Hidden Desires
2 Hidden Desires - Part II
Notas iniciais
Dez anos depois...
POV Elena
O vento frio fazia meu corpo tremer, apesar de está com roupas quentes à temperatura naquele dia estava baixíssima fazendo assim eu esconder as mãos — já protegida pelas luvas — dentro dos bolsos do meu sobretudo. O salto da minha bota se chocava firmemente contra o solo por conta dos meus passos apressados. Esperei o semáforo fechar e atravessei com a multidão de gente que também andava a passos apressados para seus respectivos compromissos, Chicago sempre era assim. Entrei em meu edifício e pude sentir um pouco a diferença de temperatura lá de fora e dentro daquele ambiente, ficando um pouco mais aquecida.
Peguei algumas correspondências com Louis — porteiro de onde moro — e subi para o meu apartamento, eu morava na cobertura e tinha a visão privilegiada de toda Chicago e claro um conforto maravilhoso. Me mudei para a cidade assim que recebi a carta de aprovação da Universidade de Chicago obviamente que não passei a morar logo nessa cobertura, como qualquer outro universitário morei no campus onde estudava e ao terminar a graduação pude comprar um apartamento simples com algumas economias, com o dinheiro de trabalhos que arrumei durante esse período e estágios remunerados que fiz ao terminar meu curso de Psicologia. Mas eu queria mais, então prestei a prova para o Mestrado e apesar de várias barreiras que surgiram no meu caminho como por exemplo a morte do meu pai eu consegui entrar e terminar com sucesso essa etapa da minha vida, nessa época eu também tinha feito a minha especialização em Psicologia Clínica e com a herança do meu pai montei meu próprio consultório com a Lauren, uma amiga que fiz ao entrar na faculdade, ela não era psicóloga como eu mas era uma das melhores alunas da turma de Medicina e a sua vocação era para a área de Psiquiatria fazendo assim ao final da sua especialização que coincidentemente terminou na mesma época que o meu mestrado já que ela já era veterana quando cheguei na Universidade de Chicago, montamos nosso consultório.
Eu amava o que eu fazia, eu não sabia descrever o quão prazeroso era estudar todas aquelas teorias que para tantas pessoas era uma coisa totalmente cansativa para mim era uma felicidade, e colocar em prática tudo que eu aprendi com as pessoas só me fez ter vontade de aprender ainda mais foi quando decidi fazer o meu doutorado. Foi uma época muito cansativa, eu trabalhava pela manhã no meu consultório com a Lauren e a tarde ia para o campus e não tinha hora para sair daquele local, o horário de aulas se juntava com horas que eu passava na biblioteca estudando cada dia mais, perdi as contas de quantas vezes a senhora Franklin me acordou quando eu já tinha chegado à exaustão e acabava dormindo por cima dos livros ou quando avisava que a biblioteca iria fechar e eu precisava ir embora. Mas tudo isso valeu a pena, terminei com louvor o meu doutorado e hoje sou Elena Gilbert, doutora em Psicologia e tenho um imenso orgulho de mim mesma. E quanto tempo tudo isso levou? Dez anos, dez anos da minha vida que eu era totalmente voltada ao estudo abdicando festas da faculdade, saída com as amigas e alguns namorados, não posso ser hipócrita ao dizer que nunca fui a uma festa da faculdade ou sai com as minhas amigas e voltei bêbada para casa, tudo isso fiz, mas de modo controlado sempre priorizando os meus objetivos.
Hoje, minha clínica e a da Lauren é uma das mais conceituadas de toda Chicago, eu sou chamada para dar várias palestras principalmente na área de psicologia educacional mesmo que não seja a minha especialização, porém eu conseguia dominar essa parte da psicologia tão bem quanto a minha. Muitas vezes eu dava palestras a pessoas mais velhas do que eu, e era extremamente prazeroso, saber que eu com apenas vinte sete anos poderia ajudar professores com mais de trinta anos de experiência educacional, a saber lidar melhor com os seus alunos.
Tirei o meu sobretudo e guardei em meu closet, abri o chuveiro quente e logo me coloquei em baixo daquele jato d’água que me relaxou por completo, optei por não demorar tanto no banho pois ainda precisava ligar para minha mãe — que estava fazendo um tour pela Europa com o John, seu namorado a 2 anos — e esse horário era o melhor para nós duas. Sai do banho e procurei algo confortável e quente para vestir, meu moletom velho e surrado sempre era a melhor opção. Peguei meu celular dentro da bolsa e ao desbloqueá-lo vi uma mensagem da Caroline avisando que esse final de semana estaria vindo para cá.
Car e eu apesar da distância continuamos amigas e ainda mais unidas, assim que recebemos nossas cartas de aprovação e percebemos que não iríamos estudar na mesma faculdade foi um total choque, e uma insegurança tremenda nos dominou. Eu tinha sido chamada para a Universidade de Chicago e ela para a de Yale, vimos todos os nossos planos de morarmos juntas e fazermos tudo juntas indo por água a baixo nos deixando totalmente desesperadas. Mas, com o tempo acabamos nos acostumando com a ideia de vivermos agora outra realidade totalmente diferente e com o pensamento de que nas férias poderíamos viajar juntas ou até mesmo ir para casa uma da outra. Assim, conseguimos viver todo esse tempo e a nossa amizade continua a mesma tanto é que sou madrinha do seu casamento com o Klaus e da pequena Emma.
É incrível ver como amadurecemos durante esse tempo, hoje Caroline é casada, tem uma filha e é dona do seu próprio escritório de arquitetura. Eu apesar de não ter casado, vivo muito bem e tenho tudo o que eu preciso nenhuma insegurança de dez anos atrás existe mais e isso me deixa em um estado de espírito ótimo.
Durante esse tempo que eu estou aqui, tive alguns relacionamentos uns duradouros e outros nem tantos. Por incrível que pareça o meu relacionamento mais duradouro foi ainda no ensino médio com o Matt que acabou quando faltava pouco tempo para completar dois anos, talvez se ele não tivesse descoberto que eu o trai com o nosso professor de matemática nós estaríamos juntos até hoje, eu realmente gostava dele. Sim, Matt descobriu que eu tinha o traído com Damon, senti bastante por ele, mas não me arrependi do que tinha feito.
Flashback ON
Faltava uma semana para nos formamos, as turmas do último ano estavam em completo êxtase por faltar tão pouco para todos terminar essa etapa. As meninas corriam atrás dos seus vestidos para o baile de formatura e os meninos comemoravam pelo título de campeão regional de futebol americano que eles tinham conquistado há duas semanas, ou seja, a escola estava em festa. Matt, meu namorado, estava entre esses rapazes que eram pura felicidade por conta desse título já que ele era um dos jogadores mais importantes do time.
Matt continuava doce como sempre e às vezes eu me sentia um pouco culpada por tê-lo traído com o Damon, mas ao lembrar de como foi maravilhoso toda a culpa se dissipava e a vontade de fazer tudo novamente aumentava. Eu consegui resistir de cair nos braços de Damon novamente depois daquele dia, a cada não que eu precisava dar a ele um pedaço do meu coração ficava totalmente destruído, querendo ou não eu tinha algum sentimento por ele e eu podia perceber que ele também tinha por mim pelo modo que ele ficava ao receber sempre uma resposta negativa. Totalmente desolado e sem nenhuma esperança.
Mas eu precisava novamente sentir tudo aquilo que ele me proporcionou, como uma despedida. Eu já sabia que iria para Chicago e tinha a consciência de que seria quase nula as chances de vê-lo novamente algum dia, e eu precisava de mais uma dose de Damon Salvatore, a última.
