Hi, I'm Kat

30 News and explanations will come!


Notas iniciais
hey people!
Eu tava doennte :(((
O capítulo tava quase pronto e não deu para eu postar! Desculpem

Não é de 3000 palavras como prometi mas é maior que o anterior.

Beijos e até lá embaixo :3

Eu não a perdoei. Longe disso. Eu só estou exausta de falar tudo o que a Luísa deixou de fazer com os passares de ano. Ou do que ela deixou de sentir. Eu estou cansada de pensar no que já passou e não irá voltar. Tenho que pensar no agora. E o presente, pede que eu tenha uma convivência, no mínimo, menos perturbadora do que eu estava tendo.

Mas nunca irei sentir o que é ter uma mãe de verdade. E eu já superei isso. Acho que ira demorar séculos para eu chamar a Luísa de ‘mãe’, ou talvez não. Eu não sei como essa convivência pode se desenrolar.

Meu pai chegaria hoje. E eu não poderia estar mais feliz. Não sei como ele resolveria essa situação. Eu não quero mais morar com a Luísa. Ela entendia isso. E meu pai também. Faltavam algumas horas para que seu voo chegasse. Eu estou em casa assistindo TV, esperando ansiosamente as horas passarem. A Luísa e eu viemos tendo conversas civilizadas. Mas, daqui a umas duas semanas, ela iria se casar. E provavelmente morar com o seu ‘marido’, o qual mora em Londres. Não falei com a Julieta por esse meio tempo. O Derek estava dormindo aqui, junto com a Julieta. Eles iram se casar aqui e até lá, ficariam na casa da Luísa.

Nós nos evitamos o máximo que conseguimos. Eu sempre saio mais tarde do que eles de manhã e almoço depois que eles também. Sempre me atraso ao ir para a escola e sempre demoro devido a várias passeadas que eu do com o Adam em sua moto depois que saímos do colégio. Isso se tornou constante nessa semana.

Ontem, eu e o Adam estávamos decidindo em qual faculdade iriamos fazer. O engraçado é que optamos pela mesma faculdade, para o meu alívio. Não me imagino tendo um namoro à distância. Nem ele. Eu faria História e ele Medicina. E eu não poderia imaginar uma profissão mais perfeita para ele. Decidi que iria terminar uns livros que tinha começado. E talvez, quem sabe, publica-los.

Mas, por enquanto não tenho certeza de nada. Mal sei onde que irei morar. Peguei um caderno e fui fazendo uns rabiscos, enquanto ouvia The Strokes como música de fundo.

As horas se passaram rápidas desse jeito. E logo meu celular tocou, revelando uma foto do meu pai e sorri quando ouvi a música de morte como toque. Atendi no segundo toque.

- Cheguei! – Disse animado. – Fiquei num hotel hospedado. Já estou a caminho daí. Você vai adorar as minhas notícias.

- Isso ai, pai. Deixa a sua filha curiosa. – Disse irônica. Ele riu.

- Só liguei para avisar, te vejo em alguns minutos. Beijo.

- Beijo. – E ele desligou.

Agora eu estou estupidamente curiosa. Vindo do meu pai, essas notícias não vão ser lá muito boas para mim, de qualquer modo. E isso só me faz ter medo. Não irei morar com ele definitivamente em Londres, não mesmo.

Depois de alguns minutos toca a campainha. Fui correndo até a porta. Era ele, finalmente.

- Aleluia! – Disse. E peguei em seu pulso e o empurrei para dentro de casa. – Deu uma de tartaruga quando tava dirigindo é? Por que demorou tanto? – Falei fazendo meu velho drama. Ele revirou seus olhos, do mesmo modo como eu faço. Até achei graça daquilo.

- Larga de drama Kat. E Boa Noite para você também. E sim, eu fiz uma ótima viagem e estou bem. – Fiz uma careta para a sua frase irônica.

Fomos até o sofá e ele se sentou na minha frente, na poltrona. E sorriu.

- Ta, desembucha. – Disse rapidamente.

- Você vai morar em outro lugar.

- Isso eu já sei.

- Vai morar sozinha.

- O-oque? – Seu sorriso foi aumentando, junto com o meu.

- Isso mesmo, como você não irá morar comigo em Londres e nem com a Luísa, decidi que irá morar sozinha, em um apartamento. E como vai fazer 18 anos, esse ano, acho que já está pronta para essa experiência.

Eu estava incrédula. Mas quando digeri tudo comecei a ficar bastante feliz e animada.

- Mas, irá seguir minhas regras. – Assenti e deixei-o continuar. – Primeira. – Falou levantando um dedo da sua mão. – Você irá ter que trabalhar e eu já resolvi isso. Segundo, irei te ajudar com as despesas, mas terá que aprender a se virar sozinha. O apartamento é seu e está em seu nome. Ele era uma propriedade minha e que agora é sua. É na cidade e fica perto da faculdade que você irá fazer. Você vai se mudar assim que a Luísa vier para cá. – Ele parou um pouco. — Ainda tenho muito que conversar com você. Mas, espero que tenha gostado da noticia. – Disse ele animado. Eu estava radiante. E o abracei diversas vezes.

