Heartless

6 My story, your story.


Notas iniciais
Olá amados, amadas, tudo bem com vocês?, conversem mais comigo, vocês estão conversando muito pouco comigo viu HAUHEUHAUEHUAHEUAHEU Quero agradecer a todas as pessoas que estão fazendo essa fic acontecer, é de extrema importancia para mim a presença de todos, eu amo vocês e quero pedir desculpas por não ter respondido os comentarios mas até amanha eu respondo por que você sabem eu amo conversar com vocês ♥ My story, your story (Minha história, sua história) BOA LEITURA

– Gosta do Michael Jackson Naruto?

– Adoro, tenho quase todos os álbuns dele.

– Eu também gosto.

– Humm, você já foi a Veneza?

– Famosa cidade dos amantes, eu conheço praticamente toda a Europa.

– Isso não responde minha pergunta.

– Sim já fui.

– Há algum lugar que não conheça?

– Vários, América do Sul, África do Sul, a India, há varios que eu não fui mais morro de vontade de ir, esquiar no Chile é uma delas.

– Eu já fui para o Peru, é América do Sul é ótima mesmo.

– Qual sua cor favortia?

– Laranja. E a sua?

– Azul.

– Como seu cabelo?

– Como o oceano, como seus olhos, é o azul mais bonito na minha opinião.

– Ah sim, bem, obrigado, esqueço dessa sua paixão pelo oceano.

Era aproximadamente quatro da tarde, depois de um ótimo almoço Uzumaki Naruto e Hyuuga Hinata passaram o resto da tarde juntos, conversando, passearam na Times Square onde ela pode perceber o que era movimento de verdade, foram no museu, e algumas lojas de antiguidades, ela pode ver varias roupas e coisas que poderia comprar, mas não quis nada, sempre muito seletiva e com pouco interesse para compras, Naruto estava a vontade, pela primeira vez não se sentia entediado tão pouco com vontade de ir para casa, Hinata não era como as outras, na verdade nunca havia conhecido alguém como ela, sabia conversar, e tinha assunto suas palavras me traziam conforto era divertido, interessante, dava cada vez mais vontade de puxar mais assunto, e realmente o assunto não acabava, geralmente ele paparicava a mulheres que saia fingia se divertir para leva-las para cama depois, e com ela era tão animador, talvez fosse por que não tinha a intenção com coteja-la, mas embora fosse apenas amizade nem com Sakura ou Ino que eram suas amigas de longa data ele teve tardes como essa, depois de uma visita a Estatua da Liberdade e ao monumento memorial das Torres Gêmeas, estavam passeando pelo Central Parque, era primavera, e nada era mais bonito que vegetação colorida que alegrava a bela vista no meio da caótica Nova York.

Naruto a admirava de minuto e minuto vendo os olhos perolados mirarem em todos os lados, adorando tudo, estar com ela era confortante, arrependeu-se de imediato de qualquer rancor ou mera raiva que pode ter sentido de primeiro momento, tomando as dores da amiga rosada, porém nem ele mesmo podia negar, não podia deixar de fazer amizade com ela, era a noiva do seu melhor amigo, o certo mesmo era se dar bem com ela, e como não gostar dela? A cada minuto, a cada segundo, toda encantadora toda linda, tão simplória e confiável, queria entende-la ainda mais, como? De onde vinha aquela sensação ótima de estar perto dela? Os dois passavam por de baixo de uma pequena ponte seguindo o caminho das arvores grandes que faziam uma gostosa sombra, não dava para ver nada urbano envolta além das pontinhas dos prédios por cima das arvores, Hinata fechou os olhos, inspirou o ar fresco para dentro dos pulmões deixando suas narinas serem invadidas pelo cheiro maravilhoso daquela estação, era ótimo, então abriu os olhos vagarosamente, turvos e entristecidos, Naruto a observou bem, abaixando a cabeça tristemente, todos os montes de assuntos entre eles havia morrido, ela não parecia afim de começar a conversar novamente, seu rosto de repente ficou abatido, uma mudança louca de humor, como se algo tivesse invadido a sua mente, mas a realidade nada estava invadindo sua mente, havia algo que vivia lá a muito tempo e não era sempre que a jovem Hyuuga conseguia ignorar, não era algo que poderia esquecer, o Uzumaki não disse nada por um bom tempo deixou que respirasse deixou que pensasse sozinha, ele não tinha nenhuma intensão de pressiona-la, dizem que os olhos são as janelas da alma, o loiro acreditava muito nisso, pois apenas na intensidade na qual o olhos dela miraram o chão enquanto andava ele podia perceber que sim estava triste.