Me despedi das minhas amigas e ao ver que elas já estavam distante, entrei novamente na escola e segui caminhando lentamente pelos corredores silenciosos . Eu sabia que hoje era o dia de Damon ficar até mais tarde na escola para corrigir as últimas provas do ano letivo, fui direto para sala de matemática, pois sabia que ele estaria lá e como eu esperava o encontrei de cabeça baixa concentrado em corrigir uma montanha de provas que estava ao seu lado. Entrei sorrateiramente na sala e fechei a porta com o maior cuidado não obtendo sucesso, pois ao escutar o bater da porta ele levantou o olhar, me encarando totalmente confuso largando a caneta vermelha que estava em sua mão.
— Elena, o que você quer? — perguntou rude. Mas eu sabia que aquilo era apenas uma forma que ele encontrou de se defender das suas próprias vontades, como uma autodefesa.
— Posso ser sincera? — ele apenas afirmou com a cabeça fingindo descaso — Você.
— Como? — Damon perguntou não acreditando no que tinha escutado. Nem eu estava acreditando que tinha dito aquilo, que tipo de mulher eu sou? Céus eu sou uma verdadeira vadia!
— Damon, daqui a duas semanas eu estou indo para Chicago, eu fui aceita lá — o moreno arregalou os olhos e levantou rapidamente da sua mesa — E eu preciso de você mais uma vez, eu não posso ir embora sem ter você pra mim pelo menos mais uma vez.
—Elena, você acha que é assim? Chegar aqui, dizendo que quer ficar mais uma vez comigo e eu vou correndo atender suas vontades? —encarei aquele rosto que parecia ser esculpido e pude perceber que ele estava falando sério — Eu não sou nenhum cachorrinho que você brinca com ele e quando cansa o manda para lá.
—Damon...
—Não Elena, agora eu vou falar — deu mais alguns passos e agora ele estava a centímetros do meu corpo —Quantas vezes eu fui me humilhar para você, pedindo para te ter mais uma vez e que se você acabasse com o seu namorado eu ficaria com você apesar de todas as dificuldades que iríamos enfrentar quantas vezes Elena? E tudo que eu recebia era um sonoro não.
—Você não entende o meu lado Damon, já imaginou a minha situação? Não é fácil como você pensa terminar com o Matt e correr para os seus braços, já imaginou como ficaria a minha imagem? A sua?
— Quando você vai entender que eu não ligo para porcaria de imagem? —segurou meus ombros enquanto me encarava —Elena se você estivesse ao meu lado, eu estaria pouco me fodendo para o que iriam dizer. Mas parece que você não pensa como eu.
Meus olhos começaram a lacrimejar e eu não conseguia mais encará-lo, ali tive a certeza que a minha ideia de apenas cogitar a possibilidade de sentir novamente todas aquelas sensações foi uma coisa totalmente irresponsável e humilhante.
—Desculpe, eu não vou mais incomodar você.
Dei as costas ao homem que respirava fortemente e ao andar com passos largos tentava encarar qualquer ponto para que aquela situação talvez se tornasse menos humilhante e constrangedora, e o ponto escolhido foi as minhas botas. As encarava como se buscasse algo que prendesse a atenção ou apenas me tele transportasse dali, de preferência direto para o meu quarto.
Antes de cruzar a porta, senti meu corpo sendo imprensado na parede lateral a ela e uma respiração quente em meu rosto. Ao levantar o olhar, pude observar os olhos azuis que me deixavam sem chão e a boca rosada que desde que provei nunca mais tive forças para esquecer, apenas o desejei ainda mais.
—Porque você faz isso comigo, Elena? —perguntou encarando meus lábios —Você sabe que eu sou completamente louco por você e não consigo negar nada a ti mesmo que a minha consciência esteja gritando que é pra te deixar sair daqui nesse exato momento.
—Porque eu também sou completamente louca por você, Damon. —não sabia de onde tinha arrumado coragem para dizer aquilo para ele —Você não imagina como é difícil para mim ta aqui te implorando que me faça sua só mais uma vez, ainda mais quando eu sei que tenho um namorado que a essa hora deve está tentando adivinhar como vou me vestir para ele no baile. Mas é mais forte do que eu Damon, é mais forte do que o sentimento de nojo que eu sinto por mim mesma por ser tão fria a ponto de trair.
O moreno prensou seus lábios macios aos meus com urgência, aquela sensação de se sentir completa tomava conta novamente de mim e eu não sabia fazer nada a não ser retribuir da mesma maneira. Damon mordeu meu lábio inferior puxando-o para si e aproveitou para encontrar a minha língua e iniciar uma batalha deliciosa, meus dedos puxavam seus cabelos finos cada vez mais e suas mãos apertavam minha cintura como se mostrasse que naquele momento eu era totalmente dele.
—Dessa vez nós vamos para a minha casa —sussurrou em meu ouvido enquanto distribuía beijos molhados pelo meu pescoço —Eu quero te ter para mim na minha cama.
Damon segurava meu rosto entre suas mãos e me encarava, aquele olhar me deixava totalmente de pernas bambas, o efeito que ele tinha sobre mim era fora do normal e eu só queria me entregar a essas sensações.
— Eu vou para onde você quiser anjo — o moreno sorriu amplamente pelo modo que o chamei.
— Então vem...
Com bastante pressa, meu professor guardou todas aquelas provas que ele estava corrigindo no seu armário na sala de reunião dos professores e entrelaçou nossas mãos enquanto me puxava para o estacionamento da escola. Naquele momento nem eu e muito menos ele estávamos nos importando de ter alguém nos observando ou algo do tipo, o nosso foco era apenas saciar a vontade que estava enorme um do outro. Ao olhar a moto de Damon um sorriso carregado de lembranças surgiu na minha face, era impossível não olhar para aquele meio de transporte e não lembrar da enorme preocupação de Damon sobre como isso seria incomodo para mim andar de moto pouco tempo depois de ter perdido a virgindade, de como ele me chamou e obviamente da nossas horas naquela praia deserta.
— Eu sei o que você está pensando — ele disse enquanto me entregava o capacete e colocava o próprio —nunca mais eu olhei para essa moto do mesmo jeito que antes.
Ao escutar aquilo dele, a sensação de borboletas no estômago poderia definir bem o que eu estava sentindo. Era ótimo saber que aquele dia marcou para ele tanto quanto marcou para mim.
Coloquei meu capacete e Damon esperava já na moto eu ajustar do jeito que me deixava confortável, subi na moto e automaticamente como se fosse algo normal abracei suas costas e esperei a moto começar a se mover. Antes de dar partida, o moreno pegou a minha mão que estava sobre sua barriga e fez um pequeno carinho entrelaçando nossos dedos que arrepiou do meu primeiro fio de cabelo até o meu pé, segundos depois dessa pequena demonstração de carinho ele deu partida na moto e seguimos para a sua casa que até então eu não sabia onde ficava.
Não ficava tão longe da escola, dentro de vinte minutos estávamos em frente a um prédio bem organizado onde a sua frente era bem arborizada e a cor predominante nas paredes por fora era de um alaranjado, como se imitasse pequenos tijolos. Damon entrelaçou nossos dedos e seguimos para o seu apartamento que era um dos que ficavam no térreo, rapidamente ele encontrou a pequena chave no meio de várias e abriu a porta me dando espaço para entrar naquele ambiente.
A decoração daquela sala era bastante cleen e para um apartamento de homem tudo era muito bem organizado e nada estava fora do lugar. Algumas almofadas beges estavam sobre o sofá branco deixando tudo com cara de que existia um toque feminino, a televisão enorme estava pendurada na parede e ao lado existia algumas prateleiras de vidro onde porta retratos enfeitava aquele local. Depois da minha rápida análise percebi que Damon tinha colocado nossas coisas sobre o sofá e que agora parecia me observar e ao encarar corei bruscamente por saber que ele estava me olhando enquanto eu olhava tudo na sua sala.
