejando com vigor sentir sua pele na minha.
– Do mesmo jeito que você controlou o seu quanto a recepcionista deu em cima de mim ? – Pergunta, sarcasticamente.
Fico ligeiramente vermelha de vergonha. Afinal, eu quase pulei em cima dela quando a mesma “inocentemente” colocou as patinhas no ombro de meu marido.
– Eu devia ter quebrado as patas dela – Resmungo, fazendo biquinho.
Ele alarga seu sorriso, só que com uma pitada de divertimento e malicia.
Quando o mesmo se inclina em minha direção para me beijar ofereço-lhe de bom grado minha boca. Que o mesmo devora com fervo e paixão, inserindo e retirando a língua incansavelmente, só para me enlouquecer aos poucos. Assim que o mesmo se afasta um pouco, eu respiro fortemente, embriagada de desejo.
Ele sorri. Um sorriso cheio de promessas e más intenções. Isso faz com que eu sinta meu sexo latejar e ir se esquentando.
Ele abre a porta do quarto e me empurra para dentro com gentileza, enquanto fecha a porta e joga nossas malas em um canto qualquer.
Antes mesmo que eu possa demonstrar minha felicidade ao vê como o quarto está lindamente decorado com diversas flores. Principalmente a cama, que está toda coberta por pétalas de rosas, eu sou jogada em cima da mesma e logo ele está sobre mim.
Riu um pouco, achando graça de sua impaciência.
Sua boca se une a minha mais uma vez. Exigentemente ele insere sua língua em minha boca e então iniciamos uma batalha prazerosa.
Abro minhas pernas e o acomodo no meio delas, tendo seu membro duro e pulsante bem grudado com minha intimidade já molhada.
Mesmo com nossos corpos e bocas grudadas, eu resolvo dar-lhe mais prazer. Agarro seu cabelo com uma de minhas mãos, puxando levemente os fios sedosos e com a outra arranho suas costas largas ainda cobertas pela camisa preta.
Ele rosna como um animal no cio, puramente submisso ao prazer, assim como eu.
O mesmo agarra minhas nádegas com as duas mãos e as aperta com força, forçando minha intimidade a se comprimir contra seu pênis coberto por peças de roupa.
Gemo, enlouquecida de prazer.
Quando o mesmo se afasta de mim, sinto-me abandonada, mas logo vejo o porquê de ele ter se afastado. O mesmo retira sua camisa as pressas, mostrando-me seu tanquinho abençoado pelos anjos, depois retira a calça que tanto o incomodava e por ultimo a Box roxa que já estava pequena demais para conter aquele membro colossal.
Sorriu, deleitando-me com a bela visão de meu marido nu.
Ele paira sobre meu corpo, olhando-me minuciosamente, percebo que o mesmo encara fixamente meus seios, que estavam com seus bicos inchados de tanto desejo. Minha respiração acelerada só faz com que meus seios fiquem ainda mais... Vulneráveis. Eu estava vulnerável.
Ele morde meu pescoço, para logo desliza sua boca por toda a extensão do mesmo, mordiscando e lambendo de leve.
Gemo baixinho, agarrando-me ao lençol da cama, seguro algumas pétalas de rosa neste processo.
Suas mãos cobrem meus seios ainda cobertos pela minha blusa e pelo sutiã. Ele aperta-os com força, fazendo-me arquear de desejo e prender a respiração.
Mordo meu lábio inferior para não gritar de prazer.
Sem aviso prévio ou cerimônia, o mesmo rasga minha blusa e quebra o fecho frontal de meu sutiã verde mar, libertando meus seios endurecidos. Ele leva suas mãos de volta até meus seios, apertando-os e beliscando de leve os bicos duros.
Quando o mesmo se inclina e lambe de leve o bico de meu seio esquerdo é impossível que eu fique parada, então começo a me retorcer.
Envolvo seu membro pulsante com minha mão e começo a masturbá-lo de leve, sentindo como as veias do mesmo iam ficando maiores.
Ele gruí e joga a cabeça para trás, se deleitando plenamente com a masturbação.
O mesmo abandona meus seios e se afasta de mim rapidamente, antes mesmo que eu possa sequer pensar em alguma coisa, sinto meu short ser rasgado.
Grito em protestos, mas antes mesmo que eu possa impedi-lo, o mesmo rasga minha calcinha também.
