Heartless

14 World is too small !


Notas iniciais
VOU DEIXAR PARA FALAR TUDO LÁ EMBAIXOOOOO ♥♥♥

Uma situação fora de controle é uma situação muito arriscada, no mundo dos negócios, não importa o tipo de transição tudo deve-se ter um plano, uma carta na manga, apenas portas de entradas e saídas nunca são o suficiente sempre deve ter uma terceira opção, algo para que não seja pego quando situação se perder das suas mãos, passagens secretas, portas de emergência, nem de longe todas as pessoas adotam isso, mas para a razão dos espertos em o melhor jeito, em todas as circunstancias.

Senju Tsunade, caminhava bufante com tédio transpirando pelas suas entranhas, ela evitava Nova York o máximo que podia, para fugir desses tipos de reuniões, já fazia dois anos que seu marido Jiraya Senju havia falecido, e mesmo assim parecia que ele havia dado um jeito para que ela não cometesse nenhuma loucura para que não fizesse nada de errado, planejou até o proceder de sua morte, nada menos esperado de alguém tão sonhador, mas sonhador de um jeito tenebroso e calculista, é ela conhecia bem o qual casou-se, durante longe quarenta e um anos. Suspirou em desgaste por pensar que sua estadia em Nova York seria pacifica, mas nada era pacifica com a vida que tinha, um aperto subia em seu coração gelado, onde lembranças e remorsos eram guardados a anos, uma vez que para sempre ser uma boa esposa, pela maneira a qual foi criada, sempre deveria se manter calada, o silencio gratuito era o primeiro requisito de uma esposa da sua linha, era assim que Jiraya agia.

O Hotel Grand Iart era praticamente um dos mais luxuosos hotéis de todo estado de Nova York, e riqueza era seu segundo nome, o que era bem visto por cada detalhe da decoração requintada e única, grandioso local, que não era para qualquer um, definitivamente. A loira robusta procurava o quarto certo para entrar, com as mãos tremulas e ao mesmo tempo um tanto nervosa ela não sabia como deveria ficar, pensou em seu neto, aquele que se encontrava do outro lado do mundo, na nora que sempre odiou, e no filho, o filho que estava enterrado a sete palmos da terra, morto. A empresa que ele mesmo construiu sozinho com todo seu esforço e trabalho duro, falida, perguntava-se se havia sido justa, nem o dinheiro que mandou poderia ser igualado a justiça, e isso a deixava mais triste. Era um borbulhar sem fim de pensamentos, sua vida, totalmente bagunçada, cheia de segredos, ela estava meio cansada de viver de segredos, esses segredos arruinaram tudo que sempre amou, e poderia ainda arruinar mais ainda.

Quarto 386.

O encontro dos olhos castanhos com a numeração prateada na porta dupla preta de madeira densa e grossa com entalhos de renascença esculpidos na mesma, fizeram seus pensamentos se dissiparem com clareza. Era u momento de transbordar frieza, as pessoas nunca respeitam os sentimentais.

Girou a maçaneta sem nenhum pudor ou medo, não com certeza não havia medo, mas havia ansiedade, empurrou a porta dando vista para o magnifico quarto que parecia mesmo um grande nobre apartamento no Manhattan, o estilo rustico de monarquia francesa lembrava as antiguidades daquela ilha, desde as cortinas gigantes e cremes até o carpete que como o todo o local o qual ela mesma pisava com seus saltos pontiagudos desenhados pela magnifica Coco Chanel. E antes que ela pudesse admirar ainda mais aquele quarto estupendo, tomou-se um susto pelo vulto preto que voou com velocidade para cima de seus ombros, só não ficou mais assustada pois já sabia quem era, o mesmo ser que durantes certos anos jogou pelo em suas melhores roupas, e agora grudava as unhas ferozes das pequenas patas em seu vestido marfim em tubo, justo e feito sob medida. Sorriu fracamente, e jogou a bolsa junto com o leve casaco preto na poltrona vermelha e tratou de desgrudar o gato de seu corpo.

Zeus, era o nobre gato persa preto, grande e peludo, com os olhos tão azuis quanto o mais puro céu de uma tarde fresca, ele encarou Tsunade fazendo questão de fuzila-la com seu olhar felino lambeu os beiços e assim ela o colocou no chão e só ai ela viu a gargantilha presa em seu pescoço, azul cintilante e claro belíssimo e combinava muito com seu olhos.

