Heartless
17 Where to start ?!
Notas iniciais
No centro de Konoha que apesar de não ser uma das maiores cidades era consideravelmente moderna, o sol se perdia entre os prédios, deixando o Japão indo rumo ao outro lado do mundo, trazendo a primeira noite do outono.
Lá estava ela, no meio das centenas de flores coloridas de sua loja aconchegante, Namikaze Kushina havia acabado de se despedir de uma remessa de clientes, uma noiva muito animada, suas três madrinhas, uma mãe e uma sogra muito feliz, ela teria que fazer um grande encomenda para um casamento que estava para acontecer, pelo menos esse mês ela teria um dinheiro extra, poderia fazer algo interessante para o futuro de Memma, um investimento, alguma coisa assim, suspirou fracamente, havia tanta coisa que queria fazer pelo seu filho, e parecia que podia tão pouco, não ter recursos não era nada animador, Memma merecia mais muito mais, ele tinha um futuro genial e um coração enorme, incrível com o pai, e a única coisa que lhe restou de uma felicidade que jamais vai voltar.
Pensou no dinheiro da avós, e no mesmo instante já balançou a cabeça, ela não precisava de nada vindo de uma gente que durante uma vida só a negou e tratou como um nada, o tanto que Minato sofreu com o sumiço dos pais, a ausência de benção ao casamento deles, não, Tsunade deu aquele dinheiro por que quis, e ela prometeu que não ia tocar, não era dela, não era de Memma não era de ninguém, ninguém precisa daquele dinheiro. Porém era tentador e quantidade de coisas que ela poderia construir para ele. Suspirou de novo enquanto terminava de aguar as plantas, se preparando para fechar a loja. Parecia um fim de tarde tranquilo, mas nada em sua vida era tecnicamente tranquila, por pensar em seu filho, lá vinha ele, Memma estava de bicicleta pedalando as pressas pelas calçadas da cidade e sendo seguido por seus amigos Rock Lee, e Choji que estava bem atrás com dificuldade, um desequilíbrio no poste a esquerda que o fez bater de cara na vitrine da loja de sua mãe, entortando acidentalmente seu único meio de transporte.
– Memma! – berrou Kushina com o susto ao ver o filho prensado em seu vidro. Pobre mão em desespero que largou tudo que tinha nas mãos e saiu correndo para a frente da loja amparar o filho.
– Cara! – murmurou Rock Lee freando a bicicleta logo atrás — acalma essa emoção ai — e Choji fez um resto de que tinha razão estava ofegante demais para falar qualquer coisa.
– Memma! Memma! – disse Kushina saindo passando da porta e se aproximando do filho.
– Calma... – disse com dificuldade – Mãe, calma...
– Como assim calma? – ela indagou aflita – você enlouqueceu? Pedalando por essa cidade as pressas, pode ser atropelado!
– Mãe eu tenho que te mostrar uma coisa! – ele disse com tom desesperado.
– Meio chocante viu Dona Kushina... – comentou Lee, ganhando com arcada de sobrancelhas de Choji em concordância.
– O que? O que houve? – ela perguntou em imediatamente.
O garoto custou a se levantar, bateu as mãos nas roupas agora repletas de pó da calçada, ergueu a bicicleta e logo em seguida a encostando na parede de qualquer jeito, apanhou a mão de sua amada mãe a arrastando para dentro da floricultura, Choji e Lee fizeram uma breve troca de olhares fulminante o que foi o suficiente para saber-lhes que o amigo precisava deles, ambos então também desceram de suas bicicletas e os acompanharam. Memma empurrou todos loja a dentro, e rapidamente começou a baixar a persianas das vitrines da loja para que não fossem incomodados.
– Filho, você esta me assustando – disse Kushina, soltando os fios vermelhos de seu coque já meio desgrenhado por ser fim do dia.
– Mãe – começou Memma então, meio hesitante, olhou para os amigos encostados em qualquer prateleira e engoliu o seco – lembra que eu disse, Jade vai mandar um exemplar da revista que ela trabalha para eu ver a reportagem que ela fez.
