Her.

9 Nossa história.


Notas iniciais
Hey pessoas! Como vão? Sei que eu demorei pra caramba com esse capítulo, mas aconteceram muitos problemas... Pra vocês terem uma noção, estou postando sem estar betado. A minha beta, Valentina, ta com uns problemas no pc e ainda não me mandou o cap, e como eu não podia fazer isso com vocês tô postando sem betagem. Só que assim que ela me enviar eu substituo o capítulo pra ficar tudo certinho. Obrigada pela paciência, meus lindos! Esse capítulo é dedicado as meninas do Outlaw Queen Fanfics. PS.: Leiam ouvindo a música que inspirou a história: https://www.youtube.com/watch?v=jFg_8u87zT0 (You Found Me - The Fray) Repita se for preciso!

Elisabeth abriu os olhos e tentou se acostumar com a claridade daquele quarto de hospital. Não sabia que horas eram, mas percebeu que já era de manhã pelo barulho que vinha do lado de fora da janela.

Ela ainda estava com as mesmas roupas, e sem nenhum aparelho conectado, o que era bom.

Esfregando o rosto, a menina se levantou da cama e só notou que estava sem sapatos quando seus pés tocaram o chão gélido.

Pegando-os ao lado da cama e calçando-os de qualquer maneira, ela se dirigiu para fora do quarto branco e logo deu de cara com um corredor. Cruzando os braços para se proteger do frio matinal, notou Mary Margaret se levantar da cadeira e caminhar até ela.

Henry, Mr. Gold e Bela também estavam ali.

– Como está se sentindo? – a moça perguntou a Lizzie.

– Fisicamente? Bem… Emocionalmente? Um caco. – soltou um suspiro. – E também sinto frio.

A morena riu e apontou com a cabeça para a mochila em um dos bancos.

– Suas coisas estão ali, pedi que David trouxesse.

Lizzie assentiu e caminhou até o objeto, procurando por um casaco, enquanto fazia isso, observou Henry de soslaio. O garoto estava arrasado, não se mexia, e ela entendia isso. Ele viu a própria mãe ser arremessada contra uma parede.

Só naquele instante ela se deixou pensar que Regina também era sua mãe.

Seu estômago revirou, seu coração bateu mais forte e um arrepio passou por sua espinha.

Saindo de seus devaneios ela deu de cara com o casaco de lã verde-musgo.

Olhando para os outros dois no corredor, ganhou um sorriso de Bela e um fixo olhar de Gold. Ela não o conhecia, só o avistou algumas vezes na rua. O homem lhe dava medo.

Como Bela pôde se casar com ele? Não dava pra entender aquele amor.

Quando a roupa passou pelo seu pescoço, Rumple também sorriu para ela.

Nunca julgue um livro pela capa.

Voltando para perto de Mary Margaret, Lizzie cruzou os braços e perguntou:

– E Regina? Como está? – a outra sorriu e fitou Henry enquanto respondia.

– Não sofreu nada grave, apenas ganhou um machucado na cabeça. Dr. Whale disse que assim que ela acordasse, teríamos mais notícias.

Bastou que a morena dissesse isso para o doutor aparecer no corredor. Todos se levantaram, inclusive o filho da prefeita.

– Dr. Whale! Como minha mãe está? – o mesmo perguntou.

– Podem ficar tranquilos que a Rainha está bem. – todos soltaram um suspiro e Mary Margaret sussurrou algo como “Graças aos Céus!” – Está com um hematoma no braço esquerdo, não vai durar muito. O corte no crânio foi pequeno, sem preocupações também. – sorriu. – E você Elisabeth, sente algo? Sua pressão baixou devido ao nervosismo e isso causou o desmaio.

Ela queria poder responder “Sim, sinto tudo ao mesmo tempo! Será que dá para alguém parar de me enrolar e começar as explicações?”, mas não era desse sentimento que o doutor estava falando.

– Não. – respondeu. – Cem por cento bem.

