Hidden Desires

1 Hidden Desires - Part I


Notas iniciais
Oi gente! Então essa minuscula fic surgiu em minha mente devido á um sonho da minha amiga com nosso professor de matemática hahahahaha E como o nyah estava parado e eu já estava adiantada na minha outra fic resolvi arriscar e escrever um pouco do que ela me contou. O plano inicial era ela ser uma one shoot mas percebi que precisava de mais algumas coisas entre os personagens (vocês vão entender o que estou falando quando lerem), então ainda vai ter um capítulo depois desse aqui, vou me esforçar para escrever rápido e postar para vocês aqui.Como é uma fic só de dois capítulos espero que vocês quando lerem comentem, e quem quiser recomende, não custa nada... Espero que gostem!

A sensação de está no último ano do ensino médio é uma das melhores coisas que existe saber que você vai conhecer outros horizontes, novas pessoas e fazer aquilo que você realmente gosta é surpreendentemente excitante. Por outro lado, esse fim também trás um pouco de dor; saber que seus amigos de longa data vão buscar novas perspectivas assim como você, te faz pensar qual vai ser a próxima vez que vamos está todos reunidos assim como hoje. Evito pensar nisso todos os dias e curtir com eles todos os momentos que a vida está nos proporcionando. Por isso, Caroline — minha melhor amiga — está planejando mais uma festa para todos nós.

— Então é isso, Elena quando sairmos daqui vamos direto ás compras. Nossa festa como sempre não pode faltar nada! — sorriu animada — E Matt não faça cara feia porque vou sair com a Elena, vocês sempre estão grudados — Apontou para o loiro que estava sentado ao meu lado, me abraçando lateralmente.

Matt é meu namorado desde o primeiro ano, e como em clichês de livros melosos nos apaixonamos no nosso primeiro contato. Apesar de amá-lo muito, com quase dois anos de namoro nós ainda não demos o passo mais importante na nossa relação — obviamente como qualquer casal de namorados temos nossos momentos de amassos quentes, porém eu não conseguia chegar no finalmente. —e Matt como o homem maravilhoso que é nunca forçou a barra para isso acontecer, ele entende o meu lado. Mas eu sei que como homem ele precisa, prova disso é quando estamos em momentos mais quentes rapidamente ele fica excitado e resolve ir pra casa no mesmo momento, e isso me deixa um pouco culpada por fazê-lo esperar tanto tempo.

— Graças a deus, última aula! Eu já disse que amo as sextas? — Tyler disse enquanto caminhávamos cada um para suas respectivas aulas — Vamos Matt, aula do Alaric agora, pelo menos não é a filha da puta da professora de Física.

Matt meu deu um beijo longo e seguiu para a sala com Tyler, enquanto eu e Caroline seguíamos para a nossa sala; Matemática. Essa aula sempre era uma das minhas preferidas, primeiramente por eu ser ótima em cálculos e em segundo lugar pelo meu professor, Damon Salvatore era um espetáculo a parte e de longe o homem mais bonito que eu já conheci — nem o meu namorado chegava aos pés dele, preciso admitir — e o melhor professor de matemática que eu já tive. Ele também foi meu professor no primeiro ano e não tinha como se esquecer de suas tentativas de ter algo a mais comigo; sim, o professor mais lindo da escola queria ficar comigo. E até hoje eu não sei como consegui agüentar todo aquele ano sem nunca ter nem encostado naquela boca maravilhosa ou naquele corpo perfeito que ele tinha, e não era por falta de tentativas dele, eu poderia lembrar facilmente da sua voz rouca e próxima a mim falando sua típica frase direcionada a minha pessoa “Ah Elena, se você não fosse minha aluna...”, meu corpo automaticamente se arrepia ao lembrar-se desses momentos.

Mas, como comecei a namorar o Matt no fim daquele ano toda aquela tensão entre nós foi esquecida, e ele não ter sido o meu professor o ano passado contribuiu bastante. Porém esse ano ele novamente é o professor da minha turma, mas eu não me importava nem um pouco, pois agora ele estava noivo e pelo visto era totalmente apaixonado por sua noiva.

Só que as coisas mudaram quando há algumas semanas atrás assim que cheguei na escola fiquei sabendo que a fofoca do dia era o término de Damon Salvatore e a sua namorada, todos estavam extremamente espantados já que ninguém nunca tinha vista Damon tão apaixonado por uma mulher pois a sua fama não era nada boa, e tudo isso ter acabado de uma hora para outra. Ate hoje ninguém descobriu ao certo o verdadeiro motivo para o fim do relacionamento, e desde daquele dia as coisas basicamente voltaram a ser como há dois anos; frases de duplo sentido, olhares maliciosos e sorrisos tortos que me deixavam sem chão.