– Eu preciso de você. Preciso estar dentro de você – Diz ele, com a voz embargada de desejo.
– Eu também preciso de você. Sempre precisei – Digo, entorpecida de desejo.
Ele se lança sobre e me beija com brutalidade, desespero. Isso faz com que eu tenha uma leve base de como ele precisa de mim.
O mesmo afasta minhas pernas sem a menor gentileza, para logo se enterrar dentro de mim.
Grito a plenos pulmões pela invasão rápida.
Ele cobre minha boca com a sua, evitando que meus gemidos saiam de minha garganta, enquanto estoca profundamente dentro de mim, fazendo com que nossos corpos se choquem com violência.
Arranho suas costas nuas.
Ele abandona minha boca e distribui chupões pelo meu pescoço, enquanto suas mãos buscam minhas coxas e as aperta com força, para logo segura-las firmemente e fazer com que eu envolva seu quadril com as mesmas. Permitindo assim que o mesmo vá mais fundo dentro de mim.
Tombo a cabeça para trás e entreabro meus lábios, tentando controlar meus gemidos e batimentos cardíacos. Ele encerre mais uma vez sua língua dentro de minha boca, dando início a um beijo sôfrego.
Espasmos violentos atingem meu corpo, fazendo-me agarrar seus ombros largos. Ele percebe que eu estava perto de gozar, então aumenta as estocadas, mas sem deixar o beijo se extinguir.
Fortes choques prazerosos se apoderam de mim, fazendo-me jogar a cabeça para trás, gritar seu nome e gozar ruidosamente. Com mais quatro estocadas ouço o mesmo sussurrar entre dentes meu nome e se despejar dentro de mim.
Ele se retira de dentro de mim e tomba para o lado, de olhos fechados e respiração descontrolada, dando-me uma boa visão de seu corpo suado e completamente saciado.
– Seu bumbum está cheio de pétalas de rosas – Comenta, ainda de olhos fechados.
Solto uma breve risada.
[...]
– Vamos, Sakura. Você está ai há uma hora – Rugi-o, irritado por minha demora. E é claro, aumentando um pouco o tempo que estou no banheiro.
Saio da banheira e me enrolo com uma toalha.
Homens !!
– Pare de me apressar, Uchiha. Você nasceu de sete meses, foi ? — Pergunto irritada.
Ouço o mesmo rosna e se afastar da porta do banheiro a passos pesados.
Suspiro, um pouco menos estressada com sua pressa.
Sei muito bem que sua irritação não é porque estou no banheiro há 20 minutos, mas sim porque não o deixei tomar banho comigo. Mas se tomássemos banho juntos ele com certeza daria um jeitinho de transar comigo mais uma vez, completando assim nossa quarta transa matinal, e por mais que eu ame transar com ele, eu preciso me recuperar da nossa ultima transa, que foi a mais o menos vinte e um minutos atrás.
Saio do banheiro só com uma toalha envolta do meu corpo, que pingava levemente.
Ele me olha emburrado. Estava com seus cabelos desgrenhados e seu corpo ainda levemente suado. Seu único traje era uma Box verde.
Antes mesmo que eu possa notar já estou em seus braços, com o mesmo sorrindo lascivamente para mim. Derreto-me toda eu vê sua felicidade ao estarmos aqui, juntos.
– Você é uma mulher muito má, sabia ? – Pergunta, não realmente querendo uma resposta minha.
Dou-lhe um selinho e me afasto, vendo o mesmo emburrar a cara mais uma vez.
– Quando você estiver devidamente limpo e cheirosinho, eu lhe mostro como sou uma menina má, Uchiha.
Vejo o mesmo arquear as sobrancelhas, levemente surpreso.
Sorrio maliciosamente, demonstrando que não estou brincando.
Ele vai de encontro ao banheiro, sorrindo faceiramente e neste momento sei que dissipe seu emburramento por completo. Antes mesmo de adentra o banheiro, ele se vira e diz:
– Vou adorar vê como você é uma menina má, Sakura.
Ele adentra por completo o banheiro e deixa a porta escorada.
Rio, indo me preparar para mostrar-lhe como sou uma menina má de vez em quando.
Essas duas semanas de lua de mel prometem, penso, vendo o estado da cama e que já passava da hora do almoço.

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