Hi, I'm Kat
3 I Hate Stupid Bets!
Notas iniciais
Mas, prometo postar outro cap mais cedo ok?
Desculpa mais uma vez, espero os comentários s2
Acordei com a música do Avenged Sevenfold tocando no meu celular.
– Quem é o maldito que me acordou? – Disse bem simpática.
– Sou eu sua chata, vai vim ou não?
– Ah ta, to indo, até nestante dré. – Desliguei e fui me arrumar. Botei um short, uma blusa e meu all star vermelho. Peguei o celular e meu skate e desci.
Assim que estava saindo de casa vi o meu vizinho saindo (nota-se: Sem camisa) segurando seu skate. Eu babei um pouquinho até que ele reparou logo depois fui indo até a casa do Dré, que graças a deus não era tão longe daqui.
Vi no caminho que tinha uma pista de skate ali perto, provavelmente vou passar por lá mais tarde.
Um pouco depois cheguei à casa do André e fui direto em seu quarto.
– Oi meninos. – Disse me jogando na cama do André.
– Oi kat. – Disse Felipe, o André nem se moveu quando eu cheguei, estava bastante concentrado no jogo.
Após alguns minutos, um ser entra no quarto, com alguns salgadinhos e refrigerantes na mão.
– TROUXE COMIDA! – Disse ao entrar no quarto, depositando seu olhar para mim logo depois.
– EBA! – Disse o André depois. – Ah, oi Kat! – E FINALMENTE ele reparou que eu já tinha chegado.
– O que faz aqui, kat? – Disse Travis, que ainda me encarava.
– Vim jogar ué, o que você faz aqui? – Perguntei o encarando dessa vez.
– Eu moro aqui agora, esqueceu? – Ele disse se sentando no tapete cinza que tinha no quarto do André.
– Ah é mesmo, me passa um salgadinho aê! – Disse me sentando no meio, entre ele e André. Filipe continuou a ler seu mangá na cama.
– De quem é aquele Skate ali André? – Perguntou Travis, ele é muito curioso pro meu gosto.
– Da Kat.
– O que?
– É da Kat, cara. – André disse de novo.
– Você anda de Skate? – Perguntou olhando para mim.
– Ando, por quê? – Disse o encarando enquanto comia loucamente os salgadinhos.
– Só é estranho, sei lá. – Ele riu. Revirei os olhos.
– Vamos jogar Call Of Duty. – Disse animadamente.
– Com certeza. – Dizia André também animado, indo botar o jogo.
– Tenho pena de você, vai perder feio Kat.
– Como? – Disse olhando para ele.
– Duvido que você ganhe de mim, uma menina jogando Call of Duty, você deve ser um desastre. – Arqueei as sobrancelhas. – Quer apostar? – Perguntei.
– Claro você escolhe o que quer. Mas se você perder de mim vai ter que fingir por uma semana, ser minha namorada.
– O QUE? – Disse espantada com essa aposta.
– Isso mesmo que você ouviu, então vai querer ou não? – Ele disse desafiador, como se já soubesse o resultado. O André ouvia tudo atentamente, com um sorriso de canto que me dava raiva.
– Tudo bem. Mas se eu ganhar... Eu não sei o que você vai ter que fazer, eu vou pensar. – Ele concordou e o André ajeitou as coisas no jogo.
Fizemos um jogo um contra o outro. 10 jogadas, quem perdesse mais ganhava a aposta.
Estava empate. Cinco para cada.
– Eu não sabia que era tão boa assim. – Disse com um sorriso de canto.
– Você não sabe muitas coisas sobre mim.
Ele riu. E continuamos a jogar. A gente sempre acabava empatando. Até que ele estava de 9 e eu 8.
– Se prepare para perder, namorada! – Disse.
E infelizmente, eu não consegui virar o jogo. Foi ai que eu virei a namorada do Travis, por uma semana.
O André e o Travis riam, enquanto eu quase quebrava o controle na cara daqueles moleques.
– Tô de saída. – Disse pegando o Skate irritada.
– Não vai se despedir do namorado?
– O que você espera que eu faça? – Disse o encarando.
Ele olhou para mim, sorriu de canto e depois falou: Eu quero um beijo de despedida. – Disse na maior cara lavada.
– ECA, claro que não, nem te conheço garoto! – Disse enquanto o André ria da cara de nojo que eu fiz.
Agora o Travis tinha ficado sério.
– É sério Kat, você perdeu uma aposta. Mostre que você é uma mulher de palavra e seja realmente minha namorada. – Espera quem ele pensa que é mesmo? Tudo bem, se ele quer assim, vai ter que me aguentar.
Fui até ele, que estava sentado. Agachei-me e lhe dei um selinho um pouco demorado. Depois sai acenando.