— Sua casa é muito bem organizada para um homem que mora sozinho — falei sorrindo enquanto abraçava sua cintura — Pude perceber que alguém dar um toque feminino aqui.
— Muito observadora você pequena — beijou meus lábios rapidamente —Minha mãe vem aqui três vezes por semana dar esse toque feminino, mas nos restos do dia sou eu que tento organizar.
— Pronto para casar — acariciei seus cabelos sedosos enquanto encarava aquela imensidão azul.
— Agora eu quero apenas te beijar e te fazer minha de novo — sussurrou rouco deixando meu corpo queimando por ele.
Não esperei mais nenhuma palavra ser pronunciada, avancei em seus lábios e o beijei com fervor, Damon no mesmo momento retribuiu trazendo meu corpo ainda mais para si. Eu nunca ia cansar de sentir aqueles lábios macios contra os meus e de tudo que eu sentia quando esse contato tão precioso acontecia, é como se entrasse em um universo alternativo onde só existia eu e Damon.
O moreno me encostou em uma parede e prensou ainda mais seu corpo contra o meu, desmentindo a lei da física onde fala que dois corpos não podem ocupar o mesmo estado, naquele momento eu e ele comprovávamos que poderia. Suas mãos foram para minha coxa e minha perna esquerda agora estava em sua cintura sendo segurada por ele, eu tentava me equilibrar em apenas uma perna, mas estava quase impossível, aquele beijo me deixava totalmente desconcertada e para completar a ereção de Damon estava totalmente esmagada em minha intimidade, mesmo que fosse sobre a calça.
— Eu quero você Dam, agora — sussurrei mordendo seu lóbulo.
Em um movimento rápido ele me puxou, me levando para um pequeno corredor e entrando em uma das primeiras portas que tinha ali. Me deparei com um quarto todo em preto e branco com uma enorme cama king size que também seguia o padrão de decoração do cômodo, sua roupa de cama era totalmente preta e branca.Damon jogou alguns travesseiros no chão junto com o edredom e me deitou na cama ficando sobre mim, nossos lábios se encontraram novamente e agora eu poderia aproveitar por completo do seu corpo.
Me deixando a sua espera, ele levantou rapidamente e tirou minhas botas e nesse mesmo caminho tirou os seus sapatos e suas calças ficando apenas de boxer e blusa. Voltou novamente para a sua posição de antes e enquanto me beijava tentava de todos os jeitos possíveis tirar a minha calça, daquela vez era ele que estava totalmente atrapalhado como eu na nossa primeira vez.
— Você está mais atrapalhado do que eu na nossa primeira vez — falei rindo e ofegante ainda pelo beijo. Abri os botões que Damon não estava conseguindo e deixei que ele terminasse de tirar o resto, quando finalmente ele conseguiu sua primeira atitude foi beijar as minhas coxas e apertar-las firmemente me fazendo fechar os olhos e gemer baixinho.
Seus lábios encontraram os meus com delicadeza, como se estivesse apenas curtindo aquele momento e querendo que nunca mais aquele contato acabasse. Minhas mãos seguiram para dentro da sua blusa, o arranhando com as minhas unhas o fazendo gemer contra meus lábios e pressionar sua ereção enorme contra a minha intimidade coberta pela calcinha fina. Arranquei sua blusa sem mais delongas a jogando em qualquer lugar daquele quarto e entrelacei minhas pernas em sua cintura, nos deixando totalmente colados, Damon me beijava e suas mãos corriam livremente pelo meu corpo me deixando ainda mais sedenta por ele.
Sua boca abandonou a minha e sua atenção agora era voltada para os meus seios, como se estivesse com pressa ele tirou rapidamente meu sutiã e ao liberar meus seios sorriu maliciosamente e deu um pequeno beijo em cada mamilo rígido me fazendo apertar os lençóis da cama. Sua língua quente lambia lentamente meu seio direito e eu queria mais do que aquilo, sua boca fechou-se em meu mamilo e agora o sugava sem nenhuma delicadeza, eu podia senti-lo dolorido em sua língua, mas aquilo só me fazia querer-lo mais, quando se deu por satisfeito seguiu para o meu outro seio fazendo o mesmo processo.
Coloquei minhas mãos por dentro da sua cueca e senti seu membro duro como uma rocha pulsando em minha mão e resolvi arriscar totalmente inexperiente dar algum prazer para ele. Minha mão subia e descia lentamente em toda a sua extensão e pude perceber que ele estava gostando já que seus gemidos e as coisas nada puras que ele sussurrava em meu ouvido afirmavam isso para mim.
— Eu vou gozar na sua mão se você não parar agora — disse em meu ouvido, ao escutar aquilo aumentei ainda a velocidade em minha mão o fazendo ficar ainda mais duro e quente — Elena...
— Vem Damon, eu quero sentir você aqui — ao sussurrar isso para ele, pude sentir seu líquido quente em minha mão e seu gemido alto me deixou totalmente realizada. Eu dei prazer para aquele homem maravilhoso e não foi por uma penetração.
Damon estava ofegante em meu pescoço, ao recuperar um pouco da sua respiração ele abriu um pequeno criado mudo que tinha ao lado da sua cama e tirou um pequeno lenço de lá. Limpou minha mão que estava suja com seu líquido e limpou um pouco de si mesmo me deixando totalmente fascinada por aquele ato.
Retirou sua cueca que já estava no meio de suas coxas e agora ele estava totalmente nu para mim e modéstia parte eu era uma puta sortuda por ter esse homem para mim mesmo que seja só por hoje. Damon tirou minha calcinha jogando no monte de roupas, lençóis e travesseiros que estavam no chão e me ajeitou em sua cama agora nos deixando com mais espaço já que eu estava deitada corretamente, seus dedos longos logo encontraram minha intimidade e começaram a estimular meu clitóris me fazendo gemer alto em deleite. Eu estava definitivamente no paraíso. Dois dedos me penetraram de uma só vez me fazendo morder seu ombro para não gritar e um vai e vem delicioso começava, me torturando, me deixando ainda mais molhada por ele.
— Por favor, Damon! — gemi extasiada.
— Ainda não amor — falou carinhosamente.
Seus dedos abandonaram aquele lugar que pulsava tanto e em poucos segundos senti a língua quente do meu professor invadir a minha intimidade me fazendo gemer alto e segurar os lençóis deixando a ponta dos meus dedos totalmente brancos. Damon sugava meu clitóris e em seguida fazia sua língua me penetrar e rapidamente a tirava me deixando irritada, ao perceber disso ele sorriu e continuou com essa tortura. Segurei seus cabelos o impedindo de sair dali e agora ele me sugava ainda mais com vontade, no momento em que ele bateu repetidas vezes sua língua em meu clitóris eu gozei chamando por ele.
Aquele orgasmo me deixou totalmente sem forças.
— Você vai me matar Damon — falei baixo tentando arrumar forças.
— Seria interessante nos nossos atestados de óbito está lá que as causas da morte foi um forte orgasmo — falou rindo me fazendo rir alto com a sua besteira.
Ficamos mais alguns segundos nos encarando e se eu pudesse passaria a minha vida toda encarando aquele homem que me levava a um mundo totalmente novo e cheio de maravilhas. Damon acariciou meu rosto e beijou meus lábios demoradamente, senti seu membro em minha intimidade e gemi em seus lábios, levantando meu quadril tentando aumentar aquele contato. Segurando meu quadril contra cintura, ele começou a me torturar da pior forma possível, seu membro roçava por minha intimidade molhada me deixando ainda mais sedenta por ele.