– Lembro...
– Ela mandou – enrolada e guardada dentro do bolso do moletom do rapaz estava a Faces Internacional Epic Magazine, mais conhecida como FIEM, uma das maiores revistas dos Estados Unidos e da Europa, uma revista que mostrava muito mais que vida invejável de centenas de socialites importantes, mas também a cobertura das mais faladas reportagem dignas de matéria de televisão, e era nessa parte que Jade trabalhava, afinal ela estudava jornalismo em Havard – Jade mandou para eu ver a matéria do Fashion Week que ela escreveu.
Um silencio percorreu a loja, Kushina, que nada entendia, percebeu um olhar hesitante e cheio de duvidas no rosto do filho, pobre garoto que quase suava frio de tanto desespero, e obviamente uma matéria do Fashion Week mandada por sua amiga, ex namorada não o deixaria assim, devagar e receoso estendeu devagar o conteúdo para a mãe, que a mesma apanhou sem entender muito o que se passava. A matéria a qual Jade Yinomoto havia feito era a matéria principal da revista, encontrando-se nas paginas centrais, folheou com destreza procurando alguma coisa que fosse de extrema relevância.
Pobre ruiva confusa, ela trocou um olhar com o filho, sentindo-se completamente perdida, o mesmo não disse nada, assim como seus amigos que permaneciam em silêncio, então mais algumas paginas a frente ela viu que havia uma pagina dobrada, provavelmente marcada pelo próprio Memma, viu o filho mexer a cabeça com concordância e assim prosseguiu. Era a metade da pagina dobrada, mostrava a metade de uma foto. Uma moça lindíssima com bela vestias sociais e de grife, um rapaz de pose exuberante e incrivelmente familiar, a coluna no canto da pagina anunciava:
“Grande casamento a caminho; Nos Estados Unidos, duas grandes e tradicionais famílias japonesas, comemoram em grande estilo a união de seus promissores filhos. Hyuuga Hinata, e Uchiha Sasuke estão de casamento mais do que marcado, o casal mora junto em Nova York, e tanto os Hyuugas quanto os Uchihas estão vindo do outro lado do mundo para fazer a celebração oficial que será no próximo final de semana. Muitas declarações de amor nesse dia, Sasuke e Hinata mostram o amor forte como invejáveis de filmes, Sasuke Uchiha é advogado com um futuro brilhante futuro Vice Presidente de uma das maiores usinas petrolíferas do Japão e Hinata Hyuuga uma das herdeiras da maior empresa de minas e pedras preciosas Oriente. É claro nós temos que ficar por dentro de tudo, isso foi apenas um resumo de toda uma cobertura completa que a Faces International Epic Magazine vai fazer desse casamento que apesar do noivado que será ocorrido em Nova York, o casamento será em Tóquio cidade natal de ambos”.
– Hyuugas... – ela murmurou passando os dedos pela pagina – lembro-me do seu pai citar esse nome, Hyuugas...eles são importantes.
Ela estendeu a pagina a desdobrando, com toda inocência no seu coração imaginando que não iria encontrar nada. Mas encontrou.
Hinata estava abraçada de seu noivo, ambos sorrindo e aparentando estar bem felizes, no estender da pagina escondido pela dobradura lá estava, bem ali, em Nova York, ou melhor do outro lado do mundo, o tipo de noticia que Kushina não esperava receber de uma revisita.
– Aaahhhh! – ela esbravejou o próprio berro, despencando a revista com fúria de suas mãos, chegou a perder a noção dos próprios passos, cambaleando ao poucos para trás até segurar no balcão, sua mente ficou em branco, duvidando as próprias vistas que eram excelentes por sinal por uns breves minutos. Balançou a cabeça.
– Mãe! – disse Memma apanhando a revista de novo.
– O QUE É ISSO?! – esbravejou com os olhos arregalados e assustados – O QUE É ISSO?!
– Mãe calma!