Mas sem antes ver a sua cara de surpresa.
Antes de ir para casa, passei pela pista de Skate e vi que não tinha ninguém. Aproveitei e fui andar um pouco. Lá tinha várias pistas maneiras para fazer manobras.
Depois de algum tempo fui para casa e já estava de noite. Chegando lá vi a Luisa andando de um lado para o outro com um telefone na mão, com cara de preocupada. Merda – Pensei.
– Filha, onde você estava?! Eu fiquei muito preocupada, por que não atende seu celular? Aconteceu alguma coisa? – Ela falava sem pausas, Respirei fundo por ela.
– Eu fui na casa de um amigo e meu celular descarregou. – Disse calmamente, me sentando no sofá logo depois.
Ela relaxou, se sentando no sofá que estava na minha frente e me encarou.
– Tudo bem, mas pode avisar antes de sair? Por favor! – Implorou.
– Ta, tanto faz. – Disse indiferente.
– OK, agora vai se arrumar que teremos visitas. – Revirei os olhos.
– Quem eu terei o desprazer de ver hoje?
– Só são uns vizinhos amigos meus que querem te conhecer, não faça essa cara, eles são legais. Vá logo, nestante eles chegam.
Subi e fui para meu quarto provisório. Tomei banho e me arrumei. Botei minha calça preta rasgada, minha blusa do A7x e um all star azul.
Desci e eles ainda não tinham chegado, para a minha alegria.
– Fez as listas que eu pedi? – Dizia.
– Sim.
– Pode pegar?
– Claro. – Disse de má vontade. Subi e peguei as anotações e pela zuada lá embaixo os tais vizinhos devem ter chegado.
Fui descendo muito devagar. Até que eu vejo o meu atropelador no meio da sala de estar, só que dessa vez com camisa.
Fui até lá e todos se viraram para mim. A Luiza, outra mulher lá, um homem alto, uma menina de sei la quantos anos e o meu atropelador.
– Pessoal essa daqui é a Kat, minha filha. – Dizia a Luiza sorridente. Me puxando para onde o pessoal estava.
– Oi. – Disse.
– É um prazer te conhecer Kat, eu sou a Rosa, sua vizinha, esse daqui é o meu marido o João, essa a minha filha Joana e esse é o meu filho o Adam, ele tem a sua idade. – Dizia a mulher educadamente.
– Er, oi vizinhos. – Disse, foi a única coisa que consegui falar, já disse que sou horrível para socializar?
Depois fomos jantar, eu não troquei nenhuma palavra com o Adam, eu o odeio profundamente.
– Ah kat, o Adam ira estudar no mesmo colégio que você e adivinha na mesma sala. – Foi ai que o refrigerante que eu estava bebendo meio que saiu da minha boca e foi para a mesa.
– Como é? – Disse perplexa. Olhando para todos, que aliás estavam espantados com a minha reação.
– O que houve querida? – Disse Rosa, educadamente.
– Ah nada, desculpa. – Uma empregada da casa veio rapidamente e limpou o lugar que eu sujei.
– Oh, que boa noticia Rosa, tenho certeza que a Kat gostou da ideia, não é Kat? – Dizia a Luíza que me encarava com um sorrisinho.
– Com certeza. – Disse com toda raiva do mundo. O Adam me olhava, parecendo que estava me analisando ou sei La. Ignorei ele.
– Que tal o Adam ir com a Kat para o colégio? A Kat vai de carro sozinha... – Olha lá a Luíza pedindo, não melhor, gritando para morrer.
– Por mim tudo bem, o que acha Adam? – Dizia Rosa.
– Tudo bem. – Ele disse dando de ombros.
Terminamos o jantar, nós despedimos mas antes que eu pudesse ter um pingo de paz, o tal do Adam veio falar comigo.
– Você ainda está chateada kat? – Ele disse docemente.
– Não, atropelador. – Menti, eu ainda tava chateada, mais se vocês vissem a carinha que ele fez. Eu posso ser um gelo de pessoa, mas eu até que gostei daquele menino. Viu? Eu posso ser meiga.
Ele riu. – Sério, desculpa tá? – Disse me dando um beijo na testa e na mesma hora o empurrei levemente para trás.
– Eu te desculpo, mas não toca em mim. Eu só não gosto muito desse tipo de coisa. – Disse dando de ombros e entrando em casa logo em seguida. Ele tava com uma cara confusa e com um sorriso de canto.
Subi e fui para o meu quarto. Rapidamente peguei no sono. Nem queria saber como seria a aula amanhã.
Notas finais
Quero as opiniões ta?
beijo beijo, estarei esperando os comentários e mais uma vez foi mal pela demora.
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