– Certo. Bom, já que Regina acordou, quem vai ser o primeiro a vê-la? – questionou para os cinco no recinto.

– Nada mais justo do que seja o Henry, ele é mais chegado a ela que todos nós aqui. – Bela sugeriu. – E Regina ficará feliz em ver o filho.

O menino sorriu, agradeceu e começou a andar com o médico, mas no meio do caminho ele parou e se virou para Elisabeth.

– Não sou quem ter que ir, é ela! – Lizzie arregalou os olhos e se aproximou do irmão.

– Henry, não. Você deve ir.

– Pare de tentar fugir! – aumentou o tom de voz, assustando os outros. – Ela é sua mãe também, vocês duas precisam conversar. Eu posso esperar.

Ela nada disse, apenas se curvou para abraçar o garoto e sussurrou:

– Obrigada pelo empurrão de coragem.

Henry estava certo. Não era ele, muito menos Mary Margaret quem deveria ir. Era ela.

Acompanhando o médico, ela deixou o corredor. Apertou mais o casaco contra si e começou a pensar no que falaria com Regina. As palavras de Henry ainda ecoavam em sua cabeça.

Estava tão distraída em seus pensamentos que continuou andando quando Whale parou em frente ao quarto.

– Vai para onde? – o médico perguntou dando uma risadinha.

Lizzie revirou os olhos e parou ao lado do médico, que abriu a porta com cautela. A menina continuava mais atrás, onde a Rainha não podia vê-la.

– Regina, – ele falou assim que entrou. – alguém veio te visitar.

– Henry? – a mulher disse, e a garota podia ouvir esperança em sua voz.

Dando dois passos, ela entrou no local alvo.

– Sou eu. – e sorriu fraco quando a outra sorriu também. – Ele insistiu que eu viesse.

Colocando um cabelo atrás da orelha, ela se aproximou da cama e cruzou os braços novamente.

– Isso é a cara dele. – as duas riram.

O médico pigarreou e verbalizou antes de sair:

– Vocês têm dez minutos.

Regina observava a menina calada a sua frente. Suas unhas roçando no algodão verde, indicando nervosismo, e o jeito que ela mordia o lábio inferior, lhe faziam lembrar de como a Rainha ficava da mesma maneira, esperando o pai voltar da rua. E de como ela corria ao seu encontro quando ele chegava, o abraçava apertado e sentia o cheiro de hortelã que ele emanava.

Elisabeth não pode ter nada disso.

Úrsula.

Bruxa maldita.

– Querida, venha aqui. – ela chamou, despertando a mais nova de seus pensamentos. – Eu não sei o que está passando pela sua cabeça, mas… – começou assim que Lizzie estava a poucos centímetros dela. – Nós precisamos ter essa conversa, então… Pergunte o que quiser.

Respirando fundo, ela assentiu e perguntou sem hesitar.

– Vocês queriam me abandonar?

Regina podia ver os olhos da filha marejados. Levantou uma das mãos e acariciou os cabelos macios da menina.

– Não. Nunca. – ela sorriu.

– Então, por que eu cresci em um orfanato? – sua voz era trêmula, ameaçava choro.

– Elisabeth, como você já deve saber, não somos daqui. Viemos de um lugar chamado Floresta Encantada. E pode ser mais perigoso do que o nome sugere. – as duas soltaram uma risada. – Lá, existe magia, maldições e pessoas muito ruins. Por causa de uma dessas pessoas, você cresceu longe de mim e de seu pai.

– Por que a senhora não falou comigo assim que me viu? – uma lágrima escorreu por sua bochecha vermelha.

Regina engoliu em seco.

– Por causa dessa pessoa má, eu não me lembrava de você. Quer dizer, ainda não me lembro. – Lizzie franziu o cenho, tentando entender as palavras. – Todos que um dia conheceram você, estão sob efeito de uma maldição muito poderosa… Que só pode ser quebrada por um beijo de amor verdadeiro.