– CALMA NADA! – como uma feroz felina ela arrancou o conteúdo das mãos de Memma novamente, suas mãos estavam tremulas, assim com suas pernas, seus olhos cobertos de lagrimas desesperadas esperando para despencarem, sua cabeça ainda esta relutante e duvidando do que acabara de ver.
Era um rapaz, loiro os mesmo fios dourados bagunçados que sempre teve, com olhos azuis como a cor de seu céu, uma face gentil e travessa que nem mesmo o tempo perdia um sorriso angelical, tão lindo, tão sereno, tão feliz, tão...saudável, tão vivo.
– É você – afirmou com voz fraquejada, ainda observando a foto estática com um olhar absurdamente assustada, era um rapaz exatamente igual ao filho Memma, em todos os detalhes, completamente parecido com Minato e cada cantinho mesmo que fosse uma imagem dava para perceber – é você... Memma.
– Mãe... eu não moro em Nova York – afirmou o garoto, agora também preenchido com os olhos cheios de água, claro que ele também estava assustado, os olhos de Kushina desceram até o rodapé que descrevia as pessoas presentes na foto.
“Na foto: Sasuke Uchiha e sua noiva Hinata Hyuuga, acompanhados dos padrinhos de casamento, da esquerda para a direita Ino Yamanaka Garra no Sabaku, Shikamaru Nara, Sakura Haruno e no meio Naruto Uzumaki, melhor amigo”.
Como um feroz vendaval, um turbilhão de pensamentos começou a passar pela sua mente, em cada detalhe, em cada segundo daqueles longos trezes anos, tudo que foi instaurado, tudo que foi provado, tudo que foi dito, todos os seus sonhos, sentimentos, lagrimas, tudo só provava que Minato Namikaze sempre esteve certo.
Estava em choque, completamente em choque, estática com a revista nas mãos olhando para o longe, Memma, Choji e Lee estavam ainda mais assustados com a reação da ruiva perdida completamente mergulhada no raciocínio. É claro que de primeiro momento o rapaz também ficou assustado mas a certeza absoluta vinha de Kushina.
E então veio a culpa, o amor, a saudade, e tudo que teria acontecido nesses treze anos e tudo que poderia ter sido evitado, a felicidade perdida que poderia ser vivida, a morte de Minato que não existiria, a sua família que deveria estar completa. Seu coração agora acelerara de emoção de paixão de dor, e confusa como estava confusa.
– Uzumaki era meu nome de solteira – fraquejou de novo falando consigo mesma – meu nome de solteira, Naruto Uzumaki.
– Isso... – ela disse derramando lagrimas pelo seu rosto, ainda achando tudo aquilo absurdo – isso não faz nenhum sentido.
– Você acha...? – começou Memma.
– Você acha?! – Choji o interrompeu com um pergunta retorica – esse “cara” é igual a você bambu, igualzinho, os dois a cara do tio Minato....
– Eu não achei tão igual assim – afirmou Lee dando uma esticada no pescoço para mais uma olhada na foto. Muita gente poderia dizer que são apenas dois rapazes muito parecidos. O rapaz na foto o tal Naruto, tinha o fios dourados espetados, um corpo mais forte mais rígido, ele era completamente serio e com um olhar desafiador, Memma, tinha os mesmo fios dourados porém lisos, e um face tão gentil quanto a de qualquer outra pessoa, um bom físico mas não tão bom quando o dele, e o rosto, ah os rosto, era idêntico o suficiente para uma mãe lembrar parar um irmão saber, afinal os três que compartilharam um mesmo corpo por nove meses. Havia uma grande possibilidade de tudo ficar estranho e bagunçado, aquele rapaz parecia-se muito com Mori Namikaze.
– Somo iguais cara! – respondeu Memma para o amigo – olha o rosto dele, ambos puxamos o meu pai, é muito parecido...
– Como um garoto desaparece num terremoto – começou Lee – e reaparece treze anos depois no outro lado do mundo?
