Home

26 Sweet Lips


Ela gentilmente retirou sua mão de entre suas pernas. Em silêncio, levantou-se da cama e sinalizou para que ele se sentasse onde ela estava. Assim que Visão se acomodou contra a cabeceira, Wanda subiu na cama novamente, entre as pernas dele, sustentando-se sobre os joelhos e as mãos, levemente inclinada para ele.

— Eu posso? — Ela perguntou olhando dentro de seus olhos antes de mirar a protuberância na calça dele.

— Sim. — Ele respondeu, sua voz baixa e rouca.

Wanda sentou sobre os calcanhares no colchão e apoiou seu corpo apenas com uma mão enquanto deixava a outra livre para tocar onde doía em Visão. O toque dela... Ele ansiou por senti-lo.

Mesmo por cima do tecido, era mágico. Ela tinha mãos mágicas. Ela o acariciava como se fosse algo extremamente frágil, com cuidado, com carinho, tão delicadamente. Sua mão quente em seu pênis dolorido, duro e querendo escapar para fora de suas calças, sentir seus dedos o envolvendo, apertando-o com tanta delicadeza... isso seria o suficiente. O suficiente para fazê-lo gozar.

Ela pôs as mãos no cós de sua calça, ele se ergueu o necessário para que ela puxasse sua calça e cueca para o meio das pernas, liberando seu pênis ereto e ansioso por sentir mais dela. Visão sentia seu membro se contorcer apenas com a expectativa de Wanda o tocando mais uma vez, só que dessa vez sem roupas no caminho. Pele contra pele. Suas mãos macias e...

Para a surpresa de Visão, Wanda inclinou sua cabeça até seu pênis, abocanhando-o imediatamente. Visão sentiu uma onda de prazer e quase gozou no mesmo segundo, porém impediu-se, afim de que ele tivesse mais tempo sentindo Wanda. Seus lábios... tão macios quanto suas mãos. Sua língua... tão firme e vagarosa ao arrastar-se por toda a sua extensão.

Wanda subiu e desceu com sua boca, sugando o pênis de Visão como se fosse um delicioso picolé em um dia quente de verão. Suas mãos... oh, suas maravilhosas mãos. Wanda levou suas delicadas mãos para segurarem os testículos, massageando-os e causando-lhe arrepios.

Visão não queria ser rude e foder com a boca de Wanda, mas sentiu um instinto primitivo incontrolável de empurrar seus quadris dentro de sua boca, procurando levar seu pênis mais fundo em sua garganta. Ele se manteve firme, não queria machucá-la. Mas não pôde evitar se segurar seus cabelos com uma mão, enquanto com a outra segurava em seu braço.

Ele a olhou. Observou a cena. Ela, reclinada entre suas pernas, sua cabeça subindo e descendo, seu pênis entrando e saindo de sua boca, isso era... essa imagem... ele queria gozar... tão difícil...

— Eu... — Ele tentou falar, o ar parecia ter sumido de seus pulmões e as palavras de sua boca. Não conseguia pensar em mais nada a não ser na bela deusa grega que estava chupando seu pênis de forma tão deliciosa... ela o estava devorando. — Eu acho... — Ele segurou com as duas mãos o rosto dela, tentando afastá-la, mas ela segurou em suas mãos e lhe deu um sorriso malicioso, voltando a capturar seu membro com a boca.

Visão não conseguiu mais aguentar. Ela era linda, ela era sexy, ela era completa e incansavelmente voraz. E ele sentiu... sentiu uma enorme onda atravessar seu corpo até a ponta de seu pênis quando atingiu o orgasmo, ejaculando dentro da boca de Wanda.

Ela capturava todo o líquido rapidamente, engolindo tudo, tirando até a última gota dele enquanto seu quadril tremia contra ela, ainda segurando os lados de seu rosto, talvez um pouco mais forte do que tinha ciência.

Sua respiração ofegante e pesada preenchendo o ambiente enquanto ela se erguia para sentar na cama, de frente para ele, ainda entre suas pernas. Ela era magnífica. Os lábios macios estavam levemente inchados, avermelhados e com um sorriso satisfeito, seus olhos tinham um brilho escuro, suas pupilas dilatadas, seus cabelos estavam bagunçados, uma fina camada de suor cobrindo sua testa, seu peito exposto e ruborizado. Ela era linda. O ser humano mais lindo que Visão já viu. Não. Não um ser humano. Uma deusa.

Ela se acomodou no colchão e deitou-se com a cabeça na coxa dele, muito perto de seu pênis exausto e exposto. Visão estava encostado contra a cabeceira, admirando-a, olhando dentro de seus olhos, um olhar que ela correspondia.

Subitamente, ele fez esforço o suficiente para conseguir ajeitar a calça e a cueca no lugar, vestido novamente, ainda sem camisa.

— Você quer que eu me vista? — Ela perguntou em tom baixo, mas voltou a se deitar com a cabeça em sua coxa.

— Não, só me senti desconfortável de deixar sua cabeça tão perto do... — Ele suspirou pesadamente, não continuando sua frase.

— Não faz nem cinco minutos que eu estava com seu pênis na minha boca, literalmente. — Ela beijou o membro dele por sobre o tecido da calça. — Mas se isso te faz se sentir melhor, está tudo bem para mim.