— Não faz isso! — bufei — Eu quero você! Agora!
Damon sem nenhum aviso me penetrou fortemente me fazendo gemer alto. Seu membro enorme estava totalmente dentro de mim e parecia que ele tinha sido feito exatamente para aquele local, depois de alguns segundos meu moreno começou a mover-se lentamente dentro de mim e eu entrelacei minhas pernas em sua cintura o fazendo entrar ainda mais em mim. Seu vai e vem aumentou um pouco o ritmo me fazendo implorar por mais, eu queria sentir novamente ele explodindo dentro de mim.
— Mais Damon, por favor.
Como se meu pedido fosse uma ordem, Damon entrava e saia de mim em um ritmo totalmente louco e eu já podia sentir minhas entranhas se apertarem, seu membro estava cada vez mais apertado dentro de mim e eu sabia que em qualquer momento nós iríamos explodir.
Com mais algumas estocadas fortes e profundas, Damon me levou ao ápice e em seguida se derramou por completo em mim. Nossas respirações ofegantes se misturavam uma à outra e eu tentava buscar ar de todas as formas.
*
Depois daquele momento, eu e Damon resolvemos assistir um filme e passar a tarde juntos, se alguém visse aquela cena diria que éramos um casal de namorado apaixonados e bem felizes. Voltei para casa quando a noite já estava caindo, Damon estacionou na mesma rua de que me deixou na primeira vez e aquele sentimento de dejavú se apossava de mim e eu sabia que iria ter que me despedir de novo dele.
Ao descer da moto, devolvi seu capacete e ao mesmo tempo em que eu queria o encarar também era covarde o suficiente para desviar o olhar.
—Eu realmente não queria está me despedindo de você. Novamente. — Damon falou — Elena termina com ele... Eu enfrento qualquer coisa por você.
Sem conseguir me controlar, as lágrimas já rolavam pelo meu rosto e se antes eu não sabia o que falar agora eu estava completamente acabada. A vontade que eu tinha era afirmar para ele que terminaria tudo com o Matt para ficar com ele, mas as coisas não era bem assim, eu iria me mudar para Chicago dentro de poucas semanas se eu sabia que um relacionamento à distância com o Matt não daria certo quem dirá com Damon.
— Damon isso não daria certo nem que nós quiséssemos. Um relacionamento a distância nunca vai dar certo, Matt e eu já temos a plena consciência disso. Imagina um relacionamento à distância com você? Que tem milhares de mulheres aos seus pés.
— Mas eu não quero nenhuma dessas milhares, eu quero você.
Um soluço atravessou a minha garganta e eu não tive alternativa a não ser abraçá-lo. Eu chorava em seu peito e sua mão fazia um carinho gostoso em meus cabelos, e aquilo só aumentava a minha vontade de não sair nunca mais dali.
— Eu deixo tudo isso aqui por você Lena.
— Não, Damon — funguei — Isso você não vai fazer jamais, entendeu? Você não vai abrir mão de tudo que conquistou por uma loucura.
— Então quer dizer que você considera tudo que a gente teve uma “loucura” — fez aspas com o dedo.
— É apenas modo de falar! — soquei seu peito — Isso aqui é muito mais anjo — o abracei novamente.
— Então deixa eu ir com você, Lena.
— Não Damon, eu não posso. Não faz eu me sentir mais suja do que me sinto, por favor.
— Então quer dizer que você vai embora e eu nunca mais vou te ver?
Ao escutar aquilo, um aperto terrível surgiu em meu peito, pensar que nunca mais eu veria Damon nem sentiria seu abraço quente ou seu beijo carinhoso me deixava totalmente sem rumo.
— Damon, eu vou te falar uma coisa que eu nunca acreditei muito quando a minha mãe me dizia, mas agora eu tenho certeza que se encaixa perfeitamente para nós; Se tiver que ser será, podemos está a quilômetros de distância um do outro, mas se for pra ser o destino vai cuidar em nos proporcionar um encontro. E se não acontecer isso é porque não era pra ser.
— Não me venha com essa coisa de destino! — ralhou.
— Olha, eu preciso entrar. Confie em mim Damon, se a nossa história for pra acontecer não importa a onde estivermos ou quanto tempo se passe, vai ser.
— Como vou esperar o destino se decidir se quer ou não que nos encontremos se eu amo você Elena, agora, hoje!
Engoli em seco e encarei aquele homem a minha frente, tão perfeito e que estava dizendo que me amava. Não, eu não podia ter escutado direito.
— É isso Elena, eu amo você! Amo você desde que entrei naquela sala de primeiro ano e te vi.
— Damon... Não dificulta as coisas pelo o amor de deus! — a essa altura eu já estava chorando novamente.
— Eu só estou dizendo a verdade meu amor. Agora você entende porque eu não posso deixar você sair de perto de mim? — segurou meu rosto e secou minhas lágrimas com os seus polegares.
— Damon... Confie em mim. Nós vamos nos encontrar novamente e vamos poder viver tudo isso. — sussurrei — Agora eu preciso ir. E só pra você saber, eu também amo você — beijei seus lábios e sai andando rapidamente sem ao menos olhar para trás.
Flashback OFF
Hoje eu já não tenho tanta certeza que vamos nos encontrar já se passou dez anos e nunca mais nos vimos novamente. Naquela mesma noite, Matt descobriu que eu o trai com o Damon e o que mais cedo ou mais tarde iria acontecer, aconteceu. Nós terminamos e ao contrário do que eu imaginei ele não me xingou apenas ficou chateado por eu não ter acabado com ele antes de me envolver com Damon e disse que no final ele tinha razão; Damon tinha segundas intenções comigo. A última vez que vi Damon foi no dia que em que vim pra Chicago, ele fez questão de ir na minha casa para se despedir de mim e afirmar mais uma vez que me amava e novamente eu retribui da mesma forma.
E tudo que eu disse para ele naquela época era verdade, e continua sendo. Apesar de todos esses anos eu ainda o amo com todas as minhas forças tanto é que depois de um tempo eu percebi que pelo menos uma característica do Damon tinha nos meus namorados; um tinha os olhos azuis parecidos com o dele, outro cabelo preto, entre outros que por menor que fosse a característica me lembrava a ele.
Depois que eu me mudei para cá, ainda recebi notícias dele por um ano pela minha mãe já que eu tinha contado tudo a ela sobre nosso pequeno caso. Minha mãe afirmava que todos falavam que ele estava mudado, mais frio, arrogante e que agora preferia ficar sozinho e ao saber disso meu coração se partia e doía como nunca, logo após esses acontecimentos a última notícia que tive dele foi o seu pedido de demissão e a sua mudança de Mystic Falls. Ninguém sabia para onde ele tinha se mudado, e durante um bom tempo eu chorei por várias noites por ele.
Agora dez anos depois eu ainda o amo e sinto saudades dele, mas tenho a plena consciência que a essa altura ele já deve está muito bem resolvido, casado e com filhos, e apesar de nada disso ser comigo do jeito que um dia eu imaginei eu fico muito feliz por ele. Agora eu só preciso seguir a minha vida e esquecê-lo.
Olhei para o visor do celular e à hora estava perfeita para ligar para minha mãe.
— Mamãe?
—Oi meu amor, pensei que não ligaria hoje — falou carinhosamente — Adivinhe onde estou hoje?
— Veneza? — perguntei sorrindo. Eu sabia que ela estava lá, lembro bem do itinerário que ela fez questão de me contar assim que John contou a ela sobre esse tour que eles iriam fazer pela Europa.