Acho que agora, tudo está se alinhando.

(...)

O apartamento era grande e espaçoso. Chão de madeira, o que, aliás, eu amo. Janelas de vidro, cozinha americana, sala, três quartos e banheiro. O apartamento era encantador e ficava no quinto andar. Por enquanto estava totalmente vazio, mas já pude me imaginar morando ali.

Contei para o Adam sobre a notícia. E ele ficou muito feliz com isso. A semana estava sendo bem movimentada. Escola, estudar para as provas, organizar as minhas coisas, namorado, pai... E nunca me senti tão feliz com isso.

Resolvi falar com a Julieta. Tinha chegado a casa fazia 30 minutos depois da visita ao apartamento. Meu pai foi para o Hotel e a casa estava vazia.

Logo a Julieta chegou e eu desci rapidamente para falar com ela.

- Por que você beijou meu namorado? – Perguntei direta. Sem enrolações. Ela hesitou.

- Por que eu quis. – Disse por fim.

Sorri, ela estava mentindo. Isso era visível. Trocava o peso de uma perna para outra a cada três segundos e estava mexendo os dedos. E seus olhos, eles a entregaram.

- Você esta mentindo.

- Não estou, não. – Protestou. Relaxei os ombros.

- Olha, infelizmente, eu irei ter que ficar olhando para a sua cara por um tempinho, então, pode me falar por que agarrou o Adam?

Ela suspirou, se dando por derrotada. – Eu estava com raiva. A sua mãe, tomou o meu pai da minha mãe e o fez me arrastar até aqui. E conviver com uma completa estranha. Eu tive que largar o meu namorado e os meus amigos. Eu estava muito puta e acabei descontando em você.

- Que maravilha. – Ironizei. Levantando os braços e os soltando no ar, fazendo-os bater sobre a minha perna. – A Luísa não tomou seu pai da sua mãe, tenho certeza, eles se apaixonaram. Você devia aceitar isso. E você, é muito imatura por ter feito o que fez.

- Desculpa, eu normalmente não faria isso.

- Ok. E espero que não faça de novo, ou quebro sua cara. – E sorri. Subindo para meu quarto,

- Você é legal, Kat. – Falou, virei meu rosto e sorri. – Eu sei. – Afirmei. E voltei a subir a escada.

É, isso só foi um pequeno tratado de paz por um curto período de tempo. Por que eu ainda a odiava por tentar enfiar a língua na boca do meu namorado.

Minha rotina continuava normal. Chegava atrasada no colégio, xingava o porteiro por seu olhar repressor sobre mim, entrava na sala e ia para o meu lugar de sempre. Batia nos meninos, o que era a animação do dia. Ficava com a Carlie e por fim não desgrudava do Adam.

Estava falando com o meu pai, quando percebi que iria ficar naquele apartamento enorme, sozinha.

Não gostei dessa parte, para falar a verdade. E foi ai que eu tive uma grande ideia. Resolvi falar com a Carlie e o Adam para eles morarem comigo. Nós três íamos para a mesma faculdade.

Mais tardem fui até a casa da Carlie.

- Você quer morar comigo? – Perguntei assim que vi ela.

- Oi pra você também. E que ideia é essa? – Fomos até a sala e nos sentamos.

- Isso o que você ouviu, eu não quero ficar morando lá sozinha. A gente pode dividir as despesas. E você me falou que está procurando um lugar. – Disse.

- Eu tenho que falar com a minha mãe. – Disse por fim. Sorri.

- Então isso é um sim?

- Vou falar com minha mãe, se ela aceitar, por que não? – Sorri ainda mais.

- Isso vai ser demais, vou falar com o Adam depois.

- Espera, ele vai também? – Perguntou surpresa.

- Sim, vou chamar ele também.

Ela sorriu. – Isso, com certeza, não vai dar certo. – Ficamos conversando mais um pouco até que a mãe da Carlie chegou. E no final, ela acabou aceitando. Estávamos empolgadas e eu não via a hora de poder finalmente sair da casa da Luísa.

POV Julieta

- Pai, como você pode largar a mamãe para ficar com aquela mulher? – Disse incrédula. Eu estava morrendo de raiva do meu pai.

- Já está na hora de você aceitar que eu não amo mais sua mãe e sim a Luísa. – Revirei os olhos.

- Ela está te enrolando.

- Em troco de que?

- Você não pode ser tão idiota, pai. Você vai mesmo largar a sua família por conta daquela mulher?

- Aquela mulher, é a qual eu estou apaixonado e se você não quer aceitar isso, sinto muito Julieta. – Disse ele friamente, meu sangue fervia de raiva.