– Um beijo de amor verdadeiro? – perguntou. – E por que esse beijo ainda não aconteceu?

– Porque o meu amor verdadeiro não está comigo. Nossa maldição era vivermos separados. – respondeu com um semblante triste.

– Seu amor verdadeiro é o meu pai?

Regina sorriu e deixou uma lágrima escapar.

– Parece que você andou lendo o livro.

Lizzie riu.

– Eu gostei da sua história.

A Rainha segurou as mãos da menina e a olhou fixamente.

– Ela pode ser sua também, se quiser.

Elisabeth fechou os olhos e chorou sem se importar com nada.

– Eu quero! É o que eu… É o que eu mais quero!

Mesmo sem se lembrar de nada, Regina conseguia chorar.

Com tão pouco tempo, Elisabeth tinha tomado uma parte muito grande de seu coração.

Sorrindo, ela fitou a filha e disse:

– Eu juro que quando me lembrar, vou te contar sobre tudo o que passamos juntas. – Lizzie fungou e respondeu sorrindo:

– Vou cobrar. – tamanha era a felicidade que sentiam, que nenhuma delas conseguia parar de sorrir. – Posso falar uma coisa? – Regina assentiu, observando a menina trocar as posições de suas mãos sob o colchão. – Ontem, quando tudo aquilo aconteceu… Eu fiquei tão nervosa por Úrsula que acabei me descontrolando. Minhas mãos começaram a brilhar, e, eu não sei… Uma coisa passou por todo o meu corpo. Só percebi o que tinha feito quando vi aquela bruxa caída no chão.

– O nome disso é magia, Lizzie. – explicou. – E, pelo que percebi, magia branca. Uma das mais poderosas.

– Como isso é possível? – indagou. – Eu nunca fiz magia na minha vida! – estava bem claro que ela precisava entender um pouco mais sobre aquele mundo.

– Magia pode vir de várias formas. Ensinamentos, de nascença, ou de arrependimento. – Regina praticamente soletrava as palavras. – Ouça, no seu caso, sua magia vem de nascença. Você é fruto do amor verdadeiro. E você nunca conseguiu fazer magia, porque fora desse cidade ela é imprevisível. Compreende? – a garota assentiu. – Prometo te ensinar a controlar.

– Agradeço, mas… Eu preciso voltar agora. Podemos conversar mais quando a senhora tiver alta, o que acha? – perguntou com um sorriso no rosto.

– Acho uma ótima ideia! – riu e fitou a menina uma outra vez. – Até mais, princesa.

Elisabeth riu e respondeu com a mesma moeda.

– Até mais, Rainha!

Em um movimento rápido, as duas estavam encaixadas em um abraço apertado. Como elas precisavam dele. Assim, achavam que nos braços uma da outra, ficariam bem e passariam por qualquer desafio.

Quando se afastaram, Regina olhava aqueles castanhos marejados, tão parecidos com os seus. Ela nunca mais queria sair de perto daquela garota.

A prefeita levantou o corpo e colou seus lábios na testa da filha. E, assim que fechou os olhos, sentiu o vento passar pelos seus cabelos, e uma luz aquecer suas memórias frias.

Robin.

Você precisa de amor.”

Posso saber o seu nome, ou devo simplesmente chamá-lo de Ladrão?”

Falhei com meu compromisso e minha honra.”

Ali, o homem da tatuagem de leão!”

Dar a ela o nosso desprezo é a melhor vingança.”

Gravidez.

Nós vamos ter um bebê.”

Eu sou o homem mais feliz do mundo.”

Nascimento.

Vamos, Majestade, empurre!”

Eu não consigo!”

Vocês tiveram uma linda menina.”

Elisabeth.

Isso é para você parar de puxar os meus brincos.”

Cuide dela. Não importa o que aconteça, cuide de Elisabeth.”

Eu prometo.”

– O que foi isso? – a menina perguntou, observando a face espantada de Regina.