– Diamantes sra. Tsunade – disse a voz seria que surgira bem atrás dela, o homem alto e musculoso porém com cartilagem já de terceira idade e belos cabelos grisalhos. Dr Percy – vindo diretamente da relojoaria mais divina da Prússia na França.

– Uma gargantilha de meio milhão para um gato? — perguntou retoricamente.

– Uma gargantilha masculina de meio milhão para um gato que é da família a anos – ele corrigiu-a, Tsunade olhou Zeus mais uma vez, e ficou um tanto pensativa, aquele gato não era apenas um membro da família ele era, um bichinho de estimação bem poderoso, e naquele momento ela entendeu ele estava ali representando outra pessoa.

– Tinha me esquecido de como Zeus é muito mais amado do que eu – ela riu ironicamente.

– Não acho que ele seja mais amado que a Senhora, mas ele tem sido mais leal – ele afirmou com seriedade e nesse instante uma outra pessoa surgira de outro cômodo, bem atrás do Dr. Percy, alto jovem, cabelos belos cabelos ruivos em tons alaranjados. Yahiko.

– Ah, olhem quem apareceu – ela afirmou com um brilho castanho nos olhos gentis e singelos onde a calmaria com certeza não existia – o jovem Yahiko, grande prazer em vê-lo.

– A Senhora tem nos evitado ultimamente Tsunade – jogou o jovem – ele esta de olho em você, esta de olho em todos nós, você sabe muito bem disso. É por isso que nós estamos aqui.

– Eu já esperava por essa reunião mais cedo ou mais tarde, ele não me deixa em paz a muitos anos mesmo – sorriu fracamente com a própria explicação.

– A Senhora tem o deixado irritado – disse Dr. Percy com uma seriedade incomum e engolindo o seco, afinal ele recebia ordens de ambos da pessoa a sua frente e da pessoa a qual falava – começando com o dinheiro que você mandou para o seu neto no Japão.

– Memma é um garoto maravilhoso, ele é meu neto, ele é a cria do meu amado filho – respondeu com tristeza e o pulso firme de confiança um jeito que mostrava que também tinha sua vontade – eu dei o que é dele por direito.

– Mas a vontade dele...

– ELE! Morreu Dr. Percy – ela gesticulou – e tudo agora esta em meu nome, eu faço o que eu quiser com o meu dinheiro, meu patrimônio, é tudo meu, vocês não vão me impedir, ele não vai me impedir, ele me ama demais para isso...

– Ele morreu para o mundo Senhora Tsunade – disse com um sorriso curto – tenha cuidado, por que ele não morreu para nós.

– Eu gosto de pensar que sim. A vida toda nossas vidas foram como uma pirâmide ou uma catacumba, sempre tão profunda, tão escura, construindo segredos encima de segredos, quanto mais portas se abre mais portas aparecem para serem destruídas, eu estou cansada de esconder as coisas, estou cansada dessa vida.

– Senhora Tsunade – agora era a vez de Yahiko – ninguém esta pedindo para que a Senhora esconda mais segredos, só queremos que continue escondendo os antigos, a revelação dessas bombas cataclísmicas afetam todos nós, todos nós mesmos. Começando com o seu contato com garoto Memma, se esse garoto vir atrás de você são dois palitos para te encontrar, o mundo Senhora Tsunade esta muito pequeno hoje em dia.

– Nunca vi ele – ela respondeu – ele não poderia procurar algo que nunca viu.

– Mas o dinheiro atrai as pessoas Senhora Tsunade, e Naruto ah Naruto, eles com certeza não podem se encontrar – Yahiko começou a andar pelo quarto divino mexendo os pulsos de um lado para o outro – sabemos que você tem conversado com ele sobre abandonar os negócios.

– Nossa vocês estão vigiando tudo mesmo.

– Sabemos com a Senhora é persuasiva – ele rebateu – aliás nosso grande problema sempre foi que Naruto tem como melhor amigo um Uchiha um dos maiores nomes em poder no Japão e olha só, o Uchiha vai se casar com uma Hyuuga, uma Hyuuga Senhora Tsunade, uma Hyuuga, e ela e Naruto estão virando amigos, eu preciso dizer o quanto isso é perigoso.