– Que droga! – começou um assunto, apenas de serio o loiro também tinha uma característica muito impaciente, não sabia ficar quieto, Hinata nada disse ficou o observando suspirante esperando que ele continuasse – pensei que tinha feito você esquecer seus problemas.

– A maior parte do tempo eu só os ignoro – ela respondeu sorridente, sempre sorridente.

– Não sei quem eu sou – afirmou de imediato e sutilmente caminhando e evitando o olhar surpreso que ela lhe lançava.

– Como?

– Quando eu tinha doze anos – respirou fundo, pensando se realmente queria contar, sim queria – eu acordei num hospital em Nova Jersey, ninguém sabia quem eu era, eu não sabia quem eu era, perdi minha memoria num acidente de carro foi o que disseram, nunca me lembrei – Hinata ficou em choque prestando atenção em cada detalhe, observando quase tropeçando nos próprios pés, Naruto tinha uma expressão enjoada, triste preocupante – eu fiquei duas semanas no hospital, exames, consultas, passei por vários médicos ninguém conseguia me ajudar e minha família verdadeira nunca apareceu.

– Naruto... – antes que ela terminasse ele sorriu largo e confiante e continuou.

– Era para eu ter ido para um orfanato, mas então a esposa de um homem muito generoso, médica chefe do hospital ficou muito emocionada ao me ver, disse que eu era parecido com o filho dela que ela já havia morrido a muitos anos – ele sorriu mais ainda e girou seu rosto encarando a bela jovem ao seu lado – eles me adotaram, Jiraya e Tsunade, me deram um nome e um sobrenome que não tinha nada ver com o deles, e sempre me pediram para eu os chamasse de padrinhos, nunca entendi essas coisas, mas eles diziam que tinha sentindo, mas nunca me disseram, acho que eles não queriam tomar o lugar da minha família biológica, Tsunade sempre dizia que eles deveriam estar me procurando, mas eu nunca acreditei, quer dizer quem procura acha não é?

Naruto eu não sei o que dizer – ela pôs a mão na boca e arregalava seus olhos enquanto Naruto ainda sorria.

– Sabe, as vezes eu fico pensando – ele inflou o pulmões querendo adquirir ainda mais folego – que criança ruim eu devo ter sido, quer dizer, para ninguém ter ido atrás de mim, nem minha mãe, nem meu pai, nenhum irmão, um avô, ou um tio, uma tia, sabe, ninguém.

– E seus padrinhos? Quer dizer te criaram? Onde estão agora? Como você lidou com tudo isso?

– Ah, você é curiosa.

– Desculpe – ela corou involuntária mente e o loiro franziu o cenho, jamais em toda sua vida havia achado algo “fofo” aquela era a primeira vez.

– Meus padrinhos me deram uma vida, eles sempre foram muito ricos, mas muito mais que os melhores colégios e os melhores brinquedos e a melhor mesada, eles me deram muito amor, foram o que eu poderia chamar de verdadeiros pais, eu jamais poderia reclamar deles, posso não me lembrar do passado, mas posso dizer com toda a certeza que eles foram a melhor coisa que me aconteceu.

– Isso é lindo.

– Meu padrinho esteve comigo nos campeonatos de futebol, nos domingos de pai e filho, ele me ensinou a beber controladamente, ele estava lá em cada momento que eu precisei, em cada aniversario, em cada dia dos pais na escola, em todos os natais, era um homem muito ocupado mas para mim, ele sempre tinha tempo – ele balançou a cabeça e gargalhou um pouco – eu lembro dele todas as noites sentado na mesa da cozinha me ajudando a fazer o dever de matemática, eu sempre fui péssimo em matematica, depois de um tempo minha madrinha me contou que todos os dias depois que eu dormia ele continuava na cozinha estudando a próxima matéria para me ajudar no dia seguinte.