Visão ouviu o som da água do chuveiro cessar. Um sorriso brotou em seus lábios ao imaginar Wanda nua, lentamente se secando com sua toalha... para ser sincero, ele não se importaria de ter seu corpo molhado em seus braços.

Ele ainda estava se recuperando do agrado que ela lhe fizera antes. E ele queria agradá-la também.

Decididamente, ele se levantou da cama e caminhou até a porta do banheiro, batendo de leve na madeira. Ouviu ela autorizar sua entrada, e assim ele fez. Ela o encarou confusa, era desnecessário ele ter batido.

Visão, sem dizer uma palavra, se aproximou dela e a direcionou para ficar encostada contra a parede. Wanda sabia para onde isso estava se encaminhando. Ao menos, ela achava que sabia.

Ele acariciou o lado de seu rosto de maneira tão carinhosa, seus olhos brilhavam em um azul tão pacífico. Reclinou-se e a beijou ternamente, retirando a toalha que estava envolta em seu corpo, fazendo-a sentir a parede gelada atrás de si. Afastou-se para pendurar a toalha molhada no porta-toalhas e voltou a olhá-la, a beijá-la com tanta delicadeza, como só Visão sabia fazer.

Seus lábios se separaram novamente apenas para Visão beijar sua bochecha, sua mandíbula, seu pescoço, seu ombro e clavícula... Wanda fechou os olhos, um arrepio percorreu seu corpo ao sentir os lábios de Visão tocarem seu seio esquerdo, depositando um beijo sobre seu mamilo, depois sobre o outro, e continuou descendo. Trilhou seu abdômen até o baixo ventre, parando ali. Wanda abriu os olhos e olhou para baixo, Visão a estava encarando. Sério. Luxuriosamente. O desejo expresso em sua face.

— Eu posso? — Ele perguntou com voz rouca.

Tão educado...

— Você sempre pode. — Ela respondeu em voz baixa, pesada.

Wanda abriu as pernas convidativamente. Visão, ajoelhado entre elas, segurou em seu quadril para que não escorregasse no chão úmido e caísse. Seus olhos não saíram um do outro quando ele beijou sua virilha e depois afundou sua boca em sua vagina. Seus lábios... seus lábios envolveram seu clitóris, sua língua provando aquele ponto de nervos sensível.

A deusa grega... a sua deusa grega suspirou quando ele arrastou sua língua desde a sua entrada até seu clitóris, fazendo-a ficar mais excitada, mais molhada. Visão provou seu líquido lubrificante, era Wanda, Wanda, apenas Wanda. O corpo de Wanda reagindo ao seu toque.

Ela cheirava tão bem... tão sensual... tão excitante...

Wanda entrelaçou seus dedos nos cabelos loiros de seu amado, observando sua cabeça enfiada entre suas pernas. Era uma imagem tão obscena e erótica. Isso a excitava. Visão a excitava. Com sua boca. Com sua língua. Com seu rosto entre suas pernas, chupando-a, provando-a.

Sentia-se ficando mais líquida, e ele pegava cada gota de escapava de sua vagina. Involuntariamente seus quadris balançaram em sua boca. Ela se conteve, com muita dificuldade, tentando não se foder no rosto dele.

Os dedos de Visão apertaram sua pele, ela era macia, era como uma deliciosa refeição pronta para ser devorada. E ele a estava devorando. Sua boca se mexia sozinha, ávida, necessitando sentir mais o gosto dela, seu sabor, seu líquido, seu calor, sua carne... Ela estava tão molhada...

Wanda não conseguia conter os suspiros, quase gemendo algumas vezes, mas conseguiu evitar fazer sons além dos obscenos da boca de Visão a chupando.

Ela não conseguiu ficar parada, mexendo seu quadril para esfregar mais seu clitóris e sua entrada contra Visão, que parecia estar adorando sua ação, considerando seu gemido abafado. Wanda sentiu que poderia gozar, ela estava prestes a gozar, só precisava de mais um... mais um pouco...

Soltou um grunhido baixo quando um dedo invadiu seu interior, sem aviso, e a boca de Visão sugou seu clitóris, fortemente, e ela gozou. Seu quadril tremeu contra ele enquanto atingia seu orgasmo, a respiração presa em seus pulmões, seu peito queimando enquanto se derretia contra ele, seu dedo girando dentro de seu corpo até ser retirado para dar espaço para sua boca. Ele a sugou, com força, profundamente, tirando todo o líquido de sua vagina.

Wanda olhou novamente para eles, como estavam. Ela estava segurando firmemente nos cabelos dele, provavelmente o machucando, ele a olhava enquanto sua língua limpava sua vagina sensível, suas dobras lisas, seu clitóris tremendo ao menor toque.

Suspirou, por fim, e soltou seus fios dourados para segurar nos lados de seu rosto, ele se afastando para poderem se olhar melhor. Só então Wanda percebeu que se não fosse por Visão a estar sustentando com um aperto firme em seus quadris, ela já teria caído sentada no chão há muito tempo.

Ele era maravilhoso. Ele era gentil. Ele era extremamente sensual com seus lábios brilhando com a excitação dela os cobrindo. E ele a fazia querer mais. Mais dele.