Hi, I'm Kat

4 Crying is for weak!


Notas iniciais
Hey, demorei não é? Foi mal! Maaaas, meus testes acabaram e eu vou postar outro cap amanhã *-*
Eu fiquei um pouco triste por que teve poucos comentários no último capítulo, mas fico feliz que tem alguém lendo a fic kkkk
eu espero que quem estiver lendo comente sobre oq estiver achando, vai me deixar feliz *-*
Ah uma leitora me perguntou como eu imagino os personagens, eu não achei como eu imagino eles, mas eu vou postar um cap amanha e eles ok?
Beijos e espero que gostem.

Acordei e já estava atrasada de novo. Botei meu uniforme ridículo e desci. Não vi a Luiza, então fui na cozinha e peguei chicletes e uma lata de coca-cola para mim. Quando sai da casa, o carro já estava estacionado. Entrei e infelizmente bati minha testa com um individuo.

– AI! – Disse, esfregando a minha testa.

– Ta louca menina? Por que você entrou aqui do nada?

– Ah, você quer que eu bata na porta e pergunte se eu posso entrar? – Revirei os olhos. – O que você faz aqui, Adam? – Perguntei.

– Eu vou para a escola com você a partir de hoje, esqueceu? – Meu Deus, eu tinha esquecido completamente e lembrando isso... Meu deus, eu to namorando? Hoje não vai ser um bom dia.

– É, eu tinha esquecido. – Assim que chegamos no colégio, tive que ficar com esse garoto. Que não parava de ficar perguntando sobre o colégio.

– Eu tenho cara de guia? – Perguntei.

– Não. – Ele disse com cara de óbvio.

– Então para de ficar me perguntando sobre o colégio.

– Ta, desculpa estressadinha. – Revirei os olhos.

Chegando à sala o professor já estava dando aula.

– Atrasada Sra. Evans?

– Pois é... – Disse indo direto para o fundo, onde os meninos estavam. Ouvi o professor perguntar quem era o menino que estava comigo, mas ignorei e continuei andando, o Adam que se vire.

– Oi amor. – Revirei os olhos, já sabem quem é não é?

– O-oi. – Disse me sentando do lado do André e atrás do Felipe, que, aliás, estava dormindo, de novo.

– Quem é aquele que estava com você? – Perguntou o André e quando eu olhei para frente para procurar o Adam ele estava vindo à minha direção.

– Infelizmente, meu vizinho. – Disse, encarando o Adam que chegou ao meu lado, puxou a cadeira e se sento ao meu lado. Sério isso?!

Olhei de canto para ele. Que estava prestando atenção na aula.

– Amor, quem é ele? – Perguntou o Travis, com um sorrisinho. Ele tava adorando tudo aquilo, para o meu azar.

– Meu vizinho. – Vi que o Adam prestava atenção agora na nossa conversa. Ele chegou perto do meu ouvido e sussurrou: — Amor?

Revirei os olhos. Desde quando eu tenho que dar satisfação a esses idiotas?

– Ele é... Meu namorado. – Ele arregalou os olhos, surpreso.

– Como você conseguiu um namorado com esse humor? – Disse.

– Como é que é? – Disse olhando para o Adam diretamente.

– Ele é mesmo seu namorado?

– Você acha que eu não posso ter um namorado, isso? – Perguntei irritada e ele só deu de ombros. Esse garoto quer morrer, eu sei que eu não devo nenhuma satisfação a ninguém, mas eu vou provar para esse idiota que eu posso ter um namorado.

Um pouco depois, me acertaram uma bolinha de papel.

Abri a folha, Cheia de corações enfeitados e tinha algo escrito com uma caneta rosa cheia de glitter.

“Oi Travis, estou de olho em você. Beijos, Carlie.“

– NÃO É PARA VOCÊ ABERRAÇÃO. – Gritou Patty. Entreguei para o Travis. Que após ler soltou um sorrisinho. Garotos são tão idiotas. Mas, o que a Carlie pretendia? Ela não gostava do tipo do Travis, meio louco e misterioso. Enfim, isso é problema dela. Eu não quero mais saber dessa garota.

Continuaram as aulas, o André jogava no seu celular, o Travis ficava trocando olhares com a Carlie e me irritava e o Adam prestava atenção na aula e às vezes tentava falar comigo.

No intervalo fomos juntos para a cantina. Eu parecia à menina dos meninos. Uma garota mais cinco garotos. Era estranho.

Nós sentamos na nossa mesa de sempre, bem afastada das dos outros. Enquanto devorava loucamente minha comida, o Adam conversava com os meninos e eu ouvia calmamente a conversa.

– Vou buscar outro suco para mim, você quer amor? – Perguntou o Travis.

– Não. – Disse e voltei a comer. Ele deu uma piscadela e foi comprar o tal suco.

Quando estava voltando o Grupo de vadias entrou na sua frente. Falaram algumas coisas e o que mais me assustou aconteceu depois, o Travis sentou-se à mesa delas.

– Pareceu que ele caiu na armadilha. – Disse.

– Agora é tarde. – Completou Felipe.

– Do que estão falando? – Perguntou Adam.

– Da Patty e seu grupo de vadias, o Trav se juntou a elas. – Disse apontando para a mesa a nossa frente, o Adam se virou e olhou, depois voltou à atenção a mim.

– Tenho pena dele. – Completou o Adam.

– Concordo Adam. – Disse e voltei a comer.

– Pode me chamar de Dan, kat. – Olhei para ele e sorri.

