Honor of a demigod - The son of Apollo

1 Cap.1 - A brincadeirinha dos deuses


O grande dia havia chegado era a chance de provar para o meu pai quanto eu sou poderoso. Estava terminando de colocar minhas roupas de batalha. Eu estava numa sala branca decorada com desenhos gregos de herói em batalha. Sentado sobre a cama que passara a noite anterior terminei de colar meus acessórios. Olhei para o meu arco escorado na parede. Fechei meus olhos e punhos juntando o lençol em minhas mãos e fiz minhas preces ao meu pai:

- Por favor, me ajude.

Não pude terminar minha prece já que ouvi alguém batendo na porta freneticamente. Fui até ela e abri. Estava lá um homem maior que eu, forte, de aparência rústica, uma barba grossa e olhar animado. Que disse rapidamente:

- Vamos Lee. Vai começar.

Olhei para ele bem dentro de seus olhos e tive um pressentimento ruim. Parei um momento sem consciência, sem sentir nada quando o homem a minha frente puxou meu braço quando despertei do meu breve transe.

- Espere, meu arco.

O homem esperou então seguimos pelo corredor onde puder sentir energia muito emanando. Foram alguns metros quando virei para esquerda e encontrei 4 outros meio-sangue como eu. A presença deles era tão poderosa quanto a minha pude perceber nos olhos de alguns deles ódio, desesperança, raiva, brutalidade. Talvez eu soubesse que eram esse meio-sangue, mas preferi descobrir em batalha.

O homem que me levara até aquele parte do corredor havia desaparecido no momento que parei para reparar os outros meio-sangues.

O garoto com olhos malévolos, tinha uma pele pálida e cabelos negros forte e um tanto curtos. Ele não era muito forte, mas o maior do grupo. A armadura que ele trajava era igual a minha e de todos os outros. Era a armadura básica de todos os guerreiros.

Me aproximei mais do grupo e parei ao lado de uma menina razoavelmente bonita de corpanzil avantajado para uma guerreira. Ela percebeu que eu estava olhando e deu uma piscadela sedutora para mim. Fingi que não tinha percebido e coloquei a observar os outro meio-sangues

Do lado oposto estava um garoto de mesma altura que eu só que mais franzino, de cabelos longos e loiro com olhos cinzentos. Estava bem concentrado fitando a porta de aço bem arquitetado.

Quando sutilmente olhei para a garota que não havia estudado ele se vira e diz:

- Que foi vai me analisar também. Se quiser arranjar uma briga estou preparada. – a garota de cabelos castanhos que segurava uma lança virou pra mim de maneira que a ponta do arco ficasse próximo ao meu rosto.

- Relaxa estressadinha. Quando a hora chegar eu vou te eliminar. Não precisa ter pressa. – apertei forte meu arco enquanto dizia essas palavras com a outra mão alisei meus cabelos formando uma escudo com meu próprio corpo.

Senti um calafrio vindo do garoto maior. Era agitação. Ele estava se segurando como todos presentes. A tensão na sala era imensa, mas um pressentimento me dizia que o teste já estava valendo, mas não queria me precipitar.

O portão de aço na nossa frente foi abrindo lentamente e assim rangendo assaltando nossos ouvidos sem que pudéssemos impedir.

Um ser diferente dos meio-sangues e humanos estava em pé com suas quatro patas paralelas e peito estufado fintando aos cinco com uma expressão de alegria em seu rosto. Seu cabelo preto enrolado e barba de mesma cor se juntavam a certa altura do rosto deixando com uma expressão bem seria.

- Bem crianças, esse é um dia muito importante pra você e pra toda sociedade Olimpiana. Fiquem sabendo que seus pais se comunicaram comigo e disseram que estão muito orgulhosos e estarão assistindo de suas respectivas moradias.

Quando ele falou que meu pai estava me observando meu corpo estremeceu, sabia que não podia decepciona-lo era a chance de vê-lo a chance de ganhar destaque.

- O velho está me observando? — falou o rapaz alto. – É uma escolha acertada, pois se eu ganhar é melhor ele fugir desde o momento da minha vitória.

O homem olhou para o garoto e deu um olhar maroto. E tornou a falar.

- Vim dizer boa sorte antes do começo.

O homem quadrúpede se foi, mas deixou o portão aberto aumentando o volume das vozes. E novamente o cara que me guiara para o presente local surgira no portão. Em alguns segundos ele gesticulou para que fôssemos em sua direção até transpor o portão.

Atravessamos e o coliseu estava lotado. Nunca havia tanta gente junta, quase deixei meu arco cair, consegui manuseá-lo para não parecer bobo.

O homem-cavalo estava no centro da arena falando para grandes personalidades ao redor. De sátiros a deuses menores.

- Amigos. – sua voz ecoou pela arena fundido com os gritos pessoais. – Estão aqui nossos 5 grandes heróis. Considerados os 5 melhores heróis do ano. Temos aqui o filho do deus do submundo Adão. – quando o nome Hades foi citado Adão seu filho se tornou inquieto fazendo um barulho entre suas duas espadas presas em suas costas perceptível apenas para os muito próximos. — Ao seu lado está o filho de Atena Rian. – quando foi falado o nome de Atena grande parte da arena vibrou o que fez seu filho retrair-se um pouco. – Ao meio está o filho do deus Apolo Lee. – quando ele falou meu nome soltei um largo sorriso de felicidade pude ver alguns garotas chorando e gritando meu nome nos primeiros acentos da arena. – Ao lado do filho de Apolo está uma garota tão sedutora quanto sua mãe Carin a filha de Hera. – que jogou o cabelo. E por último não menos importando a filha do deus da guerra Eva. – a garota não gostou nem um pouco de ter sido citada com última soltando um olhar venenoso para centauro.

- Vou explicar as regras. – falou o centauro requerendo atenção. – Esses cinco jovens irão passar por desafios no mundo coliseu onde feras sombrias existem. E o primeiro a chegar na linha da vitória recebera um acessório sagrado forjado especialmente para si com grande poder mágico. A única interferência que poderá ser feita são dos pais dos heróis liberando poderes mais avançados. – expôs o centauro pegando fôlego para as próximas palavras. – Se algum de vocês. – olhou para nós. – estiver em perigo fique sabendo que não iremos interferir não importa em quais circunstâncias vocês estejam. Lembre-se que além do prêmio principal está em jogo o título de herói protetor dos deuses do Olimpo. Vocês serão guerreiros principais paras as missões que os deuses necessitarem.

A termino do discurso esperamos qualquer ordem, mas o centauro apenas seguiu em frente na direção do portão embaixo das arquibancadas do lado oposto onde saímos. Pude ouvir o nome daquele centauro quando ele atravessava o portão com outros centauros, sátiros e outros gritando seu nome.

- Quíron olha para mim. Quíron gatão.

O portão de aço se fechou e no mesmo instante a parte superior da arena sumiu tornando-se escuro, demorou um pouco para conseguir me adaptar a falta de luz, quando então fiquei sem chão, literalmente, o solo de areia já não estava mais sob meus pés. Agora estava em queda livre como num buraco sem fim, mas não demorou muito para perceber que eu já estava no mundo coliseu numa queda livre ao lado dos outros semi-deuses.