Herdeiros - Interativa
39 Capitulo 6
Notas iniciais
POV Jace
Voltei da faculdade morrendo de fome, assim que cheguei almocei com os demais, estava feliz, posso assim dizer, afinal estou cursando química, e isso é ótimo, pois posso criar coisas úteis misturando formulas. Sentei com todos para almoçar, conseguíamos ouvir uma melodia vinda de algum dos cômodos. Continuei a comer, precisava terminar logo, subir e fazer um trabalho que nos foi passado logo primeiro dia. Ash sentou do meu lado e demos um selinho, o que fez com que alguns olhassem com nojo mas não ligamos. Depois que terminamos, subimos de mãos dadas.
– Então, como foi seu primeiro dia? – perguntei quando paramos, a encostei na parede e fiquei mexendo em uma madeixa dos loiros cabelos dela.
– Foi bom, mas o idiota do Nick atrapalhou a aula, retirando isso, amei. – ela sorriu, me puxou pelo colarinho da camisa e me beijou. Passei as mãos pelas costas dela, a envolvendo em meus braços, ela pulou enlaçando-me pelo quadril e a levei para o quarto dela. Com ela ainda nos braços, abri a porta e fechei ao passar, a joguei na cama e ela mordeu os lábios. Retirei minha camisa e ela avançou, e percorreu com o dedo indicador as divisórias do meu peitoral. Levantei a cabeça dele e a beijei, ela então me puxou para cama e ficou por cima de mim, sentou em meu membro e ficou rebolando, me torturando.
– Você quer? – ela falou em meu ouvido. A segurei e virei pela cama.
– Não deve me provocar, Ash. – retirei a calça dela puxando de vez e ela abriu o zíper da minha, que logo me livrei. Retirei a camisa dela e a deixei de sutiã. Ela então me empurrou de leve, fazendo com que eu me sentasse, e sentou-se em meu colo, retirou o sutiã e jogou longe. Ela então sentou em meu membro, colocando todo de uma vez só. Ela descia e subia, rebolava, indo um pouco devagar e mais lento as vezes, estava ficando louco com ela, a joguei na cama e a deitei de lado, fiquei um pouco mais abaixo e a penetrei novamente, indo com mais força e velocidade, não demorou muito e gozei dentro dela. Arfavamos, me deixei ao lado da mesma e beijei a nuca dela. Ash virou-se para mim e aninhou-se me meu peito.
POV Sophie
Assim que terminou a aula fui para meu carro e joguei a bolsa no banco de passageiro. Sai de lá, precisava muito dançar para relaxar. Tomei um banho e fui praticamente correndo para a varanda que tem vista para o mar. Estava vestindo um short preto e uma blusa branca de malha, os pés estavam descalços mas com bastante talco para que eu pudesse deslizar melhor, os cabelos presos. Liguei o som, colocando a música To build a home do filme Step Up e deixei que a música fluísse pelo meu corpo. Fechei os olhos por um momento e quando abri, vi que John me olhava dançar; dei um pulo para trás assustada com a mão no peito.
– Sua dança é linda. – desliguei o som e sentei no chão. Ele sentou ao meu lado.
– Estaria melhor se tivesse alguém dançando comigo, é para uma dupla, mas eu me viro. – disse sorrindo.
– Vim te chamar para almoçar, todos já comeram. – ele me olhou e sorri.
– Obrigada. Mas estou com preguiça... – falei manhosa. Ele me pegou nos braços sem aviso prévio. – EI!
– Você precisa comer, Sophie, então vamos lá. – ele disse me levando nos braços, neguei com a cabeça e apenas deitei a cabeça no ombro dele, para diminuir meu peso. O perfume dele me envolveu, não queria mais sair dali. Ele me sentou em uma cadeira e depois sentou na minha frente, já havia um prato enorme de comida na minha frente com feijão, arroz, salada e peixe. Além de um copo de suco enorme. – Acha que não notei que tem se alimentado mal? Você só sai daqui quando comer tudo. – fiz uma careta.
– Ai John, eu não consigo comer tudo isso.
– Se fizer um esforço, consegue. – ele cruzou os braços e ficou me observando comer. Com muito esforço consegui comer metade do prato gigantesco e tomei todo o copo de suco. – Melhor assim. – ele beijou minha testa e deu aquele sorriso de carinho, raro, mas que eu amo ver.