– Onde eles estão agora?

– Depois que ele morreu, minha madrinha mudou-se para Louisiana, ela ajudou caridosamente um hospital para pessoas com câncer, e começou a trabalhar lá, ela nem precisa disso, mas é o que ela ama, e eu a amo, não posso ligar de ficar só um pouco longe dela.

– Meus sentimentos, e aposto que ela deve contar os dias para vim te ver.

– Conta ela conta, eu também conto – lembrar-se daquela loira louca que o criou, isso, era uma das pouquíssimas coisas que deixava o jovem Naruto emocionado, era uma das raras coisa que o fazia sorrir de verdade, ele olhou para o lado e Hinata não estava mais do seu lado ficou confuso realmente, girou o corpo e a viu parada alguns largos passos atrás dele e fitando o chão, seu sorriso se desmanchou sorrateiramente e ele se aproximou voltando com seu pés, Hinata sentou-se no banco de madeira o assento mais próximo perto de si, o loiro logo sentou-se ao seu lado e ficou ali, esperando, mas o silencio prolongou, ela se encostou no banco e cruzou a penas.

– O que foi? – ela suspirou e ficou pensativa por alguns minutos, era claro podia observar os olhos dela todos marejados lagrimas que lutavam para não escorrer.

– Não sei, sua historia é linda, triste, porém linda.

– Obrigado, também acho linda – agora ela cruzara os braços mordendo levemente os lábios delicadamente pensativa, olhos perolados giravam para todos os lados, ela bufou e limpou o que poderia ser um gesticula gota de lagrima no canto do olho esquerdo, ele se abriu com ela sem nenhum motivo sem que ela pedisse, talvez o melhor fosse ser sincera também.

– Não vejo minha irmã tem sete anos, na verdade não posso vê-la e isso faz sete anos – ela disse então, Naruto se acomodou ao banco reparando como seu tom estava fraquejado, é estava triste.

– E quer falar sobre isso?

– Eu costumava a me dar bem com meus pais, com toda a minha família por ter certeza, mas meus pais são muito tradicionais algumas coisas não batiam, muitas opiniões eram contrariadas, e ao diferente de você eu não tinha lá toda atenção, meu pai não me levava as aulas de piano nem aos concertos, nunca fizemos piqueniques nem fizemos nenhuma viagem em família, mas sempre fomos muito unidos – ela riu ironicamente embora fosse verdade, houve tempo mesmo em que a família Hyuuga era muito unida apesar do jeito serio e individualista, Hinata conseguia ser diferente de todos eles – sempre fui muito apegada a minha irmã, ela sempre foi, absolutamente tudo para mim.

– E então?

– Ah você também é curioso – ambos sorriram – quando fiz dezesseis anos tirei carta como qualquer outro adolescente e em uma noite eu discuti sobre o meu futuro com a minha mãe – agora ela suspirou.

– Por que?

– Por que minha família é muito autoritária meus pais são absurdamente autoritários, eles não aceitam que você sonhe, você tem seguir a tradição a tradição a tradição – ela desviou o olhar envergonhada – bebi demais naquela noite, passei a madrugada até o amanhecer na casa de um amigo bebendo, minha mãe me ligou de disse que já deveria ter voltado que uma garota da sociedade e educada não deveria fazer algo assim, então ela disse que tinha que desligar que ia com o motorista buscar minha irmã na casa de uma colega, foi noite das garotas – Naruto podia sentir que aquela historia era pior do que ele imaginava, e que lagrimas logo não conseguiriam mais se segurar seu tom era triste – eu sempre quis ser a irmã perfeita para minha irmã, ela sempre dizia que queria ser eu, e por eu querer ser perfeita queria ir busca-la – ela bufou e limpou os olhos inutilmente – infelizmente eu cheguei primeiro que minha mãe, apanhei minha irmã e a levei para casa.

– O que aconteceu depois?