Entramos na sala e sentamos nas nossas cadeiras de sempre, nas primeiras fileiras. Caroline tagarelava sobre como estava animada para essa festa e que precisava que essa aula terminasse logo para começarmos a buscar tudo, deixei de prestar atenção no que minha amiga dizia quando ele entrou na sala. Como quase todos os dias, estava vestido de preto fazendo assim o contraste com sua pele branca serem enormes, seus cabelos estavam em sua desordem habitual e mentalmente eu sonhava em afundar minhas mãos ali e sentir a textura que tinha aqueles fios negros que pareciam ser bastante sedosos, por fim e não menos atraente nessa composição tão perigosa que era esse moreno seus olhos extremamente azuis estavam suaves e pareciam procurar alguém na sala. Um enorme sorriso tomou seus lábios assim que seus olhos encontraram os meus e involuntariamente um sorriso idiota surgiu no meu rosto, Caroline parou de falar assim que viu como eu estava sorrindo e claro, não perdeu a oportunidade de fazer seus comentários impertinentes.

— Disfarça um pouco, quer um paninho pra secar isso aí que ta descendo pela tua boca? — Caroline sorriu sínica me encarando, apenas revirei os olhos para ela e voltei novamente para a minha posição na cadeira.

— Boa tarde turma! — Damon era um dos professores mais queridos do colégio, ele e Alaric eram os queridinhos dos alunos e até os que não queriam nada com a vida gostavam das aulas deles — Eu sei que todo mundo ta de saco cheio, louco pra sair daqui e se preparar pra aquela festa que já acordaram na segunda pensando nela — a turma ria sem parar — mas precisamos está aqui, também estou louco pra resolver algumas coisinhas pendentes — nesse momento ele me encarou e abriu um meio sorriso, e isso me deixou totalmente perdida por não saber o porquê de essa frase ter sido direcionada a mim, eu tinha certeza que tinha sido para mim. — Por isso vamos cooperar, prometo liberar todo mundo mais cedo já que vocês e a turma do Alaric são ás únicas que ainda estão aqui.

Damon apesar de ser bastante novo, apenas vinte quatro anos, e ter acabado de se formar era um professor que merecia todo o reconhecimento do mundo ele poderia colocar qualquer professor mais velho no bolso em apenas uma explicação, e o melhor de tudo é que não é só eu que acho isso mas todos os alunos que tem o privilégio de ter aula com ele. Até Matt que o odeia — sim, o odeia por saber que antes ele tinha algum interesse em mim e afirma que o jeito que ele me olha mostra que nada disso ficou no passado como eu digo — admite que ele é um excelente professor. Como sempre, entendi perfeitamente toda a sua explicação mesmo o assunto sendo bastante complicado, mas a sua forma de ensinar fazia com que tudo fosse tão fácil quanto somar ou subtrair.

Assim que terminou sua explicação e tirou dúvidas de alguns alunos ele liberou a turma mais cedo como prometido e a escola já estava totalmente vazia, restando apenas nós. Arrumei minhas coisas e no momento em que caminhava em direção a porta da sala com Car, Damon me pediu para ficar mais um pouco, pois precisava conversar algo muito sério comigo e pelo visto era algo relacionado a notas já que sua cara não estava nada amigável. Pedi para a minha amiga ir na frente e assim que eu saísse daqui ligaria para ela e nos encontraríamos onde quer que ela estivesse, Caroline não gostou muito da ideia mas concordou assim que viu como Damon estava ficando irritado com toda aquela situação.

Assim que a loira saiu, Damon rapidamente trancou a porta me deixando um pouco apreensiva por sua atitude, sentou em cima da sua mesa e fez um gesto com as mãos indicando que eu me aproximasse. Coloquei minhas coisas em cima da minha mesa e parei em sua frente esperando que ele começasse a falar o que tanto queria, como ele continuou em silêncio apenas me observando, resolvi me pronunciar.

— Damon, algum problema com as minhas notas? — perguntei cruzando meus braços em baixo dos meus seios, o que atraiu a atenção do homem a minha frente me fazendo engolir seco.

— Nenhum problema com suas notas Elena, estão impecáveis como sempre. — sorriu — Mas eu preciso conversar seriamente com você, isso vem me atormentando há dias e eu não sabia até quando poderia segurar isso.

Franzi o cenho sem entender onde ele queria chegar com essa conversa estranha, e um nervosismo enorme já estava tomando conta de todas as células do meu corpo. A presença dele me deixava nervosa, ainda mais quando nós estávamos tão próximos.

Fiz um gesto com a mão indicando que ele continuasse, ele levantou da mesa onde estava sentado e aproximou-se do meu corpo, me fazendo dá um passo para trás, mas totalmente em vão, pois agora eu estava “esmagada” entre a mesa atrás de mim e o seu corpo másculo. Eu podia sentir perfeitamente sua respiração quente e desregular em meu rosto me deixando ainda mais tensa.

— Elena você não imagina como esses dias estão sendo tormentosos para mim, se eu já me sentia atraído por ti quando você foi minha aluna pela primeira vez, você não pode imaginar como eu me sinto agora — tirou uma mecha do meu cabelo que estava em meu rosto, colocando atrás da minha orelha — Eu sei que isso é errado, você só tem dezessete anos mas... É mais forte do que eu.

— Damon, você ta confundindo as coisas. Eu sei que você acabou com sua noiva há pouco tempo, e tudo isso que você ta dizendo é a carência. Apenas isso. — tentei não tremer ou gaguejar enquanto falava.

