Hell-a
54 Do nada
Notas iniciais
Preciso fazer um pedido pra vocês.
Vocês estão sabendo que o Nyah! não permite postagem de fanfics com personagens reais, por exemplo, bandas, atores e etc...
Eu, Catti e Enoe tivemos a ideia de criar um blog para todo mundo que quisesse postar alguma fic do tipo pudesse estar postando, só que estamos com probleminhas para achar um nome para o blog, ele já está em construção mas falta o bendito nome. Alguém tem alguma ideia?
E precisamos de ajuda para espalhar a novidade.
Podemos contar com a ajuda de vocês?
A conversa com os meninos tinha realmente irritado nossas meninas, entretanto não saía nem por um mero segundo, desistir da viagem de volta à LA, mesmo que o ímpeto para esta fosse encher a cara dos Greenadke de sopapos.
Os pais de Greene voltaram de sua viagem três dias depois da formatura das meninas, cheios de presentes para a filha: discos de vinil de todos os CD’s do Avenged presos em um fio de náilon; uma caixa enorme embrulhada em um papel de presente parecido com jornal para guardar os mangás e gibis que ela colecionava, além de um all-star customizado com o logotipo do Escape The Fate.
Trouxeram também um presente para a Catti: uma mochila de couro decorada com estampa de pele de zebra.
Aqueles presentes foram as únicas coisas que conseguiram animar um pouquinho as duas:
- Então meninas, gostaram do que trouxemos? – perguntou o pai da Greene.
- Sim! – responderam elas em uníssono.
- Que bom! – comentou a mãe de Greene.
- A gente rodou tanto para encontrar todos esses vinis, Mah, você nem faz ideia! – disse o irmãozinho de Greene, Luccas.
- Eu imagino! – disse Greene, fazendo um cafuné na cabeça do irmão. — Mãe, você sabe se a escola já mandou o valor das passagens para mim e para a Catti?
- Sabe de alguma coisa, pai? – perguntou Luccas, vendo que a mãe acenou negativamente com a cabeça.
- Sim! – respondeu o pai de Greene. – Eles depositaram em minha conta o valor das duas passagens anteontem.
- Sério?! – disse Greene animada.
- Mas vocês já estão querendo ir pra lá de novo? – perguntou Luccas, com certa decepção.
- Com certeza! – disse Greene, olhando de rabo-de-olho para a Catti. – Temos algumas coisinhas para resolver...
- Mas assim tão cedo? – desta vez quem perguntou foi a mãe de Greene.
- O quanto mais cedo melhor, porém acho que vamos só no começo da semana que vem! – respondeu Catti.
- E quanto tempo pretendem ficar por lá? – perguntou o pai de Greene.
- Realmente não sei, pai! – respondeu Greene, indecisa. Tudo dependeria de como as coisas com os meninos se resolveriam. – Faz alguma ideia, Catti?
- Talvez um mês, mais ou menos, mas depende muito... – confessou Catti.
- Vocês ficaram quase um mês já não? – perguntou Luccas.
- Não, ficamos no máximo umas duas semanas e meia... – disse Greene, confirmando pelo olhar com Catti.
- Bem, hoje ainda é quarta-feira, temos pelo menos uns cinco ou seis dias para matarmos as saudades... – disse a mãe de Greene.
- Hey mãe, olha só! – disse Luccas, quase gritando. – Elas parecem que limparam a casa!
- Ah mentira!! – disse a mãe dela olhando ao redor em sua sala de estar.
- Achamos que deveríamos dar uma ajudazinha e tal... – disse Catti, orgulhosa de si e da Greene.
- Muito obrigada! – disse a mãe dela, agradecida.
- Olha família, acho que eu e a Catti vamos dar uma saída com o pessoal esta noite. Não sei se realmente vou, de qualquer forma estou avisando tá? – disse Greene subindo as escadas em rumo ao seu quarto.
- Falou! – disse Luccas, dando um “joinha” na direção da Greene.
Catti’s POV
Eu não sei com relação à Greene, mas a coisa que não saia de minha cabeça desde eu nem sei quando era como eu estrangularia o Ronnie. Aquele maldito tinha traído mais minha confiança do que a maioria das falsas amigas que tive durante o ensino médio. Mas eu o amava demais, mesmo querendo apertar sua goela até que ele se esvaísse sem ar. Não era preciso que ele morresse, né gente?
- Catti, pelo amor de Deus a gente precisa sair daqui! – disse Greene de supetão.
- Calma Greene, você mesma disse que semana que vem estaremos embarcando de volta para LA! – respondi sem olhar pra ela, estava entretida em xeretar uns mangás da Greene.
- Não falo de ir pra LA, falo de sairmos daqui por hoje, tipo, sei lá, ir na Cakes N Ices, quer dizer, isso a gente já faz quase sempre e... AH Deus, você ainda não aprendeu a ler mangás, todo este tempo vivendo comigo? – perguntou ela, aos risos, ao ver que eu estava “lendo” o mangá do jeito convencional de ler os demais gibis.
- Você bem sabe que tudo o que é oriental é meio complicado pra mim né! – comentei, me justificando.