POV Kay
Voltei para casa com a Penny, Jenny e Kat. Quando chegamos o almoço já estava sendo servido, e porque chegamos atrasadas? Simplesmente porque a Penny quis parar para comprar sorvete, tivemos que esperar ela terminar para voltar para casa. Notei que James me olhava “discretamente” enquanto comia, virei o rosto. Livy estava a meu lado, decidi conversar para ver se ele parava de me olhar, isso me deixa agoniada. – Livy, e gostou de sua aula?
– Sim, nos aprendemos várias coisas interessantes sobre fotos.- ela falava animada. – e até tiramos algumas. – notei a câmera profissional repousando em seu colo. – Acredita que já temos trabalho? – ela falou e depois voltou a comer.
– Sim. – respondi. Logo terminei de comer e me retirei da mesa. Fui para meu quarto e tranquei a porta, tomei um banho e fui para a sala de estudos, precisava de responde uma atividade passada e entrega-la amanhã. Sentei em uma das mesas de mogno e abri o notebook, peguei a folha da atividade e uma caneta no estojo. Enquanto eu esperava, ouvi passos atrás de mim e me virei.
– Oi James. – dei um sorriso.
– Kay, o que acha de sair para jantar comigo? – ele perguntou encostando na mesa. Me surpreendi com o convite.
– Claro, porque não? – falei sorrindo.
– Esteja pronta as nove. – ele então saiu, e voltei a fazer meu trabalho.
POV Nick
Estava em meu quarto, já anoitecerá. Eu liguei para meu pai, combinando dele vim aqui para conversarmos. Hoje eu ia por um fim nessa história. A mansão estava silenciosa, e praticamente vazia, apenas Sophie e Elle estavam. James havia saído com Kay, John saira com Logan para comprar bebidas para a festa que teria, e os outros não sei. Peguei a adaga e coloquei escondida por dentro da blusa, desci assim que ouvi a companhia tocar e atendi. Era Clint. – Entre, pai. – Barton me olhou raivoso por causa do meu sarcasmo. Ele fechou a porta ao entrar, caminhamos até o meio da sala mas não sentamos.
– Vá direto ao ponto, Nicholas. – Ele disse sério.
– Porque ela queria te matar? – ele olhou.
– Ela sabia das missões que iam ocorrer e que eram secretas até para mim no momento, ela tinha um amigo próximo, da máfia russa, e ele a usou para conseguir informações, eu tive que mata-la. – haviam furos naquela história, eu o olhei confuso, ele então riu alto. – Idiota. Você é realmente um idiota. Ele andou para perto da porta da cozinha. – Eu matei sua mãe, porque eu quis, e ela gritava tanto por socorro, mas ninguém ouviu. Foi tão prazeroso, e eu faria tudo de novo. – Eu ia matar ele, ia tortura-lo lentamente. Com ódio, eu não era mais eu nesse momento, puxei a adaga de dentro da camisa com facilidade mas nesse momento Sophie saia da cozinha com um potinho individual de sorvete, ela, distraída com os fones de ouvido, foi puxada por meu pai, que a usou como escudo, foi tudo muito rápido, não tive como parar, a adaga entrou em cheio na artéria que passa na coxa e o sangue começou a jorrar. Ela tentou gritar, mas por tamanha dor não conseguiu. Clint a largou e fugiu, antes que ela caísse no chão a segurei, retirei minha camisa e enfiei no corte profundo após retirar a adaga com agilidade.
– ELLE!!!! ELLE!!! – gritei. Ela apareceu no topo da escada toda descabelada, provavelmente já estava dormindo. Ela viu o que acontecia, pegou as chaves de algum dos carros e corremos para a garagem enquanto eu carregava Sophie no braço. Ela precisava de atendimento imediato. Chegamos no hospital com rapidez, já que ficava no outro quarteirão. Corremos para dentro do prédio.
– AJUDEM!!! – Elle gritou, os médicos logo correram e pegaram Sophie, expliquei o que aconteceu. Eu e Elle tivemos que ficar na sala de espera. Uns dez minutos depois, o médico voltou .
– A amiga de vocês passa bem, mas foi por pouco, se demorasse mais um minuto, ela ficaria sem o movimento da perna. Ela terá de ficar aqui por uma semana, até esta recuperada, mas quando voltar para casa terá de ficar de repouso por mais uma semana. – assentimos com a cabeça, ainda em choque para falar. Elle seguiu até a recepção para fazer a ficha da Sophie.
Fale com o autor