– Eu… – e com um sorriso fraco no rosto, ela se virou para a filha e terminou sua frase. – Eu me lembro.

***

Na delegacia, o clima era bem diferente. Emma estava impaciente e parecia querer explodir. David tentava colocar ordem no recinto, sem sucesso.

Úrsula estava sentada dentro de uma das celas, e olhava para os dois sem dizer nada. E era isso que incomodava.

– Chega! – a loira de olhos verdes gritou. – Vai nos dizer onde o Robin está, ou eu terei que apelar para outro método!

– Não vou dizer. – a bruxa respondeu. – Será que você pode tirar essa pulseira? Está apertando o meu pulso.

Emma se aproximou das grades e disse:

– Você vai ver o que vai apertar o seu pulso se não me der uma resposta!

– Está bem. Não precisamos ter tanta raiva. – ela disse e a outra revirou os olhos. – No meio da floresta, há uma cabana… Fiquei nela esse tempo todo, apenas observando. Robin Hood está trancado no porão.

A loira se afastou.

– Alguma coisa que devemos saber? Algum escudo? Magia? – cerrou os olhos, buscando qualquer sinal de mentira.

– Não. – confessou. – Há apenas um homem sem memória.

Os xerifes se viraram para sair, mas Úrsula pediu que parassem.

– Eu os ajudei, posso pelo menos ganhar algo em troca?

Emma cruzou os braços e ralhou:

– Estar viva não é um bom prêmio?

A bruxa nada disse. Os dois loiros deram meia volta, prontos para partirem em direção a cabana, mas algo os impediu.

Um vento forte passou por eles. Emma, no início, não entendeu, mas assim que ouviu Úrsula dizer um “não”, ela deduziu tudo.

– Aconteceu o que eu estou pensando? – ela perguntou, olhando para David, que ainda estava parado no mesmo lugar.

– Sim. Quebraram a maldição… – ele piscou e olhou para a filha. – Eu preciso ir ao hospital, vá para a cabana! – gritou enquanto corria. – Encontre Robin!

***

Regina sorriu enquanto lágrimas caíam de seus olhos. Elisabeth estava parada com a boca aberta e não sabia o que fazer.

Se levantando da cama e afastando os lençóis, a Rainha olhou para a menina, segurou seu rosto com as duas mãos e sussurrou:

– Olhe para você… – e riu entre as gotas salgadas que desciam por suas bochechas.

– Você se lembra? – perguntou. – Quebrou a maldição?

Regina riu mais uma vez.

– Sim, meu anjo… Esse é o poder do beijo de amor verdadeiro!

Lizzie sorriu e abraçou a mãe mais uma vez, o mais apertado que pôde.

Naquele mesmo instante, a porta do quarto se abriu, revelando Henry, Mary Margaret e David. O menino correu para abraçar a mãe, que retribuiu.

– Você conseguiu! – ele se dirigiu à irmã.

– Na verdade… – Lizzie começou. – Não fui eu quem deu o beijo e amor verdadeiro.

Todos olham para Regina, que sorriu, apertando as duas crianças nos braços.

– Úrsula nos falou a verdade. – David começou, quebrando o silêncio. – Tem uma cabana no meio da floresta… Ela ficou esse tempo todo escondida.

– E Robin? – ela perguntou, com um fio de esperança.

– Emma foi encontrá-lo.

A Rainha nem esperou que eles dissessem mais nada, soltou os filhos e se dirigiu para fora do quarto.

– Regina! – Mary a chamou. – Onde vai?

– Encontrar o meu ladrão! – respondeu, voltando a caminhar.

Passou por entre médicos que tentavam mantê-la no hospital, mas ela não ligava. Regina só queria encontrar a sua felicidade novamente.

Atravessou a porta principal e a luz do sol invadiu suas retinas, o que a fez cerrar os olhos. Olhou para os dois lados da rua, e tentou escolher para onde ir. Deu alguns passos e parou no meio da rua quando ouviu chamarem seu nome, olhou para a porta do hospital, mas a voz não pertencia a nenhum de seus familiares.