– Com certeza tem alguma coisa muito errada nisso – comentou o loiro apavorado. Gêmeos também conhecidos por uma união avassaladora desde o inicio da vida. Não houve um único dia nesses trezes anos que Memma não sentisse falta do irmão.
– Isso é chocante – voltou a gesticular Choji
– Mori... – fraquejou novamente a ruiva até perder completamente a força das próprias pernas, tudo começou a desmoronar no meio de uma confusão, sua cabeça estava rodando. Kushina deixou que seu corpo caísse perdendo completamente o equilíbrio, ela não estava apenas absurdamente em estado de choque mas estava completamente perdida.
– MÃE! – berrou Memma agora vendo a mãe cair com os olhos esbugalhados e pupilas sem ‘brilho, ele baixou desesperado.
– Memma... – ela disse em tom fino apertando a revista nas mãos, respirando forte tentando pensar em uma solução.
– Mãe! Eu preciso que a senhora fique calma...
– Temos... temo que ir atrás de Kakashi – ela respondeu – Kakashi...agora!
[...]
E estava quase amanhecendo em Nova York, o céu se clareava aos poucos embora ainda parecia que o sol fosse demorar, embora fosse “a cidade que nunca dorme” algumas ruas ainda pareciam vazias ao invés de caóticas, e tudo que se ouvindo era o tinir dos saltos pontiagudos de Hinata Hyuuga andando rapidamente pela cidade, com as mãos coladas dentro dos bolsos e olhando fixamente os pés, ela não tinha a menor noção de onde estava, e nem o quanto teria que andar para chegar em casa, mas sabia que a casa do noivo era em frente ao Central Park, só queria encontrar logo, Nova York parecia ser tão grande e tão intimidadora, ela tentava pensar enquanto caminhava.
Logo atrás de si, viu os faróis de um carro de aproximando, nem de longe Hinata era uma garota medrosa, ela só não desejava que fosse Naruto, aquele loiro inconveniente e safado, como ele podia agir assim? Ele era tão...promiscuo, estava completamente envergonhada e ao mesmo tempo um tanto irritada, mas era claro, era completamente obvio que tal loiro não a deixaria em paz, a Ferrari Supra Aguilera prateada conversível, começou a andar vagarosamente ao seu lado, a seguindo quase que silenciosamente e a Hyuuga custou a ignorar.
Naruto estava dentro do carro, quase colocado com o meio fio da calçada, com camisa aberta toda amarrotada mostrando todo o peitoral definido e suado por estar horas trancado dentro daquele apertado armário aos beijos com outra.
– Hinata – ele disse singelamente – Sasuke vai te matar se descobrir que foi a pé para casa! Alias você nem vai chegar na sua casa.
– Eu vou encontrar um taxi a qualquer momento – ela respondeu com uma dose de grosseria.
– Vai estragar seus sapatos – ele tentou.
– Isso não vai funcionar comigo – ela rebateu furiosa
– Não vai achar taxi coisa nenhuma Hinata! – ele murmurou pisando no acelerador, fazendo o carro roncar com tentativa de intimida-la, mas Hinata nem se preocupou com uma única palavra.
O loiro revirou os olhos, na sua breve concepção não tinha feito nada de mais.
– Vamos lá Hinata! – tentou novamente, e mais uma vez a voz rouca e grossa fora ignorada, fingindo não estar completamente arrepiada.
Naruto não sabia desistir ele era um homem perspicaz, pisou no acelerador ferozmente, mas desta vez custou a soltar o freio, jogou o carro para mais frente um pouco antes de chegar na esquina até parar o mesmo de vez, deixou o motor ligado e desceu do mesmo com o passos firmes como os de uma estatua. Naruto era um rapaz intimidador, fora treinado pelo seu padrinho para intimidar as pessoas e não para ser intimidado, Hinata não seria a primeira a desafia-lo e tão pouco deixaria que ela fosse a primeira a derrota-lo, não, ele era melhor que qualquer mulher que ousasse a entrar em seu caminho e tinha que mostrar isso para ela, e como tinha.