-VocÊ não tem esse direito. Não tem o direito de me tirar de Londres e me trazer para cá. Não tem o direito de me tirar do meu namorado e dos meus amigos. Não tem o direito de me tirar da minha mãe! – Gritei.

- Eu sou seu pai. Eu tenho direito.

- Você tomou a minha guarda sem eu querer. Você é um idiota!

- Cala a Boca Julieta, você não sabe de nada.

- Eu queria ficar com a minha mãe, ela sim me ama. Eu odeio você, odeio por me tirar de onde eu menos queria sair. – Disse saindo logo em seguida.

Eu não vou permitir esse casamento, não vou mesmo. Eu irei fazer de tudo para impedir que isso avance.

Kat POV

Eu desci e a Julieta não estava mais em casa. Fui até a casa do Adam. Ele abriu a porta.

- Hey Dan. – Disse lhe dando um beijo.

- Oi amor. – Fomos até o seu quarto.

- Tenho que te propor uma coisa. – Disse sorrindo. – Como você já sabe eu vou me mudar para o apartamento... E eu falei com a Carlie sobre ela ir para lá morar comigo e ela acabou topando. Por isso eu queria que você fosse morar comigo?

Ele riu. – Ta de brincadeira né?

- Não, por que?

- Você já falou com seu pai sobre isso?

- Não. Mas, eu resolvo isso depois.

- Kat, você vai falar com o seu pai e depois a gente conversa sobre isso ok? – Revirei os olhos.

- Ta, tanto faz. – Disse. – Você ainda não viu o apartamento, quer ir lá? Eu to com as chaves. – Ele sorriu.

- Claro. – Disse pegando as chaves da sua moto. – Vamos.

Fomos até a parte de trás da casa. Ele ligou a moto e partimos para o apartamento. Estava frio e eu me encolho enquanto abraçava o Adam. Descemos da moto e entramos. Pegamos o elevador para o 5º andar.

Entramos e o Adam avaliou o espaço.

- É bem legal aqui. – Disse sorrindo.

Sorri e fui para perto dele, que logo passou a mão pelo meu corpo e me trouxe para perto de si, depositando um beijo. E logo foi depositando pela bochecha, pescoço, até chegar a meu ombro. Ele abaixou a manga da minha blusa para dar mais espaço e assim foi espalhando beijos pela pele desnuda. Se voltando para cima e joguei minha cabeça para trás, lhe dando mais espaço. E logo nossos lábios estavam juntos de novo. Ele passava a mão sobre as minhas costas e logo ela foi para trás da blusa. Os beijos foram ficando mais quentes, até que a roupa se tornou um obstáculo. Ele tirou com agilidade a minha blusa e ele tirou a dele. Logo eu estava só com o sutiã e um short. Tirei meu tênis com os pés rapidamente enquanto ele beijava o redor dos meus peitos. Minha mão passeava sobre seu corpo definido. Ele puxou minhas pernas para seu colo, e logo minhas pernas estavam entrelaçadas ao seu corpo. Ele me beijava com mais ferocidade agora e eu o acompanhava no mesmo ritmo. Ele me colocou no chão delicadamente para eu não trombar na madeira fria. Virei-me rapidamente ficando em cima dele, fazendo-o sorrir. Nossas respirações estavam arfantes e eu podia ouvir seu coração batendo. Não estava mais aguentando a formigação por entre as pernas e como se pudesse ler a minha mente ele desabotoou meu short, jogando-o longe, fiz a mesma coisa com a sua calça. E logo só tinha três peças finas sobre o nosso corpo. Ele me beijava com desejo, mordi seu lábio inferior e fui depositando beijos sobre seu peitoral. Ele passava a mão entre meus quadris e apertou firmemente o meu bumbum, me fazendo gemer baixinho. Ele puxou a minha calcinha sobre as minhas coxas e arrevesou-a para longe. Então tirei o meu sutiã enquanto ele depositava beijos sobre o meu corpo nu. Tirei devagar a sua cueca, voltando rapidamente a beijar-lhe na boca. Em um movimento rápido, ele me pôs no chão, tendo cuidado para o seu peso não cair em mim. Eu mal conseguia falar. Senti que ele me desejava pela força que tinha entre suas pernas. E então pressionei os olhos com a dor que sentir quando ele, finalmente, entrou em mim.

(...)

Ele dormia calmamente sobre o chão frio de madeira, a respiração estava calma. Eu me senti um pouco envergonhada, devo admitir. Levantei-me, catando as roupas que estavam espalhadas na sala. Vesti-as e liguei o meu celular. Algumas ligações perdidas. Já estava de noite. Respirei fundo. Não queria acordar o Adam, então fiquei sentada olhando-o dormir.

Notas finais
Sei que tem gente que não curti cenas de sexo, mas a história continha isso e eu tinha que por.
A fic ja está no fimmmm :(( Não se se irei postar outra depois dessa, mas se eu tiver alguma ideia irei pensar ^^

beijos e espero os comentários ta?Nem que seja xingamento kkkkkk