– Eles estão do outro lado do mundo quando Jiraya fez negócios com os Hyuugas foi a muito tempo atrás...

– Os Hyuugas são muito mais poderosos que o Uchihas, e o maior nome em especialidades em pedras preciosas no mundo, eles conhecem muito bem os Namikazes me preocupo se reconheceriam os Senju...

– Como eu disse faz muito tempo, Hiashi Hyuuga era um mero adolescente na época, ele não lembraria de mim, alias, é só um casamento, depois do casamento fica cada um no seu próprio lado do mundo – ela era desafiadora o que deixava os homens ainda mais preocupados – mas Naruto quer ir para o Japão, ele acredita que um antigo amigo de Jiraya pode ajudar a salvar os negócios, isso é preocupante. Vocês devem parar de faze-lo pensar que os negócios estão em crise.

Ele acha que essa é a melhor forma de Naruto aprender a liderar – disse Dr. Percy – é uma pressão por que francamente, Naruto não tem nenhum interesse nos negócios, ele faz isso por gratidão, ou sei lá mais o que...

– Ele é serio demais e arrogante demais, e frio demais, muda muito de personalidade, é respeitoso é leal, gosta do perigo, de cachaça e de prostitutas – ela suspirou profundamente – a criação fez com que Naruto se tornasse uma pessoa igual a Jiraya, meu querido marido sempre tão persuasivo.

– Pois é – murmurou Yahiko.

– Mas – ela hesitou as próprias palavras com um orgulho transparente no rosto e um acelerar no coração de felicidade – ele tem o coração bondoso do pai.

Tsunade custou a andar até a grande cama confortável, onde encima dos edredons cintilantes em dourados com bordados requintados em azul cobalto, um gato folgado deitava com elegância admirando a conversa com a sua seriedade felina. Ela o apanhou o abraçando carinhosamente enterrando as mãos macias no pelo comprido e negro.

– Ah Zeus, diga ao Mestre que Naruto não é como ele – ouviu o gato murmurar um miado, ela o beijou e colocou de volta na cama em seguida voltou a atenção para os seres humanos os quis conversava – Naruto não pode ver esse gato, vocês tomem cuidado.

[...]

Quatro longos dias se passaram com velocidade desde então, em breve tanto os Hyuugas quanto os Uchihas estariam em solo Americano o que deixavam os noivos Hinata e Sasuke um tanto apreensivos, há em certas famílias um rigor que suprimia suas necessidades.

E era exatamente isso que Hyuuga Hinata pensava, sentada sozinha na grande mesa redonda da varanda da mansão Uchiha aquela a qual vivia, apreciando o jantar, a coxa de frango grelhada a colher de arroz o purê temperado e claro a espiga de milho fumegante com manteiga, vindo direito de um dos melhores mercados de Nova York, ela adorava aquele cheiro de comida verdadeira, pois por mais que a alimentação na Itália fosse maravilhosa ela já estava se enjoando das massas constantes, e por falar em coisas constantes, ela pensou no noivo, no quanto nos últimos dias ele estava ainda mais constantemente ocupado, mas ocupado era uma ova, ele estava ainda mais sumido, Hinata sabia o quanto inventava desculpas, sua formatura seria dentro de cinco meses, e Sasuke vira e mexe tinha reuniões jantares, projetos coisas a terminar desesperadamente, mas ele era um rapaz prodígio gênio do Direito o favorito dos professores, e claro ah sim claro, tinha um intolerância a horários bagunçados, sempre foi muito organizado, por que sempre odiou correria, e organizado demais para estar assim absurdamente ocupado, era tão estranho e ao mesmo tempo tão obvio, no fim das contas ela não se importava, brigava com ele e insistia em dizer que jamais aceitaria tal situação fingir um casamento para ser traída não era nem um pouco seu estilo, fez tais exigências a Sasuke e ele prometeu cumpri-las Hinata deveria ser respeitada, mas na verdade quanto mais os dias passavam a mais isso martelava em sua cabeça mais ela percebia que não se importava. Ela não o amava.

