Hi, I'm Kat
15 The party at the Pub
Notas iniciais
Desculpa ta?
Mais um capitulo! Acho que iram gostar, ou não kkkkk
Beijos.
Eu realmente não tinha nunca me preocupado com roupa. Eu sempre bota as primeiras peças largadas pelo quarto e pronto. Mais eu queria escolher uma roupa "decente" para sair com o Dan.
Não me pergunte o porque.
Acabei escolhendo um short de cintura alta preto com tachinhas de cruz, botei uma blusa do nirvana, uma casaco preto fino que iam até o final do short, alguns acessórios que eu nem sabia que tinha, um salto preto e uma bolsa pra finalizar. Um look bem minha cara, admito.
Vi que o Adam conversava no celular. Então aproveitei e fui passar um lápis de olho. Assim que terminei sai do quarto.
– Voc-cê ta linda Kat. — Ele disse. Odeio ficar com vergonha. E naquele momento sentir minhas bochechas arderem. Sorri timidamente. Ah cara, odeio quando eu fico assim. Ele balançou as chaves da moto e sorri.
– Vamos? — Assenti, totalmente animada. Acho que já falei isso, mas foda-se vou repetir. Eu amo andar de moto. Não tem nada melhor do que o vento na sua cara, é uma sensação maravilhosa, sério.
– Não acredito que vou finalmente andar na sua moto com nome estranho. — Falei totalmente elétrica com a ideia.
– Ela não tem nome estranho. — Retrucou fingindo está zangado.
– Tem sim. — Falei rindo. Descemos e logo estávamos na moto. Hesitei por alguns minutos a ideia de ter que abraçar o Adam o caminho todo. Não tinha pensado nisso, estava muito animada com o passei. Mais ao sentir a mão do Adam segurar a minha, não sei explicar, eu só confiei nele sabe? Sei que parece ridículo um toque transmitir segurança, mas eu senti, eu sei disso.
Logo tínhamos chegada no Pub, estava cheio de jovens, o lugar era bastante animado. O Adam saiu da moto e ajeitou o cabelo. Sabe aquele momento de transe quando você repara em cada movimento da pessoa. Então..
O Adam parecia procurar alguém em especial. Provavelmente os amigos e no momento que ele sorriu para uma direção, percebi que estava certa.
Fomos em direção de dois meninos altos ou talvez eu seja baixa demais. Enfim, um tinha o cabelo encaracolado loiro e meio castanho, me lembrou um anjinhos e para completar o visual ele era super branquinho e as suas bochechas levemente rosadas, aquele garoto era o menino mais fofinho que eu tinha visto e por um segundo de loucura quis abraça-lo.
O outro tinha cara de bad-boy, sem brincadeira. Usava calças rasgadas, cabelo bem preto e meio grandinho, com olhos penetrantes. Os dois sorriam ao ver o Adam ao meu lado. Vi que o anjinho me encarava e o outro também. Normal, deve ter me achado esquisita, como todas as outras pessoas, que me olhavam estranho assim que entrei no Pub. Eu até entendo, só tinham meninas fofas, cheias de maquiagem e com vestidos curtíssimos. Ai chega um ser com maquiagem preta, roupa preta e com uma blusa com uma careta amarela que ninguém devia sequer saber o que é. É estranho, admito, mas não ligo.
Assim que alcançamos os meninos o Adam cumprimento ele e começou aquele blábláblá de apresentações.
Descobri que o Bad-boy é melhor amigo do Dan. Se chamava Max, não sei se era alguma abreviação ou algo. Mas gostei de Max. Ele reconhecera a banda quando viu a camisa. O anjinho era (como seu visual) fofo. Ele deu um beijinho na minha bochecha, tive vontade de chutar ele pela ousadia, mas ele era muito fofo pra ser espancada. E eu sei que isso é bem estranho, adorava bater nas pessoas. Assim que ele me deu um beijinho o Adam me olhou de canto, só achei graça daquilo. Provavelmente por que quando conheci ele, a primeira coisa que fiz foi gritar, a segunda foi bater em sua mão. Ah bons momentos, bons momentos...
Entramos no Pub, várias pessoas sentadas nas mesas conversando, bebendo, outras dançando num pista ao som de alguma música eletrônica que eu não identifiquei.
Escolhemos uma mesa e nos sentamos. Conversamos sobre besteiras, aqueles meninos era bom legais. Eu dificilmente gostava de uma pessoa de cara.
