Hey, Brother!

4 Start the car and take me home.


Notas iniciais
Bom, este é o 4º Capítulo, espero que gostem. ;) ~~ Gabe.

P.O.V Lucy

Não estava muito interessada no quê Luke iria falar. Não sei se ele estaria mentindo, não sei o que estava passando na cabecinha dele, e pelo incrível que pareça, eu queria ir logo para a aula.

Estava distraída enquanto ele falava, até que ele me cutucou e disse:

– Eeeeeei, Lucy, alô?

– Que foi, idiota?

– Você ouviu algo do que eu disse?

– Hum, bem... Não.

– Então agora preste bem atenção: Sabe aquela foto que caiu da sua mochila?

– Sei, e daí?

– Era meu pai.

– What? Como assim? Tá maluco?

– Pega ela.

Eu peguei a foto, e ele pegou um celular no bolso dele que mostrava uma foto dele com meu pai, que a propósito, estava muito diferente.

– Mas Luke, você, meu irmão? Tem certeza que é seu pai mesmo?

– Absoluta, e se você quiser, eu posso trazer ele aqui para te provar.

– Tá, que seja. Na hora da saída, ele vem te buscar, certo?

– Certo.

– Quero falar com ele.

E nesse momento, o sinal finalmente tocou. Me senti levemente aliviada por não ter que continuar com aquele assunto.

P.O.V. Luke

Também acho absurda a ideia de Lucy ser a minha irmã, sério, eu não tenho NADA A VER com ela, os cabelos dela são castanho-escuros e eu sou loiro, os olhos dela são verdes e os meus são castanhos. Como pode ser? E ALÉM DO MAIS, GÊMEOS! Mas enfim, se isso for realmente verdade, eu vou ter uma longa conversa com o meu pai, ou até mesmo com a minha mãe, que está vivendo com Lucy.

Enquanto pensava nisso, percebi que faltavam 2 minutos para terminar a aula, então arrumei o meu material e o sinal tocou.

Vi Lucy saindo da sala, alcancei ela e disse:

– Ei, não vai ficar para ver o meu, ou nosso, pai?

– Ah, sim! Espere um pouco! – Ouvimos uma música de estilo Rock saindo de dentro da bolsa de Lucy, parecia Green Day ou outras dessas bandas que ela gosta. Ela atendeu ao telefone e falou: – Alô, mãe?... Ah! Desculpe mãe, hoje vou sair um pouco mais tarde, quando eu estiver saindo eu te ligo... Tá, tchau! – E desligou o celular.

– Era minha mãe – Disse ela – Primeiro quero ter certeza que é o meu pai para depois falar para ela...

– Ah, ok... Ah! Olha meu pai, ele chegou... — Cheguei até o vidro fechado do carro dele e disse: — Pai esta é Lucy e...

Meu pai abriu a porta do carro, mas no momento em que ele fez isso, dois homens vestidos de terno e armados com algo que parecia uma arma bem esquisita saíram de uma esquina e chegaram até ele, apontando a arma. Meu pai foi obrigado a subir ao carro, mas antes gritou:

– LUKE! ELE JÁ SABE QUE VOCÊ E ELA SE ENCONTRARAM! VÁ PARA A CASA DE LUCY, MARY TE DIRÁ O QUE FAZER!

– MAS QUEM DIABOS É MARY? PAI? PAI! – gritei, mas os homens que o sequestraram já haviam ido embora com meu pai preso em seu próprio carro.

– Luke, Mary é a minha mãe, aquele era definitivamente meu pai, agora me conta... QUE MERDA ACABOU DE ACONTECER AQUI? – Mas sem que eu tentasse responder, ela pegou o celular, ligou para a sua mãe e disse:– Mãe, venha me buscar... Ah, e é capaz de que um amigo meu venha com a gente.

Ouvi a mãe de Lucy dizer “ok”, então ela desligou o telefone, e, juntos sentamos em um banco para esperar Mary, ou devo chama-la de minha mãe?

Notas finais
Comentem, divulguem, sei lá.