Hinata cresceu vendo a mãe esperar o pai chegar da empresa para jantar, e viu muitas vezes ele jantar sozinho, por mais que fosse um casamento plenamente forte, ela achava também meio triste, nunca deixou isso para própria vida, por que por mais que você esquente a comida de novo ela ainda dessa gelada pela garganta acompanhada com a solidão, não era nada legal. Pensou que poderia ser diferente, mas não era todos eles eram iguais, homens de negócios, e agora ela estava no meio desse circulo de fogo sem fim e por pensar em família, o sangue congelava por lembrar que logos eles estariam ai, a recebendo, os olhos perolados de Hinata se analisavam automaticamente, imaginando a reação da mãe ao lhe ver, pois sempre queria ah sim era o que mais queria, que tudo fosse diferente, Hemiko Hyuuga era uma pessoa tão cheia de personalidades diferentes, tão indecifrável no meio de toda a sua rigorosidade, de tal forma que a fazia evita-la, por mais que Hinata quisesse se aproximar de novo da sua mãe ela a evitava. Quando você olha demais para o abismo, o abismo também olha para você.

– Pensativa? – ela quase se engasgou com a própria saliva ao ouvir a voz rouca e clara que conhecia tão bem, por mais que pouco tempo e no único erguer de seus olhos ela viu que ninguém mais Uzumaki Naruto estava bem diante dos seus olhos, encostado no batente da porta dupla de vidro da varanda, com a mão sob a cabeça e a analisando, com um jeito que parecia que a chamava para um desafio.

– O- oque? – ela gaguejou sem querer tropeçando com ódio nas próprias palavras, engoliu o seco e continuou recebendo um sorriso cínico do loiro – o que você esta fazendo aqui?

– Bom eu esperava encontrar o babaca Uchiha em casa – ele respondeu mostrando aqueles dentes brilhantes que chamavam tanta a atenção.

– Como já deve ter visto ele não esta – seu sibilar de palavras amedrontados deixava Naruto um tanto curioso, uma garota tão ousada agora hesitando de maneira notória, ela tirou sarro da sua cara, agora ele queria tirar dela também.

– É eu vi – sorriu ainda mais o que a deixava nervosa, Hinata quase sentia os poros se abrindo para o suor que ameaça escorrer pela testa – eu vi você jantando ai sozinha, imaginei que gostaria de companhia.

– Como se você realmente se importasse com alguém Naruto – o loiro sentiu o veneno da sua ironia e sorriu de canto, deu alguns passos para frente e se sentou na cadeira ao lado da dela, se jogando confortavelmente no almofadado creme e aconchegante, ainda com os olhos azuis safira cintilantes e cheios de luxuria apanhou a maça e deu uma mordida, como quem dizia que não iria embora.

– Por que tem duas taças? – ele perguntou.

– Sasuke também mora aqui – ela respondeu com certeza.

– Onde esta Honda? – perguntou novamente o loiro.

– Ela já foi embora, é dia de folga dela – Hinata respondeu.

– Por que acha que eu não me importo com ninguém? – sussurrou posando a mão quente e firme em um dos seus joelhos o que a deixou profundamente constrangida, o que era percebido na coloração rosa das suas bochechas.

– I-sso – amaldiçoou a própria alma por fraquejar a voz em um momento tão delicado – isso não faz muito o seu estilo, isso definitivamente não faz o seu estilo.

– É essa a visão que você tem de mim?

– É essa a total visão que eu tenho de você – Naruto subiu a mão entre as suas coxas e Hinata entendeu que não deveria cair no seu jogo sujo e o encarou com uma certeza fuzilante no olhar sincero e ao mesmo tempo meigo, o que deixava Naruto se intrigado por ser tão astuta.

Não existiam mulheres como ela, naquela noite ele tinha ido a mansão do Uchiha, apenas para lhe entregar um correspondência da faculdade que recebera por acaso em seu nome, Sasuke estava mais ocupado que o normal com o fim da faculdade, e não pode esconder a curiosidade por vê-la.

– Você é esperta – ele sibilou com os olhos cerrados.