– Nem eu lembro direito, eu estava bêbada, completamente bêbada – fraquejou a voz e respirou fundo – passei o sinal vermelho umas três vezes, na minha cabeça era uma corrida, para ver quem era a heroína da minha irmã eu errei e muito, no terceiro sinal um caminhão bateu no meu carro, na lateral, bem do lado de Hanabi.

– Nossa.

– Acordei depois de oito dias, meu pai estava no quarto com uma expressão de decepção que quebrou meu coração em milhões, eu fui processada eu fui multada, e minha mãe não foi me ver uma única vez – ela fez uma pausa tomando folego mesmo depois de algum tempo continuava ser um assunto difícil – quando perguntei o que havia acontecido ele foi claro de que ele resolveria tudo para que eu ficasse com a ficha limpa, eu iria para outro país estudar e toda a minha vida estaria sendo monitorada de alguma forma de longe, eu nunca mais poderia ver Hanabi e nem ousar a chegar perto dela.

– O que aconteceu com ela?

– Hanabi teve traumatismo craniano e três vertebras centrais quebradas, na coluna – ela começou a chorar – ela se recuperou bem, mas não anda mais, minha mãe não fala mais comigo, sou a decepção da família, o fardo eu fui praticamente desconsiderada como Hyuuga apenas não deserdada por que sei lá, não é por que meu pai me ama muito, todos os anos tenho o direito de ir para Tóquio no Natal, chego e fico no hotel até a festa estar quase no fim, quando Hanabi dorme o motorista me busca, vou na casa vejo meus parentes os comprimentos minha mãe conversa comigo de má vontade e meu pai tenta me encorajar a seguir a vida, ou pelo menos fingi, e depois eu volto para Roma.

– Hinata...

– Eu não fazia ideia do que estava fazendo.

– Mesmo assim o que você fez foi horrível – ela o encarou com os olhos arregalados – é serio foi horrível mesmo, quer dizer sua irmã.

– Todos ficam falando que a culpa não foi minha.

– Por pena a culpa foi sua.

– Acho que ninguém nunca foi tão sincero – sorriu um pouco e ele concordou.

– Perdão se sou um pouco realista.

– Não – ela respondeu rápido – é que você é o primeiro que diz isso, digo, você é o primeiro que é sincero comigo, então, acho que, obrigada.

– Se arrepende?

Todos os dias.

[...]

Era entardecer na América, e madrugada na Austrália, próximo a região da Tasmânia em Melbourne uma cidade incrivelmente grande e muito bem estruturada e incrivelmente silenciosa, claro, era quase cinco da manhã. Silenciosa mas não completamente, sempre há um considerável numero de pessoas que insistem em madrugar até mesmo nos dias de semana e naquela noite especifica havia uma em grande perigo de vida. Leonel Sangover, um rico diplomata grego que por ser absurdamente honesto adquiriu muitos inimigos na carreira política, muitas pessoas desejavam sua morte, e para isso aquele homem de organização especifica e secrete fora contratado, não era uma assassino qualquer, era um assassino de elite, não do tipo fácil de achar tão pouco fácil de contratar, custa caro mas não deixa rastro além de ter um excelente serviço com sigilo total; o homem robusto de forte de feições engraçadas porém rosto serio até demais, estava na sacada de um hotel que ele entrou sem que ninguém percebesse, era um hospede fantasma, sentado na mesa de chá vazia esperando, até que ele finalmente apareceu, lá embaixo na rua vazia, saindo de uma casa comum e clássica amarela, simples demais, um mistério ou uma amante, tanto faz, estava cansado já de ver esse tipo de gente na sua frente, suspirou, um bom assassino sabe investigar até nos mínimos detalhes, por cerca de meses, um excelente assassino é esperto o bastante para pegar alguém importante como um diplomata desprevenido até mesmo homens como ele tem segredos que não desejam nem que seus seguranças de mais confiança descobrissem. Pegou a arma comprida prateada de calibre quarenta e oito e colocou o silenciador, mirou, atirou, acertou, viu o corpo cair de bruços no chão da rua silenciosa sem ter chance de chegar no carro alugado para disfarçar, acendeu o charuto e tratou de desaparecer dali, não sem antes avisar seu chefe que o trabalha estava concluído.