— Isso mesmo! — sua voz era pura animação — Filha tudo aqui me lembra você e sua paixão pela Itália.
— Mãe não me faça inveja, já faz tanto tempo que eu fui para ir — Eu tinha ido para a Itália com a Caroline em uma das nossas férias, eu já estava cursado o mestrado e tinha as minhas economias dos estágios da graduação que ajudou bastante com as despesas.
— Você precisa ser dar férias Elena — revirei os olhos e sabia que iria começar novamente as reclamações por eu trabalhar muito — Era para você está aqui comigo na Itália, mas como sempre escolheu o trabalho.
— Mamãe sem reclamações — suspirei — Agora eu preciso desligar, acabei de chegar da clínica e preciso comer algo.
— Tudo bem, se der tempo mando algumas fotos nossa para você.
— Certo, eu amo você.
Encerrei a chamada e deitei em minha cama. Eu realmente pensei em aceitar a proposta da minha mãe em viajar com ela para a Itália, mas eu não poderia deixar a Lauren na mão por tanto tempo, e ainda poderiam surgir algumas palestras.
Estava com tanta preguiça que apenas coloquei uma lasanha no micro-ondas e esperei o tempo necessário para que ela estivesse pronta. Eu almoçava na sala assistindo um programa de show de calouros quando meu celular tocou eu já podia imaginar quem era; Caroline. Quando ela está vindo para cá, tudo tem que está minimamente planejado para que nada dê errado e isso me irritava. Mas ao contrário do que eu esperava não era a minha amiga.
— Elena Gilbert.
— Elena? Oi, aqui é o Joseph da Universidade de Chicago — Joseph era um dos coordenadores da faculdade e na maioria das vezes me procurava para me convidar para dar alguma palestra.
— Oi Joseph, como vai? — perguntei enquanto tamborilava meus dedos no braço da poltrona.
— Tudo bem. Então Elena, eu iria te pedir um enorme favor e você me salvaria de uma. Eu estou com um congresso para professores aqui no auditório da universidade e o professor que iria dar a palestra sobre Psicologia Educacional sofreu um acidente, e agora eu estou sem ninguém.
— Para quando seria?
— Então, essa é a parte complicada — falou sério — Para hoje.
— Joseph é meio que impossível, como vou preparar algo em menos de quatro horas?
— Você poderia apresentar tudo àquilo que apresentou no nosso último congresso. Eu sei que estou pedindo demais, mas você é a única pessoa competente para fazer isso.
— Que horas exatamente seria a minha palestra?
— Ás vinte horas. — encarei o meu relógio de pulso e fiz as contas mentalmente, eu tinha cinco horas para separar o que eu iria usar e me preparar um pouco.
— Tudo bem Joseph, nos vemos hoje à noite.
— Nossa Elena, eu não tenho como te agradecer, no final da palestra você sabe onde passar para pegar seu cheque.
— Tudo bem.
Isso era exatamente o que irritava a minha mãe, mesmo eu estando morta de cansada eu nunca dispensava um trabalho e não era pelo dinheiro — claro que por uma parte sim — era pelo enorme prazer que eu sentia em transmitir meus conhecimentos para outras pessoas. Terminei de almoçar rapidamente e peguei meu notebook para separar os slides e textos que iria usar como eu já tinha participado de um congresso na semana passada não tive nenhum trabalho, apenas peguei alguns textos motivacionais novos e pronto.
Ao terminar a parte mais importante, fui à busca da roupa que eu iria usar. Optei por uma calça social bege e uma blusa de mangas compridas também social preta, peguei meus sapatos pretos preferidos e coloquei junto com as roupas. Meu cabelo ainda estava molhado pelo banho, sequei os fios e por fim usei o babyliss apenas para modelar as pontas loiras deixando-o nem totalmente liso e nem totalmente cacheado.
Como ainda tinha algum tempo, peguei meus óculos de leitura e sentei em minha cama com alguns textos que seriam abordados em minha palestra. Mesmo que eu já fosse experiente nesse ramo de congressos eu sempre gostava de me sentir totalmente segura e dominando ainda mais o meu assunto.
*
O auditório estava lotado e o último palestrante antes de mim já tinha se retirado do enorme palco. Tudo estava sendo organizado para eu entrar em poucos minutos, meus materiais já estavam todos com os organizadores e os slides prontos para serem usados. Eu poderia ter a experiência que fosse, mas sempre iria ter aquele pequeno nervosismo que antecede a apresentação, eu sabia muito bem que isso era normal e trabalhava comigo mesmo um exercício de relaxamento que aprendi em tantos anos na faculdade. A voz de Joseph encheu aquele ambiente, silenciando o burburinho que estava pela sala.
—Vamos dar início a nossa última palestra de hoje. Como sabem quem iria apresentar para vocês alguns pontos bastante importantes sobre Psicologia Educacional era o professor Markos Smith, mas infelizmente ele sofreu um pequeno acidente e não pôde está aqui hoje, mas quem vai substituí-lo é uma das melhores psicólogas de toda Chicago e me orgulho em dizer que ela já foi aluna da nossa universidade — sorriu abertamente — É com muita honra que chamo Elena Gilbert, doutora em Psicologia para transmitir um pouco do seu enorme conhecimento para todos vocês.
Entrei naquele palco e encarei a multidão de pessoas que estavam ali, todos os lugares estavam preenchidos tanto nas cadeiras como na parte de cima do auditório. Peguei o microfone que estava a minha espera, minhas mãos suavam um pouco e eu já estava acostumada com aquela sensação de ansiedade.
— Boa noite a todos e a todas — sorri — É com um enorme prazer que eu estou aqui hoje, apesar de ter sido pega de surpresa pelo convite repentino, não pensei duas vezes em está aqui. Então Joseph, muito obrigado pelo convite e claro pelos elogios.
Joseph me cumprimentou com um beijo em cada bochecha e eu dei início a minha palestra
— Bom como vocês sabem, me chamo Elena Gilbert e tenho vinte sete anos — como sempre o burburinho começou quando eu falava a minha idade — Pois é ainda sou bem nova —falei sorrindo — Foram dez anos da minha vida me dedicando por inteiro a Psicologia mas em nenhum momento eu me arrependo de todo esse esforço, a recompensa é poder ajudar as pessoas que precisam e claro em momentos como esse que eu posso passar para vocês pelo menos um pouco do que eu sei já que nosso tempo não é tão grande. Minha especialização é em psicologia clínica e daí vocês devem está se perguntando; O que ela está fazendo aqui dando uma palestra sobre psicologia educacional? Não é a minha aera, mas eu amo tanto quanto e devido a isso eu gosto bastante de estudar em casa mesmo essa parte tão maravilhosa da psicologia.
“E por isso estou aqui hoje com uma primeira pergunta para todos vocês; Como entender a mentalidade dos nossos jovens? — apertei o controle em minha mão, e a primeira página do meu slide apareceu — Hoje é bastante complicado lidarmos com a nossa juventude, a maioria prefere ficar em seu aparelho de alta tecnologia ao escutar o que o seus professores dizem ou ao invés de lerem um bom livro prefere teclar sem parar em seus celulares — apertei mais um botão do controle e a outra página no data show surgiu — Agora eu venho perguntar a todos vocês uma questão um pouco mais complexa; Como vocês educadores podem adentrar nesse universo jovem e ao mesmo tempo na mente deles? — encarei as pessoas que pareciam está bastante interessadas no que eu dizia.”
Dei segmento a minha palestra e pude perceber que todos estavam gostando e isso me deixava ainda mais motivada a continuar, eu sempre tentava deixar aquilo tudo descontraído e para isso usava alguns textos que imitava algumas situações delicadas que todo professor já passou com algum aluno e a partir dali mostrava como eles poderiam lidar de uma forma que iria ajudar na construção do caráter e da integridade daquele jovem.