- Catti, você não existe! – disse Greene, fazendo cócegas em mim e me desconcentrando totalmente da minha árdua tarefa de ler mangás do jeito errado. – E então para onde vamos?
- Bem, estamos aqui na sua casa né?- comecei, mas quem disse que terminei o raciocínio.
- Nossa sério?! Que surpreendente! – disse ela hiper sarcástica.
- Vou continuar o raciocínio, sem falações tá?! – perguntei levantando uma sobrancelha para ela, do modo mais censuário que encontrei. – Cakes N Ices, hoje não, lembre-se fomos uns dias depois que chegamos de LA e talz. Mc Donalds eu não quero, sabe enjoei e acho que por sua cara também anda sentindo o mesmo. Que tal se fôssemos ao cinema? – perguntei sugestivamente.
- Assistir o quê? – perguntou Greene, meio entusiasmada.
- Esta será a parte que lhe cabe, ou seja, procurar um bom filme para assistirmos...
- Sabe qual é o problema? – disse ela com uma cara de más notícias. – Já andei vendo o que poderíamos assistir esses dias aí e sabe nenhum deles me deu nem a coragem de clicar na sinopse...
- Sério? – perguntei, confusa.
- Seríssimo! – disse ela, ligando o computador fixo.
- Te aconselho a não entrar nas redes sócias, com exceção do tumblr, ou melhor, dos seus milhares de tumblrs. – eu disse. Greene a essas alturas deve estar com uns 40 tumblrs, porque ela os adora. Já eu, tenho dois, mas nunca tenho tempo de atualizá-los, ou seja, ficam a míngua a maior parte do tempo.
- Faz o seguinte, quer dizer, vamos fazer o seguinte: saímos aí pra comer alguma coisa e depois, se não pintar nada, nós voltamos pra casa fazemos nossa festa particular haha – disse Greene achando a solução que para ela era perfeita.
- Eu topo! – eu disse animada.
- Pera aí, você topando alguma coisa totalmente aleatória, sem um plano meticuloso antes? – disse Greene, surpresa.
- Sim, senhorita! – disse com os olhos semicerrados de falsa metidez.
- Hey ho, let’s go! – disse Greene que adorava dizer essa parte da música, assim como a banda que a compôs.
- Calma aí que tem alguém ligando! – eu disse.
- Filha? – ecoou a voz forte de meu pai pelo telefone no viva-voz.
- Sim, pai! – disse, me jogando em cima da cama da Greene.
- Está na Marcella né? – perguntou ele, despreocupado.
- Sim, sim! – exclamei apontando para Greene fazendo tipo um revólver com os dedos e apontando para ela ao meu lado. – Greene está aqui ao meu lado...
- Mande um beijo pra ela! – disse ele.
- Mando sim! – respondi.
- Que é que vocês vão fazer neste final de semana meninas? – perguntou ele como se escondesse alguma novidade.
- Estávamos justamente combinando o que vamos fazer hoje, mas nada tá muito certo, e se nem os planos de hoje estão certos, você imagina os do final de semana completo...
- Será que vocês não gostariam de ir pra chácara comigo e com sua mãe? – comentou ele feliz.
Meus pais tinham comprado há pouco tempo uma casa gigante mobiliada que possuía um terreno enorme ao redor dela.
Com um salão de festas grande com palco e tudo, todo equipado com luzes e equipamentos de som, além de uma piscina infantil e outra de adulto bem próximas tanto do salão festa quanto do espaço onde ficava a churrasqueira, que minha mãe teimava em me corrigir para espaço gourmet, mas francês é fresco demais pra mim, então nem me preocupava em falá-lo.
O lugar tinha além da casa, que já era um exagero de tamanho, o lugar tinha uma espécie de alojamento próximo à casa, no qual ficavam dezenas de colchões, sofás, puffs e almofadas para o caso de alguém querer dormir por lá e não caber na casa. A explicação para tanta grandeza é que o lugar já fora um local alugado para festas, e por tanto fora construído para abrigar convidados que desejassem ficar por mais uns tempos.
- Vocês estão indo pra lá hoje? – perguntei, porque ainda era uma quarta-feira.
- Não, não! Iremos depois de amanhã à noite, porque o final de semana será prolongado, lembram? – meu pai acabara de me lembrar de que tínhamos um feriado em comemoração ao santo padroeiro de São Paulo e que este cairia bem numa segunda-feira.
- E quem pode ir? – perguntou Greene se intrometendo na conversa.
- Liguei aí pro telefone fixo de vocês pra chamar sua família, Marcella e também quantos amigos vocês quiserem... Só peço que me informe quantos vão até amanhã à noite, porque eu, Rosa Maria, Rebeca e quem mais quiser ir que compraremos toda a comida! – disse meu pai deixando a última frase solta, para que pudéssemos nos deliciar com ela.
Notas finais
Quem tem um nome para o blog em mente pode estar mandando por comentário daqui ou por mensagem para mim tudo bem?
Mas mandem para mim porque eu que estou organizando o site.
Obrigada :3
Fale com o autor