Serviço executado como o planejado, retornando a Nova York!

[...]

Na mansão do Uchiha, Hinata estava sentada na varanda, admirando o jardim quase no escurecer, já eram seis da tarde ele deixava que a pontas do dedos brincassem com a superfície da agua, no mini lago que tinha no jardim e ficava me na beirada de onde ela estava, encostou-se no pilar e relaxou os músculos, pensou em toda conversa que teve com Naruto, que de maneira tão inusitada fez uma amizade, contando algo que não contaria a mais ninguém pois nem mesmo os mais chegados a si sabiam a verdadeira razão pela qual sua irmã mais nova não andava, e por falar em Naruto, ela ouviu o passos do loiro se aproximar quase que singelamente, ele aparece na varanda com uma garrafa de vinho branco e duas taças, ele sentou de qualquer jeito de frente para ela e trocaram sorrisos sinceros.

– Adega de Sasuke tem uma porta eletrônica – ela disse então – só ele sabe a senha.

– Será o nosso segredo então – ele respondeu e lhe entrou uma taça, ofereceu um brinde amigável e ela aceitou levando o copo a boca rapidamente e dando um generoso gole, Naruto a acompanhou.

– Obrigada – afirmou – por hoje.

– Quem começou a desabafar fui eu.

– Você foi a primeira pessoa a ser tão sincera comigo, acho que por isso acabei sendo tão sincera com você, tirou um peso enorme das minhas costas.

– Mas ainda é um mal que ainda esta ai dentro crescendo.

– Acho que nunca vou me livrar disso completamente.

Naruto continuou bebendo e a observando a maneira como seus olhos perolados de beleza exuberante admiravam o céu a bela beleza das poucas estrelas que já davam para ver, seus olhos eram mesmo parecidos com a lua, não apenas fisicamente, mas sim eram realmente puros, puros como a lua, a maioria das pessoas estaria horrorizada com a sua historia, e sentiria raiva pela sua irmã mais nova, mas embora fosse culpada, ela realmente tão teve intenção e se arrependia, ele não conseguia imaginar nada de ruim dela, e sentia pena, pena pois por mais que pudesse mais ver sua irmã ela apenas queria uns minutos para pedir perdão e talvez quisesse ser perdoada também.

– Então será que Sasuke vai ficar com a Sakura até que horas? – os olhos azuis cintilantes se arregalaram e Naruto quase se engasgou com as próprias palavras, algo que jamais acontecia com ele, e ele sempre estava preparado para qualquer ação para qualquer pergunta – opa parece que eu te desconcertei um pouco, isso é bom, aceitei, ele esta com ela.

– Oi? – afrouxou o colarinho vendo ela rir, e até pode se sentir irritado ninguém nunca tinha feito ele se sentir tão constrangido de perdido de maneira tão fácil.

– Você sempre acoberta ele assim? – ele ficou com a boca entreaberta vendo que parecia que ela estava sempre a um passo a sua frente – vamos Naruto, não sou boba, desmarcou nosso almoço, nenhuma ligação, nenhuma mensagem, ele ainda não chegou em casa.

– Não se importa?

– Não, não me importo – ela desviou o olhar para o chão – quer dizer, eles precisam de um tempo para se acertarem, acabar com isso sem estragar amizade, eu entendo, não quero que eles se afastem, Sasuke e eu nos amamos e eu estou segura disso.

Ela estava mentindo, e o loiro pode desconfiar bem disso.

Notas finais
Acreditem eu resolvi revelar logo isso, por que há misteiros bem piores do que esses HAUHEUHUEAHUEHAUHEUAHEUHAUEHUAEHUA E certas coisas nessas duas historias que vão ligar os dois de alguma forma, onde vocês acham que esta a verdadeira familia do Naruto? E sera que Hina e Hanabi vão se ver algum dia? E o nosso assassino misterioso? Ahhhhhhh sera que ninguém reparou no cap passado a relação do Naruto com o Kabuto??? AHUEHUAHEUAHUEHAUEHUAE e ai o que me dizem??? Vlw Flws; mamãe ama vocês ♥ AHUHEUAHEUHAUEHA