— Você não entende Elena, que eu te desejo mais do que tudo? Que não é por causa de fim de relacionamento nenhum, que você já me deixava sem rumo quando era apenas uma menina quando fui seu professor pela primeira vez e que mesmo eu estando noivo, ao te ver eu só pensava em ter você pra mim? — eu não conseguia mais respirar, seus lábios rosados estavam tão próximos ao meu e eu queria tanto sentir a textura deles, mas eu não podia, eu estava namorando, eu amava o Matt.

— Damon, olha vamos embora, é melhor — sai de perto dele e eu tentava buscar o ar de todas as formas possíveis, mas isso era uma tentativa totalmente inútil. Eu podia sentir sua presença atrás de mim, seu corpo a pequenos centímetros de distância.

— Ah Elena, se você não fosse minha aluna... — e aquela frase que me atormentava tanto, voltava com força total e aquela voz rouca próxima ao meu ouvido me deixava de pernas bambas. Isso não é justo...

Damon colou seu corpo no meu e me virou, fazendo assim eu encarar aquela imensidão azul que era seus olhos que agora estavam escuros como o mar em dias de tempestade. Seu rosto estava tão próximo ao meu que em qualquer movimento nossos lábios iriam está colados.

— Mas dessa vez isso não vai me impedir de fazer o que eu quero — sussurrou fazendo seus lábios encostarem-se ao meu levemente — E nem de fazer o que você quer, e não negue, você quer tanto como eu — Damon não me deu direito de resposta, apenas colocou nossos lábios e eu pude sentir finalmente como seus lábios eram.

Tão macios, tão bons de beijar como eu imaginei quando era apenas uma menina sonhando com um professor bonito. Eu sabia que aquilo era totalmente errado, que eu estava traindo o meu namorado que me amava e que eu o amava, mas a vontade que eu tinha de parar não chegava aos pés da vontade que tinha de agarrá-lo ainda mais e continuar com aquilo. E eu optei pela segunda opção, puxei seu corpo ainda mais para o meu fazendo assim não existir mais nenhum espaço entre nós. Damon me levantou rapidamente, fazendo assim eu enroscar minhas pernas em sua cintura, e me colocou com um cuidado enorme em cima de sua mesa e continuar a me beijar com todo fervor. Sua língua quente enroscava-se com a minha de uma forma extremamente deliciosa que me fazia gemer baixinho me deixando envergonhada por está tão entregue assim a ele, seus dentes passavam por meu lábio inferior trazendo para si me fazendo puxar seus cabelos como uma forma de depositar nele tudo o que eu estava sentindo. E sim, seus cabelos eram sedosos como eu imaginei.

— Damon, não — parei nosso beijo e o afastei um pouco — Isso é errado, eu estou namorando, eu não posso.

Lena me diz que você não gostou do nosso beijo e que não quer continuar com isso — falou ofegante — Se você me disser que não gostou disso que aconteceu agora e que não tem a mínima vontade de retomar ao que estávamos fazendo, eu te deixou sair por aquela porta sem ao menos pensar duas vezes. — sussurrou a última palavra enquanto apertava minha cintura por baixo da minha blusa.

Eu não poderia negar que aquele beijo de longe foi o melhor da minha vida e que eu não tinha a mínima vontade de sair daqui, tudo que eu queria era continuar o beijando sem pensar nas conseqüências que isso iria trazer. Encarei aquele homem perfeito que estava a minha frente, louco para me beijar e totalmente a meu dispor e tudo que eu consegui fazer naquele momento foi beijá-lo como nunca beijei alguém antes, depositando toda a vontade que tinha de que aquilo acontecesse e que não tinha coragem para admitir e nem de fazer.

— Eu sabia que você queria tanto quanto eu — sussurrou em meus lábios e voltou a me beijar no mesmo momento, minha língua explorava toda a sua boca como se estivesse reconhecendo aquele lugar que até pouco tempo atrás era totalmente estranho e novo.

Minhas pernas estavam enroscadas em sua cintura e Damon me puxava cada vez mais fazendo assim nossas intimidades se tocarem, eu pude sentir o quanto ele estava excitado mesmo com os nossos jeans impedindo de ter um contato mais direto. Céus, aquilo era tão errado e ao mesmo tempo tão certo.

Damon tirou sua jaqueta a jogando no chão, deixando seus braços musculosos expostos e minhas mãos formigaram de vontade de tocá-lo ali e sem nenhum receio eu segui a minha vontade e passei minhas mãos por ali e por dentro da sua camisa enquanto ele distribuía beijos molhados pelo meu pescoço me fazendo revirar os olhos de prazer. Suas mãos foram para a barra da minha blusa a tirando rapidamente e jogando no chão onde também estava sua jaqueta, ao perceber que agora eu estava apenas de calça e sutiã na sua frente fiquei totalmente envergonhada e buscava encarar qualquer ponto naquela sala, menos o homem que estava nesse momento na minha frente com um sorriso enorme nos lábios.