Ao terminar minha palestra, Joseph voltou novamente ao palco agradecendo a presença de todos e a minha e anunciou que o jantar de encerramento do congresso estaria sendo servido no salão de festas da universidade. Todos saiam lentamente do auditório, uns comentando sobre a minha palestra outros planejando a sua volta para casa, pois muitos ali eram de outras cidades e estados. Abracei Joseph o agradecendo pela oportunidade de está aqui essa noite, ele afirmou que o prazer era dele por me ter ali e por eu ter aceitado mesmo de última hora, ao me despedir dele dando-o a certeza que eu iria para o jantar fiquei ali para recolher os meus pertences.
Quando me voltei novamente para as cadeiras agora vazias, algo me prendeu atenção. Uma cadeira no meio do auditório ainda estava sendo ocupada e aquilo me deixou curiosa, forcei um pouco a vista para tentar enxergar o rosto da pessoa. E eu fiquei totalmente estática ao ver quem era.
Era ele.
POV Damon
As palestras daquele congresso realmente estavam super interessantes, todos os palestrantes eram altamente competentes e sabiam bem como prender a atenção de quem estava ali. Mesmo com o ritmo puxado de várias palestras por dia eu não me sentia tão cansado, agora pelo cronograma que recebemos assim que fizemos nossas inscrições, a nossa última palestra do dia e também do congresso era com o professor Markos sobre psicologia educacional.
Joseph entrou novamente no palco e anunciou que infelizmente o professor tinha sofrido um acidente, mas ele tinha encontrado alguém para substituí-lo e ao escutar o nome da substituta o meu mundo parou. Não, não podia ser a minha Elena Gilbert. A minha menina que saiu tão nova de Mystic Falls e que pelo pouco que eu sei agora é doutora em Psicologia, ao ver aquela bela mulher entrando no palco eu pude ver que sim, era a minha Elena. Ela estava tão diferente, seu corpo que naquela época já era tão perfeito agora estava deslumbrante, suas feições de menina tinham sumido dando lugar a uma de mulher seria e forte, seus cabelos continuavam longos mais agora com um pouco mais de volume e cor diferente.
Tanto tempo se passou, mas a reação de quando eu a vejo continua a mesma de dez anos atrás, mesmo ela não tendo consciência de que eu estou aqui ela exercia um poder fora do normal sobre mim. A minha vontade agora era de subir naquele palco e a abraçar e poder falar que sim, ela tinha razão, o destino fez com que nós nos reencontrássemos. Mas toda aquela minha felicidade se foi com apenas um pensamento; Ela já deve está casada.
E eu não iria julgá-la caso ela estivesse, se passaram dez anos e ela não poderia esperar por uma coisa tão incerta como era a nossa história. Apesar de hoje eu está solteiro, eu tentei seguir em frente quando ela me deixou, permaneci dando aula por mais um ano na escola de Mystic Falls, mas depois de um ano sem ela ali nada para mim fazia sentido então resolvi me mudar e claro que o meu destino era Chicago. Eu tinha esperanças de um dia está andando na rua, ou até mesmo em um super mercado e encontrá-la, mas em dez anos isso nunca aconteceu e eu não tinha mais esperanças nenhuma. Comecei a trabalhar em uma escola de ensino médio aqui e foi lá que conheci a Ashley, ela era uma boa moça e uma ótima companhia, depois de algum tempo saindo juntos e passando a maioria das horas do dia grudados acabamos nos envolvendo.
Ficamos juntos por quatro anos, eu gostava dela, mas não tanto como ela esperava e claro para o que ela queria. Depois de tanto tempo juntos ela queria dar um passo a mais na nossa relação, e ao me contar isso eu tive que ser extremamente sincero com ela e falar que para isso eu não gostava dela o suficiente. Como antes de tudo isso acontecer ela era a minha amiga eu tinha contado sobre a Elena para ela, e quando veio à tona coisa sobre o casamento ela sabia bem que o motivo da minha recusa e de não amá-la de verdade era ela.
Ashley resolveu terminar com tudo, nenhum de nós saiu magoados, claro que ela saiu sentida, mas ela agradeceu por eu ter sido sincero com ela e não tê-la iludida a ponto de casarmos e viver uma vida que não era o que eu queria. Depois desse relacionamento, nunca mais eu tive nenhum sério, obviamente eu tinha minhas necessidades e ficava com várias mulheres, mas nenhuma substituía o lugar da minha menina. Por vários dias eu me xingava por ser tão imbecil a ponto de não seguir em frente com outra pessoa que gostasse de mim por ainda amar tanto a Elena e que era bem provável que ela já estivesse casada com outra pessoa.
Mas infelizmente aquilo não era algo que eu poderia arrancar de mim, ou direcionar aquele amor para outra pessoa.
E hoje, ao me deparar com a minha menina na minha frente — que já não era tão menina — todo aquele sentimento arrebatador voltou e me deixou totalmente estático naquela cadeira. Ela deu início a sua palestra e ao falar a sua idade todos naquele ambiente ficaram impressionados e eu não poderia ter mais orgulho dela por ter passado dez anos da sua vida se dedicando aos seus objetivos, eu queria poder abraçá-la e falar como eu me orgulhava dela. E tudo isso só aumentou ao perceber o quão boa ela era no que fazia, de longe ela foi a melhor palestrante naqueles três dias de congresso, foi uma das únicas que conseguiu deixar toda aquela multidão em total silêncio e fez todos interagirem de uma forma dinâmica.
Ela encerrou sua apresentação e por fim, Joseph deu alguns avisos encerrando o congresso. Todos saiam do auditório e eu permanecia sentado a observando, pude ver o seu sorriso maravilhoso enquanto falava com o Joseph e como ela estava ainda mais deslumbrante do que eu lembrava. No final, ela estava sozinha no palco organizando suas coisas e ao virar para pegar algo nossos olhos se encontraram.
Pude perceber que ela cerrava os olhos tentando enxergar melhor o meu rosto e pude saber o momento exato que ela me reconheceu pela sua expressão de surpresa. Seus castanhos estavam arregalados e sua boca vermelha pelo batom formava um perfeito “o”, levantei vagarosamente do meu lugar e segui pelo corredor entre os dois lados de cadeiras que tinham ali, a cada passo que eu dava me aproximando do palco um sorriso em seu rosto ia se formando. Eu estava com tantas saudades daquele sorriso sendo direcionado a mim.
— Oi — falei sorrindo ao terminar de subir as escadas que davam acesso ao palco, parando em sua frente.
— Damon... Eu não estou acreditando! —me abraçou fortemente. Pude sentir o cheiro do seu cabelo e continuava o mesmo que eu lembrava, apesar do seu corpo ter se modificado e está mais curvilíneo ele ainda se encaixava perfeitamente ao meu. Com um quebra cabeça. — Espere um momento, apenas para organizar minhas coisas. Você vai para o jantar?
— Só se você me acompanhar — sorri e ela apenas balançou a cabeça em afirmação. Ela guardou o seu pen drive e alguns textos que tinham sobrado em sua bolsa, após terminar chamou algumas pessoas da organização para terminar o resto e finalmente podemos seguir para o jantar.
O caminho para o salão de festas, que ficava no outro lado da universidade, foi totalmente silencioso, mas nem um pouco incomodo. Talvez como eu, ela estivesse pensando exatamente no que me perguntar e no momento o que eu mais queria saber era se ela estava comprometida com alguém porque a minha vontade naquele instante era agarrá-la em alguma parte escura daquele campus e a ter pra mim ali mesmo, mas preferi ficar calado.