- Então Kat, como conheceu o Adam? — Perguntou Max, meio que me avaliando. Isso é coisa de melhor amigo?
- Esse idiota, que não sabe andar de skate, se esbarrou em mim e deixou cair meus salgadinhos. — Disse. O Max e o Carlos riram.
- E agora são amigos? — Perguntou Max, dei de ombros.
- É acho que sim. Vocês andam de Skate também? — Max arqueou a sobrancelha e quem respondeu foi o anjinho.
- Também? Você anda de Skate Kat? — Perguntou um ar de surpresa.
- Sim, ando e vocês? — Perguntei naturalmente. Os meninos sorriram.
- Andamos, quem sabe não damos um passeio depois. — Falou Max.
- Vocês tem cara de que andam melhor do que o Adam. Mas vamos ver se andam melhor do que eu. — Disse sorrindo.
- Não apostem com ela rapazes, ela é muito competitiva e o que me deixa com mais raiva é que ela é muito boa também. — Disse o Adam um pouco sério e risonho. Seja lá como isso for. Sorriu e depois olhou para a porta do bar, como eu estava do seu lado pude ver o que ele olhava. Era uma menina, muito linda. Tinha cabelos castanhos com algumas mechas loiras, corpo perfeito. Usava um vestido soltinho com tecido floral, um salto rosa, tinha uma bolsa amarela clara na mão. Era linda. Vi que ela olhava para o Adam sorrindo, já ele permanece sério.
Logo a loira estava na nossa mesa falando com os meninos. E foi ai que me senti completamente estranha, mais do que o normal.
Eu tava perdida, ela deve ser só uma conhecida não é?
Então quando eu menos esperei ela cerrou os lábios dela no do Adam. Olhava a cena sem entender que porra era aquilo. Quem era a desconhecida que beijou o meu amigo?
– Oi amor. — Disse a loira, com voz doce. Ela me lançou um olhar mortal e eu fiquei com um pouco de medo. Só um pouquinho.
– Oi Fe. — Disse Adam. Tenho certeza que eu tava com um olhar de "quem é essa guria?" Tentei disfarçar pegando o copo da minha bebida e bebendo de vez. Senti o liquido sair arrastando pela minha garganta, queimando onde passava. Senti o gosto do álcool na minha boca.
A tal da Fe me olhava, sem disfarçar.
- Quem é? — Perguntou se dirigindo a Adam. Logo depois ela puxou uma cadeira e se sentou grudada ao Dan.
Antes que ele respondesse, falei. — Sou a Kat e você é...? — Perguntei.
- Namorada do Adam. — Acho que recebi um murro no estomago. Só acho.
- Não perguntei isso. — Disse séria. — Quero saber seu nome. — Disse com cara de óbvia.
- Me chamo Fernanda. — Disse firme.
- Prazer. — Retribui com um sorriso. Os meninos se entreolharam. Tenho certeza que sentiram a tensão feminina ali. Que só vinha da parte da Fernanda.
Eu tava de boa. Fora a parte de que eu descobri que não sei bosta nenhuma da vida do Adam e estranhamente ele sabia quase tudo da minha vida. É aquilo me incomodou um pouco.
Ficou alguns segundos de silêncio. Mas fora cortado pelo Max.
- Quem tá afim de dançar? — Perguntou animado.
- EU! — Tava procurando uma desculpa pra sair dali e graças a deus achei.
O Max sorriu e se levantou.
Vi que o Adam me seguia com os olhos. Virei para ele, vi que ele realmente me seguia com os olhos, mas assim que eu virei ele desviou e no outro segundo a Fernanda agarrou ele pela blusa e tascou-lhe um beijo.
Outro murro no estomago.
Cara, acho que acabei de descobrir que sou completamente ciumenta.
O que é bem estranho, por que eu geralmente não sentia ciúmes do Felipe ou do André.
Antes de irmos á pista de dança, passamos no bar e pegamos dois copos de Vodca com alguma outra coisa.
o Max sorriu e me entregou o copo. Sorri de volta e fomos até a pista.
Estava tocando alguma música bastante animada, que eu não sabia qual era. Bebi de vez a Vodca.
- Oh-oh, vai com calma mocinha. — Revirei os olhos. E ele riu. Botei o copo em algum canto e fui dançar.