– O que vai fazer? – ela perguntou incrédula com um olhar de ataque.
– Olha eu só vou te levar para casa... – ele tentou responder calmamente, mas as pitadas de ironia cuspidas da sua boca quase que involuntariamente mostrava já como estava perdendo a paciência.
– Por que se importa? – ela insistiu – não é você que deveria estar aqui, não é por que Sasuke manda você me fazer companhia de vez enquanto de você tem ficar me seguindo, você é amigo do Uchiha e não meu escravo.
– Ah não...
– Você mesmo disse isso! – ele ficou em silencio, pelo visto Hinata tinha mais ouvidos do que ele imagina – eu me viro, eu me viro sozinha a mais de sete anos, pode voltar para dentro daquele guarda-roupa com aquela...mocinha...
Se segurou muito para não soltar um adjetivo indelicado, mas não se segurou nem um pouco ao esconder sua fúria, desviou da silhueta de Naruto e continuou a caminhar, como se nada estivesse ocorrendo.
– Se eu não tivesse visto você sair a pé sozinha nessa cidade perigosa, eu não estaria aqui – ele afirmou saliente – mas eu vi, eu tenho consciência, você vai se casar com o meu melhor amigo, é por isso que eu estou aqui, eu só quero que você chegue inteira na sua casa.
Ela virou-se para ele com uma cara de quem esperava por um desculpa um pouco melhor, mas Naruto nem de longe era bom com mentirinhas ou desculpinhas, ele sempre fora tão pratico tão direto.
Revirou os olhos, pensando um pouco no que pudesse dizer, aquela conversa não tinha razão nem relevância para estar acontecendo, na verdade ela não tinha nenhum sentindo.
Naruto deslumbrava a luz da lua que iluminava a beleza imaculada, ela era tão notável e ao mesmo tempo dona de uma beleza exuberantemente rara. De repente algo diferente, algo fora do lugar, cerrou os olhos no ponto estranho, nem a própria Hyuuga havia percebido, havia um ponto vermelho na lateral de sua costela.
Era um lazer de uma metralhadora.
– HINATA! – ele berrou, voando para cima dela, Hinata não esboçou um única reação além do susto de ver Naruto Uzumaki voando como um soldado do exercito americano para cima dela, tudo que pode ouvir fora uma sequencia de tiros muito alta que nem sabia da onde vinha, ambos caíram quase que desengonçadamente atrás de um carro qualquer na rua, as balas furavam o metal como se fosse papel, a Hyuuga sentiu o coração acelerar e ao mesmo tempo um medo horrendo tomar o próprio sistema nervoso, ela avistou Naruto encima de si a protegendo, os resquícios de objetos voando para todo o lado impediam a sua visão e Hinata não conseguia enxergar nada praticamente, tudo ao seu redor num piscar de olhos se tornou um campo de guerra, estava mais confusa e perdida, não havia razão não havia motivo.
Viu o loiro mexer lentamente na barra da sua calça, e mesmo que com uma certa dificuldade ele conseguiu sacar uma arma, uma arma calibre 42 fora despejada na calçada sem nenhum pudor, virou o rosto colando a bochecha no chão encarando aquela ferramenta.
Uma arma, da onde ele havia retirado uma arma?
Seus olhos quase fechados com a combinação dos ouvidos quase surdos, conseguiram ver pouco, não precisa ser uma especialista, mas aquela arma tinha o cano mais comprido mais grosso que a maioria das armas, completamente de prata e sem um único a arranhão era impossível não notar o “Uzumaki” gravado na lateral.
Os pneus do carro que os protegia estouraram então, o que fez Hinata pensar que eles transformariam o veiculo em um queijo suíço se necessário, a cada segundo mais balas eram metralhadas parecia que a qualquer hora iriam acerta-los.
Hinata encarou Naruto quando o mesmo tapou sua boca com o pano branco e máximo, um cheiro esquisito fez sua cabeça latejar e ao mesmo tempo ficar pesada.
Tudo ficou escuro.
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