As aulas acabaram e eu e o Dan, voltamos para a casa de carro, juntos. Nossa como minha vida ficou estranha.

Saímos no carro e cada uma foi para a sua casa. Mas antes de entrar o Dan veio falar comigo.

– Kat, tem uma pista de Skate aqui perto, quer ir andar comigo?

– Com certeza, que horas? – Perguntei.

– Umas 15:30h ta bom?

– Combinado. – Entrei em casa e fui comer, a Luíza não estava em casa. Para a minha alegria, eu me sentia desconfortável com ela perto.

Depois fui para o meu novo quarto, a Luíza comprou tudo o que eu pedi, ela tinha pintado o quarto e comprado os móveis e quando entrei tinha uma sacola com vários cartazes de bandas que eu gostava. Arrumei o resto do quarto, botei minhas coisas nele e fui descansar um pouco.

Quando era umas 15h fui tomar um banho. Vesti uma blusa branca e por cima uma blusa xadrez azul de manga, meu short e um all star azul. Peguei meu celular e meu skate e desci.

Peguei alguns chicletes na cozinha e esperei o Dan na sala, o qual não demorou muito.

– Hey, ta pronta? – Perguntou ele quando abri a porta.

– To, quer chiclete? – Perguntei fechando a porta.

– Claro.

– Gostei do Skate. – Disse. – Valeu. – Ele sorriu.

– Nossa já ia me esquecendo. – Peguei meu celular e mandei uma mensagem a Luiza avisando que iria sair com o Adam.

– O que foi?

– Ah, nada demais. Eu tinha que avisar á Luiza que sairia hoje.

– Luíza?

– É, sua vizinha, que mora comigo... – Falei.

– Ah sim, sua mãe. – Ele disse sorrindo logo depois.

– Vamos logo? – Disse botando o Skate no chão e indo. Ele veio logo atrás de mim.

Ficamos horas na pista, conversávamos sobre pouca coisa. Mas posso dizer que foi uma tarde bem divertida. Fomos para casa e a Luíza já tinha chegado.

– Gostei por ter me avisado que iria sair.

– É, você pediu não é.

– Gostou do seu novo quarto? – Não dava parar dar uma de indiferente agora, eu tinha gostado e muito dele, tinha que pelo menos agradecer.

– Sim, obrigada. – Falei subindo as escadas indo até meu quarto. Joguei o skate em qualquer lugar e fui tomar um banho.

Quando terminei o meu celular tocou.

– Alô?

– Oi amor, vamos sair?

– Quem é?

– O Travis, Kat. Quem mais seria?

– Como conseguiu meu número?

– Eu pedi ao André, então vamos sair ou não?

– Eu sou obrigada a ir com você por causa da aposta?

– Sim você é, te pego em uma hora.

– Posso saber aonde vamos?

– A uma balada.

– Não obrigada.

– Ta bom, um cinema?

– OK, mais eu escolho o filme.

– Tudo bem então, até nestante.

Arrumei-me e desci. A Luíza estava no notebook dela.

– Vai sair querida?

– É.

– Posso saber onde?

– Vou ao cinema, pode parar com o interrogatório? – Nessa hora a campainha tocou.

–To indo, tchau. – Disse e bati a porta.

– Nossa você ta linda. – Disse Travis, me olhando de cima á baixo. Revirei os olhos.

– Dá pra parar? – Falei o encarando.

– Vamos? – Perguntou.

– Por que tá fazendo isso?

– Eu não gosto de ficar em casa.

– Por que não sai com o André?

– Por que ele ta em casa. – Olhei para ele como se ele fosse algum idiota, o que ele era.

– Como a gente vai?

– De carro.

– Que carro?

– Você vai perguntar tudo?

– Tem algum problema em responder?

– Você é muito irritante garota.

Sorri e me pus na sua frente o fazendo da um passo para trás com o susto. Cheguei bem perto do seu rosto e sussurrei: Eu sei. – Não me pergunte por que diabos fiz isso, mas é bom provocar as vezes. Ele ficou pasmo com o que eu fiz. E me fez rir com sua cara. Continuei andando e ele veio atrás de mim.

Fomos de carro até o cinema e conversamos algumas coisas. Assistimos a um filme de comédia, eu joguei pipoca nele, comi bastante chocolate e depois ele me levou em casa.

– Ei, por que foi sentar na mesa das vadias? – Perguntei antes de entrar em casa.

– Não chama elas assim... – Espera o QUE?

– Como é?

– Olha tirando a Patty, elas são legais. Eu gostei da Carlie. – Ele falou e eu fiquei boquiaberta.

– Nossa. Então por que não chamou ela para ir ao cinema com você? – Espera, o que foi isso? Por que grilos eu disse isso, tá é o açúcar na cabeça Kat, calma. Virei-me e fui andando para casa.

– Kat, espera. Eu nem conheço ela, por que ta falando isso? – Ele disse e eu me virei para olha-lo.

Eu sorri. – Não é nada Trav, obrigado por hoje e aproveita eu não agradeço muito. – Tá eu fingi um pouco, eu era muito boa nisso. Ele me olhou confuso e depois eu fui para casa e direto para o meu quarto.

Não eu não chorei, mesmo por que não tinha motivos e eu não choro muito. Para mim chorar é pra fracos.

Notas finais
Então o que acharam? Vai rolar mil tretas daqui pra frente.
Espero que estejam gostando, eu n gostei mt desse cap, mas o próximo será melhor.
AAAH, obrigada aos dois amores que favoritaram a fic s2s2 fiquei mt feliz! :D