— Ei pequena, você fica ainda mais linda corada — com certeza eu iria explodir de tanta vergonha — Você é a mulher mais linda que eu já vi, não precisa ter vergonha.

Damon beijou meus lábios delicadamente e suas mãos faziam um carinho gostoso em minhas costas me fazendo relaxar em seus braços e buscar agora a barra da sua blusa para tirá-la. Céus, eu estou prestes a transar com o meu professor, eu realmente sou uma vadia. Em quase dois anos de namoro nunca transei com o meu namorado e agora estou prestes a perder a minha virgindade com um professor, o meu professor de matemática! Tem como isso ficar pior? Claro que tem, eu não ter a mínima vontade de parar e ter a certeza que não vou parar.

Livrei-me da sua blusa e pude encarar seu peitoral e o que era aquilo? Com certeza eu tinha ido para o céu e aquilo deveria ser algum presente... Eu queria beijar cada parte daquele peitoral, escutar meu nome sair de seus lábios por puro prazer e senti-lo por completo... O que estava acontecendo comigo?

Aproximei meu rosto do seu peitoral e depositei um pequeno beijo em seu lado esquerdo, bem em cima do seu coração e a voz rouca chamando meu nome me deixou totalmente extasiada e a beira de um orgasmo.

— Elena... — levantei meu rosto e pude ver seus olhos fechados e sua boca entre aberta. Aproveitei e puxei seu lábio inferior para mim, fazendo-o abrir os olhos e me encarar surpreso. — Você vai me enlouquecer, garota.

Damon me agarrou me beijando fortemente, me tirando de cima da mesa e agora pressionando o meu corpo em uma parede fria da sala, fazendo meu corpo se arrepiar por completo. O moreno descia seus beijos pelo meu colo e sugava a parte dos meus seios que o sutiã deixava a amostra me fazendo gemer e o pressionar ainda mais em mim me dando a liberdade de sentir seu membro rígido na calça. Damon em um movimento rápido abriu o feche do meu sutiã e aquilo me fez paralisar; eu realmente queria transar com o meu professor de matemática? E o que mais me assustava era que eu queria, sem dúvida alguma, e o que apenas me deixava nervosa era a minha falta de experiência.

— Não precisa ficar nervosa linda... — sussurrou mordendo o meu lóbulo.

— Damon... Por mais que tudo isso seja errado eu quero ficar com você — um sorriso maravilhoso brotou no seu rosto — Mas existe algo que... Eu sei que você não vai querer.

— Elena eu esperei durante três anos da minha vida isso aqui, o que diabos poderia me fazer desistir? Eu tenho certeza que nada. Você não entende mesmo o quanto eu te quero? — beijou meus lábios castamente.

— Eu sou virgem Damon — fechei meus olhos.

Pude sentir que o moreno ia me soltando aos poucos e em segundos eu já estava de pé e tinha arrumado um pouco de coragem para abrir os olhos e o encontrar me encarando.

— Elena, eu pensei que você e o seu namorado...

— Não, eu não consigo.

— Eu vou entender perfeitamente se você não quiser nada Elena, claro que você vai querer perder sua virgindade com o seu namorado, eu deveria ter te perguntado antes e...

— Damon, eu quero. Eu quero que você me faça sua, por mais errado que tudo isso seja que eu esteja sendo uma grande vadia com essa atitude, eu nunca quis tanto algo na minha vida como eu quero ser tua.

Damon se aproximou novamente do meu corpo e me beijou avidamente, me prensando novamente na parede e imobilizando minhas mãos sobre minha cabeça enquanto sua língua deslizava pela minha boca. Eu não pensava em mais nada, se aquilo era errado ou não eu só conseguia sentir o quanto eu o queria e como eu desejava isso e não tinha coragem de admitir.

— Eu vou ter o maior prazer em ser seu primeiro linda... Mas eu seria um cafajeste se deixasse você ter sua primeira vez em uma sala de aula. Eu não posso.

— Mas eu quero que seja aqui — aproximei minha boca em seu ouvido — Quero que todas as vezes que eu entre nessa sala, eu lembre como me senti pela primeira vez e que foi você que me proporcionou isso, mesmo que com essas lembranças me venha na mente o quanto eu fui vadia.

— Não fala isso — acariciou meu rosto — Você não é vadia coisa nenhuma, isso que está acontecendo entre nós é uma coisa que já estava predestinada, apenas vínhamos adiando. Vem aqui...

O moreno entrelaçou nossas mãos e caminhou até a sua mesa, abrindo uma gaveta e tirando um pano enorme, que poderia ser comparado a uma toalha de piquenique, porém ela era mais grossa e maior. Damon soltou nossas mãos e começou a afastar todas as cadeiras que tinham ali, deixando um grande espaço no centro da sala onde forrou o tal pano, por fim sentando em cima e me chamando para acompanhá-lo.

— Porque você tem uma coisa dessa na sua mesa? — perguntei enquanto sentava do seu lado e recebia um beijo carinhoso na minha têmpora direita.

— Não faço ideia, mas ela vai ser bem útil agora. — sorriu enquanto me beijava e fazia meu corpo deitar lentamente sobre o pano.