Entramos no salão bem decorado e todos já estavam ali, o jantar já tinha começado a ser servido e Joseph aos nos ver chamou-nos para sentar em sua mesa. Sentamos um ao lado do outro e entramos rapidamente em uma conversa com as outras pessoas da mesa, mesmo conversando com outros convidados minha atenção estava na mulher ao meu lado, tudo nela me interessava.
— Eu não sabia que vocês se conheciam Damon — apontou para mim e para a Elena.
— Sim, somos velhos conhecidos — sorri — eu fui professor de matemática da Elena no ensino médio, no meu primeiro emprego como professor.
— Que coisa interessante — uma senhora que estava em nossa mesa falou — Olha como o destino prega peças.
E ao escutar aquela palavra automaticamente olhei para Elena e pude perceber que ela teve a mesma atitude e me encarou também.
— É verdade — Elena sorriu.
O jantar transcorreu normalmente, vez ou outra nossas mãos se encostavam e eu podia sentir aquela sensação tão conhecida por nós. Em algum momento, a morena pediu licença para todos e falou que precisava ir ao banheiro e logo estaria de volta, como todos estavam bastante entrosados cada um em suas conversas ninguém prestou atenção quando ela saiu e muito menos quando eu saio.
Depois de alguns minutos procurando a onde eram os benditos banheiros naquele salão, lembrei que da última vez que vim aqui há três anos eles eram perto do bar e para a minha sorte eles continuavam no mesmo canto. Como aquela parte era bem escura, pouco se dava para enxergar quem estava ali perto da porta, ao ver a morena saindo arrumando o punho da sua blusa sem nenhum aviso prévio a puxei para um canto pressionando seu corpo na parede.
— Me diz que você não tem ninguém em sua vida — sussurrei — me diz que você vai deixar o destino agir agora.
— Damon... — falou ofegante.
— Me diz Elena! — implorei enquanto meus dedos acariciavam sua cintura por cima da blusa.
Senti sua boca deliciosa sendo pressionada na minha e eu não pude evitar de soltar um gemido baixo. Eu não poderia medir a saudades que eu estava de vê-la, de beijá-la, de senti-la. Afundei minhas mãos em seu cabelo e a pressionei ainda mais contra parede enquanto nosso beijo se tornava cada vez mais profundo, nossas línguas pareciam estar tão sedentas uma pela outra como nós estávamos um pelo outro e aquilo me deixava totalmente excitado.
— Céus, alguém vai nos ver. — Elena tentava falar enquanto eu beijava seu pescoço — Damon, por favor...
— Me diz que você não tem ninguém em sua vida Elena.
— Eu não tenho Damon! Eu não tenho! — Ao escutar aquilo uma felicidade tomou conta do meu ser e a minha primeira atitude foi beijá-la como nunca e por fim abraçá-la.
— E você, tem? — perguntou receosa e eu sorri com aquilo.
— Quando você vai entender que pode existir milhares de mulheres aos meus pés mas a única que eu vou querer é você? Eu sou seu desde daquele momento que nossos olhares se cruzaram há doze anos Elena. — beijei novamente seus lábios e senti suas mãos em meus cabelos, como de costume.
— As pessoas na mesa vão perceber, vamos pelo menos nos despedir delas. — Elena entrelaçou nossas mãos e seguimos desse jeito para o meio do salão.
Todos nos olhavam, alguns conhecidos meus surpresos, outros falando que eu era um puto sortudo e realmente eu era. Chegamos à mesa e todos que estavam conversando pararam no mesmo momento ao nos ver chegando, de mãos dadas.
— Joseph eu agradeço demais ao convite que você me fez — Elena disse — Foi mais uma experiência extraordinária e posso te dizer que você me proporcionou o melhor reencontro da minha vida — abraçou minha cintura e eu apenas a puxei para mais perto do meu corpo.
— Oh! Estou vendo que mesmo sem querer eu fiz o papel de cupido! — Joseph falou rindo fazendo todos na mesa o acompanharem — Eu que agradeço pela sua presença querida, e bem... Aproveitem o reencontro de vocês.
Tivemos que nos separar para cumprimentá-lo e o resto das pessoas. Depois de uma sessão de abraços, nós saímos em disparada daquele local querendo apenas a privacidade de algum lugar que nos deixasse a vontade.
— Você veio de moto? — Elena perguntou esperançosa. Mal sabia ela que depois que ela foi embora até a moto eu vendi para não lembrar dela.
— Bem, aquela moto já não existe mais — Elena fez beicinho me fazendo morder seu lábio inferior — A vendi, me fazia lembrar-se de você.
Elena levou as mãos na boca e me fez rir com a sua reação.
— Você é louco! — minha menina sorriu e me abraçou — Eu gostava daquela moto, me trás boas lembranças.
— A mim também — beijei seus lábios rapidamente — Mas eu estou de carro, para onde vamos?
— Eu também estou e vamos para o meu apartamento, eu quero você lá — sorriu maliciosamente.
— Então vamos para lá amor — ela me abraçou ainda mais — Bem... E o meu carro?
— Deixe-o aqui amanhã você o pega. Amanhã é sábado e você não tem trabalho, certo? — concordei com a cabeça — Então está tudo certo.
Peguei uma mochila no meu carro que eu deixava com algumas roupas para emergências e segui para o carro da morena. Em quanto seguíamos para o seu apartamento que pelo o que via ficava próximo ao meu, nós íamos contando o que aconteceu durante esse enorme período de tempo que ficamos sem nos ver e Elena surpreendeu-se por eu ter passado quatro anos em um relacionamento.
Nos momentos em que ficávamos em silêncio toda a minha atenção voltava para a sua face concentrada na estrada e em como ela ficava ainda mais linda séria daquele jeito. Para falar a verdade, para mim Elena ficava linda de qualquer jeito. Ela estacionou o carro em sua vaga e seguimos para o seu apartamento e me surpreendi ao descobrir que ela morava na cobertura do prédio.
Assim que a porta foi aberta encarei o enorme apartamento. Tudo ali parecia com a Elena, desde as cores das paredes até os moveis que deixava a composição do ambiente ainda mais agradável, minha morena pediu licença e seguiu para o seu escritório para guardar suas coisas voltando rapidamente agora sem os seus sapatos.
— Elena Gilbert morando em uma cobertura em Chicago com uma visão privilegiada de toda a cidade, essa minha mulher está muito chique — sorri a abraçando pela cintura, e seus braços envolveram o meu pescoço.
— Sua mulher? — me encarou com um sorriso amplo em seu rosto.
— Sim, minha. — beijei seus lábios e aproximei mais os nossos corpos.
Minhas mãos corriam por todo aquele corpo maravilhoso e eu estava com pressa para tê-la por inteiro para mim, e ela parecia está no mesmo estado que eu. Enquanto eu desabotoava a sua blusa social ela fazia a mesma com a minha e ao finalmente me ver livre daquele pedaço de pena pude analisar ainda mais como a Elena tinha virado uma mulher espetacular, seu busto estava ainda mais atrativo, sua cintura mais fina e seu quadril no tamanho proporcional a tudo. Ela era a minha perdição.
Ainda nos beijando, ela me puxou para o que eu deduzi ser seu quarto e me jogou na enorme cama. Céus, ela estava tão selvagem, nem parecia aquela menina tão insegura que perdeu a virgindade comigo e que corava a cada elogio que eu falava a ela.
Minhas mãos estavam em sua cintura a pressionando cada vez mais em meu corpo. Elena levantou seu corpo e ficou em pé de frente para mim sorrindo maliciosamente.
— Agora eu vou poder retribuir tudo que você me proporcionou naquelas vezes e eu não sabia como fazer, amor — sorri pelo que ela falou e como me chamou.
