Hell-a

45 Flashes do adeus


Notas iniciais
Oi gente!Demorei?
Sim? Não? Muito? Pouco? Talvez? Mais Ou Menos? Nem Um Pouco? QUASE MORRI DE TANTO ESPERAR?
Nossa stress u.u'
kkkkk' (Ignorem a idiotice aqui hehe')
Vim aqui postar mais um cap de Hell-A! Weeeee
To pensando em fazer um calendário de fics. Do tipo: Sábado eu posto tal fic, tal fic, e tal fic. de Domingo: tal, tal e tal.
Porque fica complicado eu escrever qualquer fic a qualquer momento.
Acho que eu ganho mais responsa assim.
Depois eu coloco no meu perfil. Deem uma passadinha lá pra ver o calendário.
Quanto a Catti, se ela postar antes do que está marcado, ai é problema dela, pq não sou só eu a dona da fic sakaste?
Chega de enrolação...

Passados algum tempo que eles não saberiam dizer exatamente quanto, ecoou-se do autofalante mais próximo: “Senhores passageiros, o voo 235 Los Angeles – São Paulo, sairá em trinta minutos, favor dirigirem-se para a alfândega”.

Sem mais delongas, os quatro se despediram demoradamente com beijos e abraços e promessas de que voltariam a se ver o mais rápido possível. Greene disse ter relanceado um flash disparar enquanto ela beijava Max, e Catti confirmou que também tinha reparado nisso enquanto olhava para Ronnie ao seu lado.

Num primeiro momento eles não ligaram e acharam que foi algum turista tirando suas últimas fotos, até que estavam quase na porta da alfândega e os quatro viram três fotógrafos procurando espaços entre a multidão que se acumulava no saguão do aeroporto, disparando flashes e mais flashes em direção à eles dois deles estavam com crachás no pescoço que diziam Kerrang! Mag, a revista dos famosos de LA:

- Meleca! Esses são aqueles caras que me perseguiam quando eu saí da prisão! – disse Ronnie, com uma careta estranha.

- Mas o que eles fazem aqui e agora? – perguntou Max – Eles também me perseguiam pra saber de mim e da Lexus, bem quando a gente terminou e ela foi se engraçar com o Nick Matthews.

- E qual o problema? – perguntou Greene, franzindo a testa.

- Eles vão espalhar pra todo os United States que nós estamos namorando vocês... – disse Ronnie, sem tirar os olhos de um dos fotógrafos que falava impaciente ao telefone.

- Isso não quer dizer que tenhamos vergonha de namorar vocês duas, mas é que isso irá expor vocês de um jeito, que sei lá! – disse Max, olhando as duas meninas nos olhos.

- Não faz mal, nós já estamos indo embora mesmo! – disse Catti, pesarosa. – E outra se eu não me engano a Kerrang! não tem sede no Brasil...

- É verdade! – disse Greene, preocupada.

- Mas mesmo assim, eles tem contatos e meu, uma vez nessa revista, não surpreendam-se se amanhã vocês tiverem milhares de seguidores no twitter, ou pedidos de amizade no facebook... – disse Ronnie, virando-se de costas para os três paparazzi.

- E pior, tem as fangirls que vão importunar vocês até... – disse Max, dando um sorriso fraco.

- Eu não ligo pras fangirls porque eu sei que Max Green é inteiramente meu e nada delas! – afirmou Greene, decidida e Catti concordou, sorrindo.

- Já que é assim, que venham as avalanches de fãs! – disse Ronnie, um pouco perturbado.

- Atenção, vou 235 sairá em vinte minutos, favor senhores passageiros, dirigirem-se a alfândega! – disse a mesma voz feminina do anúncio anterior.

— Meninas, nossas meninas, tomem cuidado lá no Brasil, certo? – disse Ronnie, com Max concordando ao seu lado.

— Não deixe ninguém encostar um dedo em vocês, certo? – disse Max, sério.

— E Greene, por favor, não saia fazendo o que dá na sua cabeça, é perigoso OK? – advertiu Ronnie.

— IH, senhor Radke tá preocupado comigo agora? – perguntou Greene, rindo da cara séria que Ronnie fazia pra ela.

— Também, mas principalmente porque se você apronta alguma coisa, a Catti com certeza vai atrás de você e isso dá merda... Então por favor, não faça nada precipitado! – dizia Ronnie, ainda mais sério. – Porque lá no Brasil, vocês não têm nem Green nem Radke, OK?

— Por favor! – pediu Max, com as palmas das mãos juntas numa prece. – Se nós não tivéssemos certeza de que o Ricky vai voltar dessa viagem abarrotado de turnês, nós já estaríamos embarcando com vocês!