Tirou a mão de suas coxas, um borbulho involuntário no próprio sangue disse que era hora de recuar, ela era linda demais, sensacional demais, seus instintos masculinos não se controlavam com facilidade, mas isso era inédito nunca se sentiu assim com ninguém, Naruto não pensava em nenhum momento em ter alguma coisa com ela, ela ainda era a noiva do seu melhor amigo, e Sasuke Uchiha era uma das únicas pessoas no mundo que Naruto respeitada, ele era seu irmão seu braço direito, ele era tudo de mais importante representado na sua vida, entre tantas frustrações que já passou Sasuke sempre estava lá, o apoiando, o desvendando, o reconhecendo fazendo o papel de leal amigo e mais querido. O respeitava, como o honrava, e depois de saber da farsa do casamento só ficou aliviado, um enorme peso de consciência havia saído das suas costas. E era apenas isso, nada mais.

– Bom só vim deixar uma correspondência para ele, se não se importa eu vou embora – levantou-se deixando a Hyuuga com uma duvida enorme na mente, ele era tão indecifrável, que deixava ela indignada. Vendo ele passar pela sala já com seus passos fortes e rígidos ela não pensou e se levantou indo atrás dele justamente.

– Você já vai?! – disse apressadamente, ele se virou o corpo de maneira inusitada a surpreendendo.

E bem ali sobre a luz amarelada fraca os candelabros que enfeitavam a sala de visitas da mansão Uchiha houve muito mais que uma perfeita troca de olhares.

– O que quer que eu fique? – aumentou um pouco a brincadeira, com um sorriso agora mais cínico.

– Você esta diferente hoje – ela afirmou encostando no pilar, e só então Naruto notou a jardineira que ela usava por cima da blusa rosa justa valorizava os cheios fartos, seus pés branquíssimos e descalços, pisando no são gelado se uniam como quem estava pronta para uma guerra de pensamentos, tão desafiadora, tão astuta, realmente não existam mulheres como ela.

– Deveríamos almoçar de novo qualquer dia desses – ela franziu o cenho com a proposta – você precisa organizar o noivado e bom Sasuke não gosta que você saia sozinha.

– Não gosto do seu tom de voz, é tão confiante.

– Eu sou confiante Hinata – agora perolas perfeitas como a lua brilhavam com fúria, com certeza ela não gostava daquele jeito egocêntrico dele.

– Talvez eu aceite a sua companhia.

Ele sorriu cinicamente, parecia que ele adorava fazer isso, sorrir cinicamente, e caminhou até ela com elegância e antes mesmo que ela pudesse concertar a respiração por aquele momento cheio de volúpia ele passou a mão pela sua cintura a agarrando com a mão direita pressionou seu rosto singelo e prendeu seu corpo contra a parede e um golpe inquebrável, e ela simplesmente podia ser forte por dentro, mas tão delicada por fora.

– Eu tenho certeza que você deseja a minha companhia Hinata – ele sussurrou perto de seu rosto, a ponto de trocarem muito mais que a respiração mas também o calor, rosando levemente os lábios com os lábios carnudos e belos que ela tinha – você age como uma Hyuuga, certinha, tradicional, chatinha – zombou por que adora um tira sarro – mas você gosta de uma aventura, eu sei que gosta.

No abrir repentino dos olhos, algo da própria natureza, o encontro perfeito a lua com o mar, os olhos perolados com as safiras perfeitas. Em toda sua vida, Naruto nunca se sentiu hipnotizado aquela era a primeira vez, e não era pela sua beleza, tinha algo do seu jeito na sua maneira de viver de encarar os problemas as circunstancias, tinha algo no jeito que encarava o mundo, que o deixava fascinado.

Decidiu então que aquela brincadeira, acabaria por ai.

[...]

Exatamente o hemisfério congelante da Noruega, existia um vasto pasto que pertencia a um homem importante, o nome do local era Palácio Negro, cravado nas toras de madeira na entrada do terreno no alto da colina na rodovia Chester 59, foi abençoado com esse nome por causa do próprio castelo, o enorme castelo renascentista de mais ou menos cento e cinquenta anos feito por lajotas grandes e negras e detalhes de metal prateado em todo ele, as estatuas assustadoras de ouro espalhadas pelo jardim atraíram centenas de turistas assim como as lendas urbanas que circulavam.

Ninguém nunca entrava e tão pouco saia daquele castelo, porém havia um morador, pois todos os dias era visto fumaça da chaminé, e todas as noites a luzes entregavam sua presença, o helicóptero meio longe, mas ainda no terreno mostrava que ele recebia visitas e que era rico, mas ninguém sabia quem era.