— Estou esperando — retribui o sorriso nada puro.
Elena tirava sua calça lentamente enquanto mexia seus quadris e aquilo me deixava morrendo de tesão por ela. Quando suas calças já estavam no chão e ela estava apenas com uma calcinha minúscula e de sutiã na minha frente, eu sentia que a minha ereção a qualquer momento iria explodir ali dentro da calça. Ainda mexendo seu quadril, suas mãos foram para a parte de trás do seu sutiã e em poucos segundos eu vi aquela peça indo ao chão e me deixando de frente a uma das sete maravilhas do mundo sem nenhuma dúvida.
Não agüentei mais e a puxei novamente na cama agora a deixando em baixo do meu corpo e a beijando avidamente. Minhas mãos estavam em seus seios os massageando e vez outra minha morena soltava gemidos que me deixavam ainda mais excitado, antes de dar atenção a aquilo que mais me atraia no momento retirei minhas calças rapidamente e voltei para a minha posição, agora levando um de seus seios aos meus lábios.
Minha língua trabalhava arduamente em seu mamilo rígido e sua mão puxava meu cabelo com força, mas eu pouco me importava para a dor, depois de ter dado a devida atenção para os dois seios dela retirei sua calcinha ao ver aquela mulher novamente nos braços totalmente entregue a mim não pude deixar de sorrir. Eu cheguei a pensar que nunca mais iria viver esse momento novamente.
Elena me empurrou para a cama e sentou em meu colo, rebolando sobre o meu membro duro como pedra ainda coberto pela cueca. Ver a minha menina daquele jeito sobre mim e se movimentando daquele jeito quase me fez gozar ali mesmo. Ela retirou minha cueca e voltou novamente a sentar-se em meu membro sem a penetração e aquele contato me deixava ainda mais louco por ela.
— Elena — segurei sua cintura tentando parar um pouco aqueles movimentos torturantes — Nada de torturas, eu estou morto de saudades de você meu amor.
— Tudo bem, apenas vou te presentear com as minhas novas habilidades — falou rindo.
Sua boca quente envolveu meu membro me fazendo urrar de prazer, ela segurava bem na minha base e sua língua fazia movimentos aleatórios em toda a minha extensão. Ao tirar lentamente meu membro de sua boca, ela fazia questão de deixar seus dentes roçarem nele me fazendo colocar a mão em seus cabelos quase implorando por mais. Antes de colocar-me por inteiro novamente em sua boca, sua língua inquieta acariciou minha glande e por fim sua boca a chupou fortemente.
— Lena... Eu vou gozar na sua boca se não parar agora.
— Eu quero — Ela continuou a sugar fortemente e agora movimentar suas mãos em minha extensão e eu não agüentei muito tempo e gozei forte em sua boca.
Elena não pareceu se importar, pelo contrário, sua cara era de puro prazer. Depois de sugar todo o meu líquido, sorriu abertamente e em seguida me beijou completamente satisfeita.
— Você quer me matar? — perguntei enquanto nos virava na cama.
— Jamais, apenas retribuiu tudo aquilo que deixei pendente.
Balancei a cabeça sorrindo e beijei seus lábios castamente. Meus beijos foram descendo por todo aquele corpo maravilhoso e finalmente encontrei o que eu queria, dei um pequeno beijo em sua intimidade que fez a morena contorcesse na cama e comecei a movimentar minha língua naquele lugar úmido. Eu fazia questão de passar minha língua por todo o espaço e os gemidos da Elena eram músicas para o meu ouvido, suguei fortemente seu clitóris e pude perceber que seus olhos estavam fechados e sua boca aberta em pleno deleite. Aquilo era uma imagem totalmente excitante.
Depois de mais alguns minutos com a minha língua trabalhando arduamente ali, a substitui por meus dedos. Elena gemia chamando o meu nome, enquanto meus dois dedos entravam e saiam rapidamente da sua intimidade, eu queria vê-la gozando novamente como há dez anos. E não demorou muito, seu corpo maravilhoso tremeu todo avisando que seu orgasmo estava perto, sua intimidade apertou ainda mais meus dedos e em poucos segundos ela se derramou em meus dedos, totalmente ofegante.
Ela era o meu paraíso.
Voltei a minha posição inicial, sobre ela, e rocei nossas intimidades a fazendo apertar minhas nádegas com as suas unhas. Lentamente introduzi meu membro em sua intimidade, e como das outras vezes, ela me recebeu muito bem naquele local tão quente e apertado. Nós nos completávamos.
Comecei a me mover lentamente aproveitando cada segundo daquele momento, querendo que nunca mais aquilo acabasse. Elena entrelaçou suas pernas em minha cintura me deixando entrar ainda mais em si, fazendo ambos gemermos, eu a queria de todas as formas, em todos os sentidos. Eu a queria definitivamente para mim. Minhas estocadas aumentaram um pouco o ritmo e eu pude sentir como sua intimidade apertava meu membro e aquilo me fazia delirar de tanto prazer.
Em um movimento rápido, nos mudei de posição e agora a minha morena estava sobre mim. Elena subia e descia em meu membro e em poucos segundos eu estava sentado e ela quicava em meu colo em uma velocidade absurda e tudo o que poderia ser escutado naquele quarto eram nossos gemidos nada discretos e o chocar dos nossos corpos.
— Eu vou gozar, Dam... Nossa! — Elena gemia em meu ouvido.
Voltei novamente para a nossa posição inicial e continuei com o nosso ritmo rápido, estocando fundo e cada vez mais rápido. Eu poderia me fundir a ela a qualquer momento.
— Elena... — urrei em quanto sentia sua intimidade esmagar meu membro, puxei sua perna esquerda para minha cintura e estoquei novamente ainda mais forte, nesse momento pude sentir minha morena explodir em minha volta.
Não agüentei muito, pouco tempo depois eu me derramava dentro dela enquanto sussurrava em seu ouvido o quanto eu sentia a sua falta.
— Eu te amo Elena — falei ainda com a respiração falha.
— Eu também te amo Dam, mais do que eu imaginei. — sorri ao escutar aquilo.
Depois de alguns minutos naquela posição, sai de dentro dela e a aconcheguei em mim enquanto um lençol fino nos cobria da cintura para baixo. Tantas coisas se passavam pela minha mente naquele momento e o que ela me falou há dez anos surgiu; “Damon... Confie em mim. Nós vamos nos encontrar novamente e vamos poder viver tudo isso.”
E realmente vamos poder viver.
— Realmente aconteceu — falei baixo.
— O que, amor? — perguntou me encarando e apoiando seus braços em meu peito.
— Nós nos encontramos, e vamos poder viver tudo isso. — sorri abertamente.
— Eu te prometi Damon, eu sabia que isso ia acontecer. Não posso te negar que nesse tempo pensei que não iríamos mais nos encontrar, mas no fundo eu sabia que o que sentíamos era forte demais.
— Eu não quero deixar nunca mais você ir...
— E quem disse a você que eu vou para algum lugar meu amor? — abriu o seu melhor e mais lindo sorriso.
— Já te falei o quanto te amo? — beijei seus lábios — Eu te amo, demais.
— E eu a você, muito. Ainda tem muito pra acontecer na nossa história meu anjo.
— Obrigado Elena, obrigado por me fazer descobrir o que é amar de verdade. Obrigado por me amar. Obrigado por ser minha.
"Quando o amor é verdadeiro, todas as barreiras
se tornam pequenas. Nem o tempo, nem a
distância pode destruir um sentimento
tão forte como esse.
Só basta querer e acreditar, que tudo
pode acontecer"
FIM.
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