— Nós sabemos! – disse Catti, feliz com a preocupação deles.

— E vocês prestem bem atenção... não quero saber de piranhas como Lexus Amanda dando em cima de vocês, certo? – falava Greene, olhando de um pra outro dos meninos — Ouviram bem isso?!

— Sim! – disseram eles, revirando os olhos.

— Justo agora que eu queria uma loirinha pra me divertir... – mentiu Max, tentando provocar ciúmes em sua Greene.

— VOCÊ QUE SE ATREVA MAXWELL! – disse Greene, arregalando os olhos. – Eu mando alguém lá do Brasil vir te capar!

— Pensando bem, eu gosto mais do meu “little buddy” do que de loirinhas, se é que me entendem! – disse Max, olhando para seu zíper da calça com cara de preocupação.

— E o senhor, também não escapa dessa tá?! – disse Catti, apertando os olhos na direção de Ronnie. – Bobeou, capou!

— SENHOR, é melhor nós preservarmos a vida dos nossos futuros filhos, né Ronnie... – disse Max, com certo medo na voz.

— Bom mesmo! – disse Greene, fazendo pouco caso de Max, que quis se redimir pelo comentário beijando-lhe a face.

— Greene, vamos está na hora já! – disse Catti, preocupada com o tempo de embarque quase esgotado.

— Então meus Greenadke, até a volta! – disse Greene, dando um abraço coletivo entre os outros três.

— Vão com Deus! – disse Ronnie, que parecia lutar contra o ímpeto de agarrar Catti, para que ela não entrasse na salinha.

Depois que não era mais possível divisar as meninas na sala que haviam entrado, os Greenadke foram para a ala oeste do saguão onde havia uma grande janela que dava vista para as pistas dos aviões, e eles puderam enxergar as meninas subindo e entrando, e ali ficaram até que o avião levantasse voo:

— É Maxwell, agora seremos eu, você, o Escape, o Falling e nada de Greene ou Catti... – disse Ronnie, soltando seu peso sobre um braço que mantinha no ombro de Max.

— Cara, não deprima! – animava Max. – Eu sei que vamos sentir uma falta gigante delas, mas pense que os shows estão aí, e que mal teremos tempo de respirar, então que tal apenas relembrar as coisas boas que vivemos com elas? E pensar que cada dia que se passa, está mais próximo delas voltarem.

— Faz sentido, Maxwell, faz sentido! – disse Ronnie, surpreso com a convicção de seu amigo.

— Vamos voltar pro Heavens, e ver o que temos pra fazer hoje porque algo me diz que o Sr. Santis já chegou de viagem, e FOR GOD’S SAKE, deve estar cheio de coisas pra fazermos... – disse Max, girando as chaves de seu carro nas mãos.

No avião, Greene assim que colocou o cinto e sentiu que não havia mais solo sustentando o avião, ela retirou o colar que Max lhe dera e apertou-o no peito com força deixando uma marca avermelhada no local... Catti, curiosa, pediu a amiga que deixasse ver o que ela tinha na mão. Greene deu o colar a Catti, relutante, como se aquilo fosse a última gota de esperança para toda a sua vida:

— Esse é um colar do Max não?! – falou Catti, sem tirar os olhos da peça.

— Sim! – disse Greene, olhando pela janela do avião.

— Sabe que quando estávamos indo para o hospital daquela vez... ele dirigiu o tempo todo com esse colar na mão... – disse Catti, olhando do colar para Greene.

— Sério?! – disse Greene, como se por alguns instantes, sentisse o que Max sentiu quando pensou que a estava perdendo. – Deve ter se lembrado da morte de seu avô... ele gostava demais dele!

— É mesmo! – disse Catti, apertando os olhos para algo que viu entalhado na parte interior do anel.

— Sabe que ele me disse que seu avô tinha mais coincidência com a gente do que eu poderia imaginar... agora eu queria entender porque! – disse Greene, encarando suas mãos e lembrando dos momentos com Max no Heavens, das brigas, dos ciúmes bobos, dos sorrisos, do cheiro de vodka com menta que ele exalava...

— Greene... – Catti, dizia com a voz embargada e uma lágrima prestes a cair de seu olho. – Olha... – disse ela, dando o colar na mão de Greene.

A iluminação intensa que o sol forçava pela janela do avião, foi refletir-se na pequena auréola de prata da mão de Greene, e ela pode enxergar o entalhe que Catti havia visto segundos depois: Maxwell Collins te ama demais.

Notas finais
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