Eu sei dançar. Me crucifiquem.
Eu adorava dançar quando não tinha nada para fazer. Eu e a Carlie fizemos algumas aulas de dança. A Carlie me ajudou a me soltar também.
O Max chegou perto e eu dancei com ele. E agradeci mentalmente por ele saber dançar também. O que eu menos queria é levar pisadas e ter que dizer que não tinha nada.
- Você dança bem. — Ele falou no meu ouvido por causa da zoada.
Sorri. — Você também.
Dançamos por umas três músicas. E quando já estávamos exaustos fomos para a mesa.
Vi que o anjinho não tava la. Deve ter ido procurar alguma garota. O Adam e a Fernanda pareciam discutir com alguma coisa. Eu e o Max nós entreolhamos, demos de ombro e fomos á mesa. Assim que chegamos eles pararam de falar e a Fernanda me olhou feio.
- Oi, cadê o anji..Carlos? — Quase, quase falava. Ri no pensamento.
- Ele foi atrás de uma mina ai. — Disse Adam mal humorado. Dei de ombros e fiquei conversando com o Max por um tempo. Bebemos e eu descobri que ele e o Dan eram amigos de infância e tristemente lembrei de Carlie.
- Então Kat, você é vizinha do Adam?
- Sim. — Afirmei, tirando a atenção da conversa com o Max.
- E estudam na mesma escola?
- Pois é.
- E na mesma sala? — Perguntou num tom interrogativo. Olhei rapidamente para o Adam que parecia que ia explodir de raiva.
- Desde quando eu vim para nu, interrogatório? — Perguntei arqueando as sobrancelhas. — Pergunte a seu namorado. — Falei e voltei a atenção na conversa que estava tendo com o Max.
Depois de alguns assuntos Max e eu decidimos que íamos voltar a dançar. Tava um saco la na mesa. Além dos olhares do Adam, tinha os olhares e as perguntas da Fernanda que parecia que ia se jogar em cima de mim a qualquer hora. O Max percebeu.
Assim que nós levantamos o Adam falou.
- Onde vão?
- Dançar. — Respondi.
- De novo? — Perguntou.
- Sim, qual o problema? — Perguntou Max.
- Nenhum, vou com vocês. — Disse se levantando e na mesma hora a Fernanda se levantou. Acabou indo todos para a pista.
Enquanto o Max buscava bebida para a gente. Dancei sozinha.
A Fernanda falou algo no ouvido do Adam e se afastou. Devia ter ido no banheiro ou sei la.
Logo estavamos nós dois. Dançando. Ao som de uma música, que de novo, eu não sabia qual era.
- Por que não me contou? — Perguntei der repente. Parecia que eu tinha tirado o Adam de vários pensamentos.
Ele deu de ombros. — Não sei, não achei importante.
- Ah claro. — Disse. Eu não acredito que eu fui capaz de abrir meu coração para aquele menino falando de como eu me sentia em relação ao Travis e ele não tinha me dito nada, nada sobre ele. Sentia que ele era um estranho para mim agora. E isso me aterrorizada.
- Ei Kat, eu queria ter falado.
- Ta bom. — Disse sem olhar para ele. Ele segurou no meu braço me forçando a olha-lo.
Revirei os olhos. — Acredita em mim. Eu não achei necessário.
- Eu devia ter pensado nisso quando te falei sobre o Travis. — Disse me soltando.
- Desculpa vai. — Disse sorriso. Ah merda, isso não vale. Eu posso aguentar muita coisa, mas aquele sorriso é meio difícil.
- Ta. — Disse e logo ele me puxou para perto do seu corpo.
- Vamos dançar. — Falou animado. Estranhamente estávamos dançando lentamente, sendo que a música era muito, muito animada. Mas foda-se.
- Não estamos no ritmo. — Falei.
- Foda-se. — Ele disse e eu sorri. Estamos a pouco centímetros um do outro, nossos rostos estavam grudados. E de repente ele ficara sério.
Me puxou para mais perto. Como se isso fosse possível. Assim quando seus lábios estavam quase tocando nos meus ouvi a voz da Fernanda.
- O que diabos é isso? — Nós viramos assustados. Nos distanciamos o máximo que podia. Mais era tarde demais.
Notas finais
Ficar sem not é uma merda.
Final de semana postando outro.
ROMANCE NO PROXIMO CAPÍTULO!!!
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Beijus
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