– Regina! – chamaram novamente. A prefeita se virou, procurando o som até encontrar.

E parado na outra esquina junto a Emma, lá estava o amor de sua vida. Lá estava Robin.

Não deu para saber quem correu primeiro de encontro ao outro, também não deu para saber quem chorava mais.

Calafrios percorriam a espinha de Regina, um após o outro. Tudo o que ela sentia eram as mãos quentes passando pela sua cintura e a levantando no ar, girando-a, e logo depois, os lábios macios de Robin tomando-a para um longo beijo.

Lágrimas desciam por seus rostos, mas eles não se importavam.

Ela subiu as mãos para o rosto do homem e o acariciou, acreditando que finalmente o havia encontrado.

– Eu senti sua falta. – ela sussurrou entre soluços. – O que ela fez com você?

– Eu estou bem, minha Rainha, juro. – Regina sorriu quando ouviu o jeito amoroso que ele lhe chamava. Como ela sentiu falta daquilo. – Úrsula me manteve preso em um porão. Me alimentava, mas mal falava comigo. Não me lembrava de nada até um vento passar por mim, e, do nada, lá estavam minhas memórias.

– E o que aconteceu antes de você ser preso?

– Fiquei congelado por 15 anos, até que um dia ela e Cruella me separaram de nossa menina e… Regina! – ele gritou. – Nossa filha! Eu não cumpri minha promessa! Onde ela está?

A mulher sorriu e tentou acalmar o homem.

– Robin, meu amor, se acalme… – ela o fitou, os olhos dos dois brilhavam. – Tem alguém que quer te conhecer.

Quando ela olhou para a porta do hospital e encarou a filha, Robin sabia do que se tratava.

A garota também chorava e andou na sua direção, quando ele também o fez.

Com muito cuidado, ele tocou o rosto de Elisabeth com as duas mãos e sorriu.

– Você está idêntica a sua mãe. – Lizzie riu e se jogou nos braços do pai, que se ajoelhou no chão e chorou junto a ela.

Mary Margaret, emotiva como era, também estava chorando e revivendo memórias do dia em que se lembrou da filha.

Henry também estava emocionado e aparentemente feliz, mas também sentiu ciúmes da irmã.

Lizzie se separou do pai quando ouviu a voz de Emma.

– O momento é lindo, mas ainda temos problemas para resolver.

– Que problemas? – a voz de Regina soou alto.

Robin se levantou do chão e abraçou a esposa pela cintura, enquanto segurava a filha por um dos ombros.

– Robin, você fez menção a Cruella, estou certa? – o arqueiro assentiu.

– Foi ela que levou Elisabeth para fora daqui, por quê?

– Cruella não foi vista depois disso. Devemos nos preocupar? – ele questionou, mas nenhum deles sabia se a mulher era tão perversa quanto Úrsula.

– Eu acho que sei onde ela está. – a voz de Lizzie quebrou o silêncio. – No orfanato, uma mulher cuidou de mim a vida inteira. As outras meninas e eu, a apelidamos de Cruella De Vil, por ser cruel com todas nós e viver sempre acompanhada de um cachorro. – explicou. – Na época, eu achava aquele cabelo bicolor estranho, mas agora tudo faz sentido.

– Mas ela está fora da cidade, não tem como entrar. – David deduziu. – Acho que não devemos nos preocupar.

– Tem razão, querido. – Mary sorriu. – Agora poderemos viver em paz novamente.

– Não estarei tranquila até ter certeza de que Úrsula não fará mal a mais ninguém. – Regina se manifestou. – Eu vou trancá-la na ala psiquiátrica do hospital.

Todos ali concordaram e se preparavam para voltar com suas vidas.

O casal encantado voltou para o apartamento com Henry, enquanto os outros se dirigiam para a delegacia, ainda havia uma última coisa que precisava ser feita antes da calmaria finalmente chegar.