E lá dentro, na parte mais alta no centro de toda a residência, era a biblioteca oval, onde o homem de calça larga e social, camisa branca e sapatos humildes, se sentava na poltrona estupidamente grande, na cor verde musgo com detalhes dourados, sob a luz da lareia de mármore esculpida com perfeição por um indiano, admirando a vista da sua janela antiga que ocupava uma parede inteira.

Ele se ajeitou no acento, prestando atenção nas palavras do homem de pé que estava atrás dele, era Yahiko o jovem de cabelos laranja muito conhecido de Tsunade que cuidava dos negócios da família, ele havia acabado de chegar na Noruega, como sempre em puro sigilo, e estava passando as informações que foram pedidas sobre a vida, estava sempre trancado naquele lugar, olhando a mesma vista, era como uma visão para idade media, estava naquela situação a pouco tempo mesmo assim parecia uma eternidade.

No braço gordo da poltrona era bom ver que alguém havia retornado a casa, Zeus, o gato persa peludo e o braço direito daquele homem estava descansando de maneira bem elegante, odiava viajar de jatinho e agora que estava em casa estava se sentindo bem, fora uma longa viagem dos Estados Unidos até a Noruega.

– Esse mundo é muito pequeno – afirmou o homem então ainda sentado deixando a bebida quente esquentar as suas mãos – e Tsunade rapaz?

– O Senhor sabe como ela é Mestre, ela não da o braço a torcer, ela quer colocar tudo a perder, ela não é fácil de lidar – ele respondeu.

– Tsunade Hime, não muda nunca essa mulher – afirmou então, sem tirar as pupilas do horizonte, o sol distante perdido nas colinas era a melhor coisa de se admirar uma paisagem na Noruega.

– Mestre, devo lhe informar que estou preocupado com o futuro – começou Yahiko a dizer – o Senhor permanece aqui trancado nesse palácio dia e noite, durante tanto tempo, enquanto tem um monte de quadrilhas e criminosos especializados e carniceiros tentando roubar a obra da sua vida, isso não é justo Senhor!

– Yahiko – o homem misterioso se levantou da poltrona estralando as costas colocando firmeza nos próprios eixos, ele pensou e seus olhos negros cintilaram procurando pela resposta certa, passou a andar envolta do rapaz arrastando o seu casaco peludo e negro, era o melhor para aquele frio congelante.

– Senhor...

É ai que esta a diversão – ele disse com um sorriso e uma gargalhada cínica – de que servem os grande crimes, se ninguém levar o crédito por isso, olhe como esta o mundo do crime, todos procurando por uma coisa a qual demorei anos para conseguir, eu estou aqui, estou me divertindo, estou assistindo.

– Talvez, o Senhor devesse nos contar onde escondeu... para protegermos...

– Proteção Yahiko, é uma propaganda, apenas eu sei o esconderijo e vai continuar assim.

– E Naruto? Senhor...

– Rapaz, já leu sobre os Contos Budas – voltou a gesticular com sabedoria – três coisas não podem se esconder por muito tempo, o sol a lua e a verdade.

Notas finais
O nome do cap significa "O mundo esta pequeno demais" PRIMEIRO DE TUDOOOOOOO, eu não tive tempo de corrigir o capitulo, relevem os erros por favor, depois eu entro e reviso, mas eu estou indo viajar e não vou ter tempo só volto quando o Carnaval acabar :DDDD SEGUNDOOOO Quero agradecer todos os comentarios favoritações a todos que elogiaram tanto Heartless quanto amor unico, quero agradecer todo esse carinho de leitores que acompanham cada dia mais a minhas historias e quero dizer que vocês são sensacionais. Gente Naruto é um cara confuso, eu não se lembra como era como pessoa então isso se mistura com quem é atualmente, Sasuke ta de brincadeira com a nossas carinhass né?? mais personagens aparecendo, HAUHEUHAUHEUHEUHEUA É galera eu me recuso a falar dos capitulos por que vocês sabem não gosto de dar pistas, mas tente desvendar o que esta por vim, o proximo cap vai ser enorme ♥♥♥ AMO VOCÊEEEES Atééé o proximoo Arigatou ♥