Damon voltou a me beijar novamente e agora seu corpo estava sobre o meu, minhas mãos corriam livremente sobre suas costas ou alternavam entre seus cabelos e seu rosto, fazendo-o sorrir. Como meu sutiã já estava aberto, ele apenas retirou do seu lugar e me encarou com olhos de admiração, amando o que tinha encontrado o que me deixou novamente envergonhada.

— Lena, você é mais linda do que eu imaginei, como pode? — perguntou enquanto acariciava meu rosto.

— Damon, ninguém vai nos pegar aqui?

— Não, nós estamos trancados aqui — riu baixinho — Eu consegui uma chave das portas do fundo, então quando quisermos ir embora sairemos por lá.

— Tudo bem... — tentei relaxar.

— Não precisa ficar nervosa amor, eu vou tentar ser o mais carinhoso possível, não te prometo porque o desejo que eu tenho por você é enorme e não sei se consigo me controlar — Damon desceu um pouco seu rosto e pude sentir seus lábios quentes em meu mamilo esquerdo.

Damon sugava forte e ao mesmo tempo carinhosamente, e isso me fazia revirar os olhos e gemer por tamanho prazer que eu estava sentindo naquele momento. Enquanto sugava meu mamilo esquerdo, sua mão massageava o meu seio direito e aquilo aumentava ainda mais as sensações. Assim que se deu por satisfeito, fez o mesmo processo com meu outro seio e eu tentava gemer baixo, mas era impossível e aquilo o deixava ainda mais animado em continuar e escutar meus gemidos clamando por ele. Quando tinha dado a devida atenção para os meus seios, ele retirou minhas botas colocando-as em pé ao nosso lado e abriu o botão da minha calça, puxando com cuidado a peça me deixando agora apenas de calcinha. Obrigado a mim mesma por ter colocado esse conjunto de lingerie, imagina o quão vergonhoso seria se eu estivesse usando aquelas calcinhas horríveis?

Senti pequenas mordidas em minha barriga e pude ver o meu Damon empenhando naquela atividade que parecia ser tão prazerosa para ele quanto estava sendo para mim. Em meio aos meus gemidos, as palavras carinhosas e ao mesmo tempo maliciosas que o meu professor falava, pude escutar perfeitamente meu celular tocando e aquilo me deixou em pânico.

— Dam... — soou mais como um gemido do que um aviso — Damon, meu celular está tocando. Eu preciso atender. — falei tendo sucesso em não gaguejar, o moreno bufou com raiva me deixando levantar para buscar o celular me fazendo rir com a sua atitude de criança birrenta.

Peguei o meu celular e voltei para o mesmo lugar que estava, ao encarar a tela e ver quem estava ligando, um frio na barriga enorme surgiu. Puta merda! Eu tinha combinado para sair com a Caroline! E com certeza eu já estava aqui com o Damon a mais de meia hora.

— Oi Car — tentei manter minha voz firme, mas estava complicado permanecer assim, já que Damon não parava de beijar minha barriga e os meus seios.

Elena, cadê você? Eu já comprei várias coisas, mas em algumas eu preciso da tua ajuda! — ralhou irritada.

— Car me desculpe, mas não vai dar para me encontrar com você... Ahh! — acabei gemendo ao sentir meu mamilo ser mordido por um Damon extremamente safado que me encarava indicando que era pra desligar a chamada. Bati em seu braço e indiquei que era para ele parar, fazendo cara feia e o deixando emburrado novamente.

Porque você ta gemendo, criatura?

— Então Car, é justamente isso. Estou com uma cólica desgraçada, e você sabe como são as minhas dores...

Oh amiga, eu entendo. Então melhoras ok? Qualquer coisa resolvemos amanhã pela manhã.

— Tchau amiga.

Desliguei a chamada e joguei o celular do meu lado. Damon continuava de cara amarrada e eu estava do mesmo jeito que ele, céus eu não quero nem imaginar o que aconteceria se a Caroline descobrisse a onde eu estava, com quem e o que estava fazendo.

— Damon, você pode imaginar o que iria acontecer se a Caroline sonhasse que eu estou aqui com você?

— Você não deveria ter atendido o telefone Elena, essa é a verdade — falou fazendo bico.

— Para que? Para que em cinco minutos a minha casa estivesse cheia de polícia e aqui na escola também? Porque é isso que a Caroline e todo o seu drama iria fazer, eu precisava dar alguma desculpa a ela. Mas você nem pra ajudar, caramba!

Damon me encarou e pôde perceber que eu realmente estava irritada pela sua atitude e voltou a sua posição de antes; deitado sobre mim.

— Desculpa linda... Eu quero tanto, mais tanto você que pra mim a cada minuto que passa que não estamos aproveitando são dias, meses e até anos de espera sendo desperdiçados.

— Tudo bem, vem aqui... — puxei seu rosto e o beijei profundamente, deixando sua língua adentrar em minha boca e aproveitar do jeito que ela quisesse.

Tentei abrir o botão da sua calça, mas acabei me atrapalhando fazendo-o rir com o meu modo quase nada atrapalhado e ele mesmo tirou tudo. Eu podia perceber que o seu membro era enorme apenas pelo modo de como a cueca estava marcada, suas nádegas eram proporcionais ao seu corpo e naquela boxer branca... Ficava tentadora demais. Agora apenas o que separava nossas intimidades era a minha calcinha e a sua cueca e eu não via à hora de me livrar daqueles pedaços de pano, Damon simulava estocadas e aquilo me fazia delirar e eu apenas imaginava como seria quando ele realmente estivesse dentro de mim.

— Damon, por favor. Eu quero você. — sussurrei em seu ouvido e ganhei um gemido baixo, o que comprava que ele queria isso tanto quanto eu.

Meu professor tirou a minha calcinha com rapidez e eu queria de todas as formas sumir de vergonha, mas também queria permanecer ali, Damon beijou meus lábios com delicadeza e olhou em meus olhos novamente.

— Eu já disse que não é para você ter vergonha meu amor, você é maravilhosa, e eu estou louco só em te olhar. — sorri ao escutar aquilo dele. Damon era um homem lindo e que poderia ter qualquer mulher em sua cama, e ser desejada por ele, escutar tudo isso vindo daquele homem era a perfeição, me deixava totalmente feliz e tinha o poder de me tranqüilizar.

Damon introduziu lentamente um dos seus dedos na minha intimidade me fazendo revirar os olhos e cravar minhas unhas em seus bíceps. Seus movimentos eram lentos e torturantes, e em pouco tempo um segundo dedo estava dentro de mim, me estimulando e me deixando cada vez mais molhada para ele. Eu poderia chegar ao orgasmo apenas com aquilo, talvez Damon tenha sentido isso e resolveu parar, mas eu entendi o intuito da sua parada quando senti sua língua quente em minha intimidade, me fazendo gemer alto pela surpresa.

Eu podia sentir sua língua por toda a minha intimidade, ao senti meu clitóris sendo mordido todo o meu corpo tremeu e uma sensação totalmente nova e gostosa foi tomando conta de mim, ao simular estocadas com a sua língua em minha intimidade fazendo assim ela entrar e sair rapidamente de mim uma onda de prazer dominou meu corpo e ao mesmo tempo tudo aquilo que eu estava sentindo foi aliviado com a chegada do meu orgasmo. Meu moreno me encarou sorrindo, satisfeito com o seu próprio trabalho e me beijou demoradamente.

— Gostou? — sussurrou em meu ouvido.

— Eu amei — abracei seu corpo contra o meu — Eu gostaria de retribuir mas...

— Não, hoje é tudo para você linda...

Damon tirou sua cueca e ao ver seu membro enorme fiquei me perguntando se aquilo iria caber dentro de um lugar tão pequeno e apertado. Ele me beijou novamente e senti seu membro roçando em minha intimidade me deixando ainda mais molhada por ele e o desejando ainda mais.

— Se doer muito você fala tudo bem? Não hesite em falar, eu paro! — ele se esticou em direção a sua calça, tirou um pequeno envelope de lá e assim que identifiquei o que era, foi impossível não rir.

— Quer dizer que você já veio preparado? — perguntei debochada.

— Eu não poderia perder a oportunidade de ter você para mim caso você me quisesse por conta de uma porcaria de um preservativo. — sorriu irônico.

— Não quero você usando isso, quero te sentir.

— Então Elena, eu não quero ser pai sabe? Ainda, claro, sou muito novo. E você também, sem falar que iria ser processado e sua mãe iria...

— Cala essa boca Damon, ninguém vai ser pai, não vai ter criança alguma — revirei os olhos — Eu tomo pílula, para de falar, por favor.

— Mas você não é virgem? Pra que tomar isso? — perguntou confuso.

— Céus, você não vai calar essa boca? Eu tenho cólicas muito fortes Damon e isso ajuda entendeu?

— Ah, tudo bem, entendi. — beijou meus lábios e roçou novamente seu membro em minha intimidade me provocando, me deixando ainda mais ansiosa.

Depois de alguns seguidos, senti ele se encaixando em mim lentamente e a sensação que eu tinha era que estava sendo dividida em duas. Caralho! Isso dói muito! Fechei meus olhos com força e mordi meu lábio inferior com força ao ponto de sentir o gosto de sangue em minha boca, Damon ficou parado esperando algum sinal meu e tudo que eu queria era ficar ali parada para aquela dor horrível passar.

— Eu te machuquei amor? — perguntou com um tom de preocupação.

— Acho que não — sorri nervosa.

— Você quer que eu saia? — tirou os fios que estavam colados em meu rosto e beijou minha bochecha. A dor já estava diminuindo, ainda era incomodo, mas eu poderia agüentar.

— Não, continue, por favor. — meu moreno sorriu abertamente.

Seus movimentos começaram lentamente, eu ainda sentia o incomodo e sabia que aquilo não iria passar de uma hora para a outra, mesmo sendo virgem eu não era nenhuma tapada. Mas aos poucos aquela dor foi se transformando em sensações totalmente prazerosas, e o que restou de dor poderia ser esquecida. Damon movia-se e ao mesmo tempo gemia coisas desconexas em meu ouvido e aquilo tudo só aumentava ainda mais a minha vontade de corresponder a tudo que ele estava me proporcionando.

Damon aumentou um pouco mais o ritmo das suas estocadas e eu agora levantava o meu quadril de encontro ao seu, deixando o nosso contado ainda mais profundo e prazeroso. Meu corpo era apenas sensações eu o queria ainda mais, cada vez mais e se pudesse não sairia mais dali. Enrosquei minhas pernas em sua cintura e assim que Damon entrou novamente em mim agora mais força gemi alto de prazer.

— Céus Elena, eu vou para o inferno só por desejá-la dessa maneira — falou baixinho enquanto entrava e saia rapidamente de mim — Eu não quero sair daqui nunca mais.

Damon me beijou e continuou com suas estocadas, mas nosso beijo era interrompido ora ou outra pelos nossos gemidos.

— Isso Dam... — gemi extasiada.

Meu professor aumentou ainda mais suas estocadas e em poucos segundos pude sentir seu líquido quente dentro de mim, me deixando completamente feliz por ter sido eu a causadora do seu orgasmo. Eu sabia que quase nunca uma mulher tem um orgasmo em sua primeira vez, mas eu realmente não estava ligando para aquilo, eu tinha dado prazer para aquele homem, o deixado totalmente satisfeito.

— Você não gozou, minha linda... — sussurrou — Isso era tudo pra você e não pra mim.

— Damon não importa, eu estou mais do que satisfeita. Eu dei prazer a você e isso me deixou feliz.

— Você me deu muito prazer amor... Mas eu preciso te fazer gozar comigo.

Damon voltou a se movimentar dentro de mim, agora com mais força e velocidade me puxando cada vez mais para si. Eu já estava pronta novamente para ele e ele nem parecia que tinha chegado ao orgasmo há pouco tempo, suas mãos acariciavam meu corpo e sua boca agora sugava meus seios me fazendo gemer alto. Sua mão foi em direção a minha intimidade, e ele estimulava meu clitóris enquanto me estocava e aquilo bastou para eu me entregar ao orgasmo, eu já estava sensível por antes e depois de todo esse estímulo era impossível não me entregar a ele. Ao sentir meu orgasmo em sua volta, Damon aumentou a velocidade do seu vai e vem e em poucos segundos, explodiu novamente dentro de mim.

Eu não conseguia raciocinar direito, eram tantas coisas que se passavam em minha mente, tudo o que importava naquele momento era aquele homem que estava sobre mim me apertando contra sim como se me impedisse de fugir. Minhas mãos subiam e desciam por suas costas e as nossas respirações ainda estavam se normalizando, Damon levantou seu rosto, me encarou por alguns segundos e por fim beijou meus lábios.

— Você me enlouquece pequena, obrigado por hoje.

— Quem deveria agradecer sou eu, por ter me dado a melhor noite da minha vida e por ter sido tão carinhoso comigo. — sorri — E não, eu não me arrependo por isso ter acontecido. Não me arrependo de ter me entregado a você e de você ter sido meu primeiro, talvez se não fosse você não teria sido tão bom e especial como foi.

— Bom saber linda... —Damon saiu de dentro de mim e deitou-se ao meu lado me puxando para abraçar meu corpo — Como vai ser a partir de agora?

Aquela pergunta me deixou totalmente sem rumo. Eu realmente não sabia como iria ser; eu sabia que não queria mais ficar longe dele, mas também sabia que gostava do Matt e que não era justo com ele.

— Eu não sei Damon, não vamos pensar nisso. Vamos deixar acontecer, o que aconteceu agora foi tão bom e nada disso foi planejado...

— Tudo bem. Mas temos que sair daqui, quero te levar pra comer alguma coisa.

— Acho melhor não Damon...

— Ah você vai sim, sem discussão.

Nos levantamos em silêncio e permanecemos assim enquanto nos vestíamos apenas observando o movimento um do outro. Depois de organizar a sala e deixar tudo como era pra está, saímos da escola pela portas do fundo como Damon tinha dito antes e ao sentir o vento frio que estava lá fora por já ter anoitecido automaticamente me arrepiei e abracei meu próprio corpo tentando me aquecer. Meu professor se aproximou do meu corpo, colocando a sua jaqueta sobre mim e em seguida me abraçou me fazendo andar encostada em seu peito até onde estava estacionada sua moto.

— Lena — ele parou de repente me fazendo encará-lo — Acho melhor nós irmos de táxi, não vai ser confortável para você andar de moto.

Rapidamente entendi o que ele queria dizer; eu perdera a minha virgindade há poucos minutos, estava bem dolorida e, andar de moto não seria nada agradável, mas eu realmente não queria perder a oportunidade de andar durante todo o caminho para onde estivéssemos indo, abraçada ao corpo dele e conseguir realizar mais um dos meus desejos ocultos que era andar de moto com ele.

— Eu não ligo Dam, vamos. — puxei sua mão.

Damon pediu para que eu vestisse a jaqueta, pois quando a moto começasse a se locomover o frio iria aumentar ainda mais e me passou um capacete. Em seguida em um compartimento bem escondido ele pegou outro casaco agora colocando em si e colocou seu capacete. Ao subir na moto realmente senti um grande incomodo e uma careta surgiu involuntariamente em meu rosto, fazendo Damon me encarar preocupado.

— Amor desce daí, vamos de táxi você está dolorida e eu não vou andar de moto com você assim. — se o meu desejo de andar de moto com ele não fosse tão grande, eu desceria no mesmo momento só pela forma que ele me chamou.

— Damon, por favor vamos logo. Eu quero ir de moto com você e não está incomodando tanto. —menti, meu professor me encarou um pouco duvidoso mas em seguida desistiu de tentar me fazer mudar de ideia.

Poucos segundos depois a moto já estava deslizando pelo asfalto e o vento batia forte contra o meu rosto me fazendo abraçar ainda mais a cintura do moreno e encostar minha cabeça em suas costas, o incômodo virava um verdadeiro nada comparando a satisfação que eu estava sentindo por está com ele ali. Eu conhecia aquele caminho que ele estava tomando, estávamos indo para uma praia um pouco mais isolada aqui das redondezas e isso me fez rir involuntariamente por saber que ele queria passar mais algum tempo comigo sem ter o perigo de sermos encontrados.

Paramos em frente de um restaurante que estava quase vazio, Damon fez nossos pedidos e enquanto esperávamos chegar conversamos sobre diversos assuntos como se fossemos apenas amigos de longa data, quem visse de longe com certeza afirmaria isso e nunca iria imaginar que há uma hora estávamos em um momento super íntimo. Assim que nossas refeições chegaram, jantamos em meio de risadas e de sorrisos que poderiam falar tantas coisas, mas apenas nós sabíamos o que aquilo significava.

Depois de uma pequena discussão, Damon pagou a conta e seguíamos de mãos dadas para a praia que estava completamente vazia. Assim que chegamos à areia, ele sentou-se e indicou o meu lugar; encostada em seu peito, sentada no meio das suas pernas e assim fiz, Damon me abraçava me aquecendo do vento frio e conversava animosidades me fazendo esquecer que existia um mundo sem ser aquele nosso. Pude perceber que já estava tarde, e pelo horário em pouco tempo minha mãe estaria chegando do trabalho e não me encontrar em casa seria motivos de explicações. Pedi a Damon que me levasse de volta e expliquei todos os motivos e ele entendeu perfeitamente.

Ao subir na moto e sentir que ela já estava em movimento novamente, fez automaticamente meu coração apertar, porque eu sabia que quando descesse dali toda essa noite precisaria ser guardada apenas para nós e aquilo não poderia jamais acontecer novamente. Eu queria com todas as minhas forças que noites como essa se repetissem cada vez mais, porém eu sabia que não poderia e querendo ou não Damon também sabia disso. Indiquei a rua que ele poderia me deixar sem que ninguém percebesse, e ao descer da moto e entregá-lo o capacete aquele aperto no coração se tornou ainda pior me fazendo abraçá-lo fortemente depositando um beijo em seu pescoço.

— Lena, obrigado por essa noite. Você não imagina o quanto significou para mim, e eu realmente queria que essa fosse à primeira noite de muitas e não a primeira e última meu amor... — sussurrou. Eu quase chorei ao escutar como ele me chamou novamente, meu coração estava prestes a sair pela boca mas eu precisava ser sensata.

— Vamos fazer como eu disse Damon, deixar acontecer. Sem planejar nada tudo bem? — ele apenas balançou a cabeça em afirmação. — Agora eu preciso ir. — beijei o seu rosto e o entreguei a jaqueta.

Sai andando sem olhar para trás porque eu não iria resistir se olhasse, iria pedir para ele me levar para o mais longe possível e me fazer dele novamente e eu definitivamente não podia. Não escutei o barulho do motor da moto, então deduzi que ele ainda estava lá, e ao olhar para trás o vi parado me observando.

Seria muita maldade minha não agradecer devidamente a pessoa que me proporcionou a melhor e mais prazerosa noite da minha vida, que me fez sentir coisas totalmente novas. Dei meia volta e caminhei novamente em sua direção, ele franziu o cenho sem entender o que eu estava fazendo. Me aproximei da sua moto, onde ele estava sentado, e segurei seu rosto em minhas mão. O beijei com toda a vontade que eu tinha e com toda a sensação de está completa que eu estava sentindo, Damon me abraçou pela cintura e aprofundou ainda mais nosso beijo, eu não queria nunca mais largá-lo. Mas era necessário.

— Obrigado por ter me proporcionado a melhor noite da minha vida, Damon. Por ser o homem que eu esperei para me entregar por completo, e por ter feito eu me sentir a mulher mais especial desse mundo, obrigado meu anjo.

Notas finais
E aí gente, gostaram? Comentem por favor, só assim vou saber se gostaram e se realmente devo escrever o segundo e último capítulo, porque caso ninguém goste finalizo ela por aqui mesmo.Comentem e se sintam a vontade